Blog do Fábio Seixas - Automobilismo, viagens e pitacos sobre tudo o mais
Blog do Fábio Seixas
 

Pole brasileira na IRL

Castro Neves confirmou o bom acerto da Penske para St.Petersburg e cravou a pole para a segunda etapa da IRL. Marco Andretti larga em segundo, com o companheiro Franchitti em terceiro e Dixon em quarto.

 

Tony, que participará do “Pit Stop” da próxima terça, bateu no muro e vai sair em sexto.

 

A corrida começa às 15h30 (de Brasília) com BandSports e Play TV. Isso é, se não inventarem nenhum concurso de miss (ou nenhum campeonato de peteca) para atravessar a transmissão.

Escrito por Fábio Seixas às 19h16

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A (boa) cautela de Massa

Em entrevista publicada pela “Autosport”, Massa faz questão de desmistificar a vantagem da Ferrari neste início de campeonato.

 

“Estamos todos no mesmo planeta”, diz, questionado sobre o nível de competitividade entre seu time e os rivais. “Estamos fortes e competitivos, mas temos que encarar cada corrida como qualquer de nossos adversários faz. A McLaren também é dura de bater, e a BMW está forte. Temos que encarar o fim de semana do jeito que eles fazem.”

 

Sim, há um quê de política e outro de esperteza aí. Massa nunca foi de falar muito, e a maior prova disso foi o segredo que guardou por quatro anos. Mas não acho que seja só isso. Acho que há uma boa dose de sinceridade.

 

A Ferrari não foi bem em Melbourne. Um carro da Ferrari foi bem em Melbourne. E isso é bem diferente.

 

Só aconteceu uma corrida até agora. Qualquer veredicto ainda é areia movediça.

Escrito por Fábio Seixas às 19h03

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Alívio na IRL

Depois do passeio da Ganassi na abertura do campeonato, em Homestead, as coisas começaram mais equilibradas nas ruas de St.Petersburg. E o cenário, bem melhor para os brasileiros.
 
Nos treinos livres de hoje, o mais rápido foi Hélio Castro Neves, da Penske, 1min01s6016. Tony Kanaan, da Andretti-Green, ficou em segundo, a 0s0876.
 
O melhor piloto da Ganassi foi Scott Dixon, em terceiro. Vencedor na noite de Homestead, Dan Wheldon fechou o dia em sexto.
 
Pena, para o campeonato, que a grande maioria das corridas seja em ovais. Onde a equipe do velho Chip ainda sobra.

Escrito por Fábio Seixas às 22h37

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Arquivo pessoal

Havia alguns dias eu não postava nada da seção "Arquivo pessoal". Voltemos à rotina, pois, com categoria.
 
As fotos abaixo são da Luane Magalhães, nossa correspondente em Santa Cruz do Sul, São Sepé e adjacências.
 
 
  
 
 
 
 
O local: Centro de Tradições Gaúchas de São Sepé (RS)
O ano: 2007 (fim de semana passado, mais especificamente)
O evento: Veloterra
O comentário da internauta: Eles montaram esta pista de terra lá em São Sepé no terreno de um dos CTGs da cidade e se divertem muito com as corridas de "Veloterra", como chamam aqui. Tem o mesmo nome aí? Meu pai pegou um Passat muito velho que ele tinha jogado no fundo do pátio da oficina (que eu jurava ser ferro velho), colocou um motor, um banco, volante, ou seja só o extremamente necessário e lá foi ele. Chegou em 3º, na frente do Gol que ele prepara para um amigo... No interiorzão é assim mesmo! Pelo menos, aqui no RS essas provas de Veloterra acontecem no Estado inteiro! Muitas cidadezinhas minúsculas, como São Sepé e Caçapava do Sul, possuem essas pistas.
O comentário do blogueiro: Não, Luane, essas corridas não chamam Veloterra por aqui. Simplesmente porque esse tipo de corrida não existe por aqui. Com certeza vocês têm mais diversão nas suas cidadezinhas do que nós temos em São Paulo com nossos shopping centers, cinemarks, wet'n'wilds e quetais.

Escrito por Fábio Seixas às 15h08

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Youtube do dia

O Ricardo Montesano, repórter da revista "StockShow", é quem manda a dica.
 
O episódio é célebre, é histórico: o embate Hakkinen x Schumacher no GP de Macau da F-3, em 1990.
 
E o vídeo é esclarecedor. Porque, por anos e anos, ouvi gente dizendo que o Schumacher foi o culpado no acidente. Por anos e anos, esse foi mais um "crime" do alemão. "O primeiro!", bradavam os mais exaltados.
 
Depois de ver o vídeo, discordo. Na minha opinião, Hakkinen foi afobado.
 
 
E vocês, o que acham?

Escrito por Fábio Seixas às 14h36

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Um passo atrás

As equipes começaram hoje a distribuir seus previews para o GP da Malásia.
 
É sempre curioso dar uma passada de olhos. Mais pelo sentido "estudo antropológico" da coisa do que por achar algo que realmente faça sentido.
 
Afinal, normalmente esses comunicados vêm recheados de declarações otimistas sem muito embasamento.
 
O da Honda, por exemplo, merece reflexão. Barrichello e Button não falam uma palavra, NENHUMA, sobre a condição do carro para a corrida. Limitam-se a descrever as características de Sepang.
 
A Honda-2007 é a Toyota dos últimos anos. Não, não, é pior do que isso.

Escrito por Fábio Seixas às 14h19

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Sexta, coluna

Hoje tem coluna na Folha. O link, aqui.

 

O tema, a atual crise de criatividade da F-1. Que veio bem a calhar com a notícia que circula hoje: a categoria mudou de idéia pela milionésima vez e vai proibir, de novo, o controle de tração.

 

A partir de 2008, o sistema estará proibido. Não dou uma corrida para recomeçarem os rumores de que as equipes X e Y estão usando o recurso disfarçadamente.

Escrito por Fábio Seixas às 09h49

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Mais sobre os testes em Sepang

Nem tudo foram flores finlandesas. Das cinco bandeiras vermelhas acionadas no circuito malaio nesta sexta-feira, duas foram provocadas por Kovalainen, que parou na pista com misteriosos problemas mecânicos.

 

A Super Aguri, quem diria, voltou a andar bem. Talvez não seja o fogo de palha que muita gente imaginava. Eu queria saber, por exemplo, o que passou pela cabeça do Button hoje, ao fim do dia.

 

Agora todo mundo fica por lá, descansando. Perto do circuito há resorts sensacionais _não, nunca consegui chegar perto de nenhum, não dá tempo. E, claro, sempre há a gloriosa opção pela Tailândia, ali do lado.

Escrito por Fábio Seixas às 09h37

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Sepang, dia 4

Pode ser factóide. Em teste, sempre pode. O fato é que Kovalainen, o fiasco de Melbourne, encerrou os testes com um primeiro lugar, 0s041 à frente da Ferrari de Massa.

 

1 º. Kovalainen, Renault, 1min35s767 (55 voltas)

2 º. Massa, Ferrari, 1min35s808 (72 voltas)

3 º. Davidson, Super Aguri, 1min36s787 (68 voltas)

4 º. Rosberg, Williams, 1min37s002 (104 voltas)

5 º. Montagny, Toyota, 1min37s206 (78 voltas)

6 º. Heidfeld, BMW, 1min37s318 (70 voltas)

7 º. Button, Honda, 1min37s326 (37 voltas)

8 º. Hamilton, McLaren, 1min37s448 (43 voltas)

9 º. Webber, Red Bull, 1min37s778 (42 voltas)

10 º. Liuzzi, Toro Rosso, 1min38s542 (56 voltas)

11 º. Klien, Honda, 1min39s176 (25 voltas)

12 º. De la Rosa, McLaren, 1min39s303 (24 voltas)

Escrito por Fábio Seixas às 09h34

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Youtube do dia

Sempre tive vontade de postar essas cenas, e o Felipe Maciel deu uma mão sugerindo o Youtube.
 
Aconteceu na F-3000, em 2003. Pior: em Mônaco, corrida que todo mundo acompanha com mais atenção.
 
Eu estava lá e não acreditei. Ninguém que estava lá acreditou. Nem ele, Bjorn Wirdheim, doravante chamado por nós, brasileiros, de "a anta sueca". Nem Nicolas Kiesa, que acabou vencendo a prova.
 
 
A besteira custou a Wirdheim melhores chances no automobilismo. De piloto promissor, passou a ser tratado como um sujeito folclórico. Onde ele ia, todos lembravam do dia em que ele perdeu a principal corrida do campeonato por comemorar cedo demais.
 
A "anta sueca" chegou até a fazer testes para BAR e Jaguar, mas não encontrou mais portas abertas na F-1. Em 2005, correu na ChampCar. E no ano passado, na F-Nippon _foi apenas o sexto colocado no campeonato.

Escrito por Fábio Seixas às 18h11

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Ah, a bolinha branca...

Escrito por Fábio Seixas às 17h50

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Sepang, dia 3

A quinta-feira foi perdida em Sepang. Caiu um temporal por lá durante a madrugada, e as equipes passaram a manhã esperando a pista secar, o que só aconteceu na hora do almoço. Por pouco tempo: logo desabou outra chuva forte, determinando o fim dos trabalhos.

 

Por causa disso, 9 das 10 equipes resolveram prolongar os testes até amanhã. Só a Toro Rosso levantará acampamento.

 

Os tempos, portanto, não servem para muita coisa. Mas aí estão:

 

1º. Hamilton, McLaren, 1min35s918 (57 voltas)

2º. Webber, Red Bull, 1min36s138 (62 voltas)

3º. R.Schumacher, Toyota, 1min36s700 (69 voltas)

4º. Liuzzi, Toro Rosso, 1min36s712 (56 voltas)

5º. Massa, Ferrari, 1min36s947 (64 voltas)

6º. Rosberg, Williams, 1min37s070 (71 voltas)

7º. Button, Honda, 1min37s472 (92 voltas)

8º. Davidson, Super Aguri, 1min37s606 (44 voltas)

9º. Heidfeld, BMW, 1min38s551 (35 voltas)

10º. Kovalainen, Renault, 1min39s654 (20 voltas)

 

A destacar, apenas um vazamento de óleo no motor do Hamilton, que o deixou parado na pista.

 

Segundo o Giovani Caletti, nosso correspondente na Malásia, a meteorologia indica tempo bom na sexta-feira, com possibilidades de chuva só no fim da tarde.

Escrito por Fábio Seixas às 08h56

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60 anni

Entre outros fiascos, a Ferrari foi só a sétima colocada no Mundial de Construtores de 1973, atrás de Lotus, Tyrrell, McLaren, Brabham, March e BRM. Melhor pular esse capítulo, então. E foi o que ela fez, sem a menor cerimônia, no livretro “60 Anos, 60 Símbolos”.

 

Chegamos, pois, a 1974. Ufa, eu já estava vivo. E Montezemolo já estava por lá.

A homenagem é tripla: à 50ª vitória da escuderia na F-1, ao primeiro triunfo de Lauda na Ferrari e à primeira conquista de Montezemolo como chefe de equipe.

 

O palco de tudo isso, o GP da Espanha, em Jarama. Ah, para completar a festa, Ragazzoni foi o segundo colocado.

Escrito por Fábio Seixas às 08h33

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Podcast da semana

Estava devendo o podcast do “Pit Stop” desta semana.

 

O link está aqui.

 

Por hoje é só. Amanhã voltamos com nossa programação normal.

Escrito por Fábio Seixas às 20h19

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Sepang, dia 2 (2)

O primeiro comentário é óbvio: Raikkonen voou. Com quase a metade das voltas do segundo colocado, Wurz, cravou vantagem de quase meio segundo. E foi quase um segundo mais veloz que o tempo de Kubica ontem.

 

O polonês, por sua vez, completou sem problemas a distância de dois GPs. Ponto para a confiabilidade da BMW.

 

Já a Honda... Tsc, tsc... Barrichello causou a única bandeira vermelha do dia, quando o motor explodiu depois de apenas meia hora de treino. Ou seja, não apenas o carro é ruim como também quebra.

 

Com Hamilton, a McLaren foi modesta _a dois minutos do fim, o inglês parou na pista.

 

A conclusão: a Ferrari continua sobrando.

Escrito por Fábio Seixas às 20h16

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Sepang, dia 2

Bom, a essa hora todo mundo já deve saber dos tempos da última madrugada em Sepang, mas até para manter a tradição vou colocar tudo no ar.

 

. Raikkonen, Ferrari, 1min35s268 (61 voltas)

2º. Wurz, Williams, 1min35s702 (114 voltas)

3º. Coulthard, Red Bull, 1min35s712 (87 voltas)

4º. R.Schumacher, Toyota, 1min35s751 (81 voltas)

5º. Kubica, BMW, 1min3s.887 (111 voltas)

6º. Hamilton, McLaren, 1min36s115 (69 voltas)

7º. Sato, Super Aguri, 1min36s306 (63 voltas)

8º. Barrichello, Honda, 1min36s563 (36 voltas)

9º. Kovalainen, Renault, 1min36s578 (86 voltas)

10º. Button, Honda, 1min36s617 (24 voltas)

11º. Davidson, Super Aguri, 1min37s876 (39 voltas)

12º. Speed, Toro Rosso, 1min37s910 (36 voltas)

13º. Liuzzi, Toro Rosso, 1min37s971 (32 voltas)

Escrito por Fábio Seixas às 20h16

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Garçom, mais um!

Como vocês já devem imaginar, o dia hoje foi corrido, uma loucura,

 

Mas pelo menos comprovei que o chopp do Pingüim continua sensacional.

Escrito por Fábio Seixas às 19h52

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"Pit Stop" no ar

Se você trocou o “Pit Stop” pelo Dunga, tudo bem. O programa de hoje está aqui, para ser assistido quando você quiser.

 

Como sempre, o espaço está aberto para críticas, sugestões, elogios, comentários em geral, enfim.

Escrito por Fábio Seixas às 17h36

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Ferrari na mira da FIA

O site da “Autosport” noticia hoje que a FIA vai modificar seus procedimentos de vistoria para averiguar se nenhuma equipe está usando componentes móveis no assoalho.

 

Em outras palavras, para checar se a Ferrari não está burlando o regulamento. A suspeita é a de que o assoalho da F2007 ceda alguns milímetros quando o carro atinge determinada velocidade, o que significaria ganho de estabilidade _quanto mais próximo o assoalho do asfalto, menor a turbulência sob o carro.

 

A história surgiu em Melbourne e a acusação partiu da McLaren, embora formalmente o time inglês não tenha apontado o dedo duro pra ninguém especificamente.

 

Segundo um laudo da McLaren, disponível no site, um engenhoso sistema de molas poderia permitir que os carros passassem na vistoria da FIA, mas ficassem mais grudados ao solo quando na pista.

 

Enfim, a FIA pode até acabar com a brincadeira da Ferrari. Mas, como escrevi na semana passada, a escuderia não pode ser acusada de trapaceira. Estava apenas explorando uma brecha do regulamento.

 

Foi fazendo exatamente isso que Colin Chapman se tornou o maior gênio, até hoje, das pranchetas da F-1.

Escrito por Fábio Seixas às 10h25

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Da Malásia para o blog

E não é que este blog tem um correspondente na Malásia?

 

O Giovani Caletti é brasileiro, mora em Kuala Lumpur, é apaixonado por F-1 e esteve lá em Sepang (que fica a uns 50 km da capital) no final de semana.

 

Enquanto os carros não entravam na pista, o cenário era este:

O Giovani prometeu voltar nos próximos dias para contar como estão as coisas por lá e fazer novas imagens para a gente.

 

E assim, pouco a pouco, conquistaremos o mundo!

Escrito por Fábio Seixas às 10h01

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Hoje é dia de "Pit Stop"

Jogo da seleção às 14h30? Esquece! Hoje tem “Pit Stop” ao vivo, no mesmo horário, no UOL News.

 

Mas se você é um seguidor de Dunga e cia., tudo bem. O programa, também em podcast, estará disponível ad eternum no UOL.

 

Depois eu publico o link aqui.

Escrito por Fábio Seixas às 09h48

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Sepang, dia 1

E começou nesta madrugada a primeira bateria de testes da F-1 em plena temporada. O palco, Sepang, que receberá a próxima etapa, dia 8.

 

O mais rápido, Kubica. Pronto. Já não há mais dúvidas. Some a pré-temporada ao desempenho na Austrália ao resultado de hoje aos seus dois bons pilotos: a BMW é a minha candidata à vaga de terceira força do Mundial.

 

No teste de hoje, Kubica já usou uma nova configuração aerodinâmica e experimentou também modificações na caixa de câmbio _que o deixou na mão em Melbourne.

 

A Honda fez coisa parecida. Barrichello usou novos componentes da suspensão que, parece, surtiram efeito. A Malásia será um bom termômetro para a Honda. Foi lá, no ano passado, que caiu a ficha e o brasileiro começou a ser mais contido nas suas promessas para o resto da temporada.

 

1º.  Kubica, BMW, 1min36s187 (92 voltas)

2º.  Raikkonen, Ferrari, 1min36s302 (54 voltas)

3º.  Wurz, Williams, 1min36s334 (89 voltas)

4º.  Barrichello, Honda, 1min36s826 (82 voltas)

5º.  De la Rosa, McLaren, 1min37s106 (60 voltas)

6º.  Montagny, Toyota, 1min37s267 (73 voltas)

7º.  Sato, Super Aguri, 1min37s389 (72 voltas)

8º.  Coulthard, Red Bull, 1min37s609 (82 voltas)

9º.  Piquet, Renault, 1min38s199 (32 voltas)

10º.  Speed, Toro Rosso, 1min38s503 (69 voltas)

Escrito por Fábio Seixas às 09h42

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60 anni

Em 8 de abril de 1972 a Ferrari inaugurou o circuito de Fiorano, ao lado de Maranello.

 

Tome homenagem, pois.

Já estive uma vez em Fiorano. Foi em 2000, na apresentação da escuderia, a primeira com a presença de Barrichello.

A pista fica, literalmente, ao lado da fábrica. Os carros são levados para lá rebocados direto da garagem. E o grande barato para os tifosi é ficar na estradinha que existe ali, na ponte sobre o circuito, acompanhando os testes.

Escrito por Fábio Seixas às 09h14

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Argumento contra a ladainha

A toda-poderosa Renault de 2005 e 2006, vejam só, já começou a trabalhar numa versão B do seu carro após o desempenho apenas mediano em Melbourne.
 
A única mudança na estrutura da equipe dos últimos anos para agora chama-se Fernando Alonso.
 
E ainda tem gente que adora dizer que "piloto não faz diferença na F-1".

Escrito por Fábio Seixas às 18h58

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Cocaína no hotel da F-1

Uma outra notícia que não deve dar em nada, mas que causará algum zunzunzum na F-1 nos próximos dias: a ABC, principal TV australiana, informou que a polícia do país encontrou cocaína no Park View Hotel, onde boa parte dos pilotos fica hospedada nos dias do GP.

 

O hotel também vem recebendo nos últimos dias delegações de países participantes do Mundial de Desportos Aquáticos. A Australian Sports Anti-Doping Authority, responsável pelo controle do doping por lá, já entrou na investigação.

 

A F-1 realiza duas ou três vezes por ano exames antidoping nos pilotos. Em 2002, o tcheco Tomas Enge perdeu o título da F-3000 depois que o teste detectou traços de maconha na sua urina.

Escrito por Fábio Seixas às 09h29

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Lengalenga à vista

É um assunto tão chato e tão cheio de idiossincrasias técnicas, burocráticas e jurídicas que nem vale a pena gastar muito tempo com ele.

 

O fato é que a Spyker entrou com um protesto formal contra Super Aguri e Toro Rosso na Corte de Comércio de Lausanne, na Suíça, foro responsável por toda e qualquer questão envolvendo o Pacto de Concórdia.

 

O motivo, todo mundo sabe, as acusações de que as duas equipes estão usando em 2007 os carros 2006 da Honda e da Red Bull, respectivamente.

 

O que vai acontecer? Não sei. Mesmo. A cópia é evidente. Os interesses políticos, também. Meu único palpite é que não vão resolver isso antes do início da temporada européia.

Escrito por Fábio Seixas às 09h02

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60 anni

O trauma com a derrota na final da Copa deve ter sido enorme. A Ferrari preferiu não fazer nenhuma referência a 1970. Entramos na década, portanto, já em 1971.

 

Abaixo, a 365 GT4 BB, lançada no Salão de Turim daquele ano, primeiro modelo da fábrica com motor traseiro, 12 cilindros, GT.

Escrito por Fábio Seixas às 09h01

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Youtube (hilário) do dia

Para quem ainda não viu, a festa de Rossi após a vitória em Jerez.
 
Sensacional! Feliz do esporte que tem personagens competentes e divertidos como ele.
 
Bem, pensando bem, acho que nenhum outro tem. Rossi é único.
 

Escrito por Fábio Seixas às 20h16

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Olha o adesivo de graça!

O sempre-alerta William Takahashi manda avisar que a Shell voltou a distribuir adesivos da Ferrari no seu site.
 
O envio, por correio, é gratuito. Basta um cadastro rápido. Enfim, é uma moleza. Mas corram. Essas promoções não costumar durar muito tempo.

Escrito por Fábio Seixas às 15h38

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Fim de semana de passeios

Em Interlagos, domínio de Clemente Faria Jr. no fim de semana.
 
O mineiro, em sua segunda temporada completa na F-3 sul-americana-que-só-tem-piloto-brasileiro, liderou todos os treinos livres, obteve as duas poles e venceu as provas da rodada de abertura da temporada.
 
Após perder a ponta para Fernando Galera na corrida de sábado, Clemente reconquistou a liderança com uma ultrapassagem na sexta volta e venceu com 8s488 de folga. Na corrida de hoje, impôs absurdos 26s535 sobre o mesmo Galera.
 
Em pseudo-Jacarepaguá, as vitórias na abertura da Porsche GT3 Cup ficaram com Constantino Júnior e Luiz Otávio Paternostro, mas o líder do campeonato é, acreditem, Otávio Mesquita _quinto em uma corrida e segundo na outra.
 
As provas por lá, parece, foram mais acirradas.
 
Ainda bem. Depois da F-3, da IRL e da MotoGP, cheguei a imaginar que este fim de semana havia sido apenas de passeios à moda Schumacher.
 
                                                                            Vinicius Nunes/Divulgação Porsche GT3 Cup
Paternostro (carro 25) e Constantino (00) lideram pelotão no Rio  

Escrito por Fábio Seixas às 12h34

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Rossi, de volta ao seu habitat

Valentino Rossi acabou com a festa dos espanhóis em Jerez. O "Doutor" agiu rápido. E foi cruel.

Saindo em segundo no grid, ultrapassou o local Dani Pedrosa ainda na primeira volta. Simples assim. Selou ali sua primeira vitória desde o último GP da Malásia, em setembro do ano passado.
 
Em nenhum momento foi ameaçado. Assim como Pedrosa não foi ameaçado por Colin Edwards, que não foi ameaçado por Toni Elias, o quarto.

Elias, sim, teve com o que se preocupar. A disputa no seu pelotão foi intensa, com as participações especiais de Casey Stoner, Carlos Checa e Nick Hayden.
 
Alexandre Barros teve mais um fim de semana apagado e terminou em 11º.
 
Rossi já é o líder do campeonato, com 45 pontos, nove a mais do que Stoner. Liderança que não vai deixar mais, tenho a leve impressão.

Escrito por Fábio Seixas às 12h08

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Desrespeito

Não vi a corrida da IRL em Homestead, confesso. Enquanto Wheldons, Hornishs e quetais queimavam etanol na periferia de Miami, eu tentava assistir ao show de Roger Waters no Morumbi.
 
Fui ao mesmo show no ano passado, em Magny-Cours. A diferença foi gritante. Não no repertório, não na genialidade de Waters e da produção. Falo de organização. Ou da falta dela.
 
Organização que coube à CIE Brasil, é o que informa o canhoto do ingresso de arquibancada laranja que restou no fundo do meu bolso. Ingresso que foi comprado há mais de um mês e que custou R$ 140. Valor alto para boa parte da população. Para mim, pelo menos, é.
 
Mas o que você ganha pagando caro? A possibilidade de, quem sabe, assitir ao show. Não a certeza.
 
Porque os lugares não são marcados. Porque ao longo da fila, que dava uma "volta olímpica" junto aos muros do Morumbi, não havia ninguém orientando o público. Porque no estádio, no acesso às arquibancadas, não havia um funcionário tentando dar fluxo aos fãs, que se acotovelavam, se agrediam, se xingavam, que passavam mal.
 
Qual é a função de uma empresa que organiza show? Trazer a estrela e vender ingressos? Mais nada?
 
Magny-Cours, 14 de julho de 2006. De posse de ingresso para o mesmíssimo show de Roger Waters _anabolizado, até, pela presença de Nick Mason, outro Pink Floyd_ caminhamos até o palco montado nas cercanias do autódromo.

Entramos sem fila, sem empurra-empurra, não vimos um cambista oferecendo ingressos. Já dentro da área do show, comemos sanduíche, bebemos cerveja, conversamos. Ao som dos primeiros acordes, dirigimo-nos à arquibancada. Sentamos. Curtimos a música. Saímos maravilhados. Foi uma das melhores noites da minha vida.

A de ontem, uma noite ruim.
 
Não vi a IRL, por isso não vou comentar muito. Pelo que li por aí, parece ter sido um passeio da Ganassi, algo previsível após os últimos testes lá no oval.
 
Ah, sim. Soube que deixaram de mostrar as últimas voltas por conta de um concurso de miss, desrespeitando o interesse de quem ficou em casa em pleno sábado a noite para acompanhar a corrida _presume-se, inteira.
 
Desrespeito. A marca, a principal, deste país em que tentamos viver.

Escrito por Fábio Seixas às 11h55

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Fim de semana no Rio

O Rio de Janeiro também terá uma bela opção para quem gosta de cheiro de gasolina.
 
O pseudo-circuito de Jacarepaguá vai receber amanhã, sábado, as provas de abertura da Porsche GT3 Cup Challenge Brasil.
 
"O traçado a ser utilizado pelo Porsche GT3 Cup será ligeiramente diferente do que foi aproveitado na prova de Stock Car realizada em Jacarepaguá em outubro do ano passado. Naquela ocasião, usava-se toda a reta e virava-se à esquerda no circuito oval onde, de 1996 a 2000, aconteceram as provas de Fórmula Indy (Champ Car). Os pilotos do Porsche GT3 Cup terão um trecho de reta mais curto: eles virarão à esquerda na Curva Sul, que delimita o final da reta do circuito misto. Essa solução proporciona maior segurança, já que os pilotos passam a contar com uma área de escape no final da reta das arquibancadas. No oval, o muro fica rente à pista, de acordo com as características desse tipo de pista", informa o amigo Luiz Alberto Pandini, o Panda.
 
Ok, é um paliativo. Mas o estrago já foi feito. Por cima da pista, entre outras obras, fizeram um velódromo que, sabemos, viverá às moscas.
 
Enfim, o dia vai ser cheio, com um treino livre, duas sessões classificatórias e duas corridas, com largadas às 14h e às 17h. No total, 20 carros participarão do início do campeonato.
 
Mas, para mim pelo menos, bacana, bacana mesmo será a homenagem a Fritz d’Orey, 67, e Jean-Louis Lacerda Soares, 76. O primeiro correu três GPs na F-1 em 1959. O segundo, entre outras provas célebres, venceu o "Grande Prêmio Presidente Juscelino Kubitscheck", prova que integrou os festejos da inauguração de Brasília.
                                                                                                                                 Rui Pastor
Fritz d'Orey (Porsche 550 número 9, à esquerda) se prepara para largar em Interlagos em 1957

Escrito por Fábio Seixas às 16h42

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Fim de semana em SP

O fim de semana será agitado em Interlagos. O circuito recebe a rodada dupla de abertura da F-3 sul-americana e a primeira etapa do Trofeo Maserati.
 
No domingo, o ingresso será um quilo de alimento não-perecível.
 
Depois de alguns anos bem complicados, a impressão que dá é que a F-3 voltou a respirar um pouco neste 2007. Ironicamente, o crescimento tem a ver com o fim da F-Renault. Como a F-São Paulo era uma grande incógnita, houve piloto que preferiu saltar direto do kart para a F-3.
 
A nota triste fica para a ausência de Bia Figueiredo. Boa piloto, gente finíssima e séria, Bia não correrá neste ano. Nem de F-3 nem de nada. Sua idéia é tentar alguma coisa na Inglaterra, mas nada foi fechado ainda.
 
Segue a programação:
 

Sábado

9h-9h30, Maserati, treino livre

10h-10h40, F-3, treino classificatório para a 2ª etapa

11h-11h30, Maserati, treino livre

13h-14h, Maserati, treino classificatório para a 1ª etapa

15h40, 1ª etapa da F-3, 30 minutos de prova

 

Domingo

8h30-8h45, F-3, warm-up

9h00-9h15, Maserati, warm-up

9h30-10h20, visitação aos boxes

11h, 2ª etapa da F-3, 30 minutos de prova

12h30, 1ª etapa do Trofeo Maserati, 50 minutos + uma volta

 

Compromissos profissionais me impedirão de ir ao autódromo neste final de semana. Vocês serão meus enviados, portanto. No domingo e na segunda, quero relatos do que vocês encontraram por lá, combinado?

Escrito por Fábio Seixas às 16h18

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Neve, cimento e cal

Depois da neve no Canadá, neve na Bélgica.
 
O cenário também é velho conhecido. Está em obras. Porque, graças aos céus, voltará a receber a F-1 nesta temporada.
 
 
 
 
 

Escrito por Fábio Seixas às 14h57

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60 anni

Fim dos anos 60, e Peter Schetty conquista o Campeonato Europeu de Subida de Montanha.

 

 

A máquina, a Ferrari 212 E.

Escrito por Fábio Seixas às 09h53

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Sexta, coluna

Hoje é sexta-feira. E sexta é dia de coluna na Folha. O link, aqui.

 

O tema, o triângulo Todt-Massa-Raikkonen.

Escrito por Fábio Seixas às 09h45

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Youtube do dia

Já que o assunto é Lewis Hamilton, um vídeo bacana, postado há apenas três dias, com cenas do inglês ainda no kart _mas já de contrato com a McLaren.
 

Escrito por Fábio Seixas às 20h15

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Programa noturno

Começa hoje, com os primeiros treinos livres em Homestead, a temporada da IRL.

 

Não é meu campeonato preferido, mas isso é meramente uma questão de gosto pessoal. A IRL tem indiscutíveis méritos.

 

Um deles, sobreviver num país loucamente apaixonado pela Nascar. Outro, manter um rol de pilotos competentes, Wheldon, Dixon, Castro Neves, Kanaan, Hornish Jr., o que acaba criando uma certa familiaridade do público com a categoria. Outro, buscar sempre novos circuitos para correr. Mais um? A adoção do etanol neste ano, compensada pelo aumento da capacidade dos motores.

 

Enfim, o campeonato começa com uma corrida noturna _olha aí outra coisa bem bacana. A foto abaixo, de Kanaan durante um teste lá mesmo em Homestead, à noite, diz tudo.

Escrito por Fábio Seixas às 08h57

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E continua o bombardeio

Quem venceu a corrida? Kimi? E na sua estréia pela Ferrari, à frente do arqui-rival e com o companheiro de equipe lá atrás?

 

Bom, para a inglesa “Autosport” parece que não foi bem assim...

Escrito por Fábio Seixas às 08h39

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O GP do Pólo Norte

O Beto Traballi, que estava sumido, reapareceu com uma boa justificativa e em grande estilo.

Um trecho do e-mail: "No mínimo deve ser muito curioso para você ver estas fotos. Para mim não precisa dizer, pois sempre que estou perto de alguma pista eu dou um jeito de ir visitar. Nessa eu dei duas voltas a pé, veja o resultado. Acho que dispensa legenda".

As fotos são sensacionais. E não, não precisam mesmo de legenda. Todo mundo vai acertar de primeira. Certo?

Ainda bem que a F-1 só corre lá no verão. Valeu, Beto. Bem-vindo de volta.

Escrito por Fábio Seixas às 15h08

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"Pit Stop" em podcast

Yes, nós temos podcast.
 
O link está aqui.
 
Desse jeito vou acabar me levando a sério. Não, é melhor não...

Escrito por Fábio Seixas às 14h21

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Sobre o assoalho da Ferrari

Ah, sim, não falam só de Kovalainen, Hamilton e Massa nesses dias pós-GP da Austrália.

 

Falam também de uma suposta nova trapaça da Ferrari. O assoalho da F2007 cederia alguns milímetros quando o carro atingisse determinada velocidade. Sendo curto e grosso, sem entrar em detalhes técnicos, o novo modelo ferrarista ganharia em estabilidade.

 

A acusação teria partido da McLaren, embora a equipe não tenha apontado diretamente a Ferrari, mas sim algumas suspeitas sobre algumas adversárias. A vistoria após a corrida em Melbourne não encontrou nenhuma irregularidade.

 

No ano passado, exatamente no início do Mundial, a Ferrari era acusada de usar uma asa traseira móvel, com um princípio parecido: cederia em altas velocidades, reduzindo o arrasto aerodinâmico.

 

A acusação era muito mais aberta e as evidências, muito mais gritantes. Havia imagens de TV que insinuavam o movimento da asa.

 

O que aconteceu? Nada. Não oficialmente, claro. Nos bastidores, a FIA pode perfeitamente ter chegado para Brawn e Todt e lançado um “muda isso daí antes que o vexame seja maior”. O que deve acontecer agora? A mesma coisa.

 

Porque, como o próprio Dennis admitiu em entrevista reproduzida pelo Autosport.com, não raro as equipes usam as primeiras corridas do ano para trabalhar em cima de interpretações ainda não muito bem explicadas do regulamento técnico.

 

Não se trata de defender possíveis trapaças, longe disso, mas é uma brecha. E num esporte ultra-competitivo como a F-1, bobo daquele que não explora todas as brechas.

Escrito por Fábio Seixas às 09h40

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Ayrton Senna, 47

Ayrton Senna completaria hoje 47 anos.

 

Não conseguiu. Teve sua corrida interrompida aos 34, em Imola, todo mundo sabe da história.

 

O que ele estaria fazendo hoje?

 

Difícil dizer. A melhor resposta está em “Ayrton, o Herói Revelado”, a melhor biografia já escrita sobre o tricampeão _lançada em 2004, pela editora Objetiva.

 

O autor, o jornalista Ernesto Rodrigues, conta que, dois meses antes de morrer, “Ayrton manifestava a Viviane e ao resto da família o desejo de transformar aquela caridade sigilosa num projeto mais abrangente e duradouro”.

 

Rodrigues se refere a doações que Senna fazia, em segredo, para instituições como a Apae, o Hospital do Câncer e a AACD.

 

No fim daquele 1994, em novembro, a família lançou o Instituto Ayrton Senna.

 

Mas será que ele conseguiria ficar longe das pistas? Sei não. Acho que a Honda, a exemplo do que a Ferrari fez com Schumacher, não deixaria que ele Senna desgarrasse. No mínimo, imagino, ele seria uma espécie de embaixador da marca. No máximo, atuaria no dia-a-dia da equipe.

 

Ou não.

Escrito por Fábio Seixas às 09h20

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60 anni

Amante do automobilismo, Juan Domingo Perón inventou, em conjunto com o Automóvel Clube Argentino, a “Temporada Argentina”. Acontecia em janeiro e fevereiro, durante o inverno europeu. Sacada inteligente: atraía para o país as principais escuderias do Velho Mundo. Foi a oportunidade para que Fangio, Froilan Gonzalez e outros pilotos locais despontassem.

 

Pois bem, em 1968 a “Temporada Argentina” foi para carros de F-2. E a Ferrari arrasou por lá. Com Andrea de Adamich, venceu duas das três provas, em Buenos Aires e Córdoba. Em San Juan, a vitória foi da Brabham.

 

 

A máquina, a Dino 166 F2.

Escrito por Fábio Seixas às 08h51

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Kovalainen e a frigideira

O primeiro rumor pós-GP da Austrália diz respeito a Kovalainen.

 

Segundo uma reportagem da Ansa, agência italiana de notícias, o finlandês já estaria na mira de Briatore. Se continuar errando como na Austrália, leva cartão vermelho. Nelsinho seria seu substituto.

 

Sobre o caso, algumas considerações.

 

Em primeiro lugar, esse tipo de ameaça não é nenhuma grande novidade. Qualquer piloto que, por vários GPs, erre como Kovalainen errou em Melbourne leva um chega-pra-lá da equipe. Pode ser Kovalainen, pode ser Alonso, pode ser Schumacher.

 

Depois, não acredito que a paciência de Briatore já tenha se esgotado assim. Kovalainen é um projeto de longo prazo da Renault, não chegou ontem ao time.

 

E piloto por piloto, o finlandês mostrou mais do que Nelsinho na GP2, sejamos francos, em que pese a súbita predileção de Briatore por pilotos brasileiros, que pode inverter toda essa lógica_coincidentemente, começou logo após um brasileiro assumir a presidência da montadora.

 

Enfim, pode até acontecer. Mas acho que não. Porque Kovalainen não é aquele piloto que esteve na Austrália. Parafraseando o próprio Briatore, deve ter sido o irmão gêmeo. Aquele, que bombou no exame prático para tirar a habilitação...

Escrito por Fábio Seixas às 19h45

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No ar

Já está no ar o “Pit Stop” desta semana.

 

O link, aqui.

 

Comentem, critiquem, xinguem, elogiem, participem, enfim.

Escrito por Fábio Seixas às 18h52

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Segunda edição

Hoje tem "Pit Stop", nosso programinha no UOL News, em algum momento entre 14h30 e 15h.
 
Para quem não conseguir ver ao vivo, coloco o link depois aqui.
 
Os assuntos, o GP da Austrália e a abertura da IRL.

Escrito por Fábio Seixas às 09h54

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Num passado não muito distante...

Culpa em parte da correria do fim de semana, em parte da distração mesmo, só hoje encontrei essas fotos enviadas pela Tatiana Cunha antes do GP.
 
Ainda valem a pena, até para entender melhor os bastidores dessas imagens posadas que todo mundo já viu por aí.
 
Bem, fim das explicações, seguem as fotos:
 
 
 

Escrito por Fábio Seixas às 19h56

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A imprensa no dia seguinte

 “Estreante Hamilton aproveita a chance para mostrar que é um piloto de verdade”, é o título do “Guardian”, da Inglaterra. Richard Williams, enviado do jornal à Austrália, começa o texto assim: “A maior parte do que você precisaria saber sobre Lewis Hamilton aconteceu ali, nos primeiros dez segundos da corrida, na disputa pela primeira curva do circuito”.

 

“Ele é um piloto, não um motorista”, diz Stirling Moss. “Parecia que ele já estava na F-1 há anos. E mais: por dois terços do GP, ele foi mais rápido que o homem mais rápido da categoria, porque conseguiu controlar Alonso, que para mim é o melhor piloto da atualidade. Nunca havia visto um estreante fazer uma corrida assim”, completa Niki Lauda, na mesma reportagem.

 

O “Daily Mirror” também usa uma declaração do ex-piloto inglês, o maior vice da história do Mundial. O título da reportagem sobre o GP, “Moss: Lewis pode ser campeão”. E, coincidência ou não, Lauda também fala: “Ele é melhor no esporte porque é negro, simples assim”.

 

No “Times”, tudo igual. “Hamilton, um futuro campeão”. “Da mesma forma que fez nas fórmulas de base, ele mostrou sinais de que é um fora-de-série de categoria mundial”. Ah, adivinhe os entrevistados da reportagem. Sim... Lauda e Moss.

 

*

 

Enquanto isso, por aqui, comentários e mais comentários, e-mails e mais e-mails já insinuam “teorias da conspiração” na Ferrari. “Por que só ele quebra?”; “Como pode? O câmbio agüentou a pré-temporada toda e foi quebrar na véspera da corrida?”; “E por que trocar o motor?”; É claro que isso iria acontecer, Raikkonen ganha salário bem melhor.”

 

*

 

Nem cá nem lá. Hamilton ainda não é campeão do mundo nem a Ferrari está sabotando Massa. Ok, torcer envolve paixão e paixão normalmente não vem acompanhada da razão. Pior, algumas vezes essa falta de razão atinge a imprensa, como no caso das edições de hoje dos jornais ingleses. Mas vamos com calma. Como na pré-temporada, quando muita gente queria tirar conclusões já em dezembro, a paciência agora é a melhor aliada para um julgamento claro.

 

(Em tempo: se tivesse acontecido o contrário, se Massa tivesse vencido com o Raikkonen lá atrás, o tom de boa parte da imprensa por aqui seria tão ou mais ufanista que o inglês. Fico aqui imaginando como teria sido o “Fantástico” de ontem...)

A primeira página do "Guardian" de hoje, com uma chamada no alto para Hamilton

Escrito por Fábio Seixas às 09h07

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60 anni

Há pouquinho mais de 40 (quareeeenta!) anos, em fevereiro de 1967, a Ferrari também tinha motivos para comemorar: dominou o pódio nas 24 Horas de Daytona.

 

 

As máquinas, duas 330 P4 e uma 412 P.

Escrito por Fábio Seixas às 08h42

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O vôo de Coulthard, o eterno

Escrito por Fábio Seixas às 21h16

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Mais pitacos sobre o GP

Uma boa noite de sono e um café da manhã com omelete depois, mais alguns pitacos sobre o GP da Austrália...

 

Sim, Kovalainen foi um desastre, mas é cedo para crucificar o rapaz. Ele é bom, muito bom, e estava claramente nervoso. Da mesma forma que não dá para proclamar Hamilton um futuro campeão, como a McLaren está fazendo, não dá para tachar o finlandês de decepção.

 

Acabo de ler que Davidson está passando a noite no hospital, queixando-se de dores nas costas, reflexo de um toque com Sutil. Não vi o choque, ou não me lembro. Parece mais chororô de piloto que estava sem ritmo de prova.

 

Quem acompanhou a cronometragem pelo www.formula1.com leu um comentário mais ou menos assim após o acidente Coulthard-Wurz: “O austríaco não olhou no retrovisor e, na última hora, deu uma fechada em David.” É pouco britânico o cara que estava inserindo essas “informações”?

 

Por mais entrevistas que conceda nos próximos dias, Todt não conseguirá colocar em palavras o sentimento que ele exibia ali no pódio enquanto Raikkonen subia ao degrau mais alto. Assim como Massa, o finlandês tornou-se um projeto pessoal do francesinho. Havia anos ele tentava seduzir Raikkonen a mudar para Maranello. No ano passado, antes mesmo de os contratos serem divulgados, chegou a declarar que Schumacher, Kimi e Massa eram seus três pilotos favoritos. Por tudo isso, é bom o brasileiro tomar cuidado.

 

Frase de Alonso na coletiva pós-GP: “Na última parte da corrida, ninguém mais estava acelerando porque as posições já estavam bem definidas”. Preocupante, isso. E chato.

Escrito por Fábio Seixas às 12h08

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Cartão vermelho

Eu ia dormir, mas... Não... Eu tinha que escrever isso.

 

Será que a FIA não poderia dar um jeito de proibir que o Coulthard chegue perto de autódromos de hoje em diante?

 

Ufa, estou mais leve. Até mais.

Escrito por Fábio Seixas às 02h22

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Direto e desconcertante

Antes do pódio, Todt entregou um celular a Raikkonen. Ele pegou o aparelho e trocou algumas frases com o sujeito do outro lado da linha.

 

Na entrevista coletiva, perguntaram ao finlandês quem era. Schumacher?

 

A resposta, bem ao estilo Kimi.

 

“Não sei. A ligação estava ruim.”

Escrito por Fábio Seixas às 02h12

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Uma vitória que vale como recado

Corridinha média. Nem boa, nem ruim. Média.

 

Até a primeira curva, parecia que seria melhor. Principalmente por Hamilton. Que fez valer a dose de inconseqüência permitida para quem tem 22 anos e não quis nem saber se o sujeito à sua frente era bicampeão do mundo e companheiro de equipe.

 

Foi pra cima, fez a ultrapassagem e mostrou logo de cara suas credenciais. Sempre achei que piloto bom precisa mostrar isso logo de cara. Não tem essa de esperar, verbo que devia causar arrepios em quem escolheu a profissão de piloto. Foi o que inglês fez. Mostrou quem é. E é um piloto especial.

 

A briga lá frente ficou quase só nisso. Alonso deu o troco no segundo pit, uma manobra que me pareceu limpíssima, sem rádio. Não tivesse perdido tanto tempo com retardatários, Hamilton manteria-se à frente do espanhol.

 

Pena por Kubica, que ficou com o câmbio preso na terceira marcha e não pôde tentar algo a mais. Pena também pelos torcedores, que esperavam mais, acredito, da tal marcação nos pneus da Bridgestone.

 

Como é que pode a FIA se contentar com aquela bolinha imperceptível de 3 cm? E o pior é que os japoneses já avisaram que até o Bahrein nada vai mudar.

 

Massa largou em último, fez apenas uma parada contra duas da imensa maioria, e assim conseguiu chegar em sexto. Não brilhou. Perdeu tempo atrás dos horríveis Honda de Button e Barrichello e não conseguiu emplacar ritmo semelhante aos dos líderes em nenhum momento.

 

A sexta posição é pior do que pode parecer.

 

Porque Raikkonen está faminto por um título. Aliás, mostrou isso durante o fim de semana, mas principalmente na corrida. Mesmo sem precisar, mesmo com a vitória nas mãos, fez questão de cravar volta mais rápida sobre volta mais rápida, como que para dar um recado à Ferrari e ao brasileiro.

 

Algo na linha "ei, cheguei para lutar pelo campeonato e vou dar trabalho".

 

Massa sabe que, mais duas dessas, babau.

 

Barrichello não teve muito o que fazer. O carro da Honda, já disse aqui, é cheio de boas intenções, mas tem um desempenho lamentável.

 

Falando em lamentável, o que foi aquilo que o Coulthard fez? Quase decepou o Wurz, que já fica com o pescoção todo pra fora do carro, culpa da sua estatura de jogador de basquete.

 

E foi assim o início da temporada. E você, o que achou?

Escrito por Fábio Seixas às 02h04

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Tá chegando a hora

O que vai acontecer na corrida?

 

Perguntinha difícil...

 

Mas acho algumas coisas, dou alguns chutes. Acho que Alonso vai largar feito um louco, passar Raikkonen na primeira curva e vencer. 

 

Aliás, prestem muita atenção nessa tal primeira curva. Normalmente saem vários enroscos ali.

 

O GP da Austrália também é pródigo em abandonos. É num parque, mas que é praticamente um circuito de rua. Por isso, espere batidas, raspões no muro, abandonos durante a prova.

 

Massa tem um carrão nas mãos. Mas há também muita gente complicada entre ele e o pódio: Wurz, Button, Kovalainen, Ralf, Trulli, Webber e por aí vai... De qualquer forma, acho que chega ao pódio.

 

Barrichello não tem como fazer nada. Na melhor das hipóteses, chega perto dos pontos.

 

Tudo chute. Menos esta informação da meteorologia: faz sol em Melbourne, o Mundial vai começar com pista seca.

 

Bem, cobrem-me ou cumprimente-me depois do GP. Mais um vez, quero isso aqui cheio de comentários quando eu conseguir voltar aqui.

 

Boa corrida a todos.

Escrito por Fábio Seixas às 19h22

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O que contam lá de Melbourne

De Melbourne, contam que, na coletiva da McLaren depois do treino, fizeram muito mais perguntas para Hamilton do que para Alonso.

 

Contam que Barrichello reclamou da freada do Honda. E que ele disse o seguinte aos repórteres brasileiros por lá:  “O carro não tem velocidade suficiente para lutar pelos dez primeiros. O maior problema é a estabilidade nas freadas.  Os testes na malásia vão ser importantes pra ver se melhorou alguma coisa na aerodinâmica. Enquanto isso é bola pra frente e não deixar o sorriso cair, porque senão cai o do mecânico, o do engenheiro e aí é uma bola de neve. Esperava ter ficado entre os 12 primeiros, mas o carro tava batendo muito no chão e piorava ainda mais na freada. É como se tivesse guiando dois carros, um A e o outro B, o A nas curvas e o B nas freadas.”

 

Contam também que Rubens ainda disse o seguinte: “Jenson é muito mais jovem do que eu e por isso acho que ele deveria mostrar mais.” Não contaram mais. Talvez por isso, eu não tenha entendido.

 

Contam que Alonso está feliz com o segundo lugar, mas que havia um ar de preocupação no seu semblante. E que fez essa observação ao ser questionado se Massa terá condições de chegar lá na frente. “Depende da largada. Pela velocidade, sim, mas vai ser difícil porque ele vai ter muitos obstáculos. Vai ter que passar pelo Kovalainen... Por alguns pilotos complicados”.

Escrito por Fábio Seixas às 10h55

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O carro velho é melhor

A Spyker será a testa-de-ferro do protesto contra a Super Aguri.

 

Apoiado por outro chefe de equipe, Colin Kolles deve acusar formalmente os japoneses amanhã, depois do GP, já que os comissários da corrida se declararam incompetentes para julgar a questão.

 

A Super Aguri usa como base para seu carro o chassi da Honda do ano passado, o que é terminantemente proibido pelo regulamento da F-1. Pessoalmente, sou contra essa regra. Mas é uma regra, pombas. Cumpram.


O fato é que o rolo vai para o tribunal da FIA. Dada a urgência de uma definição, o julgamento deve acontece antes da Malásia.

 

A Super Aguri deve ser proibida de usar o chassi. A não ser, claro, que a política entre em campo.


De qualquer forma, tenho certeza que já tem gente na Honda pensando em pegar os carros de volta e dar para Button e Barrichello. O chassi de 2006 é melhor do que aquela tranqueira que eles aceleraram hoje na Austrália.

Escrito por Fábio Seixas às 10h39

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Massa: "Não esperava que começasse assim"

Com a cara fechada, claro, Massa acaba de conceder entrevista aos repórteres brasileiros em Melbourne.
 
"Tive dois problemas logo no começo da classificação. O primeiro, no freio. E depois no câmbio. Fiquei sem a sétima, mas tentei dar uma volta para ficar entre os dez. Sabia que era impossível sem a sétima marcha e foi isso o que aconteceu. Mas ainda perdi todas as outras marchas."
 
"Não esperava que meu Mundial começasse desse jeito. Mas, na vida, a gente sempre tem que esperar que o dia de amanhã seja melhor", completou.

Escrito por Fábio Seixas às 01h34

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Uma primeira fila sensacional

O que dizer?
 
Massa vai largar em 16º, enquanto seus dois grandes rivais dividirão a primeira fila. Pior ainda para ele, Raikkonen sairá na pole.
 
O que dizer?
 
Podemos dizer que Raikkonen e Alonso foram espetaculares. Estreando por suas equipes, fizeram aquilo que pilotos especiais fazem.
 
Não, não é o caso de enterrar a temporada de Massa, apesar de saber que muita gente o elevaria a gênio, a virtual campeão, caso fosse ele o pole position. Mas é o caso, sim, de dizer que a vitória no GP da Austrália ficou difícil, quase impossível. Até porque a Ferrari não tem mais no pitwall um certo Mr. Brawn.
 
De resto, aplausos para a BMW, que mostrou não ser apenas "leão de treino" e colocou Heidfeld em terceiro e Kubica em quinto. E aplausos, assobios e rojões para Hamilton, quarto colocado em seu primeiro grid no topo do mundo.
 
Sato? Não vai durar ali. Tivesse a Super Aguri andado mal, ninguém se importaria. Mas nas próximas horas vão chover papéis acusando a equipe de usar exatamente o mesmo carro da Honda de 2006, o que o regulamento proíbe. Vai feder, pode esperar.
 
Anticlímax? Sim, para muita gente.
 
Eu acho que assistiremos amanhã à uma excelente corrida. Raikkonen e Alonso na primeira fila do primeiro GP do ano? Viva a nova era! 

Escrito por Fábio Seixas às 00h30

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Melbourne, treino oficial, 2ª parte

Faltavam 40 segundos para o fim do segundo bloco quando a TV mostrou Massa se arrastando. Câmbio, talvez. Ele ainda não havia cravado nenhuma volta. Resultado: largará em 16º, uma posição à frente de Barrichello.
 
E, assim, o sonho da pole brasileira na primeira etapa do campeonato virou fumaça. A vitória ficou bem complicada.
 
Além dele, foram cortados Wurz, Button, Kovalainen, Rosberg e Davidson.
 
Os mais rápidos, Alonso, Heidfeld, Hamilton, Raikkonen e Kubica.
 
Minha aposta para a pole? O espanhol.

Escrito por Fábio Seixas às 23h41

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Melbourne, treino oficial, 1ª parte

O treino começou com sol, temperatura de 21ºC, 39ºC no asfalto.
 
O primeiro bloco correu sem sustos, sem acidentes, sem passeios pela grama, sem raladas no muro.
 
Os mais rápidos, Raikkonen, Hamilton, Kubica, Alonso e Massa.
 
Os cortados, Albers, Sutil, Liuzzi, Coulthard, Speed e Barrichello.
 
Barrichello e Coulthard na primeira degola? É. Acho que isso diz muita coisa.

Escrito por Fábio Seixas às 23h21

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Melbourne, 3º treino livre

Show de Raikkonen no terceiro treino livre para o GP da Austrália.
 
O sábado no Albert Park começou com o tempo, digamos, macambúzio, taciturno, sorumbático. Em suma, sol e chuvisco. O suficiente para deixar o asfalto úmido.
 
Essa condição somada ao receio de uma possível quebra de motor acabou fazendo do início da sessão um marasmo.
 
O primeiro piloto de equipe grande a cravar uma volta em interessante foi Fisichella, com 24 minutos de treino, 1min29s866.
 
O italiano chegou a melhorar, foi superado por Alonso até que, aos 33 minutos, com a pista já seca, Raikkonen fechou uma bela volta, em 1min26s616.
 
Quatro minutos depois, Massa superou o finlandês por 0s008. 
 
Pronto: a luta pela liderança da sessão se transformou num duelo ferrarista, com nervos à flor da pele.
 
Em determinado momento, o brasileiro entrou muito rápido nos boxes, brecou, fritou os pneus e quase perdeu o controle do carro.
 
Faltando 12 minutos para o fim da sessão, Raikkonen deu o troco, com 1min26s106, superando o companheiro em 0s502.
 
Fisichella, então, decidiu se intrometer: com 1min26s454, colocou-se entre os dois ferraristas. Logo depois, Hamilton fez o terceiro tempo, rebaixando o brasileiro uma posição. A surpresa, porém, veio no finalzinho, com Davidson. Com o carro da Super Aguri, também conseguiu superar Massa.
 
E, nos estertores, Raikkonen melhorou ainda mais sua marca, para 1min26s064.
 
Raikkonen, Fisichella, Hamilton, Davidson e Massa, os cinco primeiros.
 
Barrichello teve um início de sábado sem grandes emoções. Fechou o treino em 14º, três postos à frente de Button.
 
E foi isso. O treino pra valer começa à meia-noite. O jogo continua bem aberto.

Escrito por Fábio Seixas às 21h04

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Começa a terceira sessão. Com água

Já se foram dez minutos do terceiro treino e até agora ninguém fechou volta.
 
Pois é, no sábado o buraco continua sendo mais embaixo _motor quebrado é igual a fundão do grid.
 
Ah, sim... A garoa apertou. Já virou chuva.

Escrito por Fábio Seixas às 20h11

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Será?

Começou a garoar em Melbourne.
 
Só isso.

Escrito por Fábio Seixas às 19h28

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Saindo do forno

Fotos feitas pela Tatiana Cunha agora pela manhã lá no Albert Park...
 
 
 
Para quem tem um dia de F-1, o Hamilton já está bem popular, não?
 
Se bem que, pra falar a verdade, essa moçada às vezes não sabe nem quem é o sujeito assinando o papel.
 
No Japão eu já dei autógrafos como Pedro Paulo Diniz e Tony Kanaan...

Escrito por Fábio Seixas às 18h48

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Nuvens sobre o Albert Park

O sábado amanheceu nublado em Melbourne, mas sem previsão de chuva.
 
No momento, faltando 1h45 para o início do terceiro treino livre, os termômetros do Albert Park marcam 15º C.

Escrito por Fábio Seixas às 18h16

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Mudança de conceito

Não tenho a menor idéia de onde essas fotos foram feitas. Provavelmente num shopping, num hotel... Sei lá.
 
O remetente misterioso, Flavio Fernandes Marinho.
 
 
 
Sabiam que estou começando a gostar dessa pintura?

Escrito por Fábio Seixas às 17h04

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Extra, extra!

Mais um motivo para eu ter parado de viajar. A Red Bull prometeu e cumpriu. O "Red Bulletin" agora está na rede.
 
A edição desta sexta-feira, aqui.
 
Por quatro das 18 páginas, o jornalzinho lista 20 motivos que farão desta temporada a melhor de todos os tempos. Entre os itens, "a disputa pelo poder na Ferrari", "o novo motorhome da McLaren", "o fator Newey", "as grid girls de Barcelona" e "os rumores sobre o retorno de Montoya" _não, este boato ainda não começou a circular, mas não deve demorar muito.

Escrito por Fábio Seixas às 13h56

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O trabalho não pára

Enquanto a F-1 dormia em Melbourne, a GP2 trabalhava em Paul Ricard. O circuito francês recebeu hoje a última sessão de testes antes da abertura do campeonato, no dia 14 de abril, no Bahrein.
 
E o "Massa da GP2" é Zuber. A exemplo do que fez o brasileiro na F-1, o austríaco liderou as últimas baterias de treinos da categoria-escola e começará a temporada como o centro das atenções.
 
Entre os brasileiros, Di Grassi, na ART, e Pizzonia, na equipe do Fisichella, parecem ser os mais bem preparados.
 
Os tempos de hoje:
 
1º. Andreas Zuber (AUT/iSport), 1min09s713
2º. Mike Conway (ING/SuperNova), 1min09s860
3º. Timo Glock (ALE/iSport), 1min09s923
4º. Luca Filippi (ITA/SuperNova), 1min10s032
5º. Lucas di Grassi (BRA/ART), 1min10s054
6º. Pastor Maldonado (VEN/Trident), 1min10s094
7º. Javier Villa (ESP/Racing Engineering), 1min10s156
8º. Andy Soucek (AUT/DPR), 1min10s161
9º. Giorgio Pantano (ITA/Campos), 1min10s192
10º. Antonio Pizzonia (BRA/FMS), 1min10s336
11º. Roldán Rodrigues (ESP/Minardi Piquet), 1min10s401
12º. Nicolas Lapierre (FRA/DAMS), 1min10s406
13º. Xandinho Negrão (BRA/Minardi Piquet), 1min10s411
14º. Borja García (ESP/Durango), 1min10s433
15º. Kohei Hirate (JAP/Trident), 1min10s479
16º. Ricardo Risatti (ARG/BCN), 1min10s517
17º. Sakon Yamamoto (JAP/BCN), 1min10s524
18º. Bruno Senna (BRA/Arden), 1min10s525
19º. Christian Bakkerud (DIN/DPR), 1min10s593
20º. Sérgio Jimenez (BRA/Racing Engineering), 1min10s611
21º. Adrian Zaugg (AFS/Arden), 1min10s619
22º. Karun Chandhok (IND/Durango), 1min10s766
23º. Vitaly Petrov (RUS/Campos), 1min10s887
24º. Jason Tahinci (TUR/FMS), 1min10s920

Escrito por Fábio Seixas às 13h42

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Sexta, coluna

Hoje é sexta. Dia de coluna na Folha.
 
O tema, já tratado "en passant" aqui outro dia, a diversidade de discursos e personalidades da nova geração.
 
A texto está aqui, para assinantes da Folha e do UOL.

Escrito por Fábio Seixas às 13h22

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Sucesso, Casta!

Castilho de Andrade, irmão camarada de tantas viagens e tantos papos bons, assumiu hoje o posto de diretor de imprensa do GP Brasil.
 
E, como de costume, decidiu extrapolar. Não apenas cuidará do relacionamento com os jornalistas como também passará a publicar sua coluna semanal e matérias especiais no site da prova.
 
Já está no ar um texto sobre a morte de José Carlos Pace, o Moco. A tragédia na Serra da Cantareira, que vitimou também Marivaldo Fernandes, completará 30 anos no domingo. 

Escrito por Fábio Seixas às 13h15

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Melbourne, 2º treino livre

Com pista seca, o segundo treino livre da temporada foi mais proveitoso.

 

Logo nos primeiros minutos, Massa cravou 1min28s040, marca que só foi superada com meia hora de sessão, por Alonso _0s071 mais rápido. Aos 20 minutos do fim, o brasileiro deu o troco, com uma volta 0s172 melhor.

 

Logo depois, Massa melhorou sua marca: 1min27s763. E Heidfeld se colocou entre os dois. Faltando dez minutos, o brasileiro acelerou ainda mais, 1min27s353. E ficou nisso.

 

Ao fim do treino, dobradinha da Ferrari. Massa em primeiro, 0s397 à frente de Raikkonen. Hamilton foi o terceiro. Fisichella, o quarto. Alonso voltou aos boxes com o sétimo tempo. Barrichello fechou a sessão em 15º.

 

Se não houve um agito fenomenal na luta pelas primeiras posições, alguns abandonos chamaram a atenção.


Como aos 47 minutos de treino, quando Kovalainen encostou na grama. A quebra teve todo jeito de pane hidráulica. A 2 minutos do final, o outro Renault, de Fisichella, também ficou pelo caminho.

 

E como aos 48 minutos da sessão: Barrichello, que inaugurou a grama na primeira sessão, foi o responsável também pela primeira bandeira vermelha da temporada. Perdeu o controle do Honda, atravessou a pista e acertou o muro.

 

“Toquei a grama antes da curva. Toquei a grama e meu carro saiu rodando”, disse o brasileiro ao repórter Peter Windsor, do “Speed Channel”.

 

Apesar da bandeira vermelha, o cronômetro continuou correndo. O treino só foi retomado 20 minutos depois.

 

Outro vexame ficou por conta do Toro Rosso de Liuzzi. O italiano só conseguiu dar 16 voltas e terminou o dia em último lugar,

 

Ah, sim... É impossível ver a tal bolinha branca de 3 cm quando o pneu está rodando. Ou seja: ou a TV mostra os pneus antes do pit stop ou você fica esperando uma freada ou baubau.

 

A FIA e a Bridgestone vão ter que mudar esse negócio. Ué, se é pra diferenciar um pneu do outro, então que o façam direito.

 

Mais uma vez, vale comparar com 2006. O mais rápido no segundo treino livre em Melbourne naquele 1º de abril foi, novamente, Davidson: 1min26s822.

 

E vocês, insones, o que acharam? Comentem!

Escrito por Fábio Seixas às 00h34

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Radar

Raikkonen está um pouco mais pobre _ou menos rico.

 

Ultrapassou o limite de velocidade nos boxes e ganhou da FIA uma multa de 200 euros.

 

Pelo menos lá não tem pontuação na carteira.

Escrito por Fábio Seixas às 23h18

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Melbourne, 1º treino livre

Um primeiro treino pouco conclusivo.
 
A chuva que caiu pela manhã em Melbourne mascarou os efeitos do novo regulamento. Por enquanto, não dá para analisar a eficácia dos 30 minutos a mais nas sessões de sexta nem o "liberou geral" nos motores.
 
Afinal, não valia muito a pena ensaiar: para sábado e domingo, a meteorologia prevê asfalto seco.
 
Para registro, Vettel foi o responsável por abrir oficialmente a temporada. E Barrichello foi o responsável por inaugurar oficialmente a grama do Albert Park. Êêê, beleza...
 
De resto, pouca emoção. A Ferrari, por exemplo, só deixou os boxes com 50 minutos de treino. Os carros só começaram a andar num ritmo, digamos, interessante quando faltavam 35 minutos para o fim da sessão. E só no finalzinho a turma começou a colocar pneus para piso seco.
 
Do que gostei: dos uniformes da Ferrari (um estilo retrô, com faixas nas cores da Itália); do visual do Renault visto de frente (ok, vocês vão achar que sou louco); do capacete do Hamilton (homenagem a Senna, mas com um tom mais pro dourado que pro amarelo).
 
Do que não gostei: de ver Kubica esperando; do aspecto verde-musgo-planeta da Honda (aliás, a Terra não era azul?); da poluição visual causada pelas dezenas de asinhas da McLaren.
 
Bom, o melhor tempo ficou com Alonso, 1min29s214. Massa foi o segundo, 1s493 atrás do espanhol. Vettel foi o terceiro. A surpresa foi Nakajima, sexto com a Williams. Barrichello ficou em décimo. 

Só para efeito de comparação, o melhor tempo no primeiro treino de 2006 foi 1min28s259 (Davidson, então na Honda). Lembra quem foi o pole? Button, com 1min25s229. Eu não lembrava.

Ah, sim... Se alguém descobriu onde fica o número nos carros da McLaren, me avise. Meus olhos cansados agradecem.

E vocês, o que acharam? Vou jantar agora, mas quero isso aqui cheio de comentário quando eu voltar.

Escrito por Fábio Seixas às 20h35

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(Quase) tempo real

Quer saber como está Melbourne agora, instantes antes do primeiro treino?
 
Assim...
 
 
 
Fotos by Tatiana Cunha.

Escrito por Fábio Seixas às 19h00

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BMW e Williams escalam reservas

Em Melbourne, a FIA acaba de divulgar a lista oficial dos pilotos que vão participar dos treinos de hoje.
 
As únicas equipes a lançar mão de reservas serão BMW e Williams.
 
A BMW vai de Heidfeld e Vettel na primeira sessão e de Heidfeld e Kubica na segunda _como é bom ser alemão numa equipe alemã.
 
Na Williams, Wurz faz os dois treinos. Nakajima anda no primeiro e será substituído depois por Rosberg.

Escrito por Fábio Seixas às 18h52

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E a meteorologia estava certa...

Acabo de falar com Melbourne.
 
Está garoando por lá. Os primeiros treinos devem acontecer com pista molhada.

Escrito por Fábio Seixas às 16h26

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Uma turma mais desbocada

“Acho que não vou sentir falta dele.”

 

Assim Alonso respondeu, na primeira entrevista coletiva da FIA em 2007, à pergunta que lhe fizeram sobre a ausência de Michael Schumacher.

 

“Acho que, hoje, estou numa posição melhor que a Renault. Desafios novos sempre trazem motivação, então vou tentar repetir o sucesso dos últimos anos.”

 

Massa foi mais racional.

 

“No ano passado, Michael e eu desperdiçamos pontos em algumas corridas, como aqui na Austrália. Não fomos muito constantes no início e isso pesou no campeonato. Temos que ser inteligentes e marcar o máximo de pontos nessas três primeiras corridas”, proclamou o brasileiro.

 

Raikkonen  (teoricamente) fala amanhã.

 

Alívio... Sujeitos que falam o que pensam. Alonso mais do que Massa, que gosta de esconder o jogo nas entrevistas. Mas, de qualquer forma, as entrevistas coletivas da geração Alonso-Raikkonen-Massa devem ser mais divertidas do que as de, por exemplo, Schumacher-Hakkinen-Hill. Eram de dar sono.

Escrito por Fábio Seixas às 09h34

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Cenas da quinta-feira

E seguem mais cliques da Tatiana Cunha direto de Melbourne...

Escrito por Fábio Seixas às 09h08

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