Blog do Fábio Seixas - Automobilismo, viagens e pitacos sobre tudo o mais
Blog do Fábio Seixas
 

Como fazer/Como não fazer

Como foi o evento da Red Bull em Caracas, sábado passado.
 
 
Agora, como foi o evento da Red Bull em São Paulo, em outubro.
 
 
À divisão brasileira da empresa e às "otoridades" do trânsito paulistano, uma vaia com os mesmos decibéis dos gritos de entusiasmo do público venezuelano.

Escrito por Fábio Seixas às 15h47

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Monstrengo

Segue a foto do apêndice aerodinâmico que a McLaren criou na asa dianteira.
 
 
Segundo a equipe, a peça é "resultado de um agressivo programa de desenvolvimento" para o GP da Espanha. A novidade teria sido o motivo do teste secreto do MP4-22, semana passada, na ilha de Menorca.
 
Não sei se funciona. Mas sei que ficou horrível.

Escrito por Fábio Seixas às 15h19

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Barcelona, dia 1

Com Raikkonen (bem) à frente da concorrência, começou a bateria de testes da F-1 em Barcelona. Segundo a Ferrari, o finlandês experimentou novos componentes aerodinâmicos visando, claro, o GP do dia 13. Amanhã, mais uma vez ele será o responsável pela escuderia _isso se a chuva deixar, já que é essa a previsão de meteorologia.

 

Sato ficou em segundo. Fosse na pré-temporada, achincalharíamos a Super Aguri, acusaríamos os japoneses de estarem jogando para os patrocinadores, de estarem com o carro fora do regulamento. Mas, não. Passadas três corridas, sabemos que esse resultado tem um quê de realidade.

 

A grande surpresa foi a McLaren, que apareceu em Barcelona com uma asa dianteira, dizem, bem diferente. Assim que pintar uma foto, eu publico aqui.


Dois brasileiros testaram, Barrichello e Piquet.

 

Aos tempos:

 

1º. Raikkonen, Ferrari, 1min21s195 (98 voltas)
2º. Sato, Super Aguri, 1min21s858 (99 voltas)
3º. De la Rosa, McLaren, 1min21s906 (101 voltas)
4º. R.Schumacher, Toyota, 1min21s983 (92 voltas)
5º. Heidfeld, BMW, 1min22s114 (74 voltas)
6º. Barrichello, Honda, 1min22s665 (132 voltas)
7º. Piquet, Renault, 1min22s763 (125 voltas)
8º. Liuzzi, Toro Rosso, 1min22s771 (56 voltas)
9º.
Coulthard, Red Bull, 1min23s165 (47 voltas)
10º. Valles, Spyker, 1min23s343 (44 voltas)
11º. Van der Garde, Spyker, 1min23s466 (37 voltas)
12º. Nakajima, Williams, 1min24s248 (43 voltas)

Escrito por Fábio Seixas às 13h37

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"Pit Stop" antecipado

Você achou que, por causa do feriado, não teria aquele prazer secreto de matar alguns minutos de trabalho para acompanhar o "Pit Stop"?

Enganou-se. Resolvemos isso para você.
 
O "Pit Stop" desta semana já está no ar. A atração, um papo com Hélio Castro Neves, falando sobre o terceiro lugar no Kansas e sobre a preparação, que começa agora, para as 500 Milhas de Indianápolis.
 
O link está aqui.

Escrito por Fábio Seixas às 12h09

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Agora são outros 500

Wheldon liderou 177 das 200 voltas no Kansas e venceu com enorme facilidade a quarta etapa da IRL. Estatística de almanaque: em sete edições da corrida, ele foi o sétimo vencedor diferente.
 
Saindo em quarto, o inglês deu o bote sobre o pole, Kanaan, na nona volta. A partir daí só perdeu a liderança nas janelas de pit stop.
 
Com a vitória, ele abre agora 27 pontos sobre Dixon.
 
Entre os brasileiros, Castro Neves foi o 3º, Meira ficou em 8º e Kanaan, em 15º.
 
Entre as mulheres, Danica ficou em 7º lugar, Sarah, em 12º e Milka, em 14º.
 
Agora, a batata começa a assar. A partir de hoje, a concentração é toda nas 500 Milhas de Indianápolis. Sim, a prova, marcada para o dia 27, perdeu muito do seu charme. Mas ainda são as 500 Milhas de Indianápolis.

Escrito por Fábio Seixas às 20h33

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Nos braços do povo

Enquanto Heidfeld acelerava a BMW em Nurburgring, o português Filipe Albuquerque, atual campeão europeu da F-Renault, fazia ontem uma demonstração com a Red Bull em Caracas.
 
Não sei mais detalhes. Na verdade, desisti de ir atrás quando vi as fotos abaixo. Para mim, já dizem tudo...
                                                                          Pedro Rey/France Presse 
 
                                                                                 Harold Escalona/Efe

Escrito por Fábio Seixas às 14h19

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Youtube (triplo) de domingo

Demorou menos do que eu imaginava. Já há, no Youtube, uma série de cenas do passeio de Heidfeld por Nurburburgring, ontem.

 

O Rodrigo, do Rio de Janeiro, sugeriu o vídeo abaixo, que parece mais bem produzido mas que, pelo menos aqui em casa, não roda até o fim.

 

 

Este aqui é amador, feito por um torcedor, o que dá melhor noção da visão do público.

 

Lembrando, esse antigo traçado não recebe um GP de F-1 há 31 anos. E mesmo assim está lá, inteiro, conservado, disponível para o lazer do público.

 

Bem diferente do que aconteceu com Interlagos ou do crime que estão cometendo em Jacarepaguá a pretexto de erguer piscina, ginásio e velódromo _como se não houvesse uma imensidão de áreas abandonadas ao redor do autódromo carioca.

 

Mas já que o assunto é história, e já que é domingo, aproveite e dê uma olhada nisso aqui, o GP da Alemanha de 67, vencido por Denis Hulme.

 

Jim Clark, que morreria em Hockenheim nove meses depois, é um dos destaques do vídeo. Saindo na pole, o escocês abandonou na quarta volta com a suspensão quebrada, problema comum num circuito como aquele: repare, no quinto minuto, como os carros decolavam nas subidas e descidas. A dica é do Sandro, de Curitiba.

Escrito por Fábio Seixas às 11h04

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60 anni

Com Alesi, Capelli e Larini, a Ferrari não teve muito o que comemorar na F-1 em 1992. Foi a quarta no Mundial, com 21 pontos, 70 atrás da Benetton, a terceira colocada.

 

Para Montezemolo, que havia assumido no ano anterior, o vexame foi o estopim para mudanças mais profundas no time, que começariam a ser implantadas na temporada seguinte.

 

Assim, no livreto "60 Anni in 60 Simboli", a solução mais uma vez foi se agarrar em uma novidade da fábrica, o modelo 456 GT, lançado no Salão de Paris.

 

Escrito por Fábio Seixas às 10h42

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Beleza em último lugar

A pole position no Kansas ficou com Kanaan, vencedor no Japão há pouco mais de uma semana.

 

Hornish ficou em segundo no grid, a 0s0234 do piloto baiano. Seu companheiro de Penske, Castro Neves, larga em terceiro. Wheldon, lider do campeonato, sai em quarto, à frente de Dixon.

 

Quem vai ganhar? Não, não dá para arriscar. Mas o quarteto Wheldon-Kanaan-Dixon-Castro Neves começa pouco a pouco a se descolar do resto da tropa e a formar um pelotão de elite.

 

São 21 pilotos no grid, que pela primeira vez terá três mulheres: a venezuelana Milka Duno junta-se a partir de agora a Sarah Fisher e a Danica Patrick em busca da primeira vitória feminina na categoria.

 

Milka sai em último, não deve fazer muita coisa. Mas deve ter causado uma ponta de ciúmes em Danica, a queridinha da IRL. Afinal, é uma digníssima representante de uma das grandes marcas registradas da Venezuela.

Milka, na capa de uma revista americana dirigida para o público latino

Escrito por Fábio Seixas às 17h57

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Um dia inesquecível

“Não vou esquecer disso enquanto viver.”

 

A frase é de Nick Heidfeld. E foi pinçada pela BMW para abrir o comunicado sobre o passeio do piloto alemão, hoje, pelo antigo traçado de Nurburgring.

 

Foi a primeira vez em 31 anos que um carro de F-1 acelerou pelo circuito, hoje com 20,8 km _2km a menos em relação a 1976, quando recebeu seu último GP.

 

“Passeio” é bem o termo.

 

Calçado com pneus de demonstração da Bridgestone e orientado pela equipe a maneirar no acelerador e a lembrar que existiam fãs e fotógrafos por ali, Heidfeld completou três voltas, a melhor delas em altos 8min34s, média de 154 km/h. A velocidade máxima que alcançou foi 275 km/h no retão Dottinger Hohe.

 

O recorde do circuito, com 2km a mais, é 7min06s4 (média de 192,8 km/h), cravado em 1975 por Clay Regazzoni, numa Ferrari.

 

“Imploramos a ele para ser cuidadoso”, disse Mario Theissen, diretor da BMW. “O dia foi de homenagem aos fãs e a esse lugar histórico para o automobilismo.”

 

E pelo visto, foi uma baita homenagem. Não vi as cenas ainda, mas se algo me impressionou foi o público que acompanhou a demonstração: 45 mil pessoas!

Escrito por Fábio Seixas às 17h39

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Youtube (cabeludo) do dia

Aconteceu em Barcelona, em 1997.
 
E o cabelo ficou intacto...
 

Escrito por Fábio Seixas às 18h42

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Schumacher, o mudo

Schumacher deve dar o ar da graça em Barcelona, daqui a duas semanas. Seria seu primeiro GP como "civil", sem macacão e capacete, desde a aposentadoria.
 
Em entrevista à "Gazzetta dello Sport", o alemão confirmou que deve aparecer por lá, mas fez questão de dizer que, uma vez no autódromo, não falará de F-1.
 
"A partir de agora, não vou mais falar de F-1. É uma maneira de respeitar o trabalho da equipe", afirmou, referindo-se, claro, à Ferrari.
 
Aparentemente, ele tomou essa decisão na última segunda-feira, quando, no lançamento de uma campanha da FIA para melhorar a segurança nas estradas, negou-se a fazer comentários sobre a categoria.
 
A pergunta que não quer calar: ué, ele vai falar do quê?

Escrito por Fábio Seixas às 18h20

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Mesa de bar

Um instituto de pesquisas espanhol, o Ipsos, saiu às ruas das principais cidades daquele país fazendo a seguinte pergunta às pessoas: "Com que personalidade da Espanha você gostaria de beber uma cerveja?"
 
O primeiro-ministro Jose Luis Rodriguez Zapatero ficou na ponta, com 11,8% dos votos. Em seguida, veio Penelope Cruz, com 6%. Fernando Alonso ficou em terceiro, com 5,9%.
 
Um comentário e uma provocação.
 
O comentário, com um quê de indignação: como, diante da opção por Penelope, alguém prefere o Zapatero? Como?
 
A provocação: com quem, no Brasil, você gostaria de dividir uma mesa de bar? Vale tudo.

Escrito por Fábio Seixas às 16h59

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Deu no "NY Times"

Está aqui a reportagem do "NY Times" citada na coluna de hoje na Folha.

Nem tudo é lindo na Nascar...

Escrito por Fábio Seixas às 12h25

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Sexta, coluna

Hoje tem coluna na Folha. O assunto, a crise que a Nascar enfrenta nos EUA, que deveria servir de alerta para a emergente Stock Car mudar de paradigma.

 

O link está aqui, exclusivo para assinantes da Folha ou do UOL.

Escrito por Fábio Seixas às 08h12

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Youtube (trash) do dia

Não, não tenho nenhum acordo comercial com tal medicamento para o fígado. E nem sequer lembro de ter experimentado o dito-cujo _minha memória enfraquece na ressaca.
 
Mas sempre que assisto a esse comercial na TV dou risada.
 
O rapaz que corre na praia e abraça uma coxinha não é o Massa?
 

Escrito por Fábio Seixas às 15h35

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O som da ficha caindo

"No Brasil, está ficando cada vez mais difícil viver uma vida normal quando saio de casa. Todo mundo me conhece. Normalmente, os fãs só pedem um autógrafo e isso é OK. Algumas vezes é legal quando as pessoas vêm até você, porque te dá motivação. Às vezes há alguns excessos, mas sei lidar com isso. Passo a passo estou ficando mais famoso, faz parte do trabalho."
 
Felipe Massa, em texto veiculado pelo site de imprensa da Ferrari.

Escrito por Fábio Seixas às 14h08

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Trocadilho...

Título do release enviado pelo Anderson Marsili, assessor de imprensa do Tony Kanaan: "Empolgado com a vitória no Japão, Tony não Kansa(s)!"
 
Pois é. A IRL corre neste fim de semana sua quarta etapa. No Kansas.
 
Ai.

Escrito por Fábio Seixas às 12h00

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60 anni

Executivo de carreira da Fiat e ex-braço direito de Enzo Ferrari, Luca di Montezemolo deixou o grupo em meados dos 80 para chefiar o comitê organizador da Copa de 90. Voltou em 91, com pompa e circunstância: foi o escolhido por Gianni Agnelli para presidir a escuderia.

 

 

Hoje, entre outros cargos, é presidente da Fiat, da Confindustria (poderoso sindicato patronal da indústria italiana), da LUISS (universidade de ciências sociais) e vice-presidente do Bolonha.

 

Há uma história curiosa na Itália. Há quem diga que Montezemolo é filho de Agnelli. Afinal, seu nome do meio é Cordero, ou cordeiro. Cujo plural é “agnelli”. Agnello, em italiano, também significa cordeiro. Colaboram para aumentar o boato os mistérios sobre as origens do dirigente. Coincidências?

 

Enfim... Aos 59, ele é um dos homens mais importantes da Itália e freqüentemente é cotado para concorrer ao cargo de primeiro-ministro.

Escrito por Fábio Seixas às 08h06

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Cenas de Cingapura

Sei lá, vai ver sou meio antiquado. Mas ainda surpreendo-me, toda hora, com as oportunidades que a internet nos proporciona. Fico meio chocado quando a teoria da "aldeia global" materializa-se diante dos meus olhos e vira prática.
 
Como agora.
 
Outro dia escrevi sobre o traçado planejado em Cingapura para a F-1. Um circuito de rua, que deve mesmo receber a categoria mais ano menos ano.
 
Pois não é que um internauta do blog que mora lá, do outro lado do mundo, leu o post e se manifestou? Estevan Cornelius Solymossy aceitou o desafio de atuar como nosso "correspondente" por aquelas bandas.
 
Munido de máquina fotográfica, foi ao local do futuro circuito e teve o cuidado de registrar os pontos no mapinha do site grandprix.com
 
Ao Estevan, um obrigado gigantesco! E saiba que já está escalado para contar todas as novidades que ouvir por aí sobre a F-1.
 
O resultado está aqui. O número sob cada foto corresponde ao número no mapa.
 
Curta, conheça um pedaço de Cingapura e imagine como será assistir a Ferraris, Renaults e McLarens acelerando por essas ruas e avenidas.
 
 
 
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11
 
12. Que não está no mapa, mas que veio no e-mail acompanhado de uma bela justificativa do Estevan: "Essa foto é de uma das avenidas mais movimentadas daqui. É onde toda as pessoas com dinheiro (e sem, também) se encontram para fazer compras, o esporte nacional de Cingapura!" Afinal, ninguém é de ferro...

Escrito por Fábio Seixas às 19h25

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Youtube do dia

Vários internautas deram a dica, então lá vai... Alonso dirige um Megane na antiga Nurburgring. Repare nos malucos de moto e no carrinho vermelho que ele ultrapassa _com certeza o motorista e os motoqueiros não imaginavam que, ao volante do Renault, estava um campeão da F-1.

Escrito por Fábio Seixas às 14h12

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Passeio na floresta

Outro dia escrevi aqui sobre o duelo entre o carro da Spyker e um F-16. Foi interessante.

 

Mas interessante, histórico, empolgante mesmo para quem gosta desse negócio, é o que a BMW vai fazer no sábado.

Pela primeira vez em 31 anos, um carro de F-1 vai percorrer os 22 km da antiga Nurburgring. Ao volante, claro, o piloto alemão da equipe alemã, Nick Heidfeld. Que não havia nascido quando a categoria dispensou a loucura daquele traçado em meio às árvores e às montanhas de Eifel, horrorizada com o acidente que quase matou Lauda.

 

Heidfeld só ficou meio chateado quando soube que terá de usar pneus de demonstração da Bridgestone, que deixam o carro mais lento. “A equipe está meio preocupada e não quer que eu vá muito rápido.”

 

O pôster do último GP de F-1 disputado em Nurburgring, há 31 anos

 

Ah, sim: o circuito ainda existe e é possível dar umas voltinhas, pagando uma entrada que não é cara. Antes de mergulhar nas curvas de Nurburgring, todo visitante precisa assinar um termo assumindo os riscos de eventuais acidentes.

 

Tentei fazer o passeio algumas vezes, quebrei a cara em todas: como a estrutura da F-1 usa partes do circuito, ele fica fechado em época de GP. Sorte do falecido Clay Ragazzoni, que ainda detém o recorde da melhor volta por lá, 7min06s4 (média de 192,8 km/h), cravado em 1975 com a Ferrari.

 

Algum maluco aqui já conseguiu acelerar por lá?

Escrito por Fábio Seixas às 08h02

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Missa dominical

Nota publicada na coluna Painel FC, da Folha, hoje:

 

O primeiro GP após a vitória de Felipe Massa no Bahrein deverá ficar em segundo plano na Globo. A prova em Barcelona, dia 13, acontece durante a visita ao Brasil do Papa Bento 16. Boa parte da corrida deverá ser exibida numa janela no canto da tela.”

Escrito por Fábio Seixas às 16h59

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Um papo legal

Foi bem bacana o bate-papo com o Ricardo Maurício no “Pit Stop” desta terça. O vencedor da abertura da Stock Car falou de sua carreira (ele chegou a disputar até campeonato de gaiolas de 850 cavalos em ovais de terra nos EUA), da tentativa frustrada de chegar à F-1 e decretou: agora é um piloto de turismo.

 

No cardápio, além da Stock, claro, MotoGP, IRL e F-1.

 

O link para assistir ao programa está aqui, apenas para assinantes UOL.

Escrito por Fábio Seixas às 16h44

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Ex-ferraristas na cadeia

A “Gazzetta dello Sport” informa que dois ex-funcionários da Ferrari foram condenados à prisão em um julgamento sobre furto de segredos industriais que acabaram nas mãos da Toyota.

 

Um deles vai encarar nove meses de cadeia. O outro, um ano e quatro meses. O jornal, que pertence ao grupo Fiat, como a Ferrari, não deu mais detalhes.

 

Pitaco meu: devem ter sido “segredos” bem vagabundos. Ou, em algum momento nos últimos anos, a Toyota te surpreendeu positivamente?

Escrito por Fábio Seixas às 08h59

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Ricardo Maurício no "Pit Stop"

Hoje, às 14h30, tem “Pit Stop” especial, com a participação, na bancada, de Ricardo Maurício.

 

O link para assistir ao vivo é este aqui.

 

Perguntas ao vencedor da primeira etapa da Stock Car para o e-mail uolnewsformula1@uol.com.br

Escrito por Fábio Seixas às 08h53

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60 anni

Em 1990, um espasmo de bons resultados para a Ferrari. Com Prost, a escuderia venceu cinco corridas na temporada e fechou o ano com o segundo lugar do francês no Mundial de Pilotos, além do vice-campeonato nos Construtores.

 

Mais: na despedida da categoria de Paul Ricard, Prost conquistou a 100a vitória da Ferrari na F-1. É esse o motivo da ilustração abaixo.

 

 

No ano seguinte, a categoria passaria a correr no curral eleitoral de Mitterrand, a insossa Magny-Cours. Que ficou menos insossa depois que passamos, os brasileiros, a organizar nossos animados churrascos na já famosa Casa de Pedra de Gimouille. Até pilotos, assessores e engenheiros da F-1 já pintaram por lá para bebericar um vinho e saborear nossos bifes de carne moída _alguém sabe onde comprar picanha e cupim por aquelas bandas? 

 

Neste ano, Raikkonen e Massa têm a chance de entrar para a história ferrarista. Hoje, a equipe soma 194 triunfos. Quem conseguirá o 200o?

Escrito por Fábio Seixas às 08h47

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Youtube do dia

Na última sexta, a Spyker promoveu o enésimo desafio entre um carro de F-1 e um avião a jato. Tudo bem, vale a pena. Esse tipo de evento é sempre bacana.
 
O racha aconteceu na base militar de Vokel, na Holanda. No volante do F8-VII, Christijan Albers. No manche do F-16, o capitão Ralph Aarts.
 
O F-1 liderou os 300 metros iniciais, mas foi superado pelo avião, que cruzou na frente o jato de água que indicava a linha de chegada no retão de 1 km. As imagens serão usadas num comercial.
 
 
Posso estar enganado, mas o repórter me parece ser o Bjorn Wirdheim, a "anta sueca" desse post aqui.

Escrito por Fábio Seixas às 19h59

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Bancada cheia

Ricardo Maurício, vencedor da primeira etapa da Stock Car, é o convidado do "Pit Stop" de amanhã.
 
O bate-papo com o piloto, que estará nos estúdios do UOL News, começa às 14h30. Na pauta, além da Stock, claro, a etapa japonesa da IRL e as últimas notícias da F-1.

Quer mandar sua pergunta para o Ricardo Maurício? O e-mail é uolnewsformula1@uol.com.br

Escrito por Fábio Seixas às 17h24

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Quanto vale Massa

A "Autosprint" que chegará às bancas da Itália amanhã trará uma reportagem de seis páginas sobre Felipe Massa.
 
"Quanto vale Massa", é o título da matéria assinada por Cesare Maria Mannucci. Que começa falando da semana do ferrarista: da participação no "Bem, Amigos", na última segunda-feira, à visita a Interlagos, na sexta.
 
"No intervalo de uma semana, a Ferrari, o Brasil e todos os torcedores ferraristas experimentaram sentimentos opostos. Da desilusão da Malásia, com a suspeita de que o sangue quente de Massa não tinha solução, ao entusiasmo do Bahrein reforçado da certeza de que, em treinos classificatórios, ele é superior a Raikkonen", diz o texto.
 
A revista ainda entrevistou Piquet e Emerson.
 
"Antes do início do campeonato eu não tinha uma idéia clara do que aconteceria na Ferrari porque não sabia, em questão de velocidade, qual seria a diferença entre Massa e Raikkonen. Agora, depois de três GPs, não tenho dúvidas. Felipe é o favorito por uma razão muito lógica, apesar de ter menos pontos no Mundial: simplesmente ele é mais rápido que Raikkonen em treinos oficiais e atualmente, na F-1, as corridas são vencidas na primeira curva", declarou Piquet.
 
Para Emerson, Massa mostrou seu valor não agora, mas no GP Brasil do ano passado. "Foi um exemplo de maturidade. Para os pilotos brasileiros, a corrida de Interlagos é uma corrida de muito peso. Além disso, era a última prova do Schumacher, com chances de conquistar o título. Mesmo com tudo isso, Massa fez um corrida perfeita (...) Ele tem uma estrutura mental forte acompanhada de muito talento e de um boa sensibilidade técnica."
 
Uma reportagem assim, de uma revista como a "Autosprint", é de um valor incomensurável para o prestígio de Massa na Itália. O brasileiro estava certo: tirar o peso dos ombros antes dessas semanas de folga até o GP da Espanha era importantíssimo. Está sendo.
 
Atrás de Raikkonen no campeonato, Massa conseguiu, por ora, zerar as dúvidas sobre sua capacidade. Ambos começarão a temporada européia empatados na disputa interna.

E você? Concorda com os donos de 5 dos 8 títulos mundiais do Brasil?

Escrito por Fábio Seixas às 13h17

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Schumacher, em treinamento

Envergando uniforme da Ferrari, Schumacher participou ontem de um evento promocional da Shell em Poznan, na Polônia.

 

Ao lado de Marc Gené, piloto de testes da escuderia, levou alguns sortudos para umas voltinhas no circuito local _fico aqui imaginando o cachê que ele cobrou.

 

E falou, falou, falou.

 

Falou que é um homem contente e que, por mais que tenha aproveitado seus anos de F-1, está vivendo tempos mais felizes agora.

 

“Não estou sentindo falta de correr. Passo mais tempo em casa agora. E posso organizar minha agenda de forma que eu posso aproveitar os feriados com as crianças, em casa ou viajando para algum lugar.”

 

Falou que é “engraçado e interessante” assistir aos GPs pela TV.

 

“É engraçado, mas é normal... É interessante ver por outro lado. Não estou assistindo para aprender algo, não é meu objetivo. Assisto para me divertir com a família e os amigos. Curto as corridas como vocês fazem.”

 

E falou que está trabalhando “muito próximo” da Ferrari. “Estou envolvido em tudo o que está acontecendo.”

 

Intrigante. Quando será que a Ferrari, enfim, vai anunciar um cargo para o alemão?

 

Meu palpite: só quando ele se sentir completamente preparado.

 

Está claro que, por ora, Schumacher não quer assumir nenhuma grande responsabilidade. Ele é assim, é um perfeccionista. Por mais que tenha sido um gênio em termos de pilotagem, não vai assumir um cargo diretivo enquanto não desvendar todos os meandros da função. E não vai aparecer num circuito para fazer figuração ou atuar como relações públicas.

 

Por enquanto, será uma espécie de “trainee” de chefe. Não há pressa. Quando ele quiser, avisará Todt, que limpará suas gavetas, se mudará para um escritório mais espaçoso e cederá seu gabinete ao pupilo.

Escrito por Fábio Seixas às 09h12

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60 anni

Em termos de resultados na F-1, a Ferrari fechou os anos 80 na draga. Mas na área técnica emplacou, em 1989, uma conquista importante.

 

Do livreto sobre os 60 anos da escuderia: “GP Brasil de 89, estréias vitoriosas do modelo F1-89, com Nigel Mansell, e do inovador sistema de câmbio eletro-hidráulico com comandos no volante, que logo seria adotado por todas as outras equipes”.

 

 

 

O brasileiro Roberto Pupo Moreno teve importante papel no desenvolvimento do sistema, atuando como piloto de testes da Ferrari.

 

Foi uma revolução, o fim daquela história de tirar uma mão do volante para trocar a marcha. Começava a era dos botões coloridos.

 

Mais um pouco de romantismo que se foi. E que deixou saudades em muita gente. Fazer o quê? É o progresso...

Escrito por Fábio Seixas às 08h47

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Bernie, o "estúpido"

Bem humorado, Bernie Ecclestone revelou a um jornal turco que seu “board” de conselheiros analisou com cuidado as 80 páginas do contrato e o chamou de “estúpido” pela idéia de compra do circuito de Istambul por 130 milhões de euros, cerca de R$ 360 milhões.

 

Mesmo assim, o mega-magnata seguiu adiante.

 

Os próximos capítulos?

 

Cedo ou tarde, de um jeito ou de outro, Bernie vai faturar horrores com o autódromo.

 

E os conselheiros, se não tiverem sido demitidos, vão aprender que não é muito inteligente contrariar o faro para negócios do patrão.

Escrito por Fábio Seixas às 18h35

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Pódio diferente na Stock

Um pódio diferente na abertura da Stock. Saíram de cena Cacás, Losaccos e Orsis. Ganharam passagem Ricardo Maurício, o vencedor, Felipe Maluhy e Daniel Serra.

 

Uma nova geração já conquistando espaço? Um resultado ocasional, bizarro até, fruto de tantas mudanças (principalmente nos pneus) de um ano para o outro?

 

Uma combinação das duas coisas, é meu palpite.

 

Os três que subiram ao pódio estão entre os melhores de uma safra boa que vem pintando. Mas é claro que não dá para excluir a turma que no ano passado disputou o título. Cacá, por exemplo, saiu em 19o e terminou em sétimo.

 

E falando em Cacá, a transmissão da TV foi de lascar. Ok, ele é o atual campeão, merece um certo destaque. Mas exageraram na dose. Houve brigas boas lá na frente que não apareceram na telinha. 

 

Não sei se foi por mostrar Cacá ou o acidente entre Marcos Gomes e Thiago Marques, mas o fato é que a Globo perdeu a ultrapassagem da corrida, a manobra de Maurício sobre Serra na 12a volta.

 

“Eu errei a marcha na entrada do Laranjinha e ele me passou”, explicou  o novato. Erro idêntico proporcionou a ascensão do Maluhy ao segundo lugar.

 

E foi isso. A organização aqui em Interlagos me pareceu bacana, embora a chiadeira contra o regulamento que seleciona apenas 38 pilotos esteja correndo solta.

 

Concordo inteiramente com a necessidade de uma maior seleção dos pilotos. Há gente por aqui que não tem condições de correr nem na Stock nem em categoria nenhuma. Mas acho que poderiam ter adotado critérios menos confusos.

 

Corrida se resolve no cronômetro. Que larguem 38, 20, 49, dois ou meia dúzia, mas que o critério seja o cronômetro. Os mais rápidos correm, os mais lentos esperam a vez, simples assim. E justo.

 

Para que complicar? O atual sistema privilegia os pilotos que estão no esquema há algum tempo. “Esquema”, essa palavra que é origem de tanta porcaria neste país.

 

Por fim, parabéns ao Ricardo Maurício. Um piloto talentosíssimo, que ralou muito pela Europa, onde nos cruzávamos de vez em quando. Tentou a F-1, bateu na trave. Sem dinheiro, ou sem alguém por perto que tenha dinheiro, é complicado.

 

Na Stock, com um carro redondinho como sempre são os carros de Andreas Mattheis, ele mostrou do que é capaz. É candidato ao título.

Escrito por Fábio Seixas às 11h54

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Domingo na pista

Acabei de chegar a Interlagos. Um domingo bonito em São Paulo, trânsito razoável, mas não impraticável, autódromo todo maquiado com banners da Stock e sua patrocinadora. Em termos de promoção, a categoria está virando gente grande.

 

Para os “corporativos”, claro. O público que compra ingresso, confesso, não sei onde fica. Disseram que é numa arquibancada lá na Junção.

 

Pode ser, daqui da sala de imprensa não dá pra ver. Só dá pra ver, daqui, as arquibancadas dos patrocinadores (como tem laboratório de genérico nesse negócio!) e as turmas com camisetas iguais, a maioria em cores gritantes, passeando pelo pit lane e tirando fotos com os celulares.

 

No momento, uma emocionante corrida de bicicletas. E falando em duas rodas, não, não vi a corrida da MotoGP, não vou comentar, portanto. Soube que Rossi errou na primeira volta, que terminou em décimo e que a vitória ficou com Stoner.

 

Vou dar um giro por aí. Daqui a pouco eu volto.

Escrito por Fábio Seixas às 09h04

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O que Rossi vai aprontar amanhã?

Lá no novo quintal de Bernie, o circuito de Istambul, festa da Yamaha hoje.

 

Nos treinos de ontem, a Ducati, com Casey Stoner, dava toda a pinta de que dominaria o fim de semana. Ledo engano. Hoje, Valentino Rossi e Colin Edwards fizeram os dois primeiros tempos, seguidos por Daniel Pedrosa, de Honda.

 

A melhor Ducati foi a de Stoner, mas só em quarto. Alexandre Barros sai em 13º.

 

O italiano controlou o fim da sessão. Já estava com a pole mas, a poucos minutos do fim, ampliou ainda mais sua vantagem para o americano: 0s149.

 

Qual será a novidade da comemoração de Rossi amanhã? Porque a vitória já parece certa...

 

Já coloquei aqui, mas vale repetir. Assim foi a celebração em Jerez...

Escrito por Fábio Seixas às 10h58

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Kanaan conquista o Japão

Na base da estratégia, Tony ganhou em Motegi.

 

O baiano deu uma de mineiro. Ficou a prova toda ali, em segundo lugar, como quem não queria nada, até o bote final, na última janela de pits. Com mais combustível no tanque, ficou quatro voltas a mais na pista e superou Wheldon, que havia tomado a liderança de Helinho no primeiro trecho da prova.

 

Franchitti foi o terceiro. Castro Neves foi o sétimo e Meira abandonou. Danica? Ah, sim... Fez uma corrida pífia e terminou no 11º lugar.

 

Três corridas, três vencedores diferentes. Esta IRL até está parecendo a F-1, a fórmula da emoção!

Escrito por Fábio Seixas às 03h08

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Youtube do dia

A dica é do Beto Traballi. Uma reportagem da alemã RTL com Massa no condomínio em que o piloto cresceu, em Botucatu, antes do último GP Brasil.
 
Não, não acho que todo mundo fala alemão. Eu não falo, só arranho o suficiente para dar bom dia, boa tarde, pedir a weißbier e a conta. Mas as imagens são curiosas, valeriam a pena mesmo sem o áudio.
 
 
"Para mim a coisa mais engraçada é o locutor falar 'Botucatu' em deutsch", escreveu o Beto.
 
Para mim, é engraçado ver o "rabicho" da matéria, os últimos segundos do vídeo. Com certeza, logo após a reportagem com Massa, a RTL apresentou o país em que ele vive. Sem querer ser repetitivo: Brasil-sil-sil!

Escrito por Fábio Seixas às 14h46

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O novo brinquedinho de Bernie

Bernie Ecclestone, aos 76 anos, parece estar longe de pensar em aposentadoria. O inglês acaba de anunciar, em uma entrevista coletiva, a compra do circuito de Istambul, que neste fim de semana recebe a MotoGP. 
 
O precinho, 130 milhões de euros, cerca de R$ 360 milhões.
 
"É um investimento pessoal. E posso garantir que a F-1 correrá em Istambul até 2021", disse.
 
A história é, no mínimo, curiosa.
 
Ao que parece, o circuito estava mal das pernas devido a uma dívida com a FIA. A FIA da qual ele é vice-presidente...
 
Em 2021, Bernie completará/completaria 91. Será que até lá ele sossega?

Escrito por Fábio Seixas às 11h46

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Os Sete Samurais

Castro Neves, Wheldon, Kanaan, Danica, Hornish, Dixon e Franchitti são, na ordem, os sete primeiros no grid de Motegi, terceira etapa da IRL, com largada na próxima madrugada, à 1h.

 

Independentemente da posição de largada, porém, os sete têm chances iguais de vencer. Pelos carros que dirigem, pelas equipes em que estão, pelo fato de ser um oval, pela duração da prova.

 

Minha aposta, Kanaan. Minha torcida, Danica _é mascaradinha, mas é uma gracinha e seria mais notícia.

Escrito por Fábio Seixas às 11h41

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Flagrante urbano

Não, não tem nada a ver com automobilismo, a não ser o fato de que é ao lado de uma lojinha de rodas e calotas de segunda (terceira, quarta, quinta...) mão.

 

 

É no meu caminho diário para o jornal. E confesso que demorei algum tempo para captar a mensagem. Brasil-sil-sil!

Escrito por Fábio Seixas às 09h19

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60 anni

Em 1988, o maior choque da década perdida da Scuderia: em 14 de agosto daquele ano, aos 90, morre Enzo Ferrari, o homem que transformou seu nome em mito e que fez de suas máquinas símbolos de prestígio, excelência e velocidade. Um homem que entrou para a história.

 

 

 

Na F-1, a McLaren venceu todos os GPs, menos um: exatamente o GP da Itália, duas semanas após a morte do comendador. O resultado em Monza, dobradinha ferrarista com Berger e Alboreto. O italiano fez, ainda, a melhor volta da corrida _havia três anos ele não cravava uma volta mais rápida.

 

Não, não acredito em tantas coincidências...

Escrito por Fábio Seixas às 09h06

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Sexta, coluna

Ontem escrevi no blog sobre a vantagem que Massa (ainda) tem sobre Raikkonen quando o assunto é a intimidade com os pneus da Bridgestone.

 

Mas o brasileiro trabalha para conseguir outro trunfo. E é esse o tema da coluna de hoje na Folha, aqui.

Escrito por Fábio Seixas às 08h34

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Vovô no volante

O motorista de ônibus escolar aí embaixo te parece familiar?
                                                                                          Reprodução "The Mail on Sunday"
 
O nome dele é Davidson. Tem 77 anos. Vive em Grand Roy, em Granada. E é avô da mais explosiva sensação da F-1 nos últimos anos, Lewis Hamilton.
 
O inglês "The Mail on Sunday" decidiu fazer jornalismo. Enviou um repórter a Granada para investigar as raízes da família Hamilton. O resultado, uma matéria divertidíssima.
 
Vovô Hamilton conta que gostava de acelerar na juventude e que era conhecido como "a coisa mais veloz da costa oeste" da ilha caribenha. Até que, quando emigrou para a Inglaterra, nos anos 50, levou uma multa de trânsito. De lá para cá, passou a maneirar no acelerador. Hoje, não passa dos 50 km/h.
 
O melhor da história é o apelido dele, "Slowcoach", algo como "Ônibus lerdo". Demais, não?

Escrito por Fábio Seixas às 19h24

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Corrida de US$ 1 milhão na Stock

A direção da Stock Car acaba de anunciar que realizará, no ano que vem, uma prova de US$ 1 milhão.
 
Segundo o Márcio Fonseca, assessor de imprensa sempre atento e que não se limita ao relato dos feitos de seus clientes, a promessa foi feita pelo publicitário Nizan Guanaes, do Grupo Ypy, e por Carlos Col, da Vicar.
 
O prêmio será dado à equipe que vencer uma corrida no Rio de Janeiro. O calendário do ano que vem, claro, ainda não foi preparado. A idéia é que a prova tenha formato especial, com a participação de pilotos estrangeiros.
 
“Queremos transformá-la na data mais aguardada da Stock Car. Entre as idéias que poderão ser estudadas está a presença de pilotos convidados de séries de prestígio internacionais, como o DTM e a Nascar, que é a nossa principal inspiração. Mesmo com a possível vinda de gente de fora, a corrida contaria pontos para o campeonato", disse Col.
 
Um fenômeno, a Stock. Eu não estava na entrevista coletiva agora pela manhã e espero que algum colega tenha feito a seguinte pergunta: "De onde vem tanto dinheiro?"
 
Se alguém fez e se uma resposta foi dada, eu posto aqui, com o devido crédito.

Escrito por Fábio Seixas às 12h23

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O trunfo de Massa

Raikkonen encontrou sua explicação para o fato de não estar isolado na liderança do Mundial.

 

“Ter 22 pontos no campeonato é bom, mas acho que poderia ter 30. Não posso negar que meu maior problema tem sido o treino classificatório”, disse o finlandês. “Meu ritmo de corrida está bom, e posso lutar de igual para igual com qualquer um. Mas quanto à classificação, em conseguir uma boa volta lançada, ainda não estamos lá.”

 

Concordo. Tanto que imaginei que ele estivesse com estratégia diferente em relação ao companheiro de Ferrari no Bahrein. Não é normal um piloto como Raikkonen levar quase meio segundo de um piloto como Massa.

 

E por que isso vem acontecendo?

 

Para mim, por um simples motivo. Cinco meses atrás, o finlandês usava pneus Michelin. E para conseguir uma boa volta lançada, uma volta de pole position, talvez não haja nada tão fundamental como conhecer os sapatos que seu carro está usando.

 

Está aí, por enquanto, o trunfo de Massa na disputa interna.

Escrito por Fábio Seixas às 09h28

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60 anni

Sem nenhuma cerimônia e/ou explicação (precisa?), a Ferrari ignorou 85 e 86 no livreto dos 60 anos.

 

Pulou direto para 87 e, mais uma vez, deixando a F-1 de lado. A homenagem ficou com o lançamento da F40, no Salão de Frankfurt.

 

 

A F40 foi a primeira Ferrari que vi na minha frente. Não lembro o ano. Eu era adolescente e fui com meu tio Neto e meu primo André ao Salão do Automóvel do Anhembi.

 

E, sim, engrossei aquele bolo de moleques espremidos diante do carrão, tirando fotos e mais fotos. 

 

Pois é, a primeira Ferrari a gente nunca esquece...

Escrito por Fábio Seixas às 09h08

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Bangue-bangue

Num país aí que cultua armas de fogo, menos de 24 horas antes do massacre no Instituto Tecnológico da Virgínia...
                                                                                             Mike Stone - 15.abr.2007/Reuters
Jeff Burton comemora vitória na Nascar, no último domingo

Escrito por Fábio Seixas às 19h45

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Sobre a Stock Car

Meia centena de pilotos participou dos dois dias de testes da Stock em São Paulo, ontem e hoje.

Amanhã será dia de entrevistas coletivas, tapinhas nas costas, empadinhas e refrigerantes para a imprensa. Na sexta-feira, enfim, o campeonato começa em Interlagos, com os primeiros treinos.
 
Nem todos os 50 estão inscritos no campeonato. E nem todos os que estão inscritos conseguirão largar. Neste ano, o regulamento estipula um grid máximo de 38 carros. Sábia decisão, que tirará de cena pilotos medonhos que se apoiavam nos status de suas carteirinhas da CBA para alardear o direito de correr na principal categoria do país.
 
Já dei minha opinião sobre a Stock aqui algumas vezes e continuarei fazendo-o. Em suma, considero a competição razoável, mas fraca tecnicamente. Por baixo das carenagens Volkswagen, Chevrolet, Mitsubishi e Peugeot, os carros são todos iguais, o que levou o amigo Flávio Gomes a batizá-la brilhantemente de "multibolha" _uma brincadeira com o propalado "multimarcas". O nível de alguns pilotos também deixava a desejar, mas aí admito que o cenário está mudando. A organização também, vira e mexe, pisa na bola com o público. Críticas pontuais são e serão sempre publicadas aqui e, para isso, conto com a valiosa ajuda dos internautas que freqüentam os autódromos Brasil afora. Por fim, há uma megadependência do esquema global _ou você acha que tantas marcas estariam lá se não fosse o espaço cativo nos telejornais da maior emissora de TV do país?
 
Mas há, claro, a parte boa. É automobilismo, afinal.
 
O que me preocupa mesmo é ver tanta gente, tanta marca, tanto dinheiro na Stock e quase nada nas moribundas categorias de monopostos que restam por aqui, a F-3 e a F-São Paulo, espólio da F-Renault. Mas até aí, não é culpa da Stock. Ninguém é culpado por querer _e conseguir_ crescer.
 
A culpa é toda da sonolenta CBA, que fica se apoiando no discurso de que é apenas "responsável técnica e desportiva pelo automobilismo brasileiro" quando deveria, de fato, organizar. É isso o que fazem, bem ou mal, as outras confederações esportivas do país.
 
A propósito, Ingo Hoffmann foi o mais rápido nos dois dias de testes, com 1min41s204, 0s194 mais veloz que Thiago Camilo. Na sequência, fechando o "top ten", ficaram Rodrigo Sperafico, Antonio Jorge Neto, Rubens Fontes, Luciano Burti, Daniel Serra, Cacá Bueno, Giuliano Losacco e Valdeno Brito.

Escrito por Fábio Seixas às 19h22

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Vida de aposentado

Vocês acham que Schumacher está lá muito preocupado com o crescimento da McLaren, a disputa interna na Ferrari, os rumos do Mundial?
 
Não é o que parece...
                                                                                Reprodução Bild
 
O alemão está com a família toda em South Beach, Miami, curtindo um solzinho e jogando frisbee e biribol com as crianças. É o que informa o site da "Gazzetta dello Sport", citando o "Bild", ambos citados aqui.
 
Este nosso mundinho está ficando cada vez menor e mais rápido.

Escrito por Fábio Seixas às 18h11

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Enquanto isso, na Nascar...

Mais uma das F1 Girls...
 

Escrito por Fábio Seixas às 16h44

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E se...?

Há um ano, lembra a "Autosport", Todt veio a público negar os boatos que indicavam negociações entre Schumacher e a Renault.
 
"Todt ri da ligação Schumacher-Renault", era o título da nota no site da revista.
 
"É um nonsense dos maiores", dizia o francês naquele 18 de abril.
 
Não sei se era. Talvez não. Se eu fosse a Renault, ou qualquer outra equipe, teria ido atrás do alemão, mesmo que para ouvir um "não" como resposta. Não custa tentar. Vai que ele diz "sim". Já pensou?
 
Pois é, eu pensei. Era nisso que eu estava pensando agora. E se a Renault tivesse ido atrás de Schumacher e ele tivesse topado?
 
Além das duplas de McLaren e Ferrari, o Mundial teria um quinto elemento, Schumacher numa Renault mais ou menos, lutando pelo título. O campeonato seria ainda mais interessante.

Sei lá. Devaneios de uma quarta-feira bem atrapalhada, à espera de uma noite ainda mais corrida. "A Hard Day's Night" não sai de minha cabeça...

Escrito por Fábio Seixas às 16h15

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"Pit Stop" no ar

Está no ar o “Pit Stop” de hoje.

 

Muita conversa sobre a vitória de Massa no Bahrein e uma entrevista com Enrique Bernoldi, ex-F-1, hoje na Stock Car.

 

O link, aqui.

Escrito por Fábio Seixas às 18h36

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Que tal um "Pit Stop"?

Hoje, às 14h30, tem “Pit Stop”, com piloto de F-1 participando.

 

O link para assistir ao vivo é este aqui.

 

Perguntas, comentários, sugestões, críticas no uolnewsformula1@uol.com.br

Escrito por Fábio Seixas às 10h27

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Eterno enquanto dura

Em entrevista ao “Gulf News”, do Bahrein, Fisichella enfim colocou-se na batalha por um recorde da F-1.

 

Disse que pretende correr por pelo menos mais quatro temporadas na categoria e que quer “bater esse recorde antes de pensar em deixar o esporte”.

 

Não, o italiano não se refere a nenhum paradigma de performance _ele sabe de suas limitações. Ele fala da marca de longevidade.

 

Hoje, ele tem 180 GPs. O recorde pertence a outro italiano, Riccardo Patrese, que disputou 256 corridas e experimentou cockpits de três décadas diferentes: de 1977 a 1993.

 

Acho que Fisichella não consegue. Se não for demitido ao longo desta temporada, faltariam, ao fim do ano, mais 63 GPs para ele superar o compatriota. As quatro temporadas a que ele se refere. Sinceramente, não o vejo correndo na F-1 em 2011.

 

E há outro probleminha: Barrichello. O brasileiro está a 21 GPs de superar Patrese. Se correr os 14 deste ano, superará Schumacher e fechará 2007 já como o vice-líder na estatística.

Brasil-sil-sil!

Escrito por Fábio Seixas às 10h14

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O piloto, o pianista, o troféu e o mico

Alguém viu Massa no “Bem, Amigos”, ontem?

 

Eu vi. Infelizmente. Não por Massa, bem humorado e sóbrio nas declarações, sem entrar em perguntas-armadilhas. Como sempre.

 

O problema foi o mico que fizeram o rapaz segurar no fim de sua participação.

 

Troféu do Bahrein nas mãos, sentado em uma poltrona na casa da namorada em São Paulo, Massa ficou por alguns minutos olhando para a câmera, sem saber o que fazer, enquanto um pianista cujo nome não lembro, no estúdio, executava o “Tema da Vitória”, com todo o rebuscamento do mundo.

 

Fiquei com a impressão de que estavam tentando fazer o rapaz chorar. E que, simultaneamente, tentavam passar a seguinte mensagem: “este, povo sofrido e desamparado, é o novo salvador da pátria”.

 

Como disse uma amiga agora há pouco, sabe quando você se enterra no sofá, diante da TV, constrangido por outra pessoa? Pois é...

Escrito por Fábio Seixas às 09h29

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Conversa vai, conversa vem...

Escrito por Fábio Seixas às 09h02

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60 anni

Em 1984, com Alboreto e Arnoux, a Ferrari foi vice entre os Construtores da F-1, mas com quase um terço dos pontos da campeã, a McLaren: 143,5 a 57,5.

 

No Mundial de Pilotos, o italiano foi o quarto. Arnoux ficou em sexto.

 

A solução, mais uma vez, foi apelar para o lado comercial da Scuderia.

 

Se bem que, convenhamos, a Testarossa, apresentada no Salão de Paris daquele ano, merece mesmo uma homenagem.

Escrito por Fábio Seixas às 08h48

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Youtube do dia

Já tive problemas com Martin Brundle. Anos atrás, no grid de Suzuka, coloquei o microfone de carona numa entrevista dele com o Button. O ex-piloto, atual dublê de repórter de luxo da ITV, não curtiu. Disfarçadamente, deu um tranco o cabo do meu microfone, que caiu no chão. Tudo bem. Levou o troco: um empurrão no cinegrafista, que certamente perdeu o foco. Estávamos ao vivo, ele e eu.
 
Ah, sim. Às vezes, quando eu estava entrevistando algum brasileiro e ele aguardava na fila para falar com o piloto em inglês, eu estendia o bate-papo em algumas perguntas. Azar dele não saber nosso idioma. Se soubesse, poderia até tentar uma carona.
 
É... Às vezes, no "pega-pra-capar", acontece dessas coisas.

(Em tempo, é normal, no grid, um repórter pegar carona na entrevista do outro. É claro que você não pode cortar o colega. Mas emprestar para outro as respostas do seu entrevistado é normal, sinal de camaradagem. Mas Brundle não é jornalista, era piloto mimado, dá pra entender.)
 
Bem, não estou aqui para criticar o inglês. E sim para elogiar. Ele e a ITV. Que fazem F-1 do jeito certo. O que inclui o "grid walk" antes das corridas.
 
Em resumo, ele anda de uma ponta a outra do grid falando com quem vem pela frente. E todo mundo fala com ele, claro, afinal é da "tchurma".
 
Abaixo, o "grid walk" do Bahrein.
 
Brundle fala, ao vivo, com Anthony Davidson, com o príncipe do Bahrein, com David Richards, com Jamie Cullum _é puxado por um assessor para falar com o músico_, com um chato que não imagino quem seja e que faz uma piadinha sem graça sobre a semelhança física entre Cullum e Massa, com um artista puxa-saco que deve ser bem importante, afinal tem umas 12 credenciais no pescoço, e com Bernie Ecclestone, claro.
 
Ah, sim. Ele diz que não quer falar com Lewis Hamilton, para não atrapalhar a concentração do inglês _e a concentração dos outros? E é afugentado pelo Luca Colajanni, assessor da Ferrari, quando tenta entrevistar Massa.
 
Bravo, Luca!
 
 

Escrito por Fábio Seixas às 20h33

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Do Bahrein para São Paulo

O vencedor do GP do Bahrein já está em São Paulo.
 
Chegou hoje, com Rubens Barrichello, no jatinho Legacy do piloto da Honda.
 
À tarde, Massa foi correr _a pé, que fique bem claro, é sua rotina quando está por aqui. À noite, fará uma participação especial no "Bem, Amigos", do Sportv, comandado por Galvão Bueno.

Escrito por Fábio Seixas às 17h35

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Caixa de entrada

Amanhã tem "Pit Stop", no UOL News, com a (provável) participação de um piloto da F-1. Saindo a confirmação, aviso aqui.
 
O assunto central, claro, a vitória de Massa. Perguntas, críticas, opiniões para o e-mail, uolnewsformula1@uol.com.br

Escrito por Fábio Seixas às 14h07

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Ingressos para a Stock

Segue abaixo comunicado da organização da Stock Car, uma prestação de serviço ao torcedor:
 
"Os ingressos para a etapa de abertura da Copa Nextel Stock Car 2007, programada para o dia 22 de abril, no Autódromo Internacional José Carlos Pace, em Interlagos, São Paulo, já estão à venda. A partir deste ano, o público utilizará o sistema da Ticketmaster, que possibilita a compra por Internet, telefone ou pontos de venda espalhados por todo o país. Este sistema será válido para todas as 12 etapas programadas para a temporada 2007, facilitando bastante o acesso ao ingressos pelos fãs espalhados por todo o país.

Na etapa de São Paulo, o preço do ingresso é R$ 25,00, sendo que estudantes terão desconto de 50% mediante apresentação de carteirinha pelo próprio beneficiário (somente nos pontos de venda e bilheterias do autódromos). Menores de oito anos não pagam desde que acompanhados pelos responsáveis e maiores de 60 pagam meia entrada. As bilheterias de Interlagos funcionarão somente no domingo, a partir das 7 horas.

Pela Internet:
www.ticketmaster.com.br

Central Ticketmaster: por telefone, entrega em domicílio (taxa de conveniência e de entrega): (11) 6846-6000 ou 0300 789 6846* das 9h às 21h - segunda a sábado (custo da ligação é de R$ 0,30 por minuto + impostos de telefone fixo e R$ 0,77 por minuto + impostos de telefone móvel)."

Escrito por Fábio Seixas às 11h51

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A próxima batalha

Ufa! Por ora, acabou o giro da F-1 por lugares inóspitos. Daqui a pouco menos de um mês, começa a fase européia da categoria, com o GP da Espanha.

 

Barcelona será a primeira corrida da temporada em que as equipes poderão usar seus motorhomes. O que fará do paddock uma espécie de “circuito paralelo”, de palco de uma competição velada entre algumas equipes. É menos uma questão de ego, e mais um instrumento para impressionar eventuais patrocinadores e/ou pessoas que interessem.

 

Bom, o “Red Bulletin” de ontem, claro, não deixou passar a ocasião. E publicou, de forma bem-humorada, sua visão de como estará o paddock daqui a três semanas.

 

Os textos são impagáveis. O novo motorhome da McLaren é comparada à base militar “Death Star”, de “Guerra nas Estrelas”. A Red Bull apareceria com uma estrutura maior e um quinto andar dedicado exclusivamente a lutas de mulheres de biquíni na lama. A Toyota levaria à Espanha uma modesta casinha alemã _mas com ouro enterrado no subsolo. O motorhome da Honda seria construído de material reciclável, inspirado num mercado hippie e desenhado por crianças de uma escola primária _aos convidados, serão servidos apenas iogurte natural e lentilhas. E por aí vai...

Escrito por Fábio Seixas às 09h23

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60 anni

Como já escrevi aqui, a Ferrari precisou forçar a barra para encontrar momentos gloriosos na década de 80 no seu livreto sobre os 60 anos da escuderia.

 

Para representar 1983, a barra foi forçada, estrangulada, assassinada. A Ferrari homenageia a célebre visita que o então presidente da Itália, Sandro Pertini, fez à fábrica de Maranello naquele 29 de maio. Urgh.

Escrito por Fábio Seixas às 08h26

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Ferrari x Ferrari

Entre todas as declarações de Massa, pinço uma frase: “Acho que a nova Ferrari não deve nada para a Ferrari antiga”.

 

Sim, ainda deve, é claro que deve. Toda e qualquer equipe de F-1 deve para aquela que foi a máquina mais azeitada da história do automobilismo, a Ferrari que reinou entre 1999 e 2004.

 

Mas não é esse o aspecto mais importante da frase, e sim a carga de pressão que ela carrega.

 

Não sei se é pressão do time, dos patrocinadores, dos acionistas. Ou se é pressão que o próprio Massa se coloca. O fato é que o brasileiro parece sentir a necessidade de provar um ponto. Um ponto dificílimo, porque o padrão de excelência envolve nomes como Schumacher e Brawn.

 

Ele pode até não conseguir. Mas, na busca, pode ganhar muita coisa. Porque não é preciso ser aquele time perfeito para vencer na F-1, ainda mais numa temporada disputada como esta.

 

E quem disse que é ruim ter ambição?

Escrito por Fábio Seixas às 15h24

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Fala, Massa

Segue a íntegra da entrevista de Felipe Massa à imprensa brasileira no Bahrein:

 

A vitória

“Estava faltando um resultado dessa maneira. Acho que depois daquilo que aconteceu nas duas primeiras corridas... Estava faltando alguma coisa. Alguma coisa pra pôr junto, porque a velocidade tinha, o modo de trabalhar com a equipe... Estava tudo certo, mas estava faltando alguma coisa que hoje não faltou. Hoje veio pra somar. E acho que foi uma grande soma. Me ajudou muito no campeonato, me ajudou muito nesta semana, que foi uma semana muito complicada e difícil pra mim. Tomara que a gente continue dessa maneira. Lógico que é um campeonato muito difícil e apertado, olhando as diferenças dos carros. Tomara que a gente continue dessa maneira, com ótimo resultados e do jeito que a gente terminou aqui hoje.”

 

O Mundial

“O campeonato está mais aberto do que nunca. Um campeonato que todas as pessoas esperavam. O público deve estar muito satisfeito e contente de estar assistindo a um campeonato como este. Eu estou contente de estar no meio, na briga, é lógico. Espero conseguir tirar um pouco mais e trabalhar mais forte ainda com a equipe, o que é importante. O campeonato inteiro vai ser muito disputado.”

 

A emoção

“A gente fica emocionado depois de um resultado como esse. Foi um resultado emocionante não só pra mim como para todos os integrantes da equipe, meu engenheiro, meu segundo engenheiro... E todas as pessoas que bolaram a estratégia, que foi perfeita. Acho que a nova Ferrari não deve nada para a Ferrari antiga. E eu acredito que a gente tem tudo para continuar melhorando o carro e continuar trabalhando para melhorar, igual era o ano passado. Foi um dia sensacional, um dia perfeito, graças a todos eles também.”

 

A torcida no Brasil

“É muito legal e bonito e tenho certeza que isso faz com que eu tenha ainda mais força pra continuar trabalhando e brigando. A gente sabe que o trabalho de um piloto não é fácil, é bem difícil. Mas é emocionante. Espero continuar neste momento, brigando por vitórias e conquistando as vitórias e, quem sabe, brigando pelo campeonato até o final. Se depender de vontade, não falta nenhum pouco.”

 

As críticas após o erro na Malásia

“Acho que a melhor resposta é na pista. Acho que fora da pista as palavras não são o mais importante. A melhor resposta é aquilo que a gente fez ontem, aquilo que a gente fez hoje. Vamos tentar continuar dessa maneira e brigando, lógico, pelo campeonato. Tenho certeza que as pessoas que criticaram, criticaram até demais, e amanhã com certeza vão aplaudir.”

 

Disputa na equipe

“Ninguém tem primeiro piloto. Num campeonato como esse, não pode ter. Os dois têm que trabalhar fora da pista, os dois juntos, para colocar na pista um carro melhor que o da concorrência.”

Escrito por Fábio Seixas às 15h07

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Livro dos recordes

Ok, saciando a curiosidade da turma.

 

O recordista de “hat tricks” é, sim, Schumacher: 22.

 

Clark aparece em segundo, com 11. Depois, vêm Fangio (9), Prost (8) e Senna (7).

Escrito por Fábio Seixas às 14h44

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Fala, Alonso

À inglesa ITV, o bicampeão do mundo disse o seguinte:

 

“Eu simplesmente não estava competitivo. Eu não conseguia fazer as minhas voltas no ritmo certo. O objetivo é sempre estar no pódio, e hoje não consegui. Eu não tinha confiança no carro e a aderência, de uma maneira geral, estava muito ruim. Meu carro saía de frente e de traseira ao mesmo tempo, e não conseguimos solucionar isso durante a corrida.”

 

Não, ele não estava com uma cara feliz.

Escrito por Fábio Seixas às 11h44

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Um fim de semana perfeito

Mais uma conquista para Massa comemorar: com a pole, a vitória e a volta mais rápida, o brasileiro conseguiu no Bahrein o primeiro “hat trick” de sua carreira na F-1.

 

Foi a primeira vez que dominou um fim de semana com tanta propriedade. Foi seu primeiro fim de semana perfeito na categoria máxima do automobilismo.

 

É uma mosca-branca, algo muitíssimo complicado de conseguir. O bicampeão Alonso, por exemplo, só obteve isso uma vez na carreira, em Silverstone, no ano passado. Raikkonen só sentiu esse gostinho neste ano, na Austrália. Barrichello, duas vezes: Silverstone-2003 e Monza-2004.

 

O recordista, com incríveis 22 “hat tricks”, exatamente o dobro do antigo detentor do recorde? Ah, aposto que você sabe.

Escrito por Fábio Seixas às 11h21

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Preliminar complicada

No corre-corre da F-1, não falamos da GP2. Falemos, pois.

 

Nicolas Lapierre, da DAMS, venceu, na preliminar do GP do Bahrein, a segunda etapa da GP2.

 

O francês largou em segundo, ultrapassou Borja Garcia ainda na primeira volta e seguiu tranqüilo para sua primeira vitória na categoria.

 

No segundo pelotão, a coisa foi mais agitada. Caótica, até. Andreas Zuber, por exemplo, acertou Lucas di Grassi e os dois saíram da corrida. Bruno Senna não conseguiu desviar e estampou a dupla, causando um engarrafamento atrás de si.

 

O safety-car entrou, o que não impediu que Antonio Pizzonia acertasse a traseira de Giorgio Pantano. Outros dois a menos na corrida.

 

Senna, que caiu para o fundo da turma, ainda conseguiu fazer uma boa prova e terminou em oitavo. No balanço do fim de semana, ele foi o brasileiro de maior destaque. Além dele, só Xandinho Negrão, em 15o, terminou a prova entre o quinteto do país.

 

Lucas Filippi, que venceu a primeira prova no Bahrein, lidera o campeonato, com 16 pontos, dois a mais que Timo Glock. Depois vêm Lapierre (8 pontos), Zuber (6) e Senna (5).

Escrito por Fábio Seixas às 11h09

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Hamilton, Alonso, Barrichello...

O que mais aconteceu no Bahrein? Muita coisa. A começar por algumas efemérides.

 

Desde 2003, a F-1 não via três vencedores diferentes nas três primeiras corridas. Naquele ano, Coulthard venceu na Austrália, Raikkonen ganhou na Malásia e Fisichella, no Brasil. O que não adiantou muito para tornar o campeonato equilibrado. Schumacher venceu a quarta prova, a quinta, a sexta...

 

Hamilton se tornou o primeiro estreante da história da F-1 a subir ao pódio nos três primeiros GPs. O que mais me impressiona no inglês é a serenidade em momentos normalmente complicados para novatos, como as largadas, como os momentos de pressionar e se pressionado. O tão propalado “controle mental” dele é impressionante. Sim, já dá pra dizer: está aí um futuro campeão.

 

Desde 1999, o Mundial não é disputado abertamente por quatro pilotos. Sim, naquele ano, Hakkinen, Irvine, Coulthard e Frentzen tinham chances matemáticas de título faltando poucas etapas para o fim do campeonato. Pelo andar da carruagem, a coisa, neste ano, será ainda mais acirrada. Ainda bem.

 

Ainda não li as explicações de Alonso. E ele deve ter várias. Porque sua corrida foi estranha, para dizer o mínimo.

 

A BMW é a terceira força do campeonato, isso também já dá para afirmar. E, na disputa interna, surpreendentemente o Kubica está apagado. A ultrapassagem do Heidfeld sobre o Alonso, na 32a volta, foi um dos pontos altos da temporada até agora.

 

Primeiro no rádio da Honda e depois em entrevista ao Júlio Gomes, da Bandeirantes e da BandNews FM, Barrichello acabou com o carro da Honda. “Não dá para guiar um carro assim”, disse, na transmissão interceptada pela FIA. “É o pior carro que já guiei em uma corrida. Está na hora de um carro novo”, disse, em português claro.

Escrito por Fábio Seixas às 10h57

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Massa e sua vitória mais importante

Quem disse que não aprendemos com os erros? Ou que os erros não servem para refrescar nossa memória?

 

É claro que Massa sabe o que fazer numa largada. Na Malásia, estava esquecido. Valeu o susto. No Bahrein, fez direitinho.

 

O brasileiro não deu chances para Hamilton nos primeiros metros. Defendeu-se bem e, seguido de perto pelo inglês, manteve a calma, a concentração, a liderança.

 

Um pouco mais atrás, Alonso aproveitou uma saída de frente de Raikkonen, deu o bote e tomou a terceira posição. Mas estava lento, o espanhol. O que me deixou com a pulga atrás da orelha até o primeiro pit. Dava a impressão que ele estava com mais gasolina e que tentaria repetir, em 2007, a vitória estratégica que teve em 2006.

 

Não foi assim. O carro de Alonso estava lento mesmo. E, ao sair da primeira janela de pits em primeiro lugar, Massa conquistou a primeira vitória da temporada, a terceira na carreira.

 

De longe, a vitória mais significativa. A da Turquia foi a primeira e, por isso, especial. A do Brasil, por motivos óbvios, foi especialíssima. A de hoje, porém, pode ter definido o futuro do campeonato e do próprio Massa na categoria.

 

Porque ele se recolocou na ponta da tabela, com 17 pontos, 5 a menos que Alonso, Raikkonen e Hamilton _sim, um tríplice empate na liderança.

 

Porque agora ele terá quase um mês para refletir, pensar e trabalhar até a próxima corrida, na Espanha.

 

Mas, principalmente, porque ele tirou um caminhão de peso dos ombros. E disse isso na coletiva pós-GP.

 

“Esse intervalo até Barcelona será ótimo para trabalhar muito duro. Será ótimo, também, ver que as pessoas não estarão mais falando tão mal de mim. Acho que não tem jeito melhor de acabar uma corrida, largando na frente, abrindo, colocando volta mais rápida sobre volta mais rápida. Agora é pegar o ritmo e continuar nesse momento espetacular. A gente sabia que a velocidade estava lá. Agora quem sabe a gente não coloca as coisas no lugar. Um grande beijo para todo mundo no Brasil.”

Escrito por Fábio Seixas às 09h44

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Renault, a decepção

Em 2004, a BAR foi vice-campeã da F-1. Ou a campeã do resto. Porque, lá na frente, ficou uma sobrenatural Ferrari, com 262 pontos. Naquele ano, o time ainda de propriedade da BAT, multinacional de cigarros, somou 199, 14 a mais que a Renault.

 

De lá para cá, pouco fez. Foi sexto em 2005 e quarto no ano passado. Muito pouco. O que até me leva a desconfiar que o vice-campeonato de 2004 foi para japonês ver. Ou melhor, comprar.

 

O fato é que a Honda (ou BAR) nunca fez nada de muito excepcional e, portanto, nunca despertou expectativas fabulosas. É claro que Button, Barrichello, Fry e Gil estão chateados com a atual fase, mas a Honda é isso aí.

 

Decepção, decepção mesmo, é a Renault. Bicampeã mundial, é hoje a quarta colocada no campeonato. E sem perspectivas de melhora.

 

Tanto que Fisichella admitiu que a equipe não tem chances de lutar pelo título. Isso com 2 das 17 etapas disputadas.

 

Tanto que Briatore, que não esconde o jogo, afirmou que o time não entende os seus problemas. “E esse é nosso maior problema”, admitiu.

 

Assim, fica difícil melhorar. A BMW agradece.

Escrito por Fábio Seixas às 18h47

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Superstar

Paul Tracy, aquele mesmo, bateu hoje no treino matinal da Champ Car em Long Beach. Bateu forte, na curva 1, sofreu uma lesão na primeira vértebra lombar e está fora da corrida. Será substituído já neste fim de semana por Oriol Servia, espécie de Roberto Moreno dos tempos modernos.

 

Da assessoria da Champ Car, no original: ”Champ Car superstar and America’s leading active open-wheel driver in terms of starts, wins and laps led, Paul Tracy...”

 

Sim, eles consideram Paul Tracy um “superstar”. Que o canadense recupere-se e volte rápido às pistas, pois. Do contrário, a julgar pelo teor do comunicado, a categoria está lascada. Mais.

Escrito por Fábio Seixas às 18h30

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Atenção na largada!

Hamilton não curtiu as promessas de Massa de fazer uma largada agressiva.

 

Disse que o brasileiro está tentando intimida-lo e que sabe exatamente o que precisará fazer na primeira curva.

 

“Eu também serei agressivo. Como sempre sou. Mas estarei prestando atenção para que essa agressividade não cause problemas nem a mim nem ao Fernando”, lançou o novato-sensação da McLaren.

 

O inglês é bom, muito bom para falar. E normalmente cumpre o que diz.

 

Massa não vai aliviar, Hamilton ficou com o brasileiro atravessado. Estou achando que vai sair faísca nessa largada.

Escrito por Fábio Seixas às 12h40

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Fala, Barrichello

Barrichello também falou com a brasileirada lá em Sakhir:

 

“Quando, na semana passada, eu disse que a gente tinha que melhorar nos treinos, era justamente almejando os 15 primeiros. É o que dá para fazer com o que a gente tem. Estamos distantes dos dez primeiros, mas é a participação que a gente pode ter. Não dá pra ficar contente, mas dá para projetar uma corrida onde talvez a gente tenha uma mínima chance de lutar por pontos.”

 

Perceberam a sutileza da última frase?

TALVEZ a Honda tenha uma MÍNIMA chance de LUTAR por pontos na prova. É o que escrevi ontem. Com esse carro (que, sim, carrega uma dose de culpa dos pilotos, que não o desenvolveram) não dá para fazer mais nada. Só ferro-velho. 

Escrito por Fábio Seixas às 12h25

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Fala, Massa

Massa falou agora há pouco aos repórteres brasileiros no Bahrein.

 

Disse o seguinte:

 

Na semana passada eu imaginava que o domingo fosse ser diferente do que foi. Hoje eu sei que a gente tem que conquistar também o domingo, e não só o sábado. Agora precisamos nos concentrar no domingo para buscar o resultado que a gente quer. A gente sabe como funciona, a gente sabe do esporte que a gente corre e o que precisa fazer para buscar alguma coisa. A experiência... Vamos ver se a experiência agora me ajuda a fazer uma ótima corrida.”

 

“Eu acho que falta alguma coisa. Não é nem a consistência. Na Malásia, na sexta-feira, e ontem, aqui no Bahrein, eu fui o mais rápido na preparação do carro para a corrida. A consistência está lá, a velocidade também. Faltaram algumas coisinhas nas últimas corridas, vamos ver se elas não faltam aqui.”

 

“Na largada, aqui normalmente o lado externo é melhor. É o lado em que vou largar. Mas a gente sabe as coisas que podem acontecer numa largada. Na última largada, talvez tenha faltado um pouco de agressividade. A gente abriu espaço demais, não só eu, mas o Kimi também. Temos que fazer como a McLaren está fazendo."

O segredo será dosar essa relação “agressividade” x “concentração no domingo”.

Escrito por Fábio Seixas às 12h13

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Senna estréia bem

Luca Filippi, coadjuvante na pré-temporada, venceu a abertura da GP2.

 

Largando da pole, o italiano da SuperNova dominou toda a corrida e só perdeu a liderança de forma momentânea durante os pit stops. Não foi ameaçado em nenhum momento.

 

O segundo foi Timo Glock, que largou em sétimo e, na sua escalada-relâmpago ao pelotão da frente, envolveu-se num quiprocó com Xandinho Negrão. Ainda não vi a imagem, não tenho como opinar. O fato é que o brasileiro levou a pior.

 

Em terceiro chegou o companheiro do alemão, Andreas Zuber.

 

O quarto colocado, e aí está a notíca para o Brasil, foi Bruno Senna, o melhor estreante na corrida. Nunca um brasileiro havia estreado tão bem na GP2. Logo 1s6 depois, Lucas di Grassi cruzou a linha de chegada.

 

Antonio Pizzonia foi o 16o. Negrão e Sergio Jimenez abandonaram.

 

Bruno começou com o pé direito. Impressionante, esse rapaz. Há três anos, nunca havia sentado num carro de corrida. Hoje, já quase belisca o pódio na categoria-escola da F-1.

 

Sobrenome não corre sozinho. Tudo bem, Bruno está correndo. E ainda tem a ajuda extra do sobrenome. Chegará à F-1. Em 2008 ou 2009. Aí, a história é outra, não dá para prever.

 

Amanhã tem mais GP2.

Escrito por Fábio Seixas às 12h02

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'Um campeonato diferente', o objetivo do pole

Massa, há instantes, na entrevista coletiva dos três primeiros colocados:

 

“É ótimo estar aqui de novo. Pole position, a segunda consecutiva do ano... Infelizmente não posso dizer o mesmo das corridas. Vamos ver agora se começamos um campeonato diferente, um campeonato pensando principalmente nas corridas. Vamos ver se a gente consegue virar, ganhar um pouco mais de pontos nas corridas que, certamente, não foram como eu imaginava."

Pois é, talvez o susto de Sepang tenha sido válido. No discurso, pelo menos, foi.

Escrito por Fábio Seixas às 08h19

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Massa, pole, vibra pouco. Melhor assim

Massa cravou a pole, mas não vibrou como na Malásia. Porque aprendeu que pole não significa necessariamente vitória. Porque terá a seu lado no grid o atrevido Hamilton. Porque a corrida no Bahrein é sempre complicada.

 

Melhor assim. Talvez o entusiasmo tenha atrapalhado na semana passada.

 

Na primeira degola, poucas surpresas. Se houve alguma, aliás, foi a leve (e, tudo indica, extemporânea) recuperação da Honda. Barrichello e Button escaparam do corte inicial. Os seis que ficaram para trás: Albers, Coulthard, Sutil, Speed, Liuzzi e Sato.

 

Lá na frente, tudo na mesma. Ferrari x McLaren, com lampejos da BMW. Massa foi o mais rápido, com 1min32s443, 0s137 melhor que Hamilton. Alonso ficou em terceiro, seguido por Raikkonen e Heidfeld.

 

Na segunda parte do treino, não teve jeito para a Honda. Button foi o 16o e Barrichello, o 15oOk, era esperado. O vexame maior ficou com a Renault. Por 0s016, Fisichella conseguiu, no sufoco da última volta, se encaixar entre os dez primeiros. Kovalainen, não. Ficou só em 12o. Além da dupla da Honda, fizeram companhia ao finlandês, no segundo corte, Wurz, Davidson e Ralf.

 

Os seis primeiros: Massa, Hamilton, Raikkonen, Heidfeld, Alonso e Kubica.

 

O terceiro bloco começou como sempre, com todo mundo de pneus duros e tanque cheio. E, como sempre, a briga só ficou mais interessante nos últimos minutos. Com Raikkonen e Alonso apagados, o embate aconteceu entre Massa e Hamilton. Foram dois rounds.

 

Logo de cara, o brasileiro cravou a melhor primeira parcial. O inglês descontou na segunda. Na terceira, foram iguais até a primeira casa decimal: 23s1. Nos centésimos e milésimos, o ferrarista construiu sua vantagem, de 0s128.

 

Os dois então foram para os boxes, colocaram pneus novos e foram à pista para o segundo e decisivo round.

 

Massa, aí, foi absoluto. Cravou as três melhores parciais e fechou em 1min32s652. Hamilton ficou no 1min32s935. Uma diferença significativa, de 0s283.

 

Os dois líderes do campeonato dividirão a segunda fila, Raikkonen à frente. Na terceira fila, as duas BMW: Heidfeld e Kubica.

 

O brasileiro tem ótimas chances de vencer. Mas terá que se cuidar na primeira curva. Se fechar a primeira volta na frente, suas chances aumentam consideravelmente. É, de qualquer forma, o favorito. Saindo na pole, com uma Ferrari, não há como ser diferente.

Escrito por Fábio Seixas às 08h14

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Sakhir, 3º treino livre

Será que, além de bom piloto, Hamilton também é profeta?

 

Ontem, ele alertou a F-1 para o bom desempenho da BMW, dizendo que Heidfeld e Kubica podem até mesmo lutar pela pole position, por que não?

 

Pois é. O terceiro treino livre em Sakhir viu uma luta intensa entre Ferrari, McLaren e... BMW.

 

Depois do já tradicional duelinho Massa x Raikkonen x Hamilton (só faltou o Alonso), Heidfeld e Kubica começaram a aprontar no último quarto da sessão.

 

Resumo da história: Hamilton em primeiro, 1min32s543, apenas 0s006 melhor que Raikkonen.  Heidfeld foi terceiro colocado. Kubica, quarto. Davidson, vejam só, apareceu em quinto, seguido por Massa e Alonso.

 

O treino mais confundiu do que explicou alguma coisa.

Escrito por Fábio Seixas às 07h14

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À flor da pele

Thomas Butler é o fotógrafo oficial do "Red Bulletin" e, ontem, após os treinos livres, capturou este flagrante de Felipe Massa.
 
Uma imagem que não requer palavras, que não requer explicações. Porque diz, porque explica tudo.