Fábio Seixas

Automobilismo e pitacos sobre tudo o mais

 

O que Rossi vai aprontar amanhã?

Lá no novo quintal de Bernie, o circuito de Istambul, festa da Yamaha hoje.

 

Nos treinos de ontem, a Ducati, com Casey Stoner, dava toda a pinta de que dominaria o fim de semana. Ledo engano. Hoje, Valentino Rossi e Colin Edwards fizeram os dois primeiros tempos, seguidos por Daniel Pedrosa, de Honda.

 

A melhor Ducati foi a de Stoner, mas só em quarto. Alexandre Barros sai em 13º.

 

O italiano controlou o fim da sessão. Já estava com a pole mas, a poucos minutos do fim, ampliou ainda mais sua vantagem para o americano: 0s149.

 

Qual será a novidade da comemoração de Rossi amanhã? Porque a vitória já parece certa...

 

Já coloquei aqui, mas vale repetir. Assim foi a celebração em Jerez...

Escrito por Fábio Seixas às 10h58

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Kanaan conquista o Japão

Na base da estratégia, Tony ganhou em Motegi.

 

O baiano deu uma de mineiro. Ficou a prova toda ali, em segundo lugar, como quem não queria nada, até o bote final, na última janela de pits. Com mais combustível no tanque, ficou quatro voltas a mais na pista e superou Wheldon, que havia tomado a liderança de Helinho no primeiro trecho da prova.

 

Franchitti foi o terceiro. Castro Neves foi o sétimo e Meira abandonou. Danica? Ah, sim... Fez uma corrida pífia e terminou no 11º lugar.

 

Três corridas, três vencedores diferentes. Esta IRL até está parecendo a F-1, a fórmula da emoção!

Escrito por Fábio Seixas às 03h08

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Youtube do dia

A dica é do Beto Traballi. Uma reportagem da alemã RTL com Massa no condomínio em que o piloto cresceu, em Botucatu, antes do último GP Brasil.
 
Não, não acho que todo mundo fala alemão. Eu não falo, só arranho o suficiente para dar bom dia, boa tarde, pedir a weißbier e a conta. Mas as imagens são curiosas, valeriam a pena mesmo sem o áudio.
 
 
"Para mim a coisa mais engraçada é o locutor falar 'Botucatu' em deutsch", escreveu o Beto.
 
Para mim, é engraçado ver o "rabicho" da matéria, os últimos segundos do vídeo. Com certeza, logo após a reportagem com Massa, a RTL apresentou o país em que ele vive. Sem querer ser repetitivo: Brasil-sil-sil!

Escrito por Fábio Seixas às 14h46

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O novo brinquedinho de Bernie

Bernie Ecclestone, aos 76 anos, parece estar longe de pensar em aposentadoria. O inglês acaba de anunciar, em uma entrevista coletiva, a compra do circuito de Istambul, que neste fim de semana recebe a MotoGP. 
 
O precinho, 130 milhões de euros, cerca de R$ 360 milhões.
 
"É um investimento pessoal. E posso garantir que a F-1 correrá em Istambul até 2021", disse.
 
A história é, no mínimo, curiosa.
 
Ao que parece, o circuito estava mal das pernas devido a uma dívida com a FIA. A FIA da qual ele é vice-presidente...
 
Em 2021, Bernie completará/completaria 91. Será que até lá ele sossega?

Escrito por Fábio Seixas às 11h46

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Os Sete Samurais

Castro Neves, Wheldon, Kanaan, Danica, Hornish, Dixon e Franchitti são, na ordem, os sete primeiros no grid de Motegi, terceira etapa da IRL, com largada na próxima madrugada, à 1h.

 

Independentemente da posição de largada, porém, os sete têm chances iguais de vencer. Pelos carros que dirigem, pelas equipes em que estão, pelo fato de ser um oval, pela duração da prova.

 

Minha aposta, Kanaan. Minha torcida, Danica _é mascaradinha, mas é uma gracinha e seria mais notícia.

Escrito por Fábio Seixas às 11h41

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Flagrante urbano

Não, não tem nada a ver com automobilismo, a não ser o fato de que é ao lado de uma lojinha de rodas e calotas de segunda (terceira, quarta, quinta...) mão.

 

 

É no meu caminho diário para o jornal. E confesso que demorei algum tempo para captar a mensagem. Brasil-sil-sil!

Escrito por Fábio Seixas às 09h19

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60 anni

Em 1988, o maior choque da década perdida da Scuderia: em 14 de agosto daquele ano, aos 90, morre Enzo Ferrari, o homem que transformou seu nome em mito e que fez de suas máquinas símbolos de prestígio, excelência e velocidade. Um homem que entrou para a história.

 

 

 

Na F-1, a McLaren venceu todos os GPs, menos um: exatamente o GP da Itália, duas semanas após a morte do comendador. O resultado em Monza, dobradinha ferrarista com Berger e Alboreto. O italiano fez, ainda, a melhor volta da corrida _havia três anos ele não cravava uma volta mais rápida.

 

Não, não acredito em tantas coincidências...

Escrito por Fábio Seixas às 09h06

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Sexta, coluna

Ontem escrevi no blog sobre a vantagem que Massa (ainda) tem sobre Raikkonen quando o assunto é a intimidade com os pneus da Bridgestone.

 

Mas o brasileiro trabalha para conseguir outro trunfo. E é esse o tema da coluna de hoje na Folha, aqui.

Escrito por Fábio Seixas às 08h34

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Vovô no volante

O motorista de ônibus escolar aí embaixo te parece familiar?
                                                                                          Reprodução "The Mail on Sunday"
 
O nome dele é Davidson. Tem 77 anos. Vive em Grand Roy, em Granada. E é avô da mais explosiva sensação da F-1 nos últimos anos, Lewis Hamilton.
 
O inglês "The Mail on Sunday" decidiu fazer jornalismo. Enviou um repórter a Granada para investigar as raízes da família Hamilton. O resultado, uma matéria divertidíssima.
 
Vovô Hamilton conta que gostava de acelerar na juventude e que era conhecido como "a coisa mais veloz da costa oeste" da ilha caribenha. Até que, quando emigrou para a Inglaterra, nos anos 50, levou uma multa de trânsito. De lá para cá, passou a maneirar no acelerador. Hoje, não passa dos 50 km/h.
 
O melhor da história é o apelido dele, "Slowcoach", algo como "Ônibus lerdo". Demais, não?

Escrito por Fábio Seixas às 19h24

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Corrida de US$ 1 milhão na Stock

A direção da Stock Car acaba de anunciar que realizará, no ano que vem, uma prova de US$ 1 milhão.
 
Segundo o Márcio Fonseca, assessor de imprensa sempre atento e que não se limita ao relato dos feitos de seus clientes, a promessa foi feita pelo publicitário Nizan Guanaes, do Grupo Ypy, e por Carlos Col, da Vicar.
 
O prêmio será dado à equipe que vencer uma corrida no Rio de Janeiro. O calendário do ano que vem, claro, ainda não foi preparado. A idéia é que a prova tenha formato especial, com a participação de pilotos estrangeiros.
 
“Queremos transformá-la na data mais aguardada da Stock Car. Entre as idéias que poderão ser estudadas está a presença de pilotos convidados de séries de prestígio internacionais, como o DTM e a Nascar, que é a nossa principal inspiração. Mesmo com a possível vinda de gente de fora, a corrida contaria pontos para o campeonato", disse Col.
 
Um fenômeno, a Stock. Eu não estava na entrevista coletiva agora pela manhã e espero que algum colega tenha feito a seguinte pergunta: "De onde vem tanto dinheiro?"
 
Se alguém fez e se uma resposta foi dada, eu posto aqui, com o devido crédito.

Escrito por Fábio Seixas às 12h23

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O trunfo de Massa

Raikkonen encontrou sua explicação para o fato de não estar isolado na liderança do Mundial.

 

“Ter 22 pontos no campeonato é bom, mas acho que poderia ter 30. Não posso negar que meu maior problema tem sido o treino classificatório”, disse o finlandês. “Meu ritmo de corrida está bom, e posso lutar de igual para igual com qualquer um. Mas quanto à classificação, em conseguir uma boa volta lançada, ainda não estamos lá.”

 

Concordo. Tanto que imaginei que ele estivesse com estratégia diferente em relação ao companheiro de Ferrari no Bahrein. Não é normal um piloto como Raikkonen levar quase meio segundo de um piloto como Massa.

 

E por que isso vem acontecendo?

 

Para mim, por um simples motivo. Cinco meses atrás, o finlandês usava pneus Michelin. E para conseguir uma boa volta lançada, uma volta de pole position, talvez não haja nada tão fundamental como conhecer os sapatos que seu carro está usando.

 

Está aí, por enquanto, o trunfo de Massa na disputa interna.

Escrito por Fábio Seixas às 09h28

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60 anni

Sem nenhuma cerimônia e/ou explicação (precisa?), a Ferrari ignorou 85 e 86 no livreto dos 60 anos.

 

Pulou direto para 87 e, mais uma vez, deixando a F-1 de lado. A homenagem ficou com o lançamento da F40, no Salão de Frankfurt.

 

 

A F40 foi a primeira Ferrari que vi na minha frente. Não lembro o ano. Eu era adolescente e fui com meu tio Neto e meu primo André ao Salão do Automóvel do Anhembi.

 

E, sim, engrossei aquele bolo de moleques espremidos diante do carrão, tirando fotos e mais fotos. 

 

Pois é, a primeira Ferrari a gente nunca esquece...

Escrito por Fábio Seixas às 09h08

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Bangue-bangue

Num país aí que cultua armas de fogo, menos de 24 horas antes do massacre no Instituto Tecnológico da Virgínia...
                                                                                             Mike Stone - 15.abr.2007/Reuters
Jeff Burton comemora vitória na Nascar, no último domingo

Escrito por Fábio Seixas às 19h45

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Sobre a Stock Car

Meia centena de pilotos participou dos dois dias de testes da Stock em São Paulo, ontem e hoje.

Amanhã será dia de entrevistas coletivas, tapinhas nas costas, empadinhas e refrigerantes para a imprensa. Na sexta-feira, enfim, o campeonato começa em Interlagos, com os primeiros treinos.
 
Nem todos os 50 estão inscritos no campeonato. E nem todos os que estão inscritos conseguirão largar. Neste ano, o regulamento estipula um grid máximo de 38 carros. Sábia decisão, que tirará de cena pilotos medonhos que se apoiavam nos status de suas carteirinhas da CBA para alardear o direito de correr na principal categoria do país.
 
Já dei minha opinião sobre a Stock aqui algumas vezes e continuarei fazendo-o. Em suma, considero a competição razoável, mas fraca tecnicamente. Por baixo das carenagens Volkswagen, Chevrolet, Mitsubishi e Peugeot, os carros são todos iguais, o que levou o amigo Flávio Gomes a batizá-la brilhantemente de "multibolha" _uma brincadeira com o propalado "multimarcas". O nível de alguns pilotos também deixava a desejar, mas aí admito que o cenário está mudando. A organização também, vira e mexe, pisa na bola com o público. Críticas pontuais são e serão sempre publicadas aqui e, para isso, conto com a valiosa ajuda dos internautas que freqüentam os autódromos Brasil afora. Por fim, há uma megadependência do esquema global _ou você acha que tantas marcas estariam lá se não fosse o espaço cativo nos telejornais da maior emissora de TV do país?
 
Mas há, claro, a parte boa. É automobilismo, afinal.
 
O que me preocupa mesmo é ver tanta gente, tanta marca, tanto dinheiro na Stock e quase nada nas moribundas categorias de monopostos que restam por aqui, a F-3 e a F-São Paulo, espólio da F-Renault. Mas até aí, não é culpa da Stock. Ninguém é culpado por querer _e conseguir_ crescer.
 
A culpa é toda da sonolenta CBA, que fica se apoiando no discurso de que é apenas "responsável técnica e desportiva pelo automobilismo brasileiro" quando deveria, de fato, organizar. É isso o que fazem, bem ou mal, as outras confederações esportivas do país.
 
A propósito, Ingo Hoffmann foi o mais rápido nos dois dias de testes, com 1min41s204, 0s194 mais veloz que Thiago Camilo. Na sequência, fechando o "top ten", ficaram Rodrigo Sperafico, Antonio Jorge Neto, Rubens Fontes, Luciano Burti, Daniel Serra, Cacá Bueno, Giuliano Losacco e Valdeno Brito.

Escrito por Fábio Seixas às 19h22

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Vida de aposentado

Vocês acham que Schumacher está lá muito preocupado com o crescimento da McLaren, a disputa interna na Ferrari, os rumos do Mundial?
 
Não é o que parece...
                                                                                Reprodução Bild
 
O alemão está com a família toda em South Beach, Miami, curtindo um solzinho e jogando frisbee e biribol com as crianças. É o que informa o site da "Gazzetta dello Sport", citando o "Bild", ambos citados aqui.
 
Este nosso mundinho está ficando cada vez menor e mais rápido.

Escrito por Fábio Seixas às 18h11

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Enquanto isso, na Nascar...

Mais uma das F1 Girls...
 

Escrito por Fábio Seixas às 16h44

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E se...?

Há um ano, lembra a "Autosport", Todt veio a público negar os boatos que indicavam negociações entre Schumacher e a Renault.
 
"Todt ri da ligação Schumacher-Renault", era o título da nota no site da revista.
 
"É um nonsense dos maiores", dizia o francês naquele 18 de abril.
 
Não sei se era. Talvez não. Se eu fosse a Renault, ou qualquer outra equipe, teria ido atrás do alemão, mesmo que para ouvir um "não" como resposta. Não custa tentar. Vai que ele diz "sim". Já pensou?
 
Pois é, eu pensei. Era nisso que eu estava pensando agora. E se a Renault tivesse ido atrás de Schumacher e ele tivesse topado?
 
Além das duplas de McLaren e Ferrari, o Mundial teria um quinto elemento, Schumacher numa Renault mais ou menos, lutando pelo título. O campeonato seria ainda mais interessante.

Sei lá. Devaneios de uma quarta-feira bem atrapalhada, à espera de uma noite ainda mais corrida. "A Hard Day's Night" não sai de minha cabeça...

Escrito por Fábio Seixas às 16h15

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"Pit Stop" no ar

Está no ar o “Pit Stop” de hoje.

 

Muita conversa sobre a vitória de Massa no Bahrein e uma entrevista com Enrique Bernoldi, ex-F-1, hoje na Stock Car.

 

O link, aqui.

Escrito por Fábio Seixas às 18h36

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Que tal um "Pit Stop"?

Hoje, às 14h30, tem “Pit Stop”, com piloto de F-1 participando.

 

O link para assistir ao vivo é este aqui.

 

Perguntas, comentários, sugestões, críticas no uolnewsformula1@uol.com.br

Escrito por Fábio Seixas às 10h27

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Eterno enquanto dura

Em entrevista ao “Gulf News”, do Bahrein, Fisichella enfim colocou-se na batalha por um recorde da F-1.

 

Disse que pretende correr por pelo menos mais quatro temporadas na categoria e que quer “bater esse recorde antes de pensar em deixar o esporte”.

 

Não, o italiano não se refere a nenhum paradigma de performance _ele sabe de suas limitações. Ele fala da marca de longevidade.

 

Hoje, ele tem 180 GPs. O recorde pertence a outro italiano, Riccardo Patrese, que disputou 256 corridas e experimentou cockpits de três décadas diferentes: de 1977 a 1993.

 

Acho que Fisichella não consegue. Se não for demitido ao longo desta temporada, faltariam, ao fim do ano, mais 63 GPs para ele superar o compatriota. As quatro temporadas a que ele se refere. Sinceramente, não o vejo correndo na F-1 em 2011.

 

E há outro probleminha: Barrichello. O brasileiro está a 21 GPs de superar Patrese. Se correr os 14 deste ano, superará Schumacher e fechará 2007 já como o vice-líder na estatística.

Brasil-sil-sil!

Escrito por Fábio Seixas às 10h14

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O piloto, o pianista, o troféu e o mico

Alguém viu Massa no “Bem, Amigos”, ontem?

 

Eu vi. Infelizmente. Não por Massa, bem humorado e sóbrio nas declarações, sem entrar em perguntas-armadilhas. Como sempre.

 

O problema foi o mico que fizeram o rapaz segurar no fim de sua participação.

 

Troféu do Bahrein nas mãos, sentado em uma poltrona na casa da namorada em São Paulo, Massa ficou por alguns minutos olhando para a câmera, sem saber o que fazer, enquanto um pianista cujo nome não lembro, no estúdio, executava o “Tema da Vitória”, com todo o rebuscamento do mundo.

 

Fiquei com a impressão de que estavam tentando fazer o rapaz chorar. E que, simultaneamente, tentavam passar a seguinte mensagem: “este, povo sofrido e desamparado, é o novo salvador da pátria”.

 

Como disse uma amiga agora há pouco, sabe quando você se enterra no sofá, diante da TV, constrangido por outra pessoa? Pois é...

Escrito por Fábio Seixas às 09h29

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Conversa vai, conversa vem...

Escrito por Fábio Seixas às 09h02

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60 anni

Em 1984, com Alboreto e Arnoux, a Ferrari foi vice entre os Construtores da F-1, mas com quase um terço dos pontos da campeã, a McLaren: 143,5 a 57,5.

 

No Mundial de Pilotos, o italiano foi o quarto. Arnoux ficou em sexto.

 

A solução, mais uma vez, foi apelar para o lado comercial da Scuderia.

 

Se bem que, convenhamos, a Testarossa, apresentada no Salão de Paris daquele ano, merece mesmo uma homenagem.

Escrito por Fábio Seixas às 08h48

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Youtube do dia

Já tive problemas com Martin Brundle. Anos atrás, no grid de Suzuka, coloquei o microfone de carona numa entrevista dele com o Button. O ex-piloto, atual dublê de repórter de luxo da ITV, não curtiu. Disfarçadamente, deu um tranco o cabo do meu microfone, que caiu no chão. Tudo bem. Levou o troco: um empurrão no cinegrafista, que certamente perdeu o foco. Estávamos ao vivo, ele e eu.
 
Ah, sim. Às vezes, quando eu estava entrevistando algum brasileiro e ele aguardava na fila para falar com o piloto em inglês, eu estendia o bate-papo em algumas perguntas. Azar dele não saber nosso idioma. Se soubesse, poderia até tentar uma carona.
 
É... Às vezes, no "pega-pra-capar", acontece dessas coisas.

(Em tempo, é normal, no grid, um repórter pegar carona na entrevista do outro. É claro que você não pode cortar o colega. Mas emprestar para outro as respostas do seu entrevistado é normal, sinal de camaradagem. Mas Brundle não é jornalista, era piloto mimado, dá pra entender.)
 
Bem, não estou aqui para criticar o inglês. E sim para elogiar. Ele e a ITV. Que fazem F-1 do jeito certo. O que inclui o "grid walk" antes das corridas.
 
Em resumo, ele anda de uma ponta a outra do grid falando com quem vem pela frente. E todo mundo fala com ele, claro, afinal é da "tchurma".
 
Abaixo, o "grid walk" do Bahrein.
 
Brundle fala, ao vivo, com Anthony Davidson, com o príncipe do Bahrein, com David Richards, com Jamie Cullum _é puxado por um assessor para falar com o músico_, com um chato que não imagino quem seja e que faz uma piadinha sem graça sobre a semelhança física entre Cullum e Massa, com um artista puxa-saco que deve ser bem importante, afinal tem umas 12 credenciais no pescoço, e com Bernie Ecclestone, claro.
 
Ah, sim. Ele diz que não quer falar com Lewis Hamilton, para não atrapalhar a concentração do inglês _e a concentração dos outros? E é afugentado pelo Luca Colajanni, assessor da Ferrari, quando tenta entrevistar Massa.
 
Bravo, Luca!
 
 

Escrito por Fábio Seixas às 20h33

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Do Bahrein para São Paulo

O vencedor do GP do Bahrein já está em São Paulo.
 
Chegou hoje, com Rubens Barrichello, no jatinho Legacy do piloto da Honda.
 
À tarde, Massa foi correr _a pé, que fique bem claro, é sua rotina quando está por aqui. À noite, fará uma participação especial no "Bem, Amigos", do Sportv, comandado por Galvão Bueno.

Escrito por Fábio Seixas às 17h35

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Caixa de entrada

Amanhã tem "Pit Stop", no UOL News, com a (provável) participação de um piloto da F-1. Saindo a confirmação, aviso aqui.
 
O assunto central, claro, a vitória de Massa. Perguntas, críticas, opiniões para o e-mail, uolnewsformula1@uol.com.br

Escrito por Fábio Seixas às 14h07

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Ingressos para a Stock

Segue abaixo comunicado da organização da Stock Car, uma prestação de serviço ao torcedor:
 
"Os ingressos para a etapa de abertura da Copa Nextel Stock Car 2007, programada para o dia 22 de abril, no Autódromo Internacional José Carlos Pace, em Interlagos, São Paulo, já estão à venda. A partir deste ano, o público utilizará o sistema da Ticketmaster, que possibilita a compra por Internet, telefone ou pontos de venda espalhados por todo o país. Este sistema será válido para todas as 12 etapas programadas para a temporada 2007, facilitando bastante o acesso ao ingressos pelos fãs espalhados por todo o país.

Na etapa de São Paulo, o preço do ingresso é R$ 25,00, sendo que estudantes terão desconto de 50% mediante apresentação de carteirinha pelo próprio beneficiário (somente nos pontos de venda e bilheterias do autódromos). Menores de oito anos não pagam desde que acompanhados pelos responsáveis e maiores de 60 pagam meia entrada. As bilheterias de Interlagos funcionarão somente no domingo, a partir das 7 horas.

Pela Internet:
www.ticketmaster.com.br

Central Ticketmaster: por telefone, entrega em domicílio (taxa de conveniência e de entrega): (11) 6846-6000 ou 0300 789 6846* das 9h às 21h - segunda a sábado (custo da ligação é de R$ 0,30 por minuto + impostos de telefone fixo e R$ 0,77 por minuto + impostos de telefone móvel)."

Escrito por Fábio Seixas às 11h51

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A próxima batalha

Ufa! Por ora, acabou o giro da F-1 por lugares inóspitos. Daqui a pouco menos de um mês, começa a fase européia da categoria, com o GP da Espanha.

 

Barcelona será a primeira corrida da temporada em que as equipes poderão usar seus motorhomes. O que fará do paddock uma espécie de “circuito paralelo”, de palco de uma competição velada entre algumas equipes. É menos uma questão de ego, e mais um instrumento para impressionar eventuais patrocinadores e/ou pessoas que interessem.

 

Bom, o “Red Bulletin” de ontem, claro, não deixou passar a ocasião. E publicou, de forma bem-humorada, sua visão de como estará o paddock daqui a três semanas.

 

Os textos são impagáveis. O novo motorhome da McLaren é comparada à base militar “Death Star”, de “Guerra nas Estrelas”. A Red Bull apareceria com uma estrutura maior e um quinto andar dedicado exclusivamente a lutas de mulheres de biquíni na lama. A Toyota levaria à Espanha uma modesta casinha alemã _mas com ouro enterrado no subsolo. O motorhome da Honda seria construído de material reciclável, inspirado num mercado hippie e desenhado por crianças de uma escola primária _aos convidados, serão servidos apenas iogurte natural e lentilhas. E por aí vai...

Escrito por Fábio Seixas às 09h23

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60 anni

Como já escrevi aqui, a Ferrari precisou forçar a barra para encontrar momentos gloriosos na década de 80 no seu livreto sobre os 60 anos da escuderia.

 

Para representar 1983, a barra foi forçada, estrangulada, assassinada. A Ferrari homenageia a célebre visita que o então presidente da Itália, Sandro Pertini, fez à fábrica de Maranello naquele 29 de maio. Urgh.

Escrito por Fábio Seixas às 08h26

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Ferrari x Ferrari

Entre todas as declarações de Massa, pinço uma frase: “Acho que a nova Ferrari não deve nada para a Ferrari antiga”.

 

Sim, ainda deve, é claro que deve. Toda e qualquer equipe de F-1 deve para aquela que foi a máquina mais azeitada da história do automobilismo, a Ferrari que reinou entre 1999 e 2004.

 

Mas não é esse o aspecto mais importante da frase, e sim a carga de pressão que ela carrega.

 

Não sei se é pressão do time, dos patrocinadores, dos acionistas. Ou se é pressão que o próprio Massa se coloca. O fato é que o brasileiro parece sentir a necessidade de provar um ponto. Um ponto dificílimo, porque o padrão de excelência envolve nomes como Schumacher e Brawn.

 

Ele pode até não conseguir. Mas, na busca, pode ganhar muita coisa. Porque não é preciso ser aquele time perfeito para vencer na F-1, ainda mais numa temporada disputada como esta.

 

E quem disse que é ruim ter ambição?

Escrito por Fábio Seixas às 15h24

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Fala, Massa

Segue a íntegra da entrevista de Felipe Massa à imprensa brasileira no Bahrein:

 

A vitória

“Estava faltando um resultado dessa maneira. Acho que depois daquilo que aconteceu nas duas primeiras corridas... Estava faltando alguma coisa. Alguma coisa pra pôr junto, porque a velocidade tinha, o modo de trabalhar com a equipe... Estava tudo certo, mas estava faltando alguma coisa que hoje não faltou. Hoje veio pra somar. E acho que foi uma grande soma. Me ajudou muito no campeonato, me ajudou muito nesta semana, que foi uma semana muito complicada e difícil pra mim. Tomara que a gente continue dessa maneira. Lógico que é um campeonato muito difícil e apertado, olhando as diferenças dos carros. Tomara que a gente continue dessa maneira, com ótimo resultados e do jeito que a gente terminou aqui hoje.”

 

O Mundial

“O campeonato está mais aberto do que nunca. Um campeonato que todas as pessoas esperavam. O público deve estar muito satisfeito e contente de estar assistindo a um campeonato como este. Eu estou contente de estar no meio, na briga, é lógico. Espero conseguir tirar um pouco mais e trabalhar mais forte ainda com a equipe, o que é importante. O campeonato inteiro vai ser muito disputado.”

 

A emoção

“A gente fica emocionado depois de um resultado como esse. Foi um resultado emocionante não só pra mim como para todos os integrantes da equipe, meu engenheiro, meu segundo engenheiro... E todas as pessoas que bolaram a estratégia, que foi perfeita. Acho que a nova Ferrari não deve nada para a Ferrari antiga. E eu acredito que a gente tem tudo para continuar melhorando o carro e continuar trabalhando para melhorar, igual era o ano passado. Foi um dia sensacional, um dia perfeito, graças a todos eles também.”

 

A torcida no Brasil

“É muito legal e bonito e tenho certeza que isso faz com que eu tenha ainda mais força pra continuar trabalhando e brigando. A gente sabe que o trabalho de um piloto não é fácil, é bem difícil. Mas é emocionante. Espero continuar neste momento, brigando por vitórias e conquistando as vitórias e, quem sabe, brigando pelo campeonato até o final. Se depender de vontade, não falta nenhum pouco.”

 

As críticas após o erro na Malásia

“Acho que a melhor resposta é na pista. Acho que fora da pista as palavras não são o mais importante. A melhor resposta é aquilo que a gente fez ontem, aquilo que a gente fez hoje. Vamos tentar continuar dessa maneira e brigando, lógico, pelo campeonato. Tenho certeza que as pessoas que criticaram, criticaram até demais, e amanhã com certeza vão aplaudir.”

 

Disputa na equipe

“Ninguém tem primeiro piloto. Num campeonato como esse, não pode ter. Os dois têm que trabalhar fora da pista, os dois juntos, para colocar na pista um carro melhor que o da concorrência.”

Escrito por Fábio Seixas às 15h07

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Livro dos recordes

Ok, saciando a curiosidade da turma.

 

O recordista de “hat tricks” é, sim, Schumacher: 22.

 

Clark aparece em segundo, com 11. Depois, vêm Fangio (9), Prost (8) e Senna (7).

Escrito por Fábio Seixas às 14h44

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Fala, Alonso

À inglesa ITV, o bicampeão do mundo disse o seguinte:

 

“Eu simplesmente não estava competitivo. Eu não conseguia fazer as minhas voltas no ritmo certo. O objetivo é sempre estar no pódio, e hoje não consegui. Eu não tinha confiança no carro e a aderência, de uma maneira geral, estava muito ruim. Meu carro saía de frente e de traseira ao mesmo tempo, e não conseguimos solucionar isso durante a corrida.”

 

Não, ele não estava com uma cara feliz.

Escrito por Fábio Seixas às 11h44

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Um fim de semana perfeito

Mais uma conquista para Massa comemorar: com a pole, a vitória e a volta mais rápida, o brasileiro conseguiu no Bahrein o primeiro “hat trick” de sua carreira na F-1.

 

Foi a primeira vez que dominou um fim de semana com tanta propriedade. Foi seu primeiro fim de semana perfeito na categoria máxima do automobilismo.

 

É uma mosca-branca, algo muitíssimo complicado de conseguir. O bicampeão Alonso, por exemplo, só obteve isso uma vez na carreira, em Silverstone, no ano passado. Raikkonen só sentiu esse gostinho neste ano, na Austrália. Barrichello, duas vezes: Silverstone-2003 e Monza-2004.

 

O recordista, com incríveis 22 “hat tricks”, exatamente o dobro do antigo detentor do recorde? Ah, aposto que você sabe.

Escrito por Fábio Seixas às 11h21

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Preliminar complicada

No corre-corre da F-1, não falamos da GP2. Falemos, pois.

 

Nicolas Lapierre, da DAMS, venceu, na preliminar do GP do Bahrein, a segunda etapa da GP2.

 

O francês largou em segundo, ultrapassou Borja Garcia ainda na primeira volta e seguiu tranqüilo para sua primeira vitória na categoria.

 

No segundo pelotão, a coisa foi mais agitada. Caótica, até. Andreas Zuber, por exemplo, acertou Lucas di Grassi e os dois saíram da corrida. Bruno Senna não conseguiu desviar e estampou a dupla, causando um engarrafamento atrás de si.

 

O safety-car entrou, o que não impediu que Antonio Pizzonia acertasse a traseira de Giorgio Pantano. Outros dois a menos na corrida.

 

Senna, que caiu para o fundo da turma, ainda conseguiu fazer uma boa prova e terminou em oitavo. No balanço do fim de semana, ele foi o brasileiro de maior destaque. Além dele, só Xandinho Negrão, em 15o, terminou a prova entre o quinteto do país.

 

Lucas Filippi, que venceu a primeira prova no Bahrein, lidera o campeonato, com 16 pontos, dois a mais que Timo Glock. Depois vêm Lapierre (8 pontos), Zuber (6) e Senna (5).

Escrito por Fábio Seixas às 11h09

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Hamilton, Alonso, Barrichello...

O que mais aconteceu no Bahrein? Muita coisa. A começar por algumas efemérides.

 

Desde 2003, a F-1 não via três vencedores diferentes nas três primeiras corridas. Naquele ano, Coulthard venceu na Austrália, Raikkonen ganhou na Malásia e Fisichella, no Brasil. O que não adiantou muito para tornar o campeonato equilibrado. Schumacher venceu a quarta prova, a quinta, a sexta...

 

Hamilton se tornou o primeiro estreante da história da F-1 a subir ao pódio nos três primeiros GPs. O que mais me impressiona no inglês é a serenidade em momentos normalmente complicados para novatos, como as largadas, como os momentos de pressionar e se pressionado. O tão propalado “controle mental” dele é impressionante. Sim, já dá pra dizer: está aí um futuro campeão.

 

Desde 1999, o Mundial não é disputado abertamente por quatro pilotos. Sim, naquele ano, Hakkinen, Irvine, Coulthard e Frentzen tinham chances matemáticas de título faltando poucas etapas para o fim do campeonato. Pelo andar da carruagem, a coisa, neste ano, será ainda mais acirrada. Ainda bem.

 

Ainda não li as explicações de Alonso. E ele deve ter várias. Porque sua corrida foi estranha, para dizer o mínimo.

 

A BMW é a terceira força do campeonato, isso também já dá para afirmar. E, na disputa interna, surpreendentemente o Kubica está apagado. A ultrapassagem do Heidfeld sobre o Alonso, na 32a volta, foi um dos pontos altos da temporada até agora.

 

Primeiro no rádio da Honda e depois em entrevista ao Júlio Gomes, da Bandeirantes e da BandNews FM, Barrichello acabou com o carro da Honda. “Não dá para guiar um carro assim”, disse, na transmissão interceptada pela FIA. “É o pior carro que já guiei em uma corrida. Está na hora de um carro novo”, disse, em português claro.

Escrito por Fábio Seixas às 10h57

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Massa e sua vitória mais importante

Quem disse que não aprendemos com os erros? Ou que os erros não servem para refrescar nossa memória?

 

É claro que Massa sabe o que fazer numa largada. Na Malásia, estava esquecido. Valeu o susto. No Bahrein, fez direitinho.

 

O brasileiro não deu chances para Hamilton nos primeiros metros. Defendeu-se bem e, seguido de perto pelo inglês, manteve a calma, a concentração, a liderança.

 

Um pouco mais atrás, Alonso aproveitou uma saída de frente de Raikkonen, deu o bote e tomou a terceira posição. Mas estava lento, o espanhol. O que me deixou com a pulga atrás da orelha até o primeiro pit. Dava a impressão que ele estava com mais gasolina e que tentaria repetir, em 2007, a vitória estratégica que teve em 2006.

 

Não foi assim. O carro de Alonso estava lento mesmo. E, ao sair da primeira janela de pits em primeiro lugar, Massa conquistou a primeira vitória da temporada, a terceira na carreira.

 

De longe, a vitória mais significativa. A da Turquia foi a primeira e, por isso, especial. A do Brasil, por motivos óbvios, foi especialíssima. A de hoje, porém, pode ter definido o futuro do campeonato e do próprio Massa na categoria.

 

Porque ele se recolocou na ponta da tabela, com 17 pontos, 5 a menos que Alonso, Raikkonen e Hamilton _sim, um tríplice empate na liderança.

 

Porque agora ele terá quase um mês para refletir, pensar e trabalhar até a próxima corrida, na Espanha.

 

Mas, principalmente, porque ele tirou um caminhão de peso dos ombros. E disse isso na coletiva pós-GP.

 

“Esse intervalo até Barcelona será ótimo para trabalhar muito duro. Será ótimo, também, ver que as pessoas não estarão mais falando tão mal de mim. Acho que não tem jeito melhor de acabar uma corrida, largando na frente, abrindo, colocando volta mais rápida sobre volta mais rápida. Agora é pegar o ritmo e continuar nesse momento espetacular. A gente sabia que a velocidade estava lá. Agora quem sabe a gente não coloca as coisas no lugar. Um grande beijo para todo mundo no Brasil.”

Escrito por Fábio Seixas às 09h44

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PERFIL

Nina Horta Fábio Seixas, 37, é jornalista com mestrado em Administração Esportiva pela London Metropolitan University, da Inglaterra, e Coordenador de Produção da Sucursal da Folha no Rio. É colunista de automobilismo da Folha e do UOL.


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