Fábio Seixas

Automobilismo e pitacos sobre tudo o mais

 

Loucademia de Polícia

Kanaan fez o papel de "bad guy" num treinamento da polícia de Milwaukee. Ao volante de um Honda Civic, "fugiu" de viaturas num exercício para ensinar aos recrutas técnicas de perseguição a bandidos.
 
Segundo o instrutor Steve-sei-lá-o-quê, esse tipo de coisa fortalece a técnica dos policiais, etc e tal. Para mim, não passa da pataquada de americano (obviamente não precisam de um ex-campeão da IRL para isso), mas até que é engraçado.
 
O link para o vídeo está aqui.
                                                                                                                              Reprodução
Tony e seus "perseguidores" no oval de Milwaukee

Escrito por Fábio Seixas às 23h10

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Popozão

Fuçando a pasta "Fotos" do meu computador, achei essa preciosidade...
 
                                                      Andressa Toniolo Monteiro/SeixasPress
 
A ocasião, o sábado do GP da China de 2005.
 
É uma preciosidade porque a pose e a expressão do Schumacher são impagáveis, porque ele estava posando para fotos que seriam usadas pela Puma e porque a assessora dele, Sabine Kehm, saiu feito uma doida pelo paddock afastando todos os fotógrafos que tentavam registrar a cena.
 
Sorte que eu tinha uma amiga, com uma máquina amadora, circulando por lá.

Escrito por Fábio Seixas às 16h40

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A silenciosa revolução da Ferrari

A McLaren causou espécie com a asa boca de bagre. A Honda virou piada com as orelhas de Dumbo.
 
Mas a grande revolução da semana em Barcelona pode ter ficado despercebida.
 
Até a seguinte declaração de Franz Tost, diretor da Toro Rosso, ao "Sport Bild", da Alemanha: "Do ponto de vista aerodinâmico, a Ferrari basicamente apareceu aqui com um novo carro, com uma carenagem de motor completamente diferente, defletores menores e com um desenho modificado do assoalho".
 
O diário alemão estima que a Ferrari, hoje, já é 1s mais rápida que a McLaren.
 
Não sei se a revolução e a vantagem chegam a tanto. Mas, sim, a Ferrari parece ter tirado mais proveito das semanas de intervalo entre Bahrein e Espanha.

Escrito por Fábio Seixas às 16h07

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A complicada questão dos ingressos do GP Brasil

Muita gente pergunta sobre ingressos para o GP Brasil. A dúvida é pertinente.

 

A seção “Ingressos” no site oficial da corrida não traz nada sobre preços, locais ou datas, apenas um cadastro que promete, aos que o preencherem, informações sobre o início das vendas _se alguém aqui preencheu e recebeu (ou não) algum informe, manifeste-se.

 

Curiosamente, porém, alguns sites já oferecem ingressos para a corrida. Como este aqui e este aqui. No primeiro, o ingresso de três dias no “popular” Setor G custa R$ 445. No segundo, R$ 385.

 

Estão embutidas, claro, “taxas de conveniência” e comissões das empresas que, segundo a organização do GP Brasil, estão credenciadas para a venda.

 

É estranho.

 

É estranho porque não se sabe ainda qual é o valor dos ingressos na fonte.

 

É estranho porque, diferentemente do que sempre aconteceu, é preciso recorrer a terceiros para buscar informações e/ou comprar os ingressos.

 

É estranho porque os preços praticados por esses terceiros para o Setor G, nosso exemplo, são respectivamente 39% e 20% mais caros que os R$ 320 cobrados oficialmente em 2006 _em relação a 2005, os mesmos ingressos subiram 7,7% no ano passado.

 

É estranho porque em maio de 2006, os preços oficiais já eram conhecidos.

 

Enfim, estão expostos os fatos, não cabe a mim explicá-los. Mas seria produtivo saber as experiências de vocês que, porventura, tenham tentado comprar ingressos.

 

Comentem.

Escrito por Fábio Seixas às 11h09

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Sexta, coluna

Hamilton, Button e Barrichello são os personagens da coluna de hoje, na Folha. O link está aqui, para assinantes do jornal e do UOL.

 

Abaixo, a capa da “Autosport” desta semana, ponto de partida para o texto.

 

Escrito por Fábio Seixas às 08h42

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Diz que disse

Dizem que o ministro do Esporte se encontrará amanhã com autoridades de Guarulhos e com o promotor do GP Brasil para algum anúncio sobre o autódromo que, dizem, será construído por aquelas bandas.
 
Já a agenda de Orlando Silva Jr. no site do órgão não diz nada. Telefonei para a assessoria do ministério, que disse que, sim, ele estará em Guarulhos. Mas para a transmissão de cargo na Secretaria de Esportes da cidade. Sai Julio Filgueiras, para Brasília, entra José Alberto Saraiva Fernandes.
 
"Autódromo? Se vai ter algo sobre autódromo, não sabemos. Só se for coisa da prefeitura, se estão combinando alguma coisa lá", disse o assessor.
 
Ou seja, até pode haver alguma coisa, mas ao ministro não foi dito nado. Se aparecer sorridente em fotos ao lado de uma maquete ou algo assim, saiba, ele terá sido pego de surpresa.
 
Sobre o autódromo, pouco sei. Nunca me ligaram, nunca me mandaram um e-mail com propostas concretas. Estranho... O mesmo se aplica a outros autódromos que, dizem, serão feitos em Taubaté e Cabreúva.
 
Portanto, para todos, dou o mesmo tratamento: no dia em que assentarem o primeiro tijolo, vou começar a dar crédito. Até lá, para mim, não passam de cascata, de diz que disse.
 
Por enquanto, dizem muito, fazem nada. Sei lá com que objetivos.

Escrito por Fábio Seixas às 19h53

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Youtube do dia

Outro dia postei aqui a história do Wirdheim, a "anta sueca", em Mônaco-2003.
 
Pois acho que ele tem um primo, ao que tudo indica, americano.
 
Comemorou antes do tempo e...
 
 
Ao autor da dica, muito obrigado, mas fico devendo seu nome: o e-mail sumiu da caixa de entrada. O sistema aqui, hoje, está como a McLaren do De la Rosa, dando pau a todo instante.

Escrito por Fábio Seixas às 17h51

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Barcelona, dia 4

Façamos diferente hoje. Comecemos pelos tempos:
 
1o. Coulthard, Red Bull, 1min21s066 (59 voltas)
2o. De la Rosa, McLaren, 1min21s267 (58 voltas)
3o. Massa, Ferrari, 1min21s483 (38 voltas)
4o. Fisichella, Renault, 1min21s876 (63 voltas)
5o. Kubica, BMW, 1min22s098 (55 voltas)
6o. R.Schumacher, Toyota, 1min22s359 (49 voltas)
7o. Klien, Honda, 1min22s807 (80 voltas)
 
Viu quem ficou em primeiro? Pois é. Já deu para perceber que de pouco serviu o último dia de testes em Barcelona, certo?

O motivo, uma vez mais, a chuva. Que encerrou os trabalhos antes do previsto.

Declaradamente simulando um treino classificatório _pneus moles, tanque vazio_, Coulthard cravou o novo recorde de Barcelona, 0s261 mais veloz que De la Rosa, que continuou os testes com a asa "boca de bagre" e que chegou a parar na pista com um problema de software _"deu pau", deve ter dito pelo rádio.
 
Massa também teve problemas. No caso, uma pane hidráulica.
 
E as "asas Dumbo" devem, ufa!, desaparecer. A avaliação da Honda é que a engenhoca não resolveu em nada a instabilidade nas freadas. 

Escrito por Fábio Seixas às 17h31

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"Felipríncipe"???

A dica é do Rodrigo Borges, do ótimo Estado de Circo.
 
 
"Tem trocadilhos que só a Caras faz por você. E pelo Felipe Massa também", comentou Borges.
 
Fantástico, assino embaixo _até porque estou constrangido demais para escrever alguma coisa.

Escrito por Fábio Seixas às 11h39

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Chamaram o Dumbo

Atenção, parem tudo. Parem já. Parem, principalmente, de discutir a asa dianteira da McLaren.

 

Tem coisa muito mais bizarra na praça.

 

Depois de passar vexame nas três primeiras corridas do campeonato, a Honda apareceu hoje em Barcelona com uma novidade esquisitíssima no bico do carro, já apelidada de “asas Dumbo”.

 

Preciso explicar o apelido?

                                                                                                         Lluis Gene/France Presse 

 

 

Segundo a Honda, é uma tentativa de resolver a instabilidade do RA107 nas freadas.

 

Como vaticinou um internauta outro dia, já começo a mudar de idéia sobre a asa da McLaren. A “boca de bagre” (apelido de que mais gostei) até que é bonitinha...

Escrito por Fábio Seixas às 10h08

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60 anni

Ano de transição na F-1, vacas magras em termos de resultados, a Ferrari brilhou em outras áreas. Como no mundo das artes.

 

Em 1994, carros de diferentes eras da escuderia foram expostos no MoMA, o fabuloso Museu de Arte Moderna de Nova York. A exposição ganhou homenagem em "60 Anni in 60 Simboli".

 

 

 

E pensar que naquele ano eu passei por lá e não fui dar uma olhadinha...

Escrito por Fábio Seixas às 09h49

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Fora do ar

Ok, já li os comentários ao post abaixo, o vídeo não está mais disponível.

 

Em resumo, mostrava Barcelona, terça-feira, debaixo de uma chuva torrencial, para frustração do público. Até que os mecânicos da McLaren decidem animar a galera.

 

Primeiro, preparam uma placa “Alonso P1” e mostram para as arquibancadas, que vibram. Mas a vibração é maior quando eles mostram outra placa. “Alonso P1; Kimi Slow”.

 

Será que foi o finlandês que mandou tirar do ar?

Escrito por Fábio Seixas às 09h35

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Youtube (besteirol) do dia

Sem muito o que fazer na chuva de ontem em Barcelona, os mecânicos da McLaren decidiram mexer com o público nas arquibancadas.
 
E, ingratos, resolveram zoar justamente com aquele para quem trabalhavam há seis meses.
 
Mas foi engraçado, dá só uma olhada...
 

Escrito por Fábio Seixas às 19h03

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Curtindo a vida adoidado

Enquanto a F-1 treinava hoje em Barcelona, Schumacher dava uma voltinha, como tripulante-convidado, no barco neozeolandês que está disputando a Louis Vuitton Cup, em Valência. E não, ele não dá a mínima pinta de que esteja com vontade de voltar a cheirar gasolina. Pelo menos não agora.
 
                                                                                               Chris Cameron/Associated Press

Escrito por Fábio Seixas às 16h04

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Barcelona, dia 3

Massa substituiu Raikkonen como responsável pelos testes da Ferrari nesta semana, mas nada mudou: a equipe italiana fechou mais um dia na frente.
 
Trabalhando principalmente em novos componentes aerodinâmicos, o brasileiro cravou uma vantagem confortável sobre Webber, 0s298. Trulli foi o terceiro, com Kovalainen em quarto.
 
Mas se algo chama a atenção até agora é o apagão da McLaren. Na segunda, De la Rosa levou 0s711 do finlandês. Ontem não conta. Hoje, Alonso até completou um bom número de voltas, 73, mas ficou a 1s073 de Massa.
 
Culpa da asa-bandeja? Equipe escondendo o jogo?
 
Ou Raikkonen estava falando a verdade-verdadeira quando declarou que a Ferrari achou alguns décimos desde o GP do Bahrein?
 
Aos tempos:
 
1o. Massa, Ferrari, 1min21s506 (103 voltas)
2o. Webber, Red Bull, 1min21s804 (95 voltas)
3o. Trulli, Toyota, 1min22s309 (107 voltas)
4o. Kovalainen, Renault, 1min22s378 (121 voltas)
5o. Alonso, McLaren, 1min22s579 (73 voltas)
6o. Kubica, BMW, 1min22s653 (83 voltas)
7o. Button, Honda, 1min22s765 (114 voltas)
8o. Davidson, Super Aguri, 1min23s027 (112 voltas)
9o. Speed, Toro Rosso, 1min23s713 (96 voltas)
10o. Albers, Spyker, 1min24s870 (63 voltas)
11o. Rosberg, Williams, sem tempo (2 voltas)
                                                                                                                  Andreu Dalmau/Efe
Alonso em ação, hoje, com o McLaren e sua nova asa-bandeja

Escrito por Fábio Seixas às 15h37

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3 dias, 2 acidentes

Na segunda-feira, Kazuki Nakajima estampou o carro da Williams no muro de Barcelona. O estrago foi tamanho que o time teve de encomendar para Grove uma remessa de peças do FW29 a fim de continuar os trabalho da semana.

 

Na terça, choveu, as equipes pouco testaram.

 

Hoje, quarta, Nico Rosberg destruiu o mesmo FW29. Saiu sem arranhões, mas, praxe em acidentes violentos na F-1, foi levado a um hospital para exames. Sem carro, a Williams não voltará a testar nesta semana, jogando fora aquilo que via como uma oportunidade de ouro para crescer no Mundial.

 

Vai um piloto aí?

Escrito por Fábio Seixas às 09h26

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60 anni

Ex-navegador (vitorioso) de rali e ex-diretor (vitorioso) da Peugeot, Todt tentou convencer a fábrica francesa a entrar na F-1 no início dos anos 90. Não conseguiu dobrar os chefes, mas ingressou na categoria mesmo assim. Pela Ferrari.

 

Contratado por Montezemolo em julho de 1993, recebeu carta branca para mudar a equipe. Logo de cara percebeu que precisaria trocar a dupla de pilotos. Alesi e Berger eram simpáticos, divertidos, mas não tinham aquele algo a mais para tirar a escuderia do buraco profundo em que se encontrava.

 

E foi assim que, desde então, começou a conversar com Schumacher. Demorou, mas o alemão ele conseguiu dobrar _convenceu, também, os patrocinadores da equipe a abrirem mais os bolsos.

 

De lá para cá, a história pode ser contada por números. Os mais expressivos, cinco Mundiais de Pilotos e seis de Construtores.

 

Portanto vai para Todt, hoje o todo poderoso diretor-geral da escuderia, a homenagem da Ferrari no capítulo de 1993 do livreto.

 

 

 

Entrevistei Todt algumas vezes. Ele é daqueles sujeitos que gostam de provocar os repórteres, de encontrar incoerências nas perguntas, de fazer troça com um ou outro comentário. Mas, sejamos justos, também aceita críticas, piadas e/ou posturas diferentes das dele.

 

E foi com Todt uma das passagens mais hilárias dos meus anos de estrada na F-1. Em 1999, numa de minhas primeiras corridas como repórter da Rádio Bandeirantes, não lembro qual, abordei o francês no grid de largada, perguntei se poderia fazer uma pergunta, ele concordou.

 

Até aí, tudo bem. No ar, chamei o Odinei Edson, que me deu a palavra. Na hora de fazer a pergunta, porém, embananei-me todo no inglês. Inexperiente, gaguejei, enrolei, enfim, demorei alguns segundos a mais do que o necessário.

 

Sei lá o que perguntei, deve ter sido algo bobo, sobre a expectativa para o GP. A resposta foi cortante: “Por que você não vai aprender inglês direito?”

 

Na hora eu não sabia o que dizer, não tinha ainda o jogo de cintura necessário para contar, com bom humor, que Todt havia acabado de me detonar ao vivo. Ainda chocado, sem encontrar alternativa, soltei no ar algo mais ou menos como “ele disse que está muito otimista para a corrida de hoje”. E só.

 

Ok, já se passaram oito anos, mas peço perdão aos ouvintes. Desculpas sinceras, mas foi só aquilo que me veio à cabeça no momento.

Garanto que nada parecido voltou a acontecer, embora os dias em que George Harrison latiu e que Ozzy Osbourne soltou um grito no meu microfone também tenham sido um pouco constrangedores...

Escrito por Fábio Seixas às 15h24

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Barcelona, dia 2

Como esperado, o dia foi de chuva em Barcelona e os pilotos não conseguiram tempos significativos. Com pista molhada, Raikkonen, por exemplo, completou apenas oito voltas e deixou o treino depois de uma escorregada na Curva 3 seguido de um raspão na barreira de pneus. Alonso deu uma volta só e retornou rapidinho para os boxes.

 

Seguindo o acordo fechado entre as equipes na pré-temporada para situações como esta, os testes serão ampliados até quinta-feira.

 

Os tempos da manhã, só para constar:

 

1o. Raikkonen, Ferrari, 1min33s324 (8 voltas)
2o. Liuzzi, Toro Rosso, 1min34s354 (16 voltas)
3 o. Rosberg, Williams, 1min34s721 (27 voltas)
4 o. Sato, Super Aguri, 1min36s067 (8 voltas)
5 o. Kovalainen, Renault, 1min36s077 (7 voltas)
6 o. Barrichello, Honda, 1min36s509 (9 voltas)
7 o. Trulli, Toyota, 1min38s176 (13 voltas)
8 o. Heidfeld,  BMW, 1min51s803 (2 voltas)
9 o. Webber, Red Bull, 1min53s751 (2 voltas)
10o. Alonso, McLaren, 2min04s818 (1 volta)

Escrito por Fábio Seixas às 11h36

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Como fazer/Como não fazer

Como foi o evento da Red Bull em Caracas, sábado passado.
 
 
Agora, como foi o evento da Red Bull em São Paulo, em outubro.
 
 
À divisão brasileira da empresa e às "otoridades" do trânsito paulistano, uma vaia com os mesmos decibéis dos gritos de entusiasmo do público venezuelano.

Escrito por Fábio Seixas às 15h47

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Monstrengo

Segue a foto do apêndice aerodinâmico que a McLaren criou na asa dianteira.
 
 
Segundo a equipe, a peça é "resultado de um agressivo programa de desenvolvimento" para o GP da Espanha. A novidade teria sido o motivo do teste secreto do MP4-22, semana passada, na ilha de Menorca.
 
Não sei se funciona. Mas sei que ficou horrível.

Escrito por Fábio Seixas às 15h19

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Barcelona, dia 1

Com Raikkonen (bem) à frente da concorrência, começou a bateria de testes da F-1 em Barcelona. Segundo a Ferrari, o finlandês experimentou novos componentes aerodinâmicos visando, claro, o GP do dia 13. Amanhã, mais uma vez ele será o responsável pela escuderia _isso se a chuva deixar, já que é essa a previsão de meteorologia.

 

Sato ficou em segundo. Fosse na pré-temporada, achincalharíamos a Super Aguri, acusaríamos os japoneses de estarem jogando para os patrocinadores, de estarem com o carro fora do regulamento. Mas, não. Passadas três corridas, sabemos que esse resultado tem um quê de realidade.

 

A grande surpresa foi a McLaren, que apareceu em Barcelona com uma asa dianteira, dizem, bem diferente. Assim que pintar uma foto, eu publico aqui.


Dois brasileiros testaram, Barrichello e Piquet.

 

Aos tempos:

 

1º. Raikkonen, Ferrari, 1min21s195 (98 voltas)
2º. Sato, Super Aguri, 1min21s858 (99 voltas)
3º. De la Rosa, McLaren, 1min21s906 (101 voltas)
4º. R.Schumacher, Toyota, 1min21s983 (92 voltas)
5º. Heidfeld, BMW, 1min22s114 (74 voltas)
6º. Barrichello, Honda, 1min22s665 (132 voltas)
7º. Piquet, Renault, 1min22s763 (125 voltas)
8º. Liuzzi, Toro Rosso, 1min22s771 (56 voltas)
9º.
Coulthard, Red Bull, 1min23s165 (47 voltas)
10º. Valles, Spyker, 1min23s343 (44 voltas)
11º. Van der Garde, Spyker, 1min23s466 (37 voltas)
12º. Nakajima, Williams, 1min24s248 (43 voltas)

Escrito por Fábio Seixas às 13h37

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"Pit Stop" antecipado

Você achou que, por causa do feriado, não teria aquele prazer secreto de matar alguns minutos de trabalho para acompanhar o "Pit Stop"?

Enganou-se. Resolvemos isso para você.
 
O "Pit Stop" desta semana já está no ar. A atração, um papo com Hélio Castro Neves, falando sobre o terceiro lugar no Kansas e sobre a preparação, que começa agora, para as 500 Milhas de Indianápolis.
 
O link está aqui.

Escrito por Fábio Seixas às 12h09

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Agora são outros 500

Wheldon liderou 177 das 200 voltas no Kansas e venceu com enorme facilidade a quarta etapa da IRL. Estatística de almanaque: em sete edições da corrida, ele foi o sétimo vencedor diferente.
 
Saindo em quarto, o inglês deu o bote sobre o pole, Kanaan, na nona volta. A partir daí só perdeu a liderança nas janelas de pit stop.
 
Com a vitória, ele abre agora 27 pontos sobre Dixon.
 
Entre os brasileiros, Castro Neves foi o 3º, Meira ficou em 8º e Kanaan, em 15º.
 
Entre as mulheres, Danica ficou em 7º lugar, Sarah, em 12º e Milka, em 14º.
 
Agora, a batata começa a assar. A partir de hoje, a concentração é toda nas 500 Milhas de Indianápolis. Sim, a prova, marcada para o dia 27, perdeu muito do seu charme. Mas ainda são as 500 Milhas de Indianápolis.

Escrito por Fábio Seixas às 20h33

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Nos braços do povo

Enquanto Heidfeld acelerava a BMW em Nurburgring, o português Filipe Albuquerque, atual campeão europeu da F-Renault, fazia ontem uma demonstração com a Red Bull em Caracas.
 
Não sei mais detalhes. Na verdade, desisti de ir atrás quando vi as fotos abaixo. Para mim, já dizem tudo...
                                                                          Pedro Rey/France Presse 
 
                                                                                 Harold Escalona/Efe

Escrito por Fábio Seixas às 14h19

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Youtube (triplo) de domingo

Demorou menos do que eu imaginava. Já há, no Youtube, uma série de cenas do passeio de Heidfeld por Nurburburgring, ontem.

 

O Rodrigo, do Rio de Janeiro, sugeriu o vídeo abaixo, que parece mais bem produzido mas que, pelo menos aqui em casa, não roda até o fim.

 

 

Este aqui é amador, feito por um torcedor, o que dá melhor noção da visão do público.

 

Lembrando, esse antigo traçado não recebe um GP de F-1 há 31 anos. E mesmo assim está lá, inteiro, conservado, disponível para o lazer do público.

 

Bem diferente do que aconteceu com Interlagos ou do crime que estão cometendo em Jacarepaguá a pretexto de erguer piscina, ginásio e velódromo _como se não houvesse uma imensidão de áreas abandonadas ao redor do autódromo carioca.

 

Mas já que o assunto é história, e já que é domingo, aproveite e dê uma olhada nisso aqui, o GP da Alemanha de 67, vencido por Denis Hulme.

 

Jim Clark, que morreria em Hockenheim nove meses depois, é um dos destaques do vídeo. Saindo na pole, o escocês abandonou na quarta volta com a suspensão quebrada, problema comum num circuito como aquele: repare, no quinto minuto, como os carros decolavam nas subidas e descidas. A dica é do Sandro, de Curitiba.

Escrito por Fábio Seixas às 11h04

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60 anni

Com Alesi, Capelli e Larini, a Ferrari não teve muito o que comemorar na F-1 em 1992. Foi a quarta no Mundial, com 21 pontos, 70 atrás da Benetton, a terceira colocada.

 

Para Montezemolo, que havia assumido no ano anterior, o vexame foi o estopim para mudanças mais profundas no time, que começariam a ser implantadas na temporada seguinte.

 

Assim, no livreto "60 Anni in 60 Simboli", a solução mais uma vez foi se agarrar em uma novidade da fábrica, o modelo 456 GT, lançado no Salão de Paris.

 

Escrito por Fábio Seixas às 10h42

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PERFIL

Nina Horta Fábio Seixas, 37, é jornalista com mestrado em Administração Esportiva pela London Metropolitan University, da Inglaterra, e Coordenador de Produção da Sucursal da Folha no Rio. É colunista de automobilismo da Folha e do UOL.


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