Fábio Seixas

Automobilismo e pitacos sobre tudo o mais

 

Splash & Go

Que me perdoem Stoners, Rossis, Buenos, Speraficos, Kanaans, Franchittis, seus fãs e seus detratores. Mas vem por aí uma seqüência de dois GPs na F-1 e, para aproveitar um pouco o fim de semana de folga, este blogueiro sumirá do ar por um dia e meio.

 

Amanhã à noite, antes de a Glória Maria invadir a sua tela, espero estar de volta.

 

Até

Escrito por Fábio Seixas às 10h08

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A enciclopédia das pistas

Mais uma dica que vem direto do Circo.

 

O Trackpedia, aqui, é uma saudável brincadeira com a Wikipedia: uma enciclopédia online em que todos os verbetes são circuitos espalhados pelo mundo.

 

Segue, também, a mecânica do site-inspiração: é feita com colaborações de voluntários, por isso alguns autódromos ainda não foram contemplados. Mas tem muita coisa boa, com imagens do Google Earth. Vale entrar na sua pasta de Favoritos.

 

“Vendo Magny-Cours e Sakhir dá pra entender o que é uma pista no meio do nada”, escreveu o dono do picadeiro, a quem, mais uma vez, este blog agredece.

Escrito por Fábio Seixas às 09h57

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O ônibus de Jack

Da série "antigamente era mais legal"...
 
O ano, 1967. O personagem, Jack Brabham, piloto, tricampeão mundial, dono de equipe e de um belo busão

Escrito por Fábio Seixas às 18h36

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Tacadas no oval

Você gosta de golfe, de F-1 e não sabe o que fazer com seu dinheiro? Talvez aqui você ache a solução...
 
A organização do GP dos EUA está leiloando no E-Bay partidas de golfe em Indianápolis, no dia 13, com Ralf Schumacher, Nick HeidfeldAguri Suzuki e com Hiroshi Yasukawa, diretor da Bridgestone. O lance mínimo é de US$ 500 e o dinheiro irá para caridade.
 
Será que, para isso, Ralf leva jeito?

Escrito por Fábio Seixas às 16h52

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F-1 x Olimpíada

Em entrevista ao "Daily Express", Ecclestone finalmente abriu o jogo sobre a pressão que vive exercendo sobre Silverstone.
 
O inglês disse que, na opinião dele, o governo britânico deveria assumir as responsabilidades pela modernização do autódromo e pelos pagamentos à FOM e deixou clara uma bela dose de ciúme com a Olimpíada de 2012, em Londres.
 
"Dizem que somos a 'terra do esporte a motor', mas enquanto outros países têm construído circuitos dos quais se orgulham, nós não temos nada para mostrar. E não é minha culpa. Se alguém aparecer com uma proposta adequada, o GP continuará após 2009 [quando acaba o atual contrato]. Do contrário, há uma fila de países desesperados para receber a F-1", declarou.
 
"O governo está trazendo a Olimpíada porque acredita que o evento vai gerar recursos. Talvez, posso mandar um pouco dessa verba para Silverstone, que pagaria de volta quando começasse a haver retorno", completou.
 
O governo britânico vai gastar cerca de US$ 15 bilhões com os Jogos. A reforma que Bernie quer em Silverstone sairia por US$ 200 milhões.
 
Sinceramente, estou me lixando para Silverstone. Essa é outra daquelas lengalengas que nunca dão em nada. O que me chamou a atenção foi Ecclestone ter jogado no ventilador uma rixa antiga, automobilismo x esportes olímpicos _a exceção, uma curiosidade, foi o "GP olímpico" em Melbourne-1956.
 
O motivo, o de sempre. Grana. Um lado vive tirando dinheiro do outro, principalmente nos âmbitos governamental e de patrocinadores.

Ninguém me tira da cabeça que foi essa rixa que aniquilou Jacarepaguá. É nisso que penso toda, toda vez que vejo aqueles intermináveis terrenos desocupados que cercam o ex-autódromo.

Escrito por Fábio Seixas às 13h04

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Sexta, coluna

Sexta, coluna

A coluna de hoje tenta traçar, desde Barcelona, o passo-a-passo da opção da McLaren por Alonso, que transformou o Mundial numa disputa entre três pilotos _por enquanto.
 
O link está aqui, para assinantes da Folha e do UOL.

Escrito por Fábio Seixas às 11h39

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Pergunte ao Tony

A próxima edição do Pit Stop, terça-feira que vem, será especial. O entrevistado, Tony Kanaan, que no domingo protagonizou um drama histórico em Indianápolis.
 
Imagino que não faltem perguntas ao piloto baiano. Eu já preparei as minhas. Mande as suas, desde já, para uolnewsformula1@uol.com.br

Escrito por Fábio Seixas às 19h42

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Fim da linha para Ralf

Diz o mundo todo que Ralf será chutado da Toyota após a excursão da F-1 pela América do Norte.
 
Já deixei bem clara aqui minha opinião. Em suma, para mim já foi aberração ele ter começado mais um campeonato.
 
A fonte é o "Bild", que chuta mais que o Sandro Goiano. Ou seja, pode não rolar agora. Mas o fato é que, lendo os textos por aí, lembrei que o contrato do alemão termina no fim do ano.
 
Ufa. Em junho ou em dezembro, um a menos em 2008.

Escrito por Fábio Seixas às 19h27

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Mais do monstrengo

Janus Katsman, nosso correspondente em Curitiba, Maranello e região, mergulhou na história da 312 B3 e descolou umas fotos dos testes de Ickx em Mugello, em agosto de 1972.
 
Sensacionais! Mas estava na cara (ou no bico) que não tinha como dar certo. Eu queria saber o coeficiente de arrasto aerodinâmico de um negócio desses...
 
 
 

Escrito por Fábio Seixas às 16h35

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Adieu, Magny-Cours

Não lembro um ano em que Ecclestone não tenha decretado o fim de Magny-Cours como sede do GP da França. Eternamente endividados com o chefão da F-1, os dirigentes do circuito-chato-no-meio-do-nada, porém, sempre deram um jeitinho e foram conseguindo manter a prova.

 

Mas agora parece que é sério. Porque não é só Ecclestone que não quer. A própria FFSA, a federação francesa, anunciou que não pretende realizar a F-1 em Magny-Cours em 2008.

 

“Em primeiro lugar, nunca deveríamos ter corrido lá. Só fomos para Magny-Cours por causa do Balestre”, disse o inglês à “Autosport”, referindo-se ao ex-presidente da FISA e da FIA, que inventou o autódromo com seu amigo François Maurice Adrien Marrie Miterrand, que tinha naquela região seu reduto eleitoral.

 

Em 2008, a F-1 correria num “circuito nos arredores de Paris”. Mas que “circuito” é esse? Autódromos não nascem de um dia pro outro. Falaram em um circuito montado na Disneylândia. Da mesma maneira: montar uma pista num parque não acontece assim, num estalar de dedos.

 

De duas, uma. A França não terá F-1 no ano que vem ou a categoria voltará para Paul Ricard. Paul Ricard que é de propriedade de Ecclestone.

 

O que você acha que vai acontecer?

Escrito por Fábio Seixas às 10h01

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A Ferrari limpa-neve

O Urbano, de Valência, na Espanha, foi no ponto: “Com Google, é sempre fácil”.

 

Muita gente usou o Google e admitiu. Outros usaram e não admitiram. E alguns internautas, creio, sabiam mesmo do que se tratava o carro do post anterior.

 

“Carro desenhado por Mario Forghieri como resposta às evoluções apresentadas por Colin Chapman e Derrek Gardner (Lotus e Tyrrel) naquele ano. Foi a primeira Ferrari em formato de cunha, e com várias evoluções para a época. Apesar disso jamais correu um GP. Foi importante como base para o desenvolvimento dos carros da década de 70 da Ferrari”, escreveu o Enrico, de Pouso Alegre. Certo.

 

“Essa é a Ferrari ‘spazzaneve’, idealizada por Mauro Forghieri. Era uma variação da Ferrari 312B, chamada na verdade de 312 B3, projetada em 1972. Foi testada por Ickx e Merzario em Fiorano. O protótipo acabou abandonado num canto da fábrica quando Forghieri foi transferido para um outro setor. Se quiser, tenho algumas fotos com Ickx ao volante dela!”, mandou o Janus. Que já está convocado a mandar para meu e-mail as fotos do teste de Ickx.

 

Bom, até onde sei houve também um teste em Monza. “Spazzaneve” é “limpa-neve” em italiano, apelido que o carro ganhou graças ao formato do bico. Embora não tenha disputado um GP, foi um carro importante porque serviu de laboratório para os modelos vitoriosos dos anos seguintes.

 

Aceitaram e acertam o desafio Enrico, Juliana, Rafael (de BH), Leonardo, Paulo, Janus, José, Fernando Horta, Marcio, Alex, José Luis, Patrícia, Leandro, Rafael (de Brasília), Sérgio, Renato, Fernando Kesnault, Carlos Roberto, David, Alex Stavarengo, Glen, Rui, Cristiano, Filipe, Jamil, Urbano, Everson, Leonardo e Alisson. Todos ganharão uma empadinha na retumbante e gloriosa festa de aniversário de um ano do blog, em setembro.

 

Ah, sim... Foi o recorde de comentários a um único post da história do blog. Qualquer dia coloco outro desafio desses por aqui. E haja empada...

Escrito por Fábio Seixas às 09h34

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Só o vermelho salvou

Nos últimos dias 18, 19 e 20, Donington Park recebeu o GPLive, um evento com alguns ex-pilotos da F-1 e muitos carros históricos.
 
Como esta Ferrari-monstrengo abaixo.

É hora de testar os conhecimentos da moçada. Alguém se arrisca a contar como, quando e por que fizeram uma Ferrari tão feia?
 

Escrito por Fábio Seixas às 19h28

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Reparem na caixinha do sanduíche

Semana passada, recebi um e-mail do Alexandre Zanotta, internauta que mora nos EUA e que estava entusiasmado porque, pela primeira vez, iria a Indianápolis assistir às 500 Milhas.
 
Obviamente, ele foi cooptado para fazer fotos dos bastidores da corrida, para mostrar a todos como é a vida de um torcedor na maior corrida americana.

Alexandre topou a missão e a executou com maestria. As fotos estão abaixo.
 
Antes, porém, um trecho do relato que ele me mandou no primeiro contato:
 
"Eu comprei os ingressos facilmente pela internet. Depois, recebi de graça em casa e por e-mail informações sobre os eventos do mês de maio que ocorrerão na cidade, um guia com tudo sobre a corrida e até opção de comprar bebidas e comidas com antecedência (o que eu fiz, e recebi um voucher para apenas chegar lá e pegar meu sanduíche e cervejas), além de prioridade para comprar ingresso para o ano que vem."
 
Feito esse prólogo, às fotos. Ainda mais chocantes para quem todo ano enfia o pé na lama, balança em arquibancadas provisórias e enfrenta fila para comer, beber e usar banheiros químicos.
 
 
 
 
 
 

Escrito por Fábio Seixas às 14h51

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Só faltou pedir perdão

É um espetáculo de cinismo a decisão da FIA após a "investigação" conduzida na comunição da McLaren durante o GP de Mônaco.
 
E é até complicado escolher por onde começar...
 
Após listar sete fatos, na verdade sete argumentos pró-McLaren, a FIA (e não sei qual instância da entidade, já que isso não está claro), quase pede desculpas à equipe de Ron Dennis pelas suspeitas levantadas.
 
As frases mais primorosas, que mudam o conceito que se tinha sobre jogo de equipe, são as que abrem e fecham esta segunda parte do comunicado.
 
"O primeiro objetivo de qualquer equipe é conseguir a vitória com um de seus pilotos. Se isso pode ser obtido, o passo seguinte é tentar garantir que o outro carro chegue em segundo."
 
"Diante da superioridade em relação às outras equipes, a McLaren teve condições de refinar sua estratégia. A equipe não fez nada que interferisse no resultado do GP."
 
Então parem, parem tudo. Rasguem o tal artigo 151c do Código Esportivo Internacional. Acabem com essa lenga-lenga de que o jogo de equipe é proibido. E não tomem mais meu tempo com essa discussões inócuas.
 
Porque, segundo a FIA deixou bem claro hoje, "interferir no resultado do GP" só acontece quando um terceiro piloto, de outro time, é afetado. Quando um time arranja o resultado (e não estou entrando no mérito do último domingo), tudo bem. É isso o que diz a primeira frase.
 
O comunicado foi divulgado nesta manhã e está aqui.

Escrito por Fábio Seixas às 13h12

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60 anni

Como no caso do ano anterior,  a Ferrari não teve grande dúvidas sobre o que tascar na página referente a 2001 de “60 Anni in 60 Simboli”. A homenagem, claro, foi para o segundo título de Schumacher pela escuderia, garantido já na Hungria, a 13a das 17 etapas daquele Mundial.

 

Foi um campeonato em que o alemão não encontrou concorrentes. A Ferrari, afinal, tinha Barrichello. E a McLaren ficou meio que perdida entre um Hakkinen que apagou e um Coulthard que não emplacou.

 

 

Começou assim a reportagem que mandei de Budapeste naquele 19 de agosto:

 

“O mundo acompanha Michael Schumacher há 156 domingos. Em apenas dois, viu o alemão chorar. A primeira vez foi no ano passado, na Itália, quando ele igualou as 41 vitórias de Ayrton Senna. A cena se repetiu ontem.


Diante das câmeras, o piloto invencível, duro e frio se transformou. Abraçou seus adversários, se encharcou de champanhe no pódio, cantou, gritou. E chorou.

Michael Schumacher, 32, da Ferrari, havia acabado de vencer o GP da Hungria e de conquistar, com quatro provas de antecedência, o tetracampeonato da F-1.

Mais: com o resultado, o cidadão de Huerth-Hermuelheim, vilarejo na região central da Alemanha, tornou-se estatisticamente o segundo melhor piloto dos 51 anos de história da categoria.

À sua frente, apenas Juan Manuel Fangio, legendário piloto argentino que conquistou cinco Mundiais da F-1 nos anos 50. (...)"

 

A gente não sabia. Mas era só uma questão de tempo.

Escrito por Fábio Seixas às 08h49

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Grana pra chuchu

Alguns internautas pediram e aqui vai a classificação final de Indianápolis, com a premiação de cada um dos 33 pilotos. Entre parênteses, as posições de largada.

 

1º. (3) Dario Franchitti, Dallara-Honda, 166 voltas, US$ 1.645.233
2º. (4) Scott Dixon, Dallara-Honda, 166 voltas, US$ 719.067
3º. (1) Hélio Castroneves, Dallara-Honda, 166 voltas, US$ 646.303
4º. (5) Sam Hornish Jr., Dallara-Honda, 166 voltas, US$ 360.389
5º.
(7) Ryan Briscoe, Dallara-Honda, 166 voltas, US$ 302.305
6º. (12) Scott Sharp, Dallara-Honda, 166 voltas, US$ 368.305
7º. (10) Tomas Scheckter, Dallara-Honda, 166 voltas, US$ 304.105
8º. (8) Danica Patrick, Dallara-Honda, 166 voltas, US$ 298.005
9º. (20) Davey Hamilton, Dallara-Honda, 166 voltas, US$ 268.905
10º.
(19) Vitor Meira, Dallara-Honda, 166 voltas, US$ 280.305
11º. (13) Jeff Simmons, Dallara-Honda, 166 voltas, US$ 278.347
12º. (2) Tony Kanaan, Dallara-Honda, 166 voltas, US$ 414.319
13º. (11) Michael Andretti, Dallara-Honda, 166 voltas, US$ 238.247
14º. (18) A.J. Foyt IV, Dallara-Honda, 165 voltas, US$ 252.305
15º. (26) Alex Barron, Dallara-Honda, 165 voltas, US$ 249.305
16º. (17) Kosuke Matsuura, Dallara-Honda, 165 voltas, US$ 245.305
17º. (14) Ed Carpenter, Dallara-Honda, 164 voltas, US$ 246.305
18º. (21) Sarah Fisher, Dallara-Honda, 164 voltas, US$ 238.305
19º. (22) Buddy Lazier, Dallara-Honda, 164 voltas, US$ 216.805
20º.
(15) Darren Manning, Dallara-Honda, 164 voltas, US$ 232.305
21º. (23) Roger Yasukawa, Dallara-Honda, 164 voltas, US$ 234.305
22º. (6) Dan Wheldon, Dallara-Honda, 163 voltas, US$ 231.805
23º. (32) Richie Hearn, Dallara-Honda, 163 voltas, US$ 224.305
24º.
(9) Marco Andretti, Dallara-Honda, 162 voltas, US$ 229.351
25º. (16) Buddy Rice, Dallara-Honda, 162 voltas, US$ 222.805
26º. (25) Al Unser Jr., Dallara-Honda, 161 voltas, US$ 205.805
27º. (28) Jaques Lazier, Panoz-Honda, 155 voltas, US$ 207.389
28º. (30) Marty Roth, Dallara-Honda, 148 voltas, US$ 216.305
29º. (33) Phil Giebler, Panoz-Honda, 106 voltas, US$ 230.305
30º. (24) John Andretti, Dallara-Honda, 95 voltas, US$ 204.305
31º. (29) Milka Duno, Dallara-Honda, 65 voltas, US$ 213.555
32º. (27) Jon Herb, Dallara-Honda, 51 voltas, US$ 193.305
33º. (31) Roberto Moreno, Panoz-Honda, 36 voltas, US$ 224.805

Escrito por Fábio Seixas às 16h49

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Sinal verde em Valência

Você lembra dessa história aqui?
 
Pois bem, Bernie conseguiu de novo. Coincidência ou resultado da condição imposta pelo inglês (criticada ferozmente na Espanha às vésperas do GP de Barcelona), o Partido Popular venceu as eleições regionais.
 
Ou seja, a F-1 terá pelo menos mais uma corrida de rua em 2008, em Valência. Só espero que o traçado proporcione provas menos monótonas do que aquela a que assistimos no domingo. Duas daquele jeito por ano, não dá.

Escrito por Fábio Seixas às 16h03

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Pit Stop no ar

Pit Stop no ar

Seu chefe te chamou para uma reunião urgente e você não conseguiu assistir ao Pit Stop ao vivo?
 
Não se desespere. Está aqui o link para você assistir quando e onde quiser.

Escrito por Fábio Seixas às 15h04

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Imagens do front

Com certo atraso, porque as notícias atropelaram, fotos do motorhome da McLaren antes e depois do GP de Mônaco, by Tatiana Cunha.
 
Linguinha de fora? Urgh!
 
O resultado das estratégias de Ron Dennis
 
De camiseta laranja, Alonso dá entrevista à imprensa espanhola

Escrito por Fábio Seixas às 10h00

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Por que, pai?

Da série “Por que meu pai não me deu um kart quando eu era criança?”

 

A organização das 500 Milhas anunciou ontem à noite a premiação dos pilotos que participaram da corrida de domingo. Dario Franchitti ganhou US$ 1,340 milhão pela vitória, mais US$ 305 mil naquelas promoções que inundam a prova americana _primeiro colocado na volta x, corte de cabelo mais ousado, etc e tal. Total, US$ 1,645 milhões e mais alguns trocados.

 

Não foi a maior de premiação individual. Em 2004, Buddy Rice (lembram?), ganhou US$ 1,7 milhão. O bolo de prêmio da edição 2007, porém, é recorde: US$ 10,67 milhões.

 

Scott Dixon, o segundo colocado, levou US$ 719 mil. Hélio Castro Neves, terceiro, US$ 646 mil.

 

Phil Giebler, de quem só tomei conhecimento quando vi acertando o muro, foi eleito o “Estreante do ano”. Tony Kanaan, que teve a vitória tirada das mãos, ficou com o “Scott Brayton Driver's Trophy”, por “exemplificar o caráter e o espírito esportivo” do falecido.

 

Gosto sempre de conferir o pé dessa lista. Roberto Moreno, por exemplo, que completou apenas 36 voltas e ficou em 33o e último na corrida, ganhou US$ 225 mil. Mais do que Jon Herb, o 32o: US$ 193 mil. Deve haver algum prêmio para a calvície mais brilhante. Bom, no atual ritmo, um dia eu chego lá.

Escrito por Fábio Seixas às 08h29

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Hoje tem Pit Stop

GP de Mônaco, 500 Milhas, Alonso, Hamilton, Massa, Dennis, Kanaan, Franchitti, a investigação da FIA, as decisões da direção de prova de Indianápolis...

 

Personagens e assuntos do “Pit Stop” desta semana, ao vivo, no UOL News, a partir das 14h30, neste link.

 

Perguntas, comentários, sugestões para o uolnewsformula1@uol.com.br

Escrito por Fábio Seixas às 08h09

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Graças aos céus

Para quem não sabe, Dario Franchitti é casado com Ashley Judd.
 
E foi a atriz americana a responsável pela mais bela foto desta edição das 500 Milhas de Indianápolis. Uma imagem singela, do momento em que a chuva voltou ao circuito. Que diz muito, sobre muita coisa.
                                                                                                        A.J. Mast/Associated Press

Escrito por Fábio Seixas às 13h39

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FIA já investiga ordens da McLaren

A FIA acaba de anunciar que vai investigar a postura da McLaren no GP de Mônaco para esclarecer se houve quebra do seu Código Esportivo Internacional.

 

“As evidências estão sendo analisadas e um anúncio será feito em breve”, diz o comunicado da entidade.

 

O artigo 151c do tal código proíbe “qualquer conduta fraudulenta ou qualquer ato prejudicial aos interesses da competição”.

 

Em 2002, a Ferrari foi multada em US$ 1 milhão após a marmelada de Zeltweg.

 

O que vai acontecer? Acho que nada, talvez uma multinha. Mas Ron Dennis será mais sutil das próximas vezes.

Escrito por Fábio Seixas às 09h07

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A McLaren fez sua escolha

Está aqui o comunicado da McLaren à imprensa após o GP de Mônaco.

 

Ron Dennis é claro, como sempre. Não deixa margens a outras interpretações. Não é questão de procurar nas entrelinhas. É questão, pura e simples, de ler.

 

“Há um clima de decepção devido às diferentes estratégias que tivemos que seguir diante de uma potencial intervenção do safety-car, o que aconteceu em 4 das 5 últimas edições da corrida. Conseqüentemente, você acaba tendo que decidir, com antecedência, qual dos seus pilotos vai vencer. Na primeira rodada de pits, revertemos a estratégia de Lewis de uma parada para duas paradas mais rápidas. Ao mesmo tempo, pedimos para os dois reduzirem o ritmo, para conservar os freios. Como uma equipe, gostaríamos de competir, mas este é um circuito que exige muito cuidado e o resultado é que conseguimos sair daqui com o máximo de pontos.”

 

Algumas considerações:

 

1.       Não foi apenas questão de antecipar em duas ou três voltas o pit stop do inglês. A McLaren mudou completamente a estratégia dele. Do jeito que Hamilton estava no encalço do espanhol, tomaria a liderança com facilidade numa estratégia de apenas um pit.

 

2.       Havia pelo menos dez dias a McLaren estava pensando em Mônaco. Em algum momento, entre quinta e sábado, decidiu pelo plano de apenas um pit para Hamilton. Uma estratégia, imagino, estudada, pensada e discutida em todos os níveis dentro da equipe. E para quê? Para mudar tudo com a corrida em curso? Será que só depois da largada Dennis e os engenheiros se tocaram de que havia uma “potencial intervenção do safety car”?

 

3.       A “potencial intervenção do safety car”, aliás, não se concretizou. Ninguém, ninguém bateu na largada e em todo o GP apenas dois pilotos acertaram o guard-rail. No fim, 19 carros terminaram a prova, maior marca em 54 edições do GP.

 

4.       Mesmo com gasolina no tanque para apenas um pit stop, Hamilton ficou a 0s179 de Alonso no treino oficial. É um fenômeno.

 

A McLaren fez sua escolha, está no direito dela, aconteceria cedo ou tarde, todas as equipes tomam atitudes parecidas declaradamente ou de forma velada.

 

A partir de agora, é Alonso contra a Ferrari, com Hamilton ajudando o espanhol a tirar pontos de Massa e Raikkonen.

Escrito por Fábio Seixas às 08h50

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Franchitti e Indianápolis, agora sim

Pois é, Franchitti venceu. E, ironia do destino, a corrida terminou mesmo por causa da chuva. Durou mais 52 voltas e... Água. Desta vez, já fim de tarde, sem tempo para as turbinas de avião.

E aí, quem estava no lugar certo, na hora certa, era o escocês _o primeiro desde Jim Clark, em 1965, a vencer a mítica prova de Indianápolis.
 
Kanaan bateu na trave pela segunda vez no dia. Estava apenas aguardando o pit stop de Franchitti e de mais uma pequena turma à sua frente para reassumir uma liderança tranqüila quando foi acertado por um acidente múltiplo.
 
Mas foi bonito, bonito como só o esporte consegue fazer, o abraço apertado que o baiano deu no companheiro e amigo após a corrida.
 
Ano que vem tem mais. E, pela primeira vez, este blog vai declarar torcida a um piloto específico numa corrida específica. Lembrem-me disso em 2008.

Escrito por Fábio Seixas às 19h55

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Tony e Indianápolis, ainda não

Em Indianápolis, acabam de anunciar que a prova será retomada em 30 minutos. Lá pelas 18h45 (horário de Brasília), portanto.
 
Não vou entrar no lenga-lenga de patriotada. Se há condições de realizar a prova, então que a realizem, é o que acho. E repito o que escrevi há duas horas: se Tony vencer (de novo), será merecido.

Escrito por Fábio Seixas às 17h22

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E dá-lhe turbina

Não sei, sinceramente, quanto tempo vão levar para anunciar a vitória de Tony. Mas vai acontecer, cedo ou tarde.
 
As famosas turbinas de avião estão circulando pelo oval, mas a pista está ensopada, não vai secar a ponto de a corrida ser retomada.

Escrito por Fábio Seixas às 16h36

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Tony e Indianápolis, enfim

Chove forte em Indianápolis. Muito forte. E Tony Kanaan está prestes a, enfim, colocar o anelzão das 500 Milhas no dedo.
 
A prova foi suspensa na 113ª volta. Mais de metade já havia acontecido. Ou seja, caso a corrida não seja retomada, o piloto que estava na frente no momento da bandeira vermelha ficará com a vitória. E o baiano era o homem certo no lugar certo. Assumiu a liderança, veja só, uma volta antes.
 
"Se fosse um piloto americano já teriam dado a bandeira quadriculada", disse o brasileiro à TV Bandeirantes.
 
Não sei. Mas não há dúvidas que já é caso de encerrar a prova. Do jeito que o circuito está, não seca hoje. Muito menos até as 16h locais, 17h do Brasil, limite imposto pela organização.
 
Tony, daqui a instantes, se tornará o quarto brasileiro a vencer uma das mais tradicionais do automobilismo. Ele merece.

Escrito por Fábio Seixas às 15h16

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Pára o mundo!

Eu entendi errado ou há uma espécie de sorteio de um macacão do Otávio Mesquita durante a transmissão das 500 Milhas?

Escrito por Fábio Seixas às 13h00

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Assim, sim

Não vi a prova da Superbike em Silverstone, hoje de manhã, vencida por Troy Bayliss _se alguém assistiu, por favor, conte aqui. Mas só esta cena guarda mais emoções do que as 78 voltas em Mônaco...
                                                                                                                Lefteris Pitarakis/AP
Joshua Brookes e Max Biaggi disputam posição na molhada Silverstone

Escrito por Fábio Seixas às 12h56

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A suspeita de Lewis

Alonso ganhou fácil? Ganhou.
 
Mas Hamilton poderia ter vencido? Poderia, caso tivesse sido seguida à risca sua estratégia de ficar na pista cinco voltas a mais do que Alonso antes do primeiro pit stop.
 
Por isso, o inglês seguiu o companheiro tão de perto no primeiro trecho do GP. Queria aproveitar essas voltas limpas para abrir vantagem, fazer o pit e retornar na liderança. Não deu certo. Três voltas após o pit de Alonso, ainda sem a vantagem necessária, foi chamado aos boxes.
 
A McLaren e Alonso alegam que o espanhol soube economizar melhor a gasolina que tinha no tanque e que isso lhe rendeu as tais duas voltas a mais antes da parada. Lewis, pelo visto, não pensa bem assim. Começou a falar grosso. E deixou no ar uma suspeita de favorecimento ao bicampeão.
 
"Fiquei surpreso, porque tinha gasolina no tanque para cinco ou seis voltas a mais em relação a ele, mas me chamaram depois de apenas três voltas. Não me deram muito tempo para abrir folga na pista. Vou falar com meus engenheiros."
 
Achei estranha a sisudez de Anthony Hamilton, o sempre sorridente pai do piloto, após o GP. Agora, está explicada...
 
"Fuel preservation"? Sei não. História muito estranha. Acho que a McLaren, de forma velada, começou a tomar partido. Em nome da tranqüilidade interna. E em nome, principalmente, do Mundial de Pilotos.

Escrito por Fábio Seixas às 12h27

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Números, números...

Foi a 150ª vitória da McLaren, a segunda equipe mais bem sucedida da F-1 _a Ferrari soma 195 triunfos;
 
Pole position, vitória, volta mais rápida: hat-trick de Alonso, apenas o segundo de sua carreira. O primeiro foi na Inglaterra, no ano passado;
 
O recorde de pódios consecutivos numa temporada de estréia é de Villeneuve, em 1996: sete, entre Espanha e Bélgica. Outra marca que Hamilton, agora com cinco pódios em cinco corridas, vai mandar pro espaço daqui a pouquinho...
 
Alonso e Hamilton, 38 pontos; Massa, 33; Raikkonen, 23. São esses os números que realmente importam. Não é nada, não é nada, mas 30% do Mundial já se foi. Mais duas ou três corridas, e o brasileiro ganhará a prioridade da Ferrari. E se a McLaren não tomar atitude semelhante, com seus pilotos dividindo os pontos dessa forma, corre risco de tomar uma invertida.

Escrito por Fábio Seixas às 11h32

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Primeiras palavras

Trechos da entrevista coletiva pós-GP:

 

Alonso: “Foi um fim de semana fantástico. Conseguir um hat trick em Mônaco é muito especial. O carro esteve perfeito durante todo o fim de semana. Acho que nunca venci uma corrida com tanta vantagem, um minuto, para o terceiro colocado, então, certamente, foi uma vitória das mais prazerosas da carreira.”

 

Hamilton: “Bati várias vezes no guard-rail. Ainda bem que o carro é forte e suporta esse tipo de choque o tempo todo. No fim da corrida, tentei pressionar o Fernando, para ver se ele cometia algum erro, mas não aconteceu.”

 

Massa: “Lógico, olhando as duas McLaren na frente, não foi um dia perfeito. Mas conseguimos marcar pontos importantes numa pista em que nossos carros não estavam como os deles. Cinco pontos não é nada na briga pelo campeonato. Espero que nas próximas corridas a gente tenha ainda mais potencial para brigar e na frente deles. Mas aqui eles eram imbatíveis. Vamos ver se agora a gente consegue virar a situação.”

Escrito por Fábio Seixas às 10h13

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Bocejos. E vitória de Alonso

Bocejos.

 

Alonso larga na frente, mantém a ponta, seguido por Hamilton e Massa.

 

10 voltas.

 

Bocejos.

 

Alonso continua na frente, seguido por Hamilton e Massa.

 

Vinte, 30, 40, 50, 78 voltas.

 

Bocejos, muitos bocejos.

 

Alonso vence, seguido por Hamilton e Massa.

 

Assim, chato demais, foi o GP de Mônaco. Ainda bem que o cenário, pelo menos, é esplendoroso. Do contrário, não valeria a pena.

 

Pouco o que destacar. Só Liuzzi e Sutil beijaram o guard-rail. Raikkonen, com a estratégia de apenas um pit, foi bem: saiu de 16º para oitavo. A Honda cumpriu uma das estratégias mais estapafúrdias, toscas e inacreditavelmente amadoras que já vi e conseguiu fazer seus pilotos andarem para trás.

 

Adoro Mônaco, sou um dos que pensam que a F-1 precisa correr num lugar assim. Mas, pelo bem do esporte, que seja, eternamente, só uma vez por ano.

Escrito por Fábio Seixas às 09h49

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O último palpite

Faltando 40 minutos para a largada, o último palpite.

 

Engraçado... Passei a semana toda falando em vitória do Alonso. E, com pista seca, continuo apostando no espanhol. Mas se chover, com corre-corre pros boxes, confusão nas trocas de pneus e coisas do gênero, algo me diz que dá Hamilton. Contos de fadas às vezes acontecem.

 

E aí? Mais alguém vai se arriscar a apostar aqui?

Escrito por Fábio Seixas às 07h22

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Vai chover

Acabo de falar com Mônaco. O céu está “nubladaço”, segundo Julio Gomes, repórter da BandNews FM por lá.

 

Por enquanto, tudo seco. Mas, para ele, é questão de tempo para começar a cair água. Enfim, em algum momento o GP deve ter chuva, o que jogará para o espaço boa parte do trabalho de todo mundo da F-1 desde quinta-feira.

Escrito por Fábio Seixas às 07h17

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PERFIL

Nina Horta Fábio Seixas, 37, é jornalista com mestrado em Administração Esportiva pela London Metropolitan University, da Inglaterra, e Coordenador de Produção da Sucursal da Folha no Rio. É colunista de automobilismo da Folha e do UOL.


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