Fábio Seixas

Automobilismo e pitacos sobre tudo o mais

 

Fala, Massa

Massa já falou com os repórteres brasileiros no Canadá.

 

“Não foi um resultado sensacional, não era o que eu imaginava, mas temos uma boa estratégia para a corrida. Agora a gente tem que se focar na preparação para a prova e tentar reverter a situação amanhã. Mas não tem segredo: a McLaren foi mais rápida hoje.”

 

Estava com a cara ainda mais fechada do que ontem e “sem esperança”, segundo relato quem conversou com ele em Montreal.

Escrito por Fábio Seixas às 15h09

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Imagens do front

Um solzinho na beira da raia olímpica, a sala de imprensa, os terraços junto aos escritórios das equipes.

Cliques deste sábado ensolarado em Montreal, by Tatiana Cunha...

Escrito por Fábio Seixas às 14h51

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Fala, Hamilton

Hamilton acaba de falar em Montreal.

 

“Está sendo um dia fantástico, de um fim de semana fantástico. Não é fácil, especialmente quando você tem um bicampeão na sua cola. Mas, na última volta, o carro estava doce, os pneus estavam perfeitos e eu tive como fazer...”

 

O inglês tocou, então, no xis da questão:

 

“Amanhã, como sempre, vai ser duro, mas sair na pole vai ser uma experiência nova para mim. Temos o carro, a estratégia, a equipe. Tenho que fazer a primeira curva na frente e então tentar ser consistente.”

 

Pois é, aí é que está o busílis. Como será que vai ser a conversa de daqui a pouco no escritório da McLaren?

Escrito por Fábio Seixas às 14h40

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Hamilton, uma pole histórica

“Well done.”

 

“Bem feito”. Foi a mensagem da McLaren, pelo rádio, ao pole position do GP do Canadá, Hamilton.

 

Pelo amor da rainha, meus amigos britânicos! Deixem a fleuma de lado! O que esse garoto acabou de fazer pode ter entrado para a história. Pode ter sido a primeira pole de um futuro campeão mundial. E eu aposto que foi.

 

A exemplo do que fez desde o primeiro treino livre, a McLaren passeou na sessão classificatória em Montreal. E, na disputa interna, o triunfo foi do inglês.

 

Na sua sexta corrida na F-1, a primeira pole. É um fenômeno. Uma pole consistente e conquistada na base da perfeição. Porque Alonso, na última tentativa, vinha com tempo para cravar a ponta. Mas errou no último trecho. Hamilton, instantes antes, havia feito uma volta sem problemas. Levou a melhor.

 

Impotente, a Ferrari se viu atrás da BMW. Porque Heidfeld foi o terceiro. O melhor ferrarista foi Raikkonen, em quarto, seguido por Massa.

 

A sessão começou com participação especial do bom e velho Muro da Vergonha. Kovalainen, já punido com a perda de dez posições no grid por ter trocado de motor após o treino da manhã, decolou na zebra e arrebentou a asa traseira no paredão. Bandeira vermelha.

 

Com o treino retomado, os seis cortados foram Davidson, Ralf, Kovalainen, Wurz, Sutil e Albers. Três deles, Ralf, Kovalainen e Wurz, trouxeram de volta à minha mente o substantivo que batiza o muro. Já sou capaz de apostar que o finlandês não corre na França. Ralf bem que poderia ir junto.

 

Lá na frente, Raikkonen, Alonso, Hamilton e Massa. O tempo do ferrarista, 1min16s468, vantagem de 0s094 para o bicampeão.

 

É. Mas a esperança da Ferrari durou pouco. Já no segundo bloco, a McLaren mostrou quem manda, quem está melhor, quem tem, hoje, o carro mais eficiente.

 

Hamilton cravou 1min15s486, disparado o melhor tempo do fim de semana. Alonso ficou em segundo, com Heidfeld em terceiro, com direito a uma raspada no muro. A Ferrari? Quarto lugar, com Massa, e nono (!!!) com Raikkonen. Os cortados, Sato, Liuzzi, Barrichello, Coulthard, Button e Speed.

 

À Globo, Barrichello explicou que vinha rápido na sua última volta, mas que perdeu pressão aerodinâmica no último setor ao se aproximar demais de Button. “Perdi meio segundo.”

 

No bloco decisivo, a chatice de sempre no começo e emoção mesmo só nos quatro minutos finais. Aí, o embate Hamilton x Alonso.

 

A meteorologia prevê tempo seco para amanhã, temperatura de 26oC. Este blogueiro prevê dobradinha da McLaren, mas adverte: o Muro da Vergonha faz mal à saúde e é tão imperdoável na primeira como na última voltas. Para Massa, o primeiro objetivo será ficar à frente de Raikkonen. E isso já vai ser bem difícil.

Escrito por Fábio Seixas às 14h13

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Montreal, 3º treino livre

Se havia alguma dúvida sobre a reação da McLaren, acabou de acabar. Hamilton fez o primeiro tempo em Montreal como quem passa manteiga no pão. Fácil.

 

Raikkonen foi segundo, a distante 0s388. Alonso ficou em terceiro, a 0s006 do finlandês, mas deu a impressão de ter guardado equipamento. Se quisesse, teria deixado o rival para trás _com o fenômeno que é seu companheiro de equipe, a parada seria mais dura.

 

Curiosíssimo, isso. Mônaco mascarou essa evolução pós-Barcelona da McLaren. Todos atribuíram o excelente desempenho dos carros prateados lá como um “casamento de ocasião” entre as características do carro e as particularidades do principado.

 

Montreal está mostrando que a verdade é outra. A McLaren cresceu muito, talvez naquela semana de testes em Paul Ricard. Está hoje melhor que a Ferrari.

 

Ferrari que fez de tudo para terminar na frente. O que mais chamou a atenção de quem está em Montreal foi a agressividade de Raikkonen. O finlandês, creio que percebendo o cheiro da batata assando, foi babando para a pista. Escapou duas vezes na Virage Senna, também conhecida como curva 1 e por pouco não ficou por lá. Massa, que fez o quarto tempo, seguiu a balada do companheiro: no fim da sessão, estragou uma volta rápida com um passeio pela grama.

 

Sato foi o quinto, no finalzinho do treino, seguido por Rosberg, Webber e Barrichello. A Toyota resistiu às zebras de Montreal, mas, talvez por isso mesmo, ficou lá no fundão: Trulli em 14o, Ralf em 16o.

 

Minha aposta para a pole? McLaren. Minha aposta para a primeira fila? McLaren.

 

E não adianta a Ferrari ficar fazendo cara feia.

Escrito por Fábio Seixas às 11h10

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Diversidade na moto

Não deu para os espanhóis em Barcelona. Pelo menos não no sábado.

 

A pole ficou com Rossi, no finalzinho do treino, seguido por De Puniet. Um italiano acostumado a sair na frente, um francês que nunca largou tão bem; uma Yamaha, uma Kawasaki.

 

O melhor espanhol no grid foi Pedrosa, da Honda, em terceiro, seguido pelo líder do campeonato, Stoner, da Ducati. Em quinto, Hopkins, da Suzuki.

 

Cinco marcas diferentes nas cinco primeiras posições. Isso é muito, muito legal. Há quanto tempo não vemos algo parecido na F-1? Neste ano, com certeza, não aconteceu. Perspectiva de uma corrida interessante amanhã, portanto: largada às 9h (Brasília), com Sportv.

 

Ah, sim... Barros sai em 14o. O que, na MotoGP, atrapalha, mas não enterra suas chances de fazer uma boa prova.

Escrito por Fábio Seixas às 10h15

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Zebrinha noturna

Nem Andretti-Green nem Penske nem Ganassi.
 
A pole na noite do Texas ficou com Scott Sharp, da Rahal Letterman. Desde 2001 ele não conquistava a ponta do grid.

Ao seu lado, Hornish Jr. O terceiro é Franchitti, seguido por Kanaan e Castro Neves. Meira sai em 13º.

A largada, que deve aguçar ainda mais o apetite de Ecclestone por corridas noturnas, amanhã, às 22h15 (de Brasília).
 
O inglês, aliás, deve estar louco de vontade de dar um pulo lá para ver. Mas não iria, nunca, dar à IRL o gosto de uma visitinha...

Escrito por Fábio Seixas às 21h32

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Diagnóstico preocupante

Dieter Gass, engenheiro da Toyota, disse que a equipe detectou a causa e o efeito da pulverização da suspensão dianteira direita de Trulli no segundo treino.

A causa, as características do circuito de Montreal.
 
O efeito, a quebra do braço superior do conjunto da suspensão.
 
"Não temos como trocar. Todas as peças que temos aqui são iguais. São as que estamos usando desde o início do ano", completou.
 
Repito: parece muito a história das asas da Sauber em Interlagos, há sete anos. Ou o vexame dos pneus Michelin em Indianápolis-2005.
 
Vocês acham que Trulli e Ralf vão dormir tranqüilos?

Escrito por Fábio Seixas às 18h58

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Será?

Massa acabou de falar com a brasileirada lá em Montreal. Estava com a expressão séria, fechada, preocupada.
 
"É difícil dizer exatamente o quanto a McLaren está mais rápida, porque os dois carros estavam com uma diferença grande entre eles. Mas vamos trabalhar pra que amanhã a gente mantenha essa diferença ou tente melhorar um pouco para estar na frente deles", disse.
 
Melhor do que mil palavras, porém, uma imagem...
                                                                                                Paul Chiasson/Associated Press

Escrito por Fábio Seixas às 16h39

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Montreal, 2º treino livre

Resultados mais embaralhados na segunda sessão em Montreal.
 
O primeiro colocado mais uma vez foi Alonso, 1min16s550, mas desta vez seguido por Massa, a 0s540. Uma folga respeitável. Na seqüência, outra McLaren, outra Ferrari: Hamilton e Raikkonen.
 
A BMW reagiu e colocou Heidfeld em quinto. E a Williams surgiu, cumprindo suas promessas, com Rosberg em sexto.
 
Barrichello, veja só, foi o sétimo, à frente do Fisichella.
 
Os papelões do treino, Kovalainen, que estampou o muro (não aquele) e a Toyota, que viu a suspensão dianteira direita de Trulli desintegrar depois de escalar uma zebra.
 
Falando sério: não dá para peça nenhuma quebrar daquele jeito. Parece o típico caso em que a equipe força a mão num componente atrás de milésimos de segundo. Lembra das asas voadoras da Sauber em Interlagos-2000? Pois é...
 
O que acho para o treino oficial? Que a Ferrari não tem em Montreal toda aquela vantagem propalada por ela própria, pela McLaren e por nós, pretensos especialistas, desde aqueles testes em Paul Ricard.
 
A briga vai ser apertada. Na disputa pela pole entre as duas equipes, 50-50.

Escrito por Fábio Seixas às 15h40

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Olha o muro!

Em 1999, três campeões mundiais, Hill, Schumacher e Villeneuve terminaram o GP do Canadá do mesmo jeito _Zonta fez companhia ao trio.
 
Heidfeld-2001, Karthikeyan-2005 e Button-2006 também já experimentaram a resistência do muro da última curva de Montreal.
 
O "muro da vergonha" foi homenageado pelo "Red Bulletin" de hoje...
 
 
 
Quais serão as vítimas da vez? Sem querer gorar ninguém, Massa e Raikkonen, que gostam de abusar, deveriam tomar cuidado extra ali...

Escrito por Fábio Seixas às 15h11

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Mais três

Na semana passada escrevi sobre o evento mais perigoso do esporte, a Isle de Man TT. Em 99 anos, a prova contabilizava 223 mortes.
 
Pois a marca aumentou hoje, último dia da celebração do seu centenário: 226. Um piloto e dois espectadores morreram num acidente na subida da montanha Snaefell, o ponto mais alto do trajeto de 60 km.
 
Outros dois torcedores foram hospitalizados.

Os nomes ainda não foram revelados pela organização.

Escrito por Fábio Seixas às 13h28

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Pole na estréia

Como não há corrida da GP2 no fim de semana, Bruno Senna aceitou convite para disputar a rodade de Silverstone do Ferrari Racing Chellenge.
 
Começou bem. Hoje, no treino para a primeira corrida, foi pole.
 
A largada, amanhã, será às 6h50 (de Brasília). Antes, ele disputa a classificação para a prova de domingo.
 
Tem algum talento, esse rapaz. 

Escrito por Fábio Seixas às 13h21

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Sexta, coluna

O anacronismo do automobilismo diante de um mundo que cobra, com razão, corte urgente nas emissões de CO2.
 
É este o tema da coluna de hoje no papel. O texto está aqui, para assinantes da Folha e do UOL.

Escrito por Fábio Seixas às 12h00

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Montreal, 1º treino livre

Na abertura dos treinos em Montreal, o de sempre: pista suja, os pilotos atuando como garis de luxo.
 
E dobradinha da McLaren: Alonso e Hamilton, 0s208 separando-os. A Ferrari? Logo atrás. Raikkonen ficou a 0s377 do tempo do espanhol; Massa, a 0s408.
 
Será? 
 
Pode ser, claro. A McLaren nunca pode ser menosprezada. Ainda é cedo, porém. O treino das 15h, com o asfalto mais limpo, pode deixar o cenário mais claro. 
 
Mas vamos especular. Porque o esporte também é feito disso e porque já coloquei uma pulga atrás da orelha. Será que aquela vantagem espantosa de Mônaco era mais real do que de ocasião?
 
Será?
 
Destaque ainda para o bom início da Red Bull, que colocou Webber em quinto e Coulthard em nono.

Escrito por Fábio Seixas às 11h57

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Imagens do front

Tatiana Cunha, enviada da Folha a Montreal, já chegou ao circuito Gilles Villeneuve. E, rapidinha, mandou seus primeiros cliques de lá...
 
 
 
 
 
 
 
É curioso comparar o estado do circuito, hoje, com o deste post aqui.

Escrito por Fábio Seixas às 18h19

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O último sopro

Uma boa notícia.
 
Afastado das pistas desde o acidente que sofreu em Oschersleben, Pedro Bianchini foi confirmado para a terceira rodada da F-BMW, na pista de rua de Norisring, dias 23 e 24.
 
A batida, em março, foi feia. Ele quebrou a fíbula da perna esquerda, machucou o joelho e perdeu o início do campeonato. Só agora vai estrear.
 
Se as coisas por aqui não mudarem (leia-se, se não forem criadas categorias de monopostos para os moleques que saem do kart), Bianchini, 15, pode ser o último sopro de esperança do automobilismo brasileiro. E, infelizmente não há nenhum aceno para que as coisas mudem.
 
Paranaense, fera no kart, Bianchini foi adotado pela Red Bull, com quem tem contrato até 2016. Sorte dele, que é uma exceção, uma aberração, um investimento de uma multinacional que gosta de gastar com o automobilismo.
 
Nada, nada a ver com qualquer iniciativa de que comanda o esporte por aqui.

Escrito por Fábio Seixas às 15h36

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Ah, o Canadá...

Enquanto o agito não começa, um belo fim de tarde na ilha de Notre Dame, tenho a impressão...

(Gero Breloer/Efe)

Escrito por Fábio Seixas às 15h06

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Todos contra Jacques

As críticas de Villeneuve a Hamilton foram o grande assunto na abertura dos trabalhos em Montreal, hoje. E os pilotos, em uníssono, defenderam o novato. 
 
Se não porque o absolvem, porque é uma chance de alfinetar o canadense, que nos últimos anos ganhou fama de "o chato dos briefings pré-GPs".
 
"Do meu carro, honestamente, não vi Lewis fazer nada de errado. E depois, assistindo pela TV, também não vi nada", disse Heidfeld, frequentador assíduo das primeiras filas do grid neste 2007.
 
"Vi o replay da Malásia, ele foi um pouco abusado com o Massa, mas nada demais", afirmou Webber.
 
Wurz e Fisichella não deram voltas.
 
"Acho que cada vez menos vamos perder tempo falando sobre os comentários de Jacques", lançou o austríaco. "Jacques fala demais", completou o italiano.
 
Aliás, será que ele vai pintar no paddock? Tenho cá minhas dúvidas.

Escrito por Fábio Seixas às 14h58

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O otimismo de Frank

Discursos otimistas são a tônica dos comunicados distribuídos pelas equipes antes dos GPs.

 

Não poderia ser diferente. O que você queria? “Sabemos que o carro é uma porcaria e que no máximo vamos largar em 15o e terminar em 13o?” Não, infelizmente não dá... Os times, todos eles, têm patrocinadores fortes, o que tolhe, e muito, a sinceridade no momento de dar um prognóstico.

 

Mas me chamou a atenção, nesta semana, o preview da Williams. “Prestem atenção em nós no Canadá”, é o recado do time inglês.

 

Quinta colocada no campeonato, com menos da metade dos pontos da quarta, a Renault, a Williams não vem exatamente encantando. Será que acharam algo no carro? Difícil...

 

Ainda acho impossível alguém entrar na briga Ferrari x McLaren. No máximo, acho que a Renault pode começar a arrancar pontos da BMW, o que já fez em Mônaco. A Williams deve mesmo é brigar pela rabeira dos pontos. O que, de certa forma, é até uma evolução.

Escrito por Fábio Seixas às 09h05

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Programe-se

Como já é tradicional às quintas-feiras pré-GPs, segue a programação de Montreal para você imprimir, recortar e guardar na carteira neste feriadão de...

 

Errr... Qual é o feriado mesmo?

 

Sexta-feira

11h-12h30, 1º treino livre

15h-16h30, 2º treino livre

 

Sábado

11h-12h, 3º treino livre

14h, treino oficial

 

Domingo

14h, largada

 

Horários de Brasília, que fique bem claro.

Escrito por Fábio Seixas às 08h54

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Trulli, o amigão

Trulli vai correr com um capacete novo em Montreal. Rosa. Homenagem ao amigo Danilo di Luca, também de Pescara, que venceu o Giro d'Italia.
 
O Giro d'Italia foi criado pela "Gazzetta dello Sport", jornal impresso em papel cor-de-rosa. Por isso, o líder da prova é sempre identificado pela "maglia rosa" _assim como, no Tour de France, o líder veste o "maillot jaune".
 
Em 2004, terceiro colocado em Barcelona, dedicou o resultado, emocionado, ao amigo Dino. Quando venceu em Mônaco, na corrida seguinte, falou de outro amigo, também com lágrimas nos olhos.
 
Trulli é cheio de amigos.

Escrito por Fábio Seixas às 18h49

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Jacques, 11 anos depois

Em 1996, quando novato na F-1, Villeneuve experimentou um frisson que guarda certas semelhanças com o vivido agora por Hamilton. Era o queridinho do paddock e da imprensa, o diferente, o outsider, a novidade.

 

Não sei se por dor de cotovelo ou por ressentimento com a categoria, o fato é que o agora ex-piloto-que-tenta-retornar-e-dublê-de-cantor saiu atirando contra Hamilton em uma entrevista à “Autosport”.

 

Para ele, Hamilton é excessivamente agressivo nas largadas, corta a todo momento a trajetória dos seus oponentes mas, estranhamente, não é punido.

 

“Quando vão parar com essas cortadas? Lewis não está sendo punido. O comportamento dele nas largadas já está ficando parecido com o do Michael. Até agora, ele tem levado sorte, mas vamos ver se isso continua. Ele faz algumas manobras que renderiam bandeira preta a outros pilotos.”

 

O canadense falou mais.

 

“Lewis é muito rápido, mas ele ainda tem que crescer e vencer Alonso. E ainda não sabemos como ele reage sob pressão. Vai ser interessante assistir a isso.”

 

Villeneuve tem alguma razão quando fala de Schumacher. Talvez por ser quem era nas pistas, o alemão se notabilizou, também, por aquelas largadas em que já saía na diagonal, cortando quem viesse atrás. Até aí, em tese, tudo bem. O problema é que às vezes ele cortava o mesmo adversário duas vezes, o que poderia resultar em punição. Ficou sempre no “poderia”.

 

Mas sobre Hamilton, sinceramente, não lembro de nada assim nas cinco largadas deste ano. O inglês me pareceu firme, mas não desleal.

 

Será que minha memória está fraca? Alguém aí lembra de algo?

Escrito por Fábio Seixas às 09h18

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Brasil-sil-sil!

Nunca fui à Daslu.

 

Paulo Sampaio, repórter da Folha, foi. Para fazer uma reportagem, que está na página C7 de hoje: Daslu faz ‘caça ao Rolex’ para atrair novos clientes.

 

Pois é. Vivendo um período de vacas magras, a butique, já envolvida em denúncias de sonegação fiscal e subfaturamento de produtos, inventou a tal gincana para tentar atrair novas e mais madames às suas vitrines.

 

Em determinado momento da reportagem, Sampaio colheu a seguinte declaração de uma certa Daniella Lunardelli, relações-públicas do feirão de luxo: “Nosso conceito é receber seja quem for no nosso espaço... Para não dizer ‘todos os níveis sociais’, a gente pode afirmar que alcança ‘quase todos’. Mas não podemos perder a identidade. O DNA foi mantido.”

 

Gostaria de saber o que há no DNA de alguém que fala uma asneira como essa.

Escrito por Fábio Seixas às 08h47

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Mansero, Mansero!

No preview da Red Bull para o GP do Canadá, Adrian Newey revela que o circuito Gilles Villeneuve foi o palco de uma das maiores frustrações de sua carreira.
 
"O GP do Canadá de 91 era para ter sido minha primeira vitória na F-1. Mansell estava liderando com uma boa vantagem... Foi difícil engolir aquilo. Após anos com a Leyton House e com a Williams, finalmente eu iria ganhar uma. E então, a 400 metros da chegada, tudo foi pro espaço..."
 
Para ele, foi trágica. Para o resto do mundo, foi uma corrida especial, aquela.
 
Empolgado com a "vitória", Mansell começou a acenar para a torcida na volta final. Resultado: deixou os giros caírem, o alternador não jogou energia suficiente para o sistema hidráulico, as marchas foram para o espaço e o motor morreu.
 
Sorte de Piquet, que ganhou a prova. Foi sua última vitória na categoria. Stefano Modena, com a Tyrrell, conseguiu um valente segundo lugar _o penúltimo pódio da história da equipe. Patrese, companheiro de Mansell, foi o terceiro.
 
Estranhamente, só achei um vídeo sobre isso no Youtube, neste link.
 
São 7 minutos. É da transmissão japonesa, mas vale muito a pena ver. Quando Mansell pára, no 1min12s, o locutor vai à loucura. "Mansero, Mansero!" A expressão de Frank Williams também é impagável. Ele parece pensar: "O que este cara aprontou desta vez?" Isso, para ser educado.
 
Os últimos segundos também são preciosos. Senna e Piquet falam. "A Williams foi muito bem hoje e merecia a vitória. Infelizmente perdeu no último minuto", diz o brasileiro da McLaren, que abandonou com um problema elétrico. "O carro não estava muito bom para competir com a Wiliams, mas eu estava a cinco segundos de Senna quando ele abandonou", afirma o brasileiro da Benetton.
 
Provocação mútua ou impressão minha?

Escrito por Fábio Seixas às 20h20

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Convite ao sono

Eu gostaria de saber qual foi a lógica da FIA ao escalar Ralf, Fisichella, Button e Wurz para a coletiva de quinta-feira em Montreal.
 
Afundar o evento? Promover a entrevista mais sem graça da história? Ou será que vai rolar um paredão?

Escrito por Fábio Seixas às 17h10

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Fala, Tony

Fala, Tony

Foi esclarecedora a entrevista com Kanaan, hoje, no Pit Stop.
 
Alguns trechos?
 
Sobre vencer em Milwaukee, uma semana após a decepção nas 500 Milhas:
 
"Foi uma recompensa. Não dá nunca para substituir uma vitória por outra, e principalmente substituir Indianápolis."
 
Sobre a decisão de relargar em Indianápolis:
 
"Em respeito aos fãs que pagaram para assistir a 500 milhas de corrida, acho que foi uma maneira de agradecê-los, começando a corrida de novo. Eu só continuo discordando porque, quando a gente relargou, eles já sabiam que a corrida não teria 500 milhas de novo, porque ia chover de novo."

Sobre o trabalho de "coach" de Danica Patrick e Marco Andretti:
 
"Eu trabalho junto a eles como um tipo de treinador, para ajudar o máximo possível e dar uma acelerada no aprendizado deles."
 
O programa ainda teve F-1, MotoGP, Stock Car. Enfim, assista!

Escrito por Fábio Seixas às 16h25

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Escolinha do professor Giancarlo

Em parceria com seu empresário, Enrico Zanarini, Fisichella lançou hoje a Fisichella Motor Sport Academy, que funcionará na área do autódromo de Vallelunga, próximo a Roma.

A idéia do piloto é formar profissionais de todas as áreas do automobilismo: mecânicos, especialistas em telemetria, em logística e em aerodinâmica, engenheiros de pista, diretores técnicos e executivos, empresários, personal trainers, relações públicas, etc, etc, etc.
 
A academia ainda contará com um mini-shopping, um museu, um restaurante e será sede da Fisichella Motor Sport, que hoje está na GP2.
 
Pelo visto, o italiano já começou a pensar no futuro. Que tenha sucesso. É claro que há interesses financeiros por trás, mas, enfim, Fisichella está apostando na formação de profissionais para o esporte, quando poderia muito bem especular na bolsa, comprar iates ou, sei lá, vender caminhões.
 
Aplausos, também, para o projeto do prédio, do escritório de arquitetura DAA+Nema. Dá só uma olhada...
 

Escrito por Fábio Seixas às 15h22

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Na terrinha

Recebo simpático e-mail de Carlos Soares alertando para a volta de Portugal ao calendário de grandes eventos do automobilismo.

 

Não, infelizmente ainda não é o retorno da F-1 ao Estoril. Mas é bem bacana: o WTCC correrá em julho, no histórico circuito da Boavista, sua sexta rodada.

 

Por duas vezes, em 58 e 61, o traçado de rua, ali no Porto, recebeu a F-1. Passou décadas meio que sumido do cenário internacional até uma reformulação recente. Ganhou 420 m, chegando a 4.720 m, o que o qualifica a receber provas de turismo e de carros históricos de F-1.

 

Algumas explicações do site do circuito:

 

Na zona da Vilarinha será suprimida a chicane, e os concorrentes passarão a virar à direita, andando cerca de 200 metros. Depois viram à esquerda, num novo arruamento, perto do Colégio CLIP, virando em seguida novamente à esquerda e entrando na descida da Estrada da Circunvalação, alargada em 2,5 metros (...) Quanto à VIP Village e à Village (esta de acesso livre ao público), continuam a estar entre o Castelo do Queijo e o Edifício Transparente.”

 

“Arruamento”, “Estrada da Circunvalação”, “Castelo do Queijo”, “Edifício Transparente”...

 

Êêêê, Portugal. Saudades. Taí: se fosse para ir a alguma corrida fora do país neste ano, esta seria minha escolha.

 

Carlos Soares, claro, já está oficialmente convocado para ser nosso correspondente no Distrito do Porto e mandar fotos belíssimas de lá.

Escrito por Fábio Seixas às 09h07

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Kanaan no Pit Stop

Hoje tem Pit Stop, ao vivo, às 14h30, aqui.

 

Na pole position, o baiano Tony Kanaan, vencedor em Milwaukee no fim de semana, nosso entrevistado de hoje que, é claro, falará também da frustração das 500 Milhas de Indianápolis.

 

Completam o grid F-1, MotoGP, WTCC e Stock Car.

 

Perguntas para o Tony, comentários, críticas e sugestões no e-mail uolnewsformula1@uol.com.br

Escrito por Fábio Seixas às 08h30

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Perguntar não ofende

Que integrantes do COB e do Co-Rio tenham viajado ao México para a mega-cafona cerimônia de acendimento da chama pan-americana é compreensível.
 
Mas o que foram fazer em Teotihuacan o prefeito do Rio, Cesar Maia, o ministro do Esporte, Orlando Silva, a ministra do Turismo, Marta Suplicy, e o secretário de Turismo, Esporte e Lazer do Estado do Rio, Eduardo Paes? Ajudar os "índios", que, como disse um amigo, mais parecem destaques da Beija-Flor?
                                                                                                             
                                                                                                            Daniel Aguilar/Reuters

Escrito por Fábio Seixas às 18h09

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Se liga nos pneus traseiros...

O solerte Luiz Aparecido da Silva, de Cascavel, informa que Primavera do Leste (adorei este nome), no Mato Grosso, vai receber no fim de semana, pela primeira vez, um "arrancadão de tratores".
 
Haverá outra novidade, conta: a presença de um piloto vindo do Paraguai, Alexandre Poland, nascido no Brasil, mas que vive no país vizinho desde criança.
 
Segundo o Luiz Aparecido, mais de 20 mil pessoas devem lotar o parque de exposições de Primavera do Leste para acompanhar o evento _e não duvido, já tratamos aqui do fenômeno das corridas de terra por esse interiorzão.
 
Mas o barato, mesmo, é a foto do brasilguaio na prova de Maripá, PR, ano passado _o clique é de Vanderley Soares.
 
Pela imponência absurda do trator. Veja que loucura! E pelo capacete, que denuncia de que lado da fronteira está o coração do piloto.

Você já foi a uma prova dessas? Seja o comentarista, conte tudo aqui...

Escrito por Fábio Seixas às 16h47

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A foto

A foto

A idéia veio com a foto da Ashley Judd, na semana passada. Vou tentar, a partir desta segunda, destacar a imagem mais emblemática/bela/dramática/significativa entre as centenas que chegam ao jornal no fins de semana via agências internacionais.

O autor do clique abaixo, Gregorio Borgia, da Associated Press.

Precisa de legenda?

Escrito por Fábio Seixas às 14h01

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Fim da linha para Pizzonia?

Pizzonia estaria fora da GP2. Seria substituído por Ernesto Viso já a partir da Magny-Cours.

 

Percebeu o condicional? Pois é, não há confirmação da equipe FMS nem do piloto amazonense, mas a conversa começa a circular com força.

 

Se for cascata, que sirva de alerta para Pizzonia começar a bater menos, falar menos e fazer mais.

 

Se for verdade, Pizzonia estará numa enrascada, mais uma de sua carreira. Porque, para ele, vai ser difícil correr até na Stock, depois de tudo o que falou sobre a categoria quando testou por lá.

Escrito por Fábio Seixas às 09h22

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Sobre o otimismo da Renault

Às vésperas do GP do Canadá, a Renault é só otimismo.

 

Fisichella, que outro dia disse que o carro havia nascido ruim, agora fala que o balanço está melhor e que, após muito trabalho, a equipe “está de volta”.

 

Alan Permane, engenheiro da Renault, também veio a público com um discurso otimista. “Vamos começar a brigar com a BMW. Até agora, tínhamos que guiar com um olho no retrovisor, tomando cuidado com Williams, Toyota e Red Bull.”

 

Será? Ao fato: Fisichella foi bem na última prova. Às atenuantes: ele sempre vai bem no principado, e Mônaco não serve de parâmetro para nada, nada mesmo.

 

Ainda aposto minhas poucas fichas na BMW. Não só em Montreal, como na classificação final do Mundial, em outubro. Aliás, taí um case interessantíssimo, o da transformação da Sauber em BMW e em uma das forças da F-1. Já estive na fábrica de Hinwill, quando o Pedro Paulo corria por lá: super bem montada, sem arroubos de ostentação, tudo na mais perfeita organização suíça.

 

O que faltava para a Sauber deslanchar? Dinheiro. Tanto que a BMW chegou e o que aconteceu?

 

Mario Theissen, que aparece menos do que merece, é dos homens mais ambiciosos do paddock. Ainda neste ano, sua equipe vai ganhar a primeira. E, em 2008, vai incomodar McLaren e Ferrari. Pode anotar _ou copiar e salvar este permalink, que me parece mais moderno.

Escrito por Fábio Seixas às 09h06

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Onde compro um?

Como assim? Você ainda não o Mach 5 construído para estrelar “Speed Racer”?

 

Clique aqui imediatamente e veja o vídeo da Reuters com trechos da apresentação do carro, em Potsdam, na Alemanha, semana passada.

 

Escolhido para o papel título, Emile Hirsch tenta fazer graça. “Eu era conhecido na minha turma de amigos como o motorista mais lento. Só ligava o carro quando todos estavam com o cinto de segurança. Depois, fui começando a ficar mais rápido, mais rápido... Nesse ritmo, quando o filme entrar em cartaz, já vou estar na F-1”, diz. Espero que ele saia melhor na tela.

 

Matthew Fox, o médico de “Lost”, fala sobre outro mistério: aquele que envolve seu personagem, o Corredor X. “Não posso dizer muito, mas nunca estive tão entusiasmado com um projeto.”

 

Mas, ufa, não tem só marmanjo. Susan Sarandon fará a mãe de Speed, e Christina Ricci será Trixie. Como informa o Almanaque Virtual, o filme entrará em cartaz em 9 de maio do ano que vem.

Escrito por Fábio Seixas às 19h51

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60 anni

Em 2002, a Ferrari conquistou, pelo terceiro ano seguido, os dois Mundiais. E, de quebra, lançou a Enzo, com total inspiração na F-1, no Salão de Paris.

 

A homenagem em “60 Anni in 60 Simboli” vai para as três façanhas...

 

 

Uma coisa leva a outra, e esta imagem da equipe me levou a alguns lugares...

 

Não é a foto do título do alemão, em Magny-Cours, mas sim o registro da conquista do Mundial de Construtores, quase um mês depois, em Budapeste.

 

Três detalhes mostram isso. O mais óbvio, a menção a 1999 na placa. Mas, também, o troféu em forma de volante, marca registrada das corridas patrocinadas pela Marlboro. E a presença de Barrichello.

 

Porque, na foto da conquista histórica do companheiro, no GP da França, o brasileiro não está.

 

Irritado com o problema que o eliminara daquela prova, pane num sensor, o brasileiro deu uma banana para os mecânicos diante das câmeras de TV e foi embora do circuito com a corrida ainda rolando. Não viu o companheiro cruzar a linha de chegada e igualar a mítica marca de cinco títulos de Fangio. Só voltou bem depois, convocado peremptoriamente por Todt.

 

Trecho da reportagem que mandei de lá, naquele julho, quase cinco anos atrás:

 

Barrichello só reapareceu em Magny-Cours duas horas após o final da prova, meio que contrariado. Foi uma aparição rápida. Após alguns diálogos ríspidos com o pessoal técnico do time, foi levado pelo chefe, Jean Todt, para dar um abraço em Schumacher. Então, sumiu de novo.

 

Resultado: o brasileiro não está na tradicional foto oficial da conquista do título e não participou do jantar promovido pela escuderia em um restaurante próximo ao circuito. Eventos tão importantes para o time que fizeram Luca di Montezemolo, presidente ferrarista, pegar um jatinho de Bolonha, na Itália, para Magny-Cours logo após a bandeirada.”

 

Foi uma pessoa da Ferrari que me passou a história do telefonema convocatório de Todt. Fonte interna, de altíssima confiança. Raramente uma informação assim vaza na F-1. Bem, desta vez vazou e foi parar na Folha.

 

O fato é que, uma semana depois, em Hockenheim, o chefe da assessoria da Ferrari entrou bufando na sala de imprensa, me procurando. Primeiro, negou tudo. Quando eu disse que um colega dele havia me passado a história, mudou de foco. “Impossível, impossível”, bradava. É claro que não revelei a fonte.

 

Ah, sim... Aquela seria a primeira prova no traçado que destruiu Hockenheim. Mas esta é outra história (triste)...

Escrito por Fábio Seixas às 19h32

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Quatro pitacos cegos

Como prometido, aqui estou, antes da Glória Maria. Não vi nenhuma das corridas do fim de semana, então, por ora, comento apenas em cima dos resultados.

 

Se fosse para assistir ao VT de uma das quatro principais provas de hoje, escolheria o da MotoGP. Pela vitória do Rossi em casa, do jeito que ele gosta, saindo lá de trás e engolindo todo mundo. Sexta vitória seguida em Mugello! Quer mais? Stoner, o pole, terminou só em quarto e, com isso, a vantagem dele para Rossi na classificação caiu para nove pontos: 115 a 106. Ê, beleza...

 

Menção honrosa ao terceiro lugar de Alexandre Barros, primeiro pódio com a Pramac.

 

Depois, se tivesse tempo, eu pegaria o VT da IRL. Não é que uma semana após uma frustração gigantesca, Indianápolis, Kanaan venceu em Milwaukee? Castro Neves dominou o fim de semana, fez a pole, corria para uma vitória tranqüila até que, a 25 voltas do fim... A asa traseira quebrou? É isso mesmo? Como pode? E Hornish teve problema parecido? Estranha, bem estranha essa história. Menos mal que ninguém se machucou.

 

O fato é que Kanaan conquistou a segunda vitória do ano e que vai contar tudo sobre essa gangorra, frustração seguida de alegria, no próximo Pit Stop, terça-feira, às 14h30. Já avisei aqui, não custa repetir: mande sua pergunta para uolnewsformula1@uol.com.br

 

Se eu ainda me restasse um tempinho, assistiria ao WTCC. Em Pau, Farfus só fez lambança na primeira prova, mas se recuperou com brilho na segunda: venceu. Foi seu segundo triunfo na temporada _o outro havia sido em Curitiba.

 

Enfim, se não houvesse nada melhor para fazer e eu estivesse com insônia, colocaria a fita da Stock para rodar. Vitórias de ponta a ponta não me entusiasmam muito, embora o Tarso seja dos pilotos mais bacanas que cruzei nestes anos de pistas por aí.

 

Escrevi alguma bobagem? Esqueci de algo ou alguém? Você mudaria a ordem dos VTs?

Escrito por Fábio Seixas às 18h43

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PERFIL

Nina Horta Fábio Seixas, 37, é jornalista com mestrado em Administração Esportiva pela London Metropolitan University, da Inglaterra, e Coordenador de Produção da Sucursal da Folha no Rio. É colunista de automobilismo da Folha e do UOL.


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