Hamilton é mais completo, diz Streit
Batida feia na França
Depois de Kubica provar a resistência dos carros de F-1, um venezuelano fez o mesmo hoje com a GP2.
Substituto de Sergio Jimenez na Racing Engineering, Ernesto Viso deu um pancão feio lá em Magny-Cours. Seu carro decolou num acidente na largada e aterrissou exatamente num muro de concreto, onde se espatifou.
Levado ao centro médico e de lá para um hospital das redondezas, ele está consciente e queixando-se apenas de dores nos braços.
A corrida teve de ser interrompida por 56 minutos, e a vitória acabou nas mãos de Giorgio Pantano, seguido por dois brasileiros: Lucas di Grassi e Bruno Senna.
Viso conta com apoio financeiro do governo Chávez para correr. Será que agora o Vaticano vai querer canonizar o presidente da Venezuela?
Escrito por Fábio Seixas às 14h22
Show de Rossi
Entre o treino oficial da F-1 e ligações para a Telefonica na tentativa inútil de conectar meu computador na banda larga, não consegui assistir à corrida da MotoGP, na Holanda. Vi apenas alguns momentos, que não me dão muita base para comentários, pitacos e quetais.
Escrevo, então, com base no resultado e no que li em sites especializados.
Vitória de Rossi. Daquelas com a marca do italiano: saindo de trás, em 11o, e atacando quem aparecesse pela frente. Na quinta volta, ele já era o quinto colocado. Na oitava, terceiro. Na 12a, após cravar o melhor tempo da corrida por três voltas seguida, assumiu a vice-liderança, deixando Hopkins para trás.
Na 14a, enfim, Rossi alcançou o líder. Stoner, seu grande adversário pelo título. Foram oito voltas de perseguição e, então, o bote fatal. A liderança. Rossi ainda conseguiu abrir 1s909 até a linha de chegada. A vantagem do australiano na ponta do campeonato caiu para 21 pontos.
Barros foi sétimo. E vou ter que dar um jeito de assistir à essa corrida.
(Ainda na conexão discada, já que seis horas não são suficientes para a Telefonica resolver um problema técnico. Já tenho três números de protocolo aqui, que não sei bem para que servem.)
Escrito por Fábio Seixas às 14h15
Massa, pole, favorito, favoritaço
Será que Magny-Cours, onde o Brasil nunca venceu, assistirá a uma vitória verde-e-amarela justamente na sua despedida da F-1?
As chances são gigantescas.
Com um desempenho muito, muito bom, buscando tempo quando precisava e sem precisar lançar mão de arroubos de agressividade, Massa conquistou a pole position para o GP da França. A sétima de sua carreira, a quarta na temporada, a primeira em solo francês.
Hamilton sai em segundo, a 0s070. E o fato de ter dividido as duas Ferrari merece aplausos e elogios. Porque mostra, mais uma vez, o quanto esse inglês é bom. Neste fim de semana, ele não tem o melhor carro. Mesmo assim, deixou Raikkonen para trás.
O finlandês sai em terceiro, a 0s223 do companheiro de equipe.
Alonso? Vem vivendo um fim de semana daqueles... Não chegou a brilhar em nenhum treino livre. E, na abertura do último bloco da classificação, enfrentou um problema de motor e teve de se recolher aos boxes. A McLaren ainda não confirmou, mas, sem poder queimar a gasolina que levava no tanque, talvez a melhor opção para o espanhol seja trocar logo esse motor e largar lá no fundão, com uma estratégia kamikaze.
De resto, treino classificatório correu sem grandes sustos, sem grandes notícias, tudo dentro do normal.
Na primeira degola, dançaram Sutil, Albers, Davidson, Sato, Wurz e Liuzzi. Será que acabou o gás da Super Aguri? Onde foi parar todo aquele desempenho das primeiras corridas?
O mais rápido, Hamilton, que pela manhã havia feito o melhor tempo no terceiro treino livre, mostrando que a McLaren não está morta. Sua marca na abertura da sessão oficial, 1min14s805, 0s067 melhor que Raikkonen, o segundo. Massa foi o terceiro, seguido por Alonso.
Barrichello, com um carro que não vai de jeito de nenhum, escapou por pouco. Mas ficou no segundo corte, junto com Button. Também ficaram Ralf, Webber, Speed e Coulthard.
Novamente, Hamilton foi o melhor, mas agora com Massa no cangote, a 0s027. A briga pela pole position começava a se definir.
No último bloco, Massa mostrou que tinha o inglês sob controle. Em outras palavras: quando precisou, foi lá e fez o que tinha de fazer. A pole.
Escrito por Fábio Seixas às 09h11
O velho som do modem
O Speedy tentou, tentou, tentou evitar que este post chegasse aqui. Mas consegui achar, no fundo da mochila, aquele velho cabo cinza, meio amarrotado. E aqui estou, com a boa e velha conexão discada, atualizando o blog. Havia tempo eu não ouvia aquele barulhinho do modem.
Escrito por Fábio Seixas às 08h48
Cursinho rápido de aerodinâmica
Escrito por Fábio Seixas às 15h56
Cena rara

Escrito por Fábio Seixas às 15h15
Fala, Massa
Escrito por Fábio Seixas às 14h36
Enquanto isso, na escolinha...
Lucas: “Fiquei metade do treino na frente, mas depois não conseguimos evoluir como os demais. O carro está bom. É questão de acertar alguns detalhes”.
Escrito por Fábio Seixas às 13h40
Novidade na Ferrari

Escrito por Fábio Seixas às 12h28
Ajuda local
Às vésperas do GP de Mônaco, o "Red Bulletin" lançou um concurso que provocou boas risadas no paddock e fora dele. O autor da melhor sugestão para o nome de uma vaquinha que vive nos arredores de Magny-Cours ganharia um pacote VIP para acompanhar o GP da França in loco.
Não consegui apurar qual foi o nome vencedor _se alguém achar em algum site por aí, me avise, por favor.
Mas acho que descobri o segredo de Liuzzi e Speed para os tempos de hoje...

Escrito por Fábio Seixas às 10h40
A volta do leão
Lembra do Pit Land Park, que a BMW e a Intel montaram em Montreal? Pois as duas empresas levarão o mini-parque para Silverstone.
O mais bacana é o piloto escalado para ficar dando zerinhos. Mansell. Que deixou a F-1, na sua última passagem por lá, por não caber no cockpit da McLaren. Mas que não deve ter problemas com a BMW. Ele está mais fininho, correu, e bem, na GP Masters. E, antes disso, em 2004, participou de uma exibição no centro de Londres, com um Jordan.
Eu estava lá e fiz uma entrevista com o inglês. Sem todo aquele aparato de assessoria de imprensa ao seu lado, foi direto e reto. Meteu o pau na tecnologia. E garantiu, apontando para mim: “Você pode largar como o Schumacher”. Eu?
Bem, segue um trecho.
Folha - Ao contrário de muitos ex-campeões, você nunca aparece em autódromos. Como você acompanha a F-1 atual?
Nigel Mansell - Para ser sincero, eu assisto à largada, saio para fazer alguma coisa e depois volto para a chegada. Mas quase sempre sabemos quem vai ser o primeiro, certo? O Schumacher. Ele é fantástico. E não é ele que está estragando o esporte, como muita gente pensa. O problema também não está no regulamento esportivo. Está, sim, na tecnologia. No excesso de tecnologia.
Folha - Mas a F-1 sempre foi um laboratório para isso.
Mansell - Não sou contra a tecnologia. Acho que algumas coisas têm lugar no esporte, outras não. Você já pilotou um F-1? Não? Pois com um pouco de treino, você faz uma largada igual à do Schumacher. O controle de tração nivela as largadas do melhor e do pior piloto do grid...
Folha - O que mais atrapalha?
Mansell - O câmbio automático. Não vou ficar comparando a turma da minha época com os pilotos atuais. Mas antigamente, quando eu errava uma marcha, alguém me ultrapassava. Quando o Ayrton errava, eu o passava. E era comum errar marchas, porque os homens são falíveis. Os computadores não. É uma pena, porque os torcedores perdem a chance de saber quem é quem. Também acho que deveria haver uma limitação de pit stops. Um por GP, para evitar essa chatice de ultrapassagens nos boxes.
Folha - Falando sobre pilotos brasileiros. O que você achava do Senna?
Mansell - Corri muito lado a lado com ele, tivemos disputas fantásticas. Quando eu estava em primeiro, sabia que ele era o segundo. E vice-versa. Achava que o Ayrton fosse à prova de balas.
Folha - E o Piquet?
Mansell - Tivemos sérios problemas, mas hoje dou risadas quando lembro de algumas coisas. São coisas já superadas.
Folha - Você tem alguma vontade de voltar a correr?
Escrito por Fábio Seixas às 10h02
Magny-Cours, 2º treino livre
Foi o dia da confirmação. Da confirmação do crescimento da Ferrari após o fiasco das corridas na América do Norte.
O time italiano trabalhou sério. Era seriedade o que vi no rosto de Massa quando ele tirou a balaclava, na pesagem, e saiu caminhando rumo aos boxes após a segunda sessão de hoje. Nada de festa antecipada. Apenas seriedade.
O brasileiro terminou com o melhor tempo, algo que não acontecia desde a definição do grid na Espanha, naquele já distante 12 de maio.
O tempo de Massa, 1min15s453, apenas 0s035 melhor que Raikkonen. Os dois andaram no mesmo décimo de segundo o tempo todo.
E se Massa ficou na frente, não foi por falta de esforço do finlandês, que abusou, deu algumas belas rabeadas com sua Ferrari e acabou dando um longo e doloroso passeio pelo brita no final da sessão.
Em terceiro, Speed. Speed? É, guarde essa informação.
Em quarto, Hamilton, recuperando-se do tempo perdido no primeiro treino.
Em quinto, Liuzzi. Bom, lembra do Speed, em terceiro? Pois é, a Toro Rosso resolveu aparecer nos jornais e nas TVs nesta sexta-feira de céu nublado em Magny-Cours. Mas não se impressione, amanhã tudo volta ao normal.
Coulthard, da co-irmã Red Bull foi o sexto, seguido por Rosberg, em sétimo.
Ufa! Precisei chegar até aqui para falar do Alonso, apenas o oitavo colocado. O espanhol saiu várias vezes da pista, pilotou com a faca nos dentes, mas não saiu disso. A reunião na McLaren vai ser longa nesta tarde...
A conclusão? O treino oficial, amanhã, vai ser muito bom. E a corrida, melhor que as últimas, passeios de uma equipe só.
Escrito por Fábio Seixas às 09h43
Magny-Cours, 1º treino livre
Pois é, não foi blefe. A Ferrari achou alguma coisa.
Sim, treino de sexta é treino de sexta, foi apenas a primeira sessão, a gente não sabe com quanto de gasolina cada um andou, teve gente que foi pra pista pensando na corrida e não na classificação, blablablá.
Mas o fato é que, mesmo com todas essas atenuantes, a Ferrari não estava conseguindo nas últimas sextas fazer o que fez nesta, no primeiro treino livre.
Raikkonen cravou o primeiro tempo, 1min15s382. Em segundo, Massa, a 0s065. Mas foi mais do que isso. A Ferrari dominou a sessão e em nenhum momento foi incomodada pela concorrência. Alonso foi o terceiro, a distantes sete décimos de segundo do finlandês. Em quarto, Rosberg, a 0s832, seguido por Coulthard.
Hamilton? Teve um problema no carro no início do treino, perdeu uma boa meia hora nos boxes e, quando voltou, não conseguiu mais do que o sexto tempo.
Kubica, de volta à ativa, foi o nono, duas posições atrás de Heidfeld. E Barrichello foi o 13o, uma à frente de Button.
Raikkonen e Massa vão manter esse desempenho? É a pergunta do dia.
Escrito por Fábio Seixas às 05h42
Sexta, coluna
A F-1 vai sair de Magny-Cours mas deve continuar correndo na França por muito e muito tempo. Minha aposta, em Paul Ricard.
Escrito por Fábio Seixas às 05h29
How come? Como assim?
Escrito por Fábio Seixas às 17h54
Água fria
Separei dois momentos. Um de Alonso, outro de Raikkonen. Que mostram que o trabalho da Ferrari, semana passada, em Silverstone, talvez não tenha sido tão impressionante assim.

Escrito por Fábio Seixas às 17h34
Ligue os pontos
Escrito por Fábio Seixas às 16h59
Amém!
Escrito por Fábio Seixas às 11h53
Um GP molhado, enfim?
A meteorologia indica 60% de possibilidade de chuva forte no domingo na região de Nevers. Amanhã e sábado, o céu deve estar nublado.
Escrito por Fábio Seixas às 10h28
Kubica volta
Ainda bem. Eu já havia mandado meus palpites para o bolão de que participo, cravando o polonês em quarto lugar.
Escrito por Fábio Seixas às 10h21
Programe-se
Sexta-feira
5h-6h30: 1o treino livre
9h-10h30: 2o treino livre
Sábado
6h-7h: 3o treino livre
9h-10h: Treino oficial
Domingo
9h: GP da França, 70 voltas
Escrito por Fábio Seixas às 10h14
Ah, o português (3)
Escrito por Fábio Seixas às 17h47
Bernie nas livrarias

Escrito por Fábio Seixas às 17h09
Prost, Alonso e a síndrome do ex-filho único
O sujeito era bicampeão do mundo e estava feliz e contente na McLaren até que um moleque apareceu para atazanar sua vida.
Aconteceu em 1984, com Lauda, quando da chegada de Prost. Aconteceu em 1988, com Prost, quando da chegada de Senna.
Não por coincidência, o francês declarou, em um evento da TAG-Heuer, que entende o drama que Alonso vem enfrentando hoje.
“Sempre que aparece um piloto jovem disputando com outro que já está vencendo há algum tempo, toda a atenção da mídia e todo o apoio da torcida vão para o garoto. Sempre foi assim. Foi o que aconteceu comigo, contra o Lauda. Foi o que aconteceu com o Ayrton, contra mim. É apenas um sentimento, mas é difícil lidar com isso. Senti isso na pele. Mesmo que não seja verdade que a equipe esteja favorecendo Lewis, e tenho certeza de que não está, é duro para o Alonso deixar de pensar nisso. Você acha que é filho único, e de repente aparece outro e você pensa que gostam mais dele do que de você.”
Escrito por Fábio Seixas às 09h57
A volta de Brawn
Até que enfim uma notícia com fundamento nesta semana até agora morna, que pouco lembra as vésperas de um GP.
A imprensa alemã informa hoje que Brawn será anunciado em breve como novo chefe da Ferrari, ocupando a vaga de Todt, cada vez mais um executivo dentro do grupo, também encarregado da Maserati. Schumacher seria uma espécie de braço-direito do inglês na nova estrutura.
Escrito por Fábio Seixas às 09h29
Falta um
O post sobre o desfile dos carros da Corrida Maluca fez sucesso ontem. E pesquisando a internet, encontrei duas estrelas que faltavam, o Cupê Mal-assombrado, dos Irmãos Assombrados, e o Carro Tronco, de Rufus, o Lenhador.
Ainda assim, falta um. Qual é? Será que ele não apareceu? Pelo menos neste vídeo ele não está.


Ah, sim: no post anterior, Fábio, Túlio, Janus e Marcelo foram 100% precisos e ganharam uma empadinha. Entendam-se, agora, para dividir o prêmio.
Escrito por Fábio Seixas às 09h09
F-1 e pipoca
Escrito por Fábio Seixas às 23h06
Hamilton é mais completo, diz Streit
Escrito por Fábio Seixas às 19h19
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Ah, o português (2)
Escrito por Fábio Seixas às 17h27
Goodwood maluca
Eis que, misteriosamente, minha caixa de e-mails foi invadida com imagens do fim de semana em Goodwood.
Há muita coisa séria, e nos próximos dias prometo postar algumas dessas fotos por aqui. Mas, hoje, um pouco de descontração: dá só uma olhada nas belezinhas que desfilaram por lá.
Lançado mais um desafio, valendo uma empadinha na já tão aguardada festa de um ano do blog, em setembro... Um a um, de cima pra baixo, você sabe identificar os personagens que subiram o morro de Goodwood?
Escrito por Fábio Seixas às 10h03
Pit Stop japonês
Hoje tem Pit Stop, no UOL News.
Com bancada cheia. Roberto Streit, líder da F-3 japonesa, é o convidado desta terça-feira. Na pauta, além das aventuras do carioca do outro lado do mundo, bate-papos sobre MotoGP, IRL e, claro, os palpites para o GP da França.
Quer participar com seus pitacos sobre tudo e com perguntas ao Streit? Mande seu e-mail para uolnewsformula1@uol.com.br
O programa hoje começa um pouquinho mais tarde, às 14h45. O link para assistir ao vivo é este aqui.
Escrito por Fábio Seixas às 09h31
60 anni
E chegamos ao penúltimo capítulo de “60 Anni in 60 Simboli”. Que chega até a ser engraçado. Afinal, como fez por todo o livro, a Ferrari voltou a ignorar a F-1 numa temporada em que se deu mal nas pistas.
A homenagem foi para o “15.000 Red Miles Tour”, evento que a escuderia armou na China. A história e a imagem, de qualquer forma, são bacanas.
Por dois meses, de 29 de agosto a 29 de outubro de 2005, duas Ferrari Scagliettis rodaram 15 mil milhas (24.135 km) pelo território chinês. Além de mecânicos e engenheiros, a caravana era composta por uma equipe de relações-públicas e por mais de 50 jornalistas convidados pela marca.
Escrito por Fábio Seixas às 08h59
Ah, o português...
O fato é que, por meio do site do glorioso banco, mandei um e-mail pro(a) gerente, que não sei quem é. Recebi a seguinte resposta, ipsis litteris:
Escrito por Fábio Seixas às 16h29
No misto, Montoya

Preciso explicar mais alguma coisa?
Escrito por Fábio Seixas às 14h35
O otimismo de Massa
Escrito por Fábio Seixas às 14h04
A foto
A foto

Escrito por Fábio Seixas às 13h39
Fim da linha
Antonio Pizzonia foi demitido da equipe e já não correrá em Magny-Cours. Mas seu substituto não será o venezuelano Ernesto Viso, como muita gente imaginava. O norte-irlandês Adam Carroll ficará com a vaga.
Escrito por Fábio Seixas às 12h50
Meninos do Brasil

Escrito por Fábio Seixas às 20h52
O país dos autódromos

Escrito por Fábio Seixas às 17h36
Batidas e pisadas de bola
Escrito por Fábio Seixas às 15h23
Enquanto isso, lá longe
O japonês manteve a ponta e, com o resultado, a dupla subiu para a oitava posição na tabela, faltando cinco etapas para o fim do campeonato.
Escrito por Fábio Seixas às 14h26
Passeio de domingo

Escrito por Fábio Seixas às 13h09
Um bom conjunto, e uma mão na taça
Na pista úmida de Donington, a quinta vitória de Stoner na temporada. Pouco a pouco, a taça, que estava dividida, começa a ir para as mãos do australiano. Porque, por melhor que seja, Rossi não consegue, só no braço, superar as deficiências do conjunto Yamaha-Michelin.
Nas mãos de um piloto que tem cara de moleque e que de repente ficou inspirado, o duo Ducati-Bridgestone vem se mostrando sólido, muito sólido.
Pole, Edwards terminou em segundo, 11s7 atrás do vencedor. Vermeulen, que largou em 12o, veio almoçando todo mundo, ultrapassou o italiano no finalzinho e completou o pódio.
Barros,com uma ultrapassagem sobre Pedrosa na última volta, terminou em sétimo. É o oitavo no campeonato, resultado muito bom.
Escrito por Fábio Seixas às 09h06

