Fábio Seixas

Automobilismo e pitacos sobre tudo o mais

 

Licença pan-americana

Não gosto de coisas mal feitas. Principalmente quando levam meu nome.
 
Quem visita este blog há algum tempo sabe o quanto me dedico a este espaço, o quanto busco informações divertidas/insólitas/curiosas/internas, o quanto gosto de responder a quem deixa comentários.
 
E deve ter percebido, também, como esta semana foi estranha. Uma nota aqui, outra ali... 
 
Pois é, tentei, mas não vai dar. Em meio ao corre-corre da cobertura do Pan, não vou conseguir me empenhar no blog como eu gostaria. Dar-me-ei, portanto, uma licença de duas semanas.
 
Vez ou outra, se der, apareço por aqui.
 
Dia 30, volto a postar normalmente.

Escrito por Fábio Seixas às 13h56

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Bye, bye, Indy

Acabou a F-1 em Indianápolis.
 
"Após várias discussões, Bernie Ecclestone e eu chegamos à conclusão de que não haveria acordo para o ano que vem. De qualquer forma, mantivemos as portas abertas para o futuro", disse Tony George, em comunicado distribuído à imprensa do mundo todo.
 
Como cantava Elvis, "Viva, Las Vegas..."

Escrito por Fábio Seixas às 11h39

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No mínimo, constrangedor

Xiiii...
 
A FIA acaba de emitir um comunicado convocando representantes da McLaren para uma reunião extraordinária do Conselho Mundial, no dia 25, em Paris.
 
O motivo, responder a questões envolvendo quebra do Código Esportivo Internacional, uma vez que a equipe (e não um funcionário, veja bem) estava de posse de documentos e informações confidenciais pertencentes à Ferrari, "incluindo dados que poderiam ser usados para projetar, construir, checar, testar, desenvolver ou disputar o Mundial de 2007 com um carro de F-1".
 
Você está pensando no que eu estou pensando?

Escrito por Fábio Seixas às 08h20

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A ameaça da banana

Chove no Rio, ventinho frio. 
 
Chego ao MPC, o centro de imprensa, no Riocentro. Na entrada, vistoria de segurança. Passo minha mochila, com laptop, gravador, dois celulares, agenda eletrônica e outras parafernálias pelo raio-x.
 
O procedimento leva alguns segundos a mais do que o normal. Há algum problema. A moça com uniforme olha atentamente para a tela. Volta-se então para mim e pergunta, séria: " Você está levando uma banana?"
 
"Sim. Mas são duas. Elas são perigosas?", respondo.
 
Ela: "Amanhã não vai poder mais, tá? A partir de amanhã estará proibido trazer alimentos para o MPC. Tudo terá que ser comprado aqui dentro."
 
Ê, beleza. Fico imaginando os precinhos da quitanda do Pan...

Escrito por Fábio Seixas às 07h58

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Mais um capítulo

A audiência do caso de espionagem hoje, na Corte inglesa, foi suspensa.
 
O motivo, Ferrari e Coughlan chegaram a um acordo. O inglês vai colaborar com o time nas investigações internas, pelo menos isso foi o divulgado.
 
Estranho, muito estranho. Até porque, na Itália, o processo continua rolando...

Escrito por Fábio Seixas às 11h13

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Não tem cara de tiozão...

Mansell passeou por Silverstone, lembra?
 
Pois é, as F1 Girls lembraram...
 

Escrito por Fábio Seixas às 10h53

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Pit Stop no Rio

Pit Stop no Rio

Correria louca por aqui.
 
Eis o link do Pit Stop de ontem. Excepcionalmente, minha participação foi por telefone.
 
Os assuntos, a vitória estratégica de Raikkonen em Silverstone e o quebra-pau da IRL.

Escrito por Fábio Seixas às 10h38

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A foto

A foto

Com um dia de atraso, lá vai a foto do fim de semana no mundo do esporte a motor. O autor do clique, Rick Bacmanski, da Associated Press.
 
 
Gostei da emoção daquele rapaz de calça preta, camisa branca e guarda-chuva na mão...

Escrito por Fábio Seixas às 11h38

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Porta dos fundos

Albers dançou. E o problema foi dinheiro.
 
"Foi uma decisão difícil, ele estava começando a se encontrar no carro, mas nosso programa de desenvolvimento ficou seriamente comprometido com a inadimplência de um dos seus patrocinadores. Não tivemos outra opção", disse Colin Kolles.
 
Em 46 GPs por Minardi, Midland e Spyker, Albers marcou 4 pontos. Sua melhor posição, quinto. Num GP com apenas seis carros, EUA-2005.
 
Klien, Gené e Karthikeyan continuam cotados para sentar no carro já em Nurburgring, mas o discurso da Spyker deixa bem claro qual é a situação: o primeiro que aparecer com dinheiro, leva.
 
Uma pena. Vibrei com a chegada da Spyker à F-1. Afinal, uma marca de carros parece-me mais adequada numa categoria do esporte a motor do que um fundo de investimentos. Comemorei cedo, parece. Não mudou nada.

Escrito por Fábio Seixas às 10h36

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Cafezinho caro

Já instalado no MPC, o Main Press Center, o QG da imprensa no Pan, pavilhão 5 do Riocentro.
 
Riocentro histórico. Riocentro do atentado. Riocentro da Eco 92. Agora, o Riocentro do Pan.
 
E o Riocentro dos preços altos também. Sabe quanto custa um cafezinho aqui dentro? Incríveis R$ 3. Por um cafezinho! Uma latinha de refrigerante sai pelo mesmo preço. Um suco, R$ 4.
 
Amanhã vou tentar almoçar por aqui. Depois eu conto o valor da dolorosa.

Escrito por Fábio Seixas às 20h48

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Pílulas do dia seguinte

Albers pode perder o emprego antes do GP da Europa. O holandês mascarado vem fazendo uma temporada decepcionante e, de quebra, sofrendo com problemas no grupo de empresários que comanda sua carreira. Christian Klien, Marc Gené e Narain Karthikeyan são os mais cotados para a vaga;

 

Ron Dennis revelou um caso curioso passado com Hamilton na quarta à noite, após um evento beneficente. “Foi assustador, muito assustador. Um carro seguiu Lewis assim que ele deixou a festa. Quando ele parou, três rapazes saltaram. Tudo o que eles queriam eram autógrafos. Mas foi aterrorizante”, disse o chefe da McLaren;

 

Interessante a conta feita pela Tatiana Cunha na Folha de hoje: Massa não depende mais apenas de seus resultados para vencer o campeonato. Mesmo que ele vença todos os GPs que restam, perderá o título para Hamilton caso o inglês seja sempre o segundo;

 

Em Congonhas, esperando o vôo (atrasado) para o Rio, minha casa pelas próximas três semanas. Não, não trocarei este blog pelo Pan _já basta o que fizeram com Jacarepaguá. Continuarei atualizando este espaço. E vou tentar trazer um pouco dos bastidores pan-americanos... Até lá.

Escrito por Fábio Seixas às 08h42

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Quebra-pau na IRL

Terceira corrida da IRL em Watkins Glen, terceira vitória de Dixon.

 

Hornish foi o segundo, seguido por Franchitti. Kanaan foi o quarto. Castro Neves, o pole, bateu na 19a volta. Meira terminou em 17o.

 

Com o resultado, o baiano passou para terceiro no campeonato, com 319 pontos. Franchitti, o líder, tem 394. Entre os dois, Dixon, 347.

 

Mas a atração do dia foi a discussão entre Tony e Hornish no fim da prova. Os dois pilotos tiveram um enrosco na corrida e resolveram tirar a questão a limpo ainda no autódromo, ainda de cabeça quente.

 

O pai do americano se intrometeu na discussão, empurrando o brasileiro. Michael Andretti entrou no rolo. No meio da briga, Kanaan ainda conseguiu dar um “pedala” no rival. Marco Andretti, Jaime Câmara e mecânicos de todos os lados apareceram para esquentar/esfriar a briga.

 

Quando é a próxima prova em oval mesmo?

Escrito por Fábio Seixas às 21h38

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Spice girl em Silverstone

Ao lado de seu marido perna-de-pau, Victoria Beckam esteve hoje em Silverstone. E as F1 Girls não deixaram passar barato...
 

Escrito por Fábio Seixas às 21h25

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No topo do mundo

Não, ele não é muito de sorrir. Mas parece determinado, mordido, provocado, forte. O autor do clique, Jen Buettner, da agência Efe.

 

 

Você reparou onde enfiaram uma câmera de TV?

Escrito por Fábio Seixas às 12h13

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Ah, os pneus...

Em entrevista à ITV, Ron Dennis disse que desde muito cedo na corrida já estava claro para a McLaren que o máximo que Hamilton conseguiria seria o terceiro lugar.

 

“Provavelmente, os pneus macios eram melhores para a corrida, diferentemente do que imaginamos ontem. Parece que fizemos a escolha errada, mas pelo menos conseguimos alguns pontos importantes.”

 

A Ferrari começou com pneus macios. Alonso e Hamilton, com os duros. O espanhol ainda trocou para os macios no segundo trecho da prova, o mais curto. Já o inglês só os usou no terceiro e último bloco da corrida.

 

O técnico de pneus da McLaren deve estar, digamos, meio preocupado com o futuro uma hora dessas...

Escrito por Fábio Seixas às 11h54

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Di Grassi a um passo da liderança

Antes da F-1, teve etapa da GP2 lá em Silverstone.

 

Na nona corrida da temporada, o novo vencedor diferente. Desta vez, Adam Carroll, que desde Magny-Cours é o substituto de Antonio Pizzonia na FMS, equipe de Fisichella.

 

Pastor Maldonado, da Trident, foi o segundo, seguido por Kazuki Nakajima, da DAMS.

 

Lucas di Grassi manteve sua boa regularidade, chegou em quarto e, com isso, assumiu a vice-liderança do campeonato, encostando em Timo Glock, que não marcou pontos em nenhum das duas corridas de Silverstone. Agora, o placar mostra 39 a 37.

 

“Fiz o melhor que eu pude. O carro não estava bom, mas o importante é que conseguimos diminuir ainda mais a diferença para o Glock. Conquistamos mais oito pontos no final de semana e estamos perto. Agora é uma questão de trabalhar para melhorar o carro, o que nos dará condições de brigar pela vitória e a liderança nas próximas etapas”, disse Di Grassi.

 

Bruno Senna foi o décimo e Xandinho Negrão, o 18o.

 

Mantendo o atual ritmo, Di Grassi logo, logo assumirá a liderança do campeonato. Carro pra isso ele tem: pilota para a ART, equipe bicampeã da GP2. E nas últimas corridas vem mostrando que tem cabeça também.

Escrito por Fábio Seixas às 11h41

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O que mais aconteceu

Aconteceu Hamilton, o infalível, quase falhando à la Albers e levando a mangueira de gasolina consigo no primeiro pit. Seria uma vexaminosa queda do trono. Menos mal que o inglês se tocou a tempo e parou antes de o estrago ser feito;

 

Aconteceu Barrichello quase chegando ao primeiro ponto na temporada. Quase. Numa corrida com poucos abandonos, as quatro principais equipes levaram seus carros até o fim. Coube ao brasileiro o nono lugar, com uma estratégia de apenas uma parada, na 31a volta. Bom demais. Até porque a Honda não é nem em sonhos a quinta força do grid;

 

Aconteceu o enrosco entre Speed e Wurz. O americano saiu xingando, como de costume. “Ele foi muito otimista de achar que passaria ali”, disse. Na minha opinião, foi o bom e velho “racing incident”;

 

Falando de novo de Hamilton, aconteceu o inglês de sorriso amarelo no pódio e na entrevista coletiva. Ele é o líder do Mundial, com boa vantagem sobre Alonso, mas certamente trocaria qualquer uma de suas duas vitórias por um primeiro lugar diante da torcida inglesa;

 

E aconteceu Massa atrás de Kubica no final da corrida. Apostei na transmissão que o brasileiro chegaria e passaria. Errei. Depois do GP, ele explicou que é muito complicado, em termos aerodinâmicos, ficar atrás de carros da BMW e da Renault. Eu acho é que o rádio funcionou. Alguém da Ferrari deve ter dito ao brasileiro para ir com calma e assegurar os quatro pontinhos.

Escrito por Fábio Seixas às 11h32

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Apagão

O motor apagou, explicou Massa.

 

Acontece com os melhores pilotos, com os melhores carros. Como acabou de acontecer. Paciência.

 

E na corrida, convenhamos, o prejuízo não foi tão grande assim: largou em quarto, terminou em quinto.

 

O maior golpe foi na sua situação do campeonato. Porque, depois de viver cinco provas como o melhor ferrarista na tabela, o brasileiro agora está um ponto atrás de Raikkonen. E com o finlandês embalado, crescendo prova a prova desde o já famoso e decisivo teste ferrarista em Silverstone, antes de Magny-Cours.

 

Pior para Massa: o momento decisivo do campeonato é este que começa agora.

Escrito por Fábio Seixas às 10h08

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Raikkonen vence e dá a volta por cima

A vitória passou pelas mãos de Hamilton, flertou com Alonso, fechou com Raikkonen, que deu mais um baile estratégico na concorrência.

 

A chave, o segundo trecho da prova, quando, mesmo com o carro mais pesado, não deixou o espanhol desgarrar à sua frente. Alonso parou na 37ª, Raikkonen então teve cinco voltas de pista limpa para acelerar tudo o que podia e conseguiu. A dupla Brawn-Schumacher ficaria orgulhosa.

 

Batido, Alonso não teve muito o que fazer a partir daí. Como Hamilton, cujo sonho da vitória em casa já havia ido pro espaço logo na primeira rodada de pits.

 

Kubica foi o quarto, após segurar o ímpeto de Massa nas últimas voltas. O polonês vai se firmando pouco a pouco como o melhor piloto fora do duo McLaren e Ferrari.

 

E se Raikkonen foi o destaque cerebral da corrida, Massa, quinto colocado, foi o expoente da agressividade. Com um problema na largada, saiu dos boxes, em 21º. Na terceira volta já era 14º. Na 16ª, já estava em sétimo. E só não terminou na posição original do grid porque o piloto à frente era Kubica.

 

Hamilton continua na ponta do campeonato, com 70 pontos, com Alonso em segundo, 58. Raikkonen agora é o terceiro, com 52, ultrapassando Massa _o brasileiro tem um pontinho a menos.

 

Estamos assistindo de novo ao filme de 2006, quando a Ferrari se recuperou espetacularmente na segunda metade do ano? Sim. Estamos. E Raikkonen, achincalhado por tanta gente até três semanas, está de volta. Por cima.

Escrito por Fábio Seixas às 09h35

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O último palpite

Chegou a hora do palpite para o GP, aquele post que faz a alegria de tantos e tantos internautas.

 

Sem mais delongas: dá Hamilton, com Raikkonen em segundo e Massa logo atrás. Alonso vai fazer lambança. E tenho dito.

 

Boa prova, volto após a bandeirada.

Escrito por Fábio Seixas às 07h32

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Fala, Stepney

Stepney apareceu. Stepney falou. Stepney negou.

 

Ao lado de Hamilton, o ex-ferrarista será o destaque dos cadernos esportivos ingleses neste domingo.

 

Aos jornais de seu país, Stepney disse que voltou à Itália na última quarta-feira, mas que teve de fugir de lá para preservar sua integridade.

 

“Meu carro foi perseguido algumas vezes, em alta velocidade. Fomos seguidos por mais de um carro, com placas italianas. Na quinta-feira, consegui encurralar um deles, mas o motorista se negou a falar. Minha namorada ficou assustada. Alguém ia se machucar. Não vi outra opção que não fosse deixar a Itália.”

 

Sobre o caso em si, ele nega ter passado qualquer documento a Coughlan. “Nego categoricamente. Eu sabia que estava sendo vigiado. As pessoas sabem quando você acessa um documento no computador. Não tenho idéia de como Mike conseguiu essas informações. Se conseguiu, vieram de outra fonte.”

 

Segundo ele, os problemas com a Ferrari começaram em setembro do ano passado, quando Brawn anunciou que tiraria um ano sabático e ele, Stepney, não aceitou os planos da escuderia. Ele não queria responder a Mario Almondo, o novo diretor técnico, mas sim a Aldo Costa, o projetista.

 

“Em fevereiro, minha relação com a equipe já tinha acabado. Com Ross, eu tinha uma relação de um pra um. Agora, eu teria que responder a quatro ou cinco pessoas. Estava sendo frustrante.”

 

Daí, conta Stepney, veio a idéia de procurar vaga na Honda. Ele confirma ter encontrado Fry em duas oportunidades, na segunda delas, em 1o de junho, em Heatrow, acompanhado por Coughlan.

 

“Houve pessoas na Ferrari que se interessaram quando souberam que eu poderia montar uma nova equipe técnica na Honda. Mike também estava insatisfeito na McLaren. Nós conversamos e levamos essa proposta à Honda. Mas não houve nada além disso.”

 

Por fim, ele diz ser apenas vítima da política ferrarista. “A Ferrari está com medo dos meus conhecimentos, do que levo na minha cabeça. Acho que sei onde estão os corpos enterrados nos últimos dez anos. E houve muita controvérsia nesse período. Fui contra o sistema e estou pagando por isso.”

 

Tem certa lógica o discurso de Stepney, que tem ao seu lado a falta de evidências _todas, até agora, só apontam para Coughlan.

 

Mas a Ferrari seria capaz de queimar alguém assim só para não ver um antigo profissional levar seu know-how para outro time? Posso estar sendo ingênuo, mas acho que não.

 

Enfim, o caso todo ainda está muito estranho... E segue o jogo.

Escrito por Fábio Seixas às 23h11

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PERFIL

Nina Horta Fábio Seixas, 37, é jornalista com mestrado em Administração Esportiva pela London Metropolitan University, da Inglaterra, e Coordenador de Produção da Sucursal da Folha no Rio. É colunista de automobilismo da Folha e do UOL.


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