Fábio Seixas

Automobilismo e pitacos sobre tudo o mais

 

Hora da decisão na IRL

A Andretti-Green sobrou no treino oficial em Sonoma.

 

A pole foi de Franchitti, seguido por Danica _num circuito misto, vejam só. Kanaan sai em terceiro.

 

Helinho, o mais rápido na sexta, sai em quarto. Meira larga em 13o.

 

Nesta temporada, é a quarta pole do escocês, que chegou à Califórnia com 52 pontos de vantagem sobre Kanaan e 8 sobre Dixon, que sai em quinto.

 

Depois de Sonoma, restam só duas etapas. Ou seja: se Franchitti vencer, babau campeonato. E isso vai acontecer? Acho que sim.

 

A corrida, domingo, começa às 16h30, com Bandsports e Playtv.

Escrito por Fábio Seixas às 18h31

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Lama sem fim

Button estava em 15o no grid.

 

Estava. A Honda acaba de anunciar que vai trocar o motor do inglês, que teria perdido potência no segundo bloco do treino.

 

Com isso, ele vai sair em 22o e último.

 

A lama na Honda parece não ter fim.

Escrito por Fábio Seixas às 12h56

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Disparada na GP2

Estava difícil, estava complicado, mas nada disso incomodou Di Grassi.

 

Depois de flertar com a vitória algumas vezes nas 13 etapas anteriores, depois de ver outros 9 pilotos vencendo, depois de começar o campeonato apagado e ir crescendo pouco a pouco, o brasileiro enfim ganhou pela primeira vez no ano.

 

Uma vitória no momento perfeito. Porque o segundo foi Pantano, o terceiro foi Carroll e porque Glock, que chegou a abrir boa folga na tabela no meio da temporada, ficou só em quarto.

 

Com isso, Di Grassi é o novo líder da GP2, com três pontos de vantagem sobre o alemão. Mais: piloto que mais vem crescendo no campeonato, dá a impressão de que agora só vai aumentar essa folga.

 

GP2 que alçou seus dois últimos campeões para a F-1, sem escalas.

 

Xandinho foi o sétimo. Bruno, o décimo.

 

Com a regra do grid invertido, Xandinho larga amanhã em segundo, com Di Grassi em oitavo. Bruno sai do mesmo décimo lugar.

 

A corrida será às 5h (de Brasília), com Sportv.

Escrito por Fábio Seixas às 12h35

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Pega na mentira

“No dia 8 de setembro, um sábado, em função do GP da Itália, que acontece no dia 9, a Stock Car corre em Curitiba...”

 

Galvão Bueno, na transmissão do treino oficial do GP da Turquia, “revelando” o motivo para a corrida paranaense acontecer num sábado.

 

É, ficou feio para a direção da Stock, que, não sei por que, veio com essa ladainha aqui

Escrito por Fábio Seixas às 12h31

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Fala, Massa

Um aliviado Massa, na entrevista coletiva em Istambul:

 

“Foi muito duro, muito apertado. Do começo do treino até o final, vocês viram, foi uma disputa pesada entre nós quatro. No fim, consegui encaixar uma volta muito boa e estou orgulhoso, especialmente depois do que houve na Hungria. Vai ser uma corrida dura também, mas sair da pole é sempre bom. Temos um bom carro para amanhã, como mostramos em todos os treinos, mas a McLaren também será competitiva. Vai ser uma prova boa de assistir”.

Escrito por Fábio Seixas às 08h44

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A tática para vencer

Já começou a discussão sobre o combustível.

 

Massa está mais leve? Se está, quanto? E isso significa o quê?

 

Não sei, não sou o frentista da Ferrari. Mas, se está, é pouquíssima coisa, uma ou duas voltas mais leve do que seu principal rival no GP, Raikkonen.

 

Na última volta, o finlandês errou na curva 8. Não tivesse errado, ameaçaria a pole do brasileiro. Certamente tiraria o segundo lugar de Hamilton.

 

Ou seja, foi uma pole conquistada muito mais na perfeição da última volta do que no combustível. E, mesmo que Massa esteja mais leve, pode descontar essa desvantagem com a pista livre que terá pela frente no início da corrida. A tática é simples: acelerar feito um louco e abrir o máximo possível em relação ao companheiro de equipe até o primeiro pit stop.

 

Até por isso, repito o desfecho do último post: para os “Massistas”, é fundamental torcer para Hamilton segurar a segunda posição na largada...

Escrito por Fábio Seixas às 08h37

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Massa com meia vitória nas mãos

Há poles que valem por meias-vitórias. É o caso da pole de Massa na Turquia.

 

Não porque seja especialmente difícil ultrapassar em Istambul, nada disso. Mas porque a pole position conquistada hoje confirma a força da Ferrari neste traçado. E porque, na disputa interna, o brasileiro deu um baile em Raikkonen na última parte do treino oficial.

 

É a oitava pole de Massa na F-1, a quinta neste ano, a primeira desde o GP da França, em Magny-Cours, ainda em junho.

 

Se a McLaren havia sido a mais rápida no último treino livre, com Hamilton, a verdade voltou à tona logo no primeiro bloco do treino classificatório.

 

Raikkonen foi o melhor, 1min27s294, reafirmando a força da Ferrari.

 

Ah, lembra do Ralf, terceiro colocado ontem? Foi o 18o, cortado logo de cara. Além dele, dançaram Liuzzi, Sato, Vettel, Sutil e Yamamoto.

 

O segundo bloco também aconteceu sem grandes novidades. Sim, o primeiro colocado foi Alonso, 1min26s841, o melhor tempo do fim de semana. Mas Raikkonen ficou grudado nele, a 0s062. Hamilton foi o terceiro. Massa, até então um pouco escondido, ficou em quarto.


Os cortados, Davidson, Webber, Coulthard, Barrichello, Button e Wurz. É... Davidson por pouco não passou para os “top 10”. Que belo trabalho, que belo banho no companheiro, que bela humilhação para a Honda.

 

No terceiro bloco, após a habitual enrolação da queima de gasolina, Massa liderou a primeira rodada de voltas para valer com 1min27s520, seguido por Raikkonen, Alonso e Hamilton.

 

Todos tiveram, então, a chance de uma segunda volta rápida.

 

E então Massa brilhou: com uma volta impecável, melhorou ainda mais seu tempo, baixando-o para 1min27s329. Hamilton ficou em segundo, a 0s044. Raikkonen ficou em terceiro, seguido por Alonso.

 

Até então, o brasileiro não havia liderado uma sessão em Istambul. Contando os dois primeiros blocos da classificação, seus três rivais já tinham sentido o gostinho. Ele parece ter guardado o bote para a hora certa. Fez bem.

 

O melhor dos cenários para ele, amanhã, é Hamilton manter a posição e contornar a primeira curva em segundo, separando-o de Raikkonen. Aí, a outra metade da vitória já estará praticamente nas mãos.

Escrito por Fábio Seixas às 08h09

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Perguntinha chata

As F1 Girls estavam sumidas, escondidas, distantes. Mas, quiçá inspiradas por banhos turcos, decidiram voltar. Ainda bem.

Escrito por Fábio Seixas às 23h43

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Novidade no blog

Na esteira da reforma gráfica da Folha Online, tem novidade neste espaço.
 
Além do Pit Stop, às terças-feiras, o blog contará agora com um podcast todas as sextas e segundas de GPs na F-1.
 
A idéia é fazer comentários e análises rápidas sobre o que acabou de acontecer nos circuitos mundo afora.
 
A estréia foi hoje. Para ouvir, é só clicar aqui. Espero que vocês gostem.
 
Na segunda de manhã tem mais.

Escrito por Fábio Seixas às 14h59

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Ficou difícil

Na GP2, uma sexta-feira complicada para Di Grassi.

Em busca da liderança do campeonato, conseguiu apenas o sexto lugar no grid em Istambul. Glock, um ponto à frente na classificação, sairá em segundo.
 
"Faltou arrancar uns 3 ou 4 décimos de segundo no último jogo de pneus, precisava de um acerto fino mais refinado”,  disse o brasileiro. “Resumindo, o nosso carro não estava muito rápido hoje, mas eles (a equipe iSport) têm sido superiores nas tomadas de tempo durante o ano todo. Então, minha estratégia continua a mesma: largar bem, esperar oportunidades e ultrapassar quando tiver uma chance. Tem funcionado, e vai funcionar amanhã também."
 
Ah, sim: a pole é de Filippi. Xandinho larga em sétimo. Bruno é só o 18º.
 
A largada, amanhã, será às 10h (de Brasília), com Sportv.

Escrito por Fábio Seixas às 13h56

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Duas lindas latas velhas

A melhor coisa no "Red Bulletin" de hoje é a história desta imagem abaixo.
 
 
Quatro membros da Honda compraram dois Trabants em Budapeste e, depois do GP da Hungria, voltaram até a sede da equipe, em Brackley, dirigindo.
 
Foram 1800 km, uma boa desculpa (arrecadar fundos para o instituto comandado por Sid Watkins), muita cerveja e algumas aventuras.
 
O diário de viagem é hilário, com trechos do tipo "assim que deixamos Budapeste, algumas pessoas acenavam, outras só olhavam, muitas não entendiam o que era aquilo".
 
Sim, muitas quebras também. O carrinho laranja teve problemas elétricos, o freio foi pro espaço... Precisou ser rebocado por um belo trecho entre a República Tcheca e a Alemanha, o que valeu à trupe uma multa da Polizei. Peças compradas em Leipzig, quebrou novamente após atravessar o Eurotúnel. Chegou à fábrica rebocado, em frangalhos.
 
O relato e a edição completa do jornalzinho de hoje estão aqui.

Escrito por Fábio Seixas às 13h29

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O salvador da pátria

A edição de hoje do “Guardian” informa que Brawn já sentou com Todt para negociar seu retorno à Ferrari na próxima temporada.

 

Luca Colajanni, assessor de imprensa da equipe, confirma. “Nada foi acertado, mas só o fato de que as conversas começaram já é positivo”.

 

É a melhor notícia que os tifosi poderiam receber na melancólica fase final de um campeonato em que a escuderia começou tão bem.

Escrito por Fábio Seixas às 09h58

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Villeneuve de volta à escola

Alheia ao que acontece em Istambul (e no resto do mundo), a imprensa americana hoje destaca a possível nova contratação da Nascar.

 

Na segunda-feira, em Chicago, Villeneuve testará uma picape da equipe Bill Davis Racing. Dependendo do resultado, poderá correr ainda nesta temporada algumas provas da Craftsman Truck Series, a mais baixa divisão da Nascar.

 

Seria uma espécie de escola, diz a equipe.

 

Alguém pode dizer: “Peraí, o sujeito venceu as 500 Milhas de Indianápolis, foi campeão da Indy e da F-1 e vai correr de picape? Montoya, por exemplo, já estreou na Busch Series...”

 

O caso de Villeneuve é diferente. Aliás, Villeneuve sempre foi diferente.

 

Montoya ainda busca uma afirmação. O canadense é quase um ex-piloto-em-atividade. Montoya vai para vencer. Villeneuve, a esta altura da carreira, parece querer, principalmente, se divertir.

 

Qual é o problema nisso? Sorte dele, que pode. Que se divirta com seu novo carro, pois.

 

Escrito por Fábio Seixas às 09h34

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Imagens do front

A redação itinerante do “Red Bulletin”, a pista e o pódio ainda vazios, o declive na saída do pit lane... Tudo com cara de início de festa.

 

Cliques da Tatiana Cunha nesta sexta-feira em Istambul.

Escrito por Fábio Seixas às 08h53

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Istambul, 2º treino livre

A McLaren tentou responder à dobradinha ferrarista na primeira sessão e colocou Hamilton na ponta no segundo treino do dia, com 1min28s469.

 

Não assustou ninguém.

 

Porque Raikkonen ficou em segundo, a 0s293. Porque a Ferrari claramente usou a hora e meia pensando na corrida. Porque Alonso ficou só em sexto, uma posição atrás de Massa. E porque, enfim, a melhor marca do dia foi a cravada pelo finlandês pela manhã, 1min27s988, que lhe colocaria em sétimo lugar no grid do ano passado.

 

O destaque da sessão, a Toyota, com Ralf em terceiro e Trulli em quarto. A decepção, a BMW, com Kubica em décimo e Heidfeld em 13o.

 

Sim, pode até ser que, pressionada, a Toyota faça algo diferente neste fim de semana. Mas não acredito que a BMW andará tão mal assim, amanhã. Na hora do vamos ver, Theissen coloca seus dois pilotos lá na frente.

 

A Honda, o mesmo lixo de sempre: Button em 14o, Barrichello em 15o. Vai lutar para sobreviver ao primeiro bloco do treino oficial e olhe lá.

 

A sexta-feira em Istambul, enfim, terminou vermelha. Um vermelho-Ferrari.

Escrito por Fábio Seixas às 08h37

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Istambul, 1º treino livre

A Ferrari chegou a Istambul falando grosso.

 

E, no primeiro treino livre, justificou sua confiança.

 

Talvez fruto da pressão para vencer agora ou nunca, talvez resultado do trabalho nas férias, talvez a soma das duas coisas, a escuderia voou.

 

Melhor tempo para Raikkonen, vencedor do primeiro GP da Turquia, em 2005: 1min27s988. Segundo tempo para Massa, vencedor do segundo GP da Turquia, em 2006: 1min28s391, diferença de 0s403.

 

Alonso foi o terceiro, a distante 1s234. Hamilton ficou em quarto, a 1s273.

 

Diferenças tão grandes para a rival que, raridade, fizeram deste primeiro treino uma sessão significativa. Com uma mensagem: a Ferrari é mesmo a favorita no fim de semana.

Escrito por Fábio Seixas às 08h22

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Sexta, coluna

Sexta, coluna

Você lembra do que estava fazendo há dois anos, em 24 de agosto de 2005?

 

Bom, se você gosta de F-1, certamente estava ligado em Monza, onde Massa, então recém-anunciado pela Ferrari, encerrava sua primeira bateria de testes com status de titular da escuderia.

 

Era o início de uma nova fase para o público brasileiro, a passagem de bastão após tantos anos de Barrichello. Massa deu certo? Emplacou? Fracassou?

 

É este o tema da coluna na Folha, aqui, para assinantes do jornal e do UOL.

Escrito por Fábio Seixas às 07h58

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Coulthard e sua teoria da conspiração

O melhor momento da coletiva de hoje, em Istambul, veio com Coulthard.
 
Instado a falar sobre o relacionamento entre companheiros de equipe, especificamente sobre o caso da McLaren, desembestou num discurso que chegou à Ferrari.
 
"Se você realmente quer ver disputa entre companheiros de equipe, precisa seguir o modelo americano, em que os pilotos têm seus próprios espaços para pits e podem, assim, seguir as estratégias que quiserem, independentemente do que o outro planejou. Do contrário, sempre haverá aquela conversa 'a volta ideal para parar é a 22, mas quem pára, o Felipe ou o Kimi?'.  Se você tomar essa decisão antes da corrida, estará claramente favorecendo um. Isso sempre aconteceu... Como sabemos, por exemplo, que a Ferrari não esqueceu deliberadamente de colocar gasolina no tanque do Felipe em Budapeste? Talvez tenha sido uma decisão para beneficiar o Kimi. Como você esquece de colocar gasolina num carro?"
 
Massa retrucou: "É, mas não foi de propósito. Foi um mal-entendido."

O escocês encerrou a fatura: "Um mal-entendido fundamental. Acho que há uma conspiração para favorecer Kimi. Boa sorte." Ele riu nesta última parte.
 
Não, não acredito, continuo achando que foi barbeiragem. Uma barbeiragem incrível. Até porque uma eventual conspiração teria ido por água abaixo se Massa estivesse mais ligado naquele momento.

Escrito por Fábio Seixas às 17h37

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Algo de novo

Barrichello apareceu hoje de cavanhaque em Istambul.
 
E justificou o visual assim: "Já que não tem nada de novo no carro, mudo eu".
                                                                                                                   Georgi Licovski/Efe
O piloto brasileiro, hoje, de cavanhaque, no paddock de Istambul

Escrito por Fábio Seixas às 17h17

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Ninguém sabe, ninguém viu...

A reportaiada ficou nervosa hoje em Istambul.
 
O motivo: protagonistas da crise que reverberou nas últimas três semanas, Alonso e Hamilton simplesmente não colocaram os pés no circuito nesta quinta. As quintas-feiras de GPs, normalmente, são reservadas para bate-papos com a imprensa e eventos com patrocinadores.
 
Segundo informações da McLaren, a dupla ficou no hotel e reuniu-se com a direção da equipe para "limpar o ar". A nossa popular "lavagem de roupa suja".
 
Vai funcionar? Duvido. Faltam só seis etapas para o fim do ano, as férias são longas. Dane-se o outro, agora é o momento de conquistar o título.
 
Ainda acho que os dois continuam na equipe em 2008. A roupa pode ser lavada em novembro, dezembro, janeiro...

Escrito por Fábio Seixas às 12h02

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Imagens do front

A Tatiana Cunha já está em Istambul, de onde mandou essas primeiras imagens.
 
Daqui a pouco tem mais, promete ela.
 
 

Escrito por Fábio Seixas às 09h52

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Programe-se

Já estava com saudades deste post? Pois é, tem F-1 neste fim de semana. E com alguns horários diferentes em relação aos das etapas européias.

Segue a programação para o GP da Turquia, no horário de Brasília:
 
Sexta-feira
4h-5h30, 1º treino livre
8h-9h30, 2º treino livre
 
Sábado
5h-6h, 3º treino livre
8h, treino oficial
 
Domingo
9h, largada

Escrito por Fábio Seixas às 09h47

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A Stock e a família curitibana

A próxima etapa da Stock Car, em Curitiba, será num sábado, dia 8.
 
Até aí, pra mim, não muda nada. Nada. Tanto faz a corrida acontecer numa segunda, numa quinta, num domingo, no Natal ou na Páscoa.
 
Mas eis que leio a seguinte explicação de Carlos Col, promotor da categoria, no release enviado pela assessoria da categoria: "Será, sem dúvida, um final de semana especial com feriados na sexta e sábado. Desta maneira, com a antecipação da prova para o sábado, vamos liberar as pessoas para estarem com suas famílias no domingo, ficando a Stock Car como uma alternativa de lazer para o sábado de feriado”.
 
(Sexta, dia 7, será feriado da Independência. Sábado, 8, será feriado municipal em Curitiba, dia de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, padroeira da cidade.)
 
Ah, tá bom, a Stock está preocupada com o domingo livre das famílias curitibanas...
 
E eu aqui imaginando que fosse porque a prova terá transmissão da Globo e porque o domingo, dia 9, já estará esportivamente recheado na telinha, com GP da Itália pela manhã (9h) e amistoso da seleção brasileira contra os EUA à tarde (17h).

Escrito por Fábio Seixas às 14h39

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Como não fazer

Nas últimas semanas, a F-1 fofocou como não acontecia havia anos. Os personagens principais, Hamilton e Alonso.
 
Pois hoje a FIA divulgou a lista dos convocados para as entrevistas coletivas oficiais em Istambul.

Amanhã, Coulthard, Kovalainen, Heidfeld e Massa. Na sexta, Ralf, Wurz e seus chefes, Howett e Williams.
 
É o tradicional antimarketing da categoria em sua essência.

Escrito por Fábio Seixas às 13h42

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Corrida depois da corrida

A Luane Magalhães, nossa correspondente em Santa Cruz do Sul, São Sepé e adjacências, que andava sumida, reapareceu.
 
Com estilo.
 
"Olha que 'mimo' o Burti correndo no engarrafamento na saída do autódromo em Santa Cruz, no domingo! Como sempre, formou-se uma "pequena" fila de carros na saída. Ele e mais alguns saíram dos carros e, quando a fila voltou a andar, ficaram para trás. Eu até ofereci ajuda, mas o orgulhoso não quis (hehehe). Deve ter corrido uns 500 m ou um pouco mais! Depois, a fila parou novamente e ele alcançou o carro. Uma pena ter ficado fora de foco a foto (eu ria muito)."
 
 
 

Escrito por Fábio Seixas às 13h13

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Durou muito

A Toyota tem a opção de renovar ou não o contrato de Ralf para o ano que vem.

 

Ao “Bild”, o alemão deu a entender que ficou chateado com a Toro Rosso, porque a equipe teria prometido conversar com ele, mas acabou fechando com Vettel e Bourdais.

 

Ralf tem 5 pontos no Mundial e é o 14o. Está na 11a temporada na F-1. E foi procurar a Toro Rosso? Pior, foi desprezado?

 

É, a moral do caçula não anda muito em alta por lá. Acho que, depois de 17 anos, a família Schumacher não terá representantes na F-1 em 2008.

Escrito por Fábio Seixas às 10h02

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Promessa

“Temos que fazer o melhor e esperar que aqueles que estão à nossa frente enfrentem alguns probleminhas. Não tenho muito a perder, então posso arriscar mais que meus colegas de McLaren.”

 

De Raikkonen, prometendo agressividade extra nas últimas seis etapas do campeonato, a começar pelo GP da Turquia, domingo.

Escrito por Fábio Seixas às 09h46

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Di Grassi, a GP2 e a F-1

Di Grassi, a GP2 e a F-1

Está aqui o Pit Stop de hoje, com direito a uma entrevista bacana e esclarecedora com Lucas di Grassi, na opinião deste blogueiro o favorito ao título da GP2.

 

O programa também tem F-1, Stock e, claro, o vôo de Taro Sekiguchi em Brno.

 

Clique, assista e comente.

Escrito por Fábio Seixas às 20h39

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Pergunta sem resposta

A BMW confirmou que Heidfeld será mantido ao lado de Kubica em 2008.

 

Um típico caso de piloto que ganhou a vaga no braço.

 

O alemão começou 2007 com um ultimato sobre a cabeça. Ou enfim mostrava serviço ou estava fora. Heidfeld decidiu pela primeira opção.

 

Já soma 42 pontos no campeonato, dois pódios e vem dando um banho em Kubica, que começou o ano como prioridade da BMW e que, de certa forma, é uma das decepções da temporada.

 

E, por favor, entendam: não é nada ruim estar em sexto no Mundial, mas pelo que fez em 2006, eu esperava mais do polonês.

 

É curiosa a trajetória de Heidfeld na F-1.

 

Na primeira vez em que o vi, Nurburgring-98, ele era protegido da McLaren, correndo a F-3000 contra Montoya, ambos protótipos de pilotinhos de F-1. Fez testes para a equipe no ano seguinte, venceu o campeonato, mas não conseguiu nada melhor que uma claudicante Prost para estrear em 2000.

 

Comeu o pão que o francês amassou. Correu depois três temporadas pela Sauber, uma pela Jordan, uma pela Williams e está agora no segundo ano de BMW. Sim, Heidfeld já é um veterano: oito temporadas e 126 GPs nas costas, sem nunca fazer estardalhaço, sem nunca fazer marketing.

 

Até este ano. Quando teve de fazer algum barulho e acelerar mais que o normal pra salvar a pele.

 

Enfim, é um piloto dos mais competentes, mas que talvez nunca saia do circuito de equipes médias-pequenas porque (1) não faz marketing pessoal ou (2) não tem um empresário dos melhores ou (3) chegou na hora errada ao lugar errado.

 

Heidfeld seria campeão do mundo numa Ferrari ou numa McLaren? Talvez.

Algum dia correrá por uma dessas equipes, para que saibamos com certeza? Duvido.

Escrito por Fábio Seixas às 10h39

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Carro novo

Massa terá um novo carro neste fim de semana.

 

A Ferrari decidiu entregar ao brasileiro o chassi número 263, zero quilômetro, que passou por shakedown na semana passada em Fiorano e que já foi enviado a Istambul.

 

Além disso, conta a “Autosport”, a Ferrari gastou as mini-férias de verão vendo e revendo situações de pits e treinando e retreinando os mecânicos para evitar que confusões como a do abastecimento (ou falta de) na Hungria se repitam.

 

Neste fim de semana, ao que parece, o brasileiro não terá do que reclamar.

Escrito por Fábio Seixas às 09h04

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Di Grassi no Pit Stop

Lucas di Grassi, 23, vice-líder da GP2 e piloto que mais avançou nas últimas corridas é o convidado especial do Pit Stop de hoje, a partir das 14h30, aqui.

 

O brasileiro, que correrá a 14a e a 15a etapas do campeonato no fim de semana, conversará com Vicente Toledo Jr., comigo e com você, direto de Londres, antes de embarcar para Istambul.

 

Para enviar sua pergunta, sua dúvida, sua crítica ou sugestão, escreva para uolnewsformula1@uol.com.br

Escrito por Fábio Seixas às 08h54

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Um belíssimo filme

Já tratamos algumas vezes aqui do casamento cinema e automobilismo.
 
Já falamos de "Grand Prix", o melhor de todos, de "24 Horas de Le Mans", "Se meu Fusca falasse" e "Carros", muito bons, e do aguardado "Speed Racer". Não falei, acho, da maior picaretagem do gênero, "Driven", de Stallone _não mereceria citação nem o esforço de um xingamento.
 
Pois ontem, meio sem querer, assisti a "Winning", que por aqui recebeu o título de "500 Milhas". Domingão à tarde, zapeando do primeiro ao último canal pela enésima vez, eis que dou de cara com Paul Newman limpando um carro lindo de morrer no Telecine Cult.
 
Larguei o controle remoto, abandonei os planos da soneca vespertina.
 
Bom, muito bom, melhor que "Le Mans". Mas ainda não um "Grand Prix". Fiquei com a impressão, aliás, de que a técnica se inspirou muito na obra-prima de John Frankenheimer, rodada três anos antes, em 1966: closes dos escapamentos, de partes mecânicas, dos carros em ação, lado a lado.
 
A história não é lá essas coisas, a velha ladainha do "piloto-em-ascensão-que-perde-a-mulher-pro-companheiro-de-equipe-e-vai-atrás-da auto-afirmação-na-maior-corrida-da-temporada".
 
Mas o filme vale pelas imagens. E, claro, pela interpretação de Newman, que fez questão de pilotar os carros, do CanAm que abre o filme, em Elkhart Lake, ao "Crawford", o belíssimo modelo com que ele disputa Indianápolis _pintado igual ao Rislone Special que Bobby Unser usou para vencer as 500 Milhas de 1968.
 
 
Entre as curiosidades que pesquisei rapidamente, gostei dessa: o mega-acidente na largada das 500 Milhas é real, aconteceu na prova de 1966. Ah, sim, não faltam pontas de pilotos como A.J. Foyt e Dan Gurney.
 
Foi a partir de "Winning" que Newman se tornou um aficionado por automobilismo, a ponto de correr várias provas e de virar dono de equipes.
 
Grande figura: em 1997, após a etapa da ChampCar em Toronto, tive o prazer de dividir uma geladeira de cerveja com ele (e mais umas quatro ou cinco pessoas), todos sentados no gramado, meio que olhando pro nada e falando sobre a corrida do dia. Não, não lembro nada sobre aquela prova. Nada. Mas daquela noite de domingo, não vou esquecer nunca.
 
 
Se alguém souber mais sobre o filme (e estou certo de que muita gente sabe), conte aqui!

Escrito por Fábio Seixas às 15h54

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A foto

A foto

Uma bela mulher, uma garrafa de champanhe, um motivo pra celebrar. O melhor clique do fim de semana motorizado é de Petr Joseck, da Reuters.

Mattia Pasini comemora a segunda colocação na prova da 125 cc em Brno.

Escrito por Fábio Seixas às 13h32

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A difícil arte de parar

Schumacher será dono de equipe. De kart.

 

Em parceria com Peter Kaiser e Thomas Muchow, amigos dos tempos de Kerpen, o alemão lançará em 2008 o KSM Official Racing Team. O objetivo, “preparar uma nova geração de talentos”.

 

Curioso o 2007 de Schumacher. Começou o ano dizendo que queria distância das pistas. De repente, começou a aparecer nos GPs. Depois de Magny-Cours, anunciou que não iria mais às corridas e, numa longa entrevista à “Autosport”, deu a entender que não estava curtindo aquele papel de “conselheiro/eminência” no comando ferrarista. Agora, compra uma equipe de kart.

 

A impressão que dá é que ele está meio perdido. O que é compreensível, após tantos anos ganhando tudo na principal categoria do automobilismo.

Escrito por Fábio Seixas às 09h29

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Vitória e liderança

Cacá largou em sétimo, passou ileso pela primeira volta, ultrapassou Bernoldi numa relargada, venceu, assumiu a liderança do campeonato.

 

Uma liderança um pouco sem graça, é verdade, já que tudo se decide no playoff. Mas é a ponta, afinal. O que deve ter dado algum alívio para o campeão, que começou o ano assim, assim, mas que pelo jeito vem voltando à boa forma.

 

A largada, como era de se esperar, foi acidentada. Muito carro para pouca pista dá nisso. Camilo, Tarso e Losacco que o digam. Aliás, o pancão do Losacco foi bem forte, direto no barranco...

 

Corrida boa, enfim. E se a liderança de Cacá diz algo, é que o campeonato chegou à metade com um equilíbrio de forças bacana.

Escrito por Fábio Seixas às 13h43

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Stoner, fácil

Corridinha chata em Brno, vitória fácil de Stoner, a sétima na temporada.

 

Hopkins até tentou se aproximar nas primeiras voltas, mas não chegou a dar o bote. Ficou em segundo.Hayden completou o pódio.

 

Rossi, que travou um duelo mais ou menos com De Puniet, terminou em sétimo. Barros fez o que podia, uma boa corrida: foi o nono.

 

O australiano tem agora 246 pontos, 60 de vantagem para Rossi. Repito o que escrevi ontem: entreguem a faixa de campeão para Stoner.

Escrito por Fábio Seixas às 08h52

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PERFIL

Nina Horta Fábio Seixas, 37, é jornalista com mestrado em Administração Esportiva pela London Metropolitan University, da Inglaterra, e Coordenador de Produção da Sucursal da Folha no Rio. É colunista de automobilismo da Folha e do UOL.


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