Fábio Seixas

Automobilismo e pitacos sobre tudo o mais

 

Hakkinen, adeus definitivo

Hakkinen anunciou hoje sua despedida definitiva das pistas.

 

Encerrará esta temporada da DTM, sua terceira, e depois se dedicará apenas a trabalhos de divulgação com a Mercedes.

 

Cruzei com Hakkinen três vezes neste ano, uma no UOL, outras duas em Interlagos. A decisão não surpreende. Como diria um amigo, o finlandês já tem todas as credenciais para receber o título de membro honorário do “Clube dos Inchados”.

Escrito por Fábio Seixas às 17h39

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Abriram a porteira

A corrida por Alonso, até ontem nos bastidores, agora é escancarada.

 

A Renault já teria um contrato pronto, apenas esperando a assinatura do espanhol.

 

E já não é rumor, não é boato. É fato público e notório, obra de Briatore em entrevista à “Gazzetta dello Sport”.

 

“Vamos ver o que acontece até terça-feira. Temos um projeto para o Fernando. Se os desejos dele coincidirem com os nossos, pode acontecer”, disse, para logo depois deixar claro que o que está pegando é a duração do acordo. “Sei o quanto ele pode dar para a Renault, mas um contrato de um ano não faria sentido dentro de um projeto de longo prazo.”

 

Dono da Red Bull, Dietrich Mateschitz disse que na F-1 não existem certezas quando questionado sobre a permanência de Coulthard e Webber na equipe em 2008.

 

E Trulli afirmou saber que Alonso já pediu informações técnicas à Toyota.

 

Quem leva? A Renault, imagino. Com cada lado cedendo um pouco, ambas chegando a um contrato de dois anos. A Ferrari só terá vaga em 2010 mesmo...

Escrito por Fábio Seixas às 17h34

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De chorar

Neste fim de semana, tem etapa da GT3 em Goiânia.
 
Faz um calor danado por lá. Hoje, durante o segundo treino para a quarta rodada dupla da temporada, os termômetros marcavam 37ºC.
 
E daí? E daí isso...
                                                                                                                       Miguel Costa Jr.
 
Para quem nunca viu um motor estourado, é isso aí.
 
O motor do Lamborghini Gallardo da dupla Xandy Negrão-Andréas Mattheis foi pelos ares. Não suportou o calor intenso. Explodiu. Repare nos restos mortais, misturados ao óleo, no chão dos boxes...
 
“O motor tinha só mil quilômetros rodados”, lamentou Xandy, dizendo que a temperatura do óleo chegou a 150ºC, 30ºC acima do ideal.
 
É, é de chorar...

Escrito por Fábio Seixas às 18h07

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Sexta, coluna

Sexta, coluna

A correria foi tanta hoje que esqueci de colocar o link para a coluna.

Mas lembrei. E está aqui.
 
O tema, o resultado de uma conversa com Dárcio dos Santos, dono da Propcar, um desses abnegados que fazem o automobilismo brasileiro ainda existir.

Escrito por Fábio Seixas às 17h32

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Ainda sobre o asfalto

Fiquei surpreso com a quantidade de comentários criticando o post sobre o erro esdrúxulo que cometeram no asfalto de Interlagos.
 
A maioria desses críticos defendeu o uso de pó de cimento para absorver o óleo, citando casos do passado e de corridas no exterior. Essas pessoas devem achar que um serviço como este abaixo foi bem feito (não gosto de repetir fotos, mas acho que se faz necessário)...
 
 
 
Como muita coisa no mundo, asfalto também evolui, também é alvo de pesquisas, também carrega tecnologia. Da mesma forma, a maneira de limpar o piso também evolui.
 
Se era hábito usar cimento no asfalto antigo de Interlagos ou, sei lá, em Tarumã nos anos 70, no atual Interlagos isso é um heresia. Se é normal usar cimento nos pisos de concreto de muitos circuitos americanos, no atual Interlagos isso é uma estupidez.
 
O novo recapeamento foi feito com um asfalto chamado de SMA, sigla para Stone Mastic Asphalt (em português, algo como Matriz de Agregados Pétreos). A quantidade de pedriscos em relação ao piche é muito maior. Na composição, há até celulose, para ajudar na drenagem.
 
Como limpar o óleo, então?
 
Segue trecho da cartilha preparada por engenheiros que acompanharam as obras no autódromo:
 
"Constatado qualquer vazamento ou mancha de óleos, fluídos hidráulicos e/ou combustíveis, este vazamento ou mancha deverá ser imediatamente neutralizado. A neutralização destes contaminantes deverá ser efetuada com o uso de “industrial oil absorvent”, “Peat Sorb”, no caso da ocorrência de vazamentos durante as atividades desportivas (aplicação a seco), ou com detergente multiuso desengraxante, “Pow”, sob condição normal de manutenção, ou seja, sempre que for possível lavar o local."
 
Aos que se revoltaram nos comentários do post anterior, um "detalhe" da tal cartilha: "Fica terminantemente vetado, sob qualquer circunstância, o uso de qualquer produto a base de cimento ou cal e seus congêneres sobre a área pavimentada, principalmente para neutralização de vazamentos ou manchas de óleos, fluídos hidráulicos e/ou combustíveis."
 
"Peat Sorb" e "Pow" são marcas de produtos fabricados lá fora, mas amplamente vendidos no Brasil, como qualquer google básico pode comprovar. Quem é tão eficiente em cobrar por emissões de carteirinhas e realizações de provas, deveria ser minimamente bom em encontrar os produtos recomendados pelos fabricantes do asfalto.
 
Convencidos?

Escrito por Fábio Seixas às 16h15

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Breve exercício de arqueologia

Sempre acho um exercício interessante fuçar os arquivos. Às vezes, nos esquecemos muito rápido das coisas. Ou do porquê as pessoas e as situações são como são.
 
Abaixo, trechos da reportagem da Folha em 20 de dezembro de 2005, anunciando a contratação de Alonso pela McLaren:
 
O anúncio de que o espanhol Fernando Alonso correrá pela McLaren em 2007 pegou ontem a F-1 de surpresa. Nem tanto por seu conteúdo, mas sim pela antecedência com que foi feito.

Passado o susto, começou então a tentativa de montar o quebra-cabeças que a categoria virou até a definição das vagas para a temporada, que deve ser uma das mais agitadas dos últimos tempos.

Um dos fortes motivos para o campeão mundial ter deixado a Renault é a possibilidade de ela fechar as portas após 2007 _signatária do Pacto de Concórdia, ela tem de ficar até esta data.

O brasileiro Carlos Ghosn, presidente da montadora, já deixou claro que não está convencido do retorno gerado pela F-1. Ghosn deve implantar, no início de 2006, um plano de três anos para colocar as contas da Renault em dia.

Outro motivo para a transferência para a McLaren é o fato de muitos já darem como certa a ida do primeiro piloto do time, Kimi Raikkonen, para a Ferrari em 2007, possivelmente para a vaga de Michael Schumacher, que tem contrato até o final de 2006.
 
"Ainda estamos conversando com Kimi e Juan Pablo [Montoya] sobre 2007", afirmou ontem Ron Dennis, chefe da McLaren, que disse ainda que o anúncio da chegada de Alonso só foi feito com tanta antecedência para que os três pilotos _ele, Raikkonen e Montoya_ possam se concentrar no campeonato de 2006.
 
Olhando com a perspectiva do anúncio de hoje, achei curiosa, também, a reportagem que mandei em 5 de dezembro do ano passado, lá de Suzuka. Segue um trecho:
 
Os mecânicos fecham a cara para Fernando Alonso. A cúpula do time está irritada com Fernando Alonso. O companheiro de equipe rompeu com Fernando Alonso. E tudo isso, obra dele: Fernando Alonso.

Em Suzuka, às vésperas da prova que pode decidir o Mundial, o espanhol empreendeu o que nem o mais fanático ferrarista conseguiria. Destruiu, arrasou o ambiente na Renault. E, a partir da próxima madrugada, dependerá de um time rachado para evitar o que soa cada vez mais real, o octacampeonato de Michael Schumacher.

O treino que define o grid do GP do Japão começa às 2h de amanhã (de Brasília), com TV, e tem importância extra. Caso vença e Alonso não pontue, o ferrarista será campeão.
 
Alonso, ao que tudo indica, terá que se virar sozinho. O estopim para a crise foi a entrevista coletiva que concedeu ontem. "Eu deveria ter recebido mais ajuda da equipe neste ano. Em alguns momentos, me senti sozinho", disse o atual campeão, para em seguida dar exemplos de sua "solidão".
 
"Houve dois GPs difíceis neste ano, em Indianápolis, onde não era competitivo, e em Xangai, onde perdi ritmo por dez voltas. Nessas horas, acredito que a equipe deveria ter agido."
 
E, para fechar o museu, três imagens emblemáticas...
                                                                                                                     25.out.2006 - LAT
Despedindo-se da Renault, bicampeão do mundo...
                                                                                                      15.dez.2006 - France Presse
...no primeiro teste pela McLaren, em Jerez, de macacão branco...
                                                                                                                     15.mar.2007 - Efe
...e num evento com Hamilton, em Melbourne, às vésperas da abertura da F-1

Escrito por Fábio Seixas às 13h34

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Excelente, mas problemático

Em tempo: Alonso, para mim, hoje é o melhor piloto da F-1. Já escrevi isso aqui diversas vezes. Já relatei o impacto que ele provocou na categoria (e neste blogueiro) em Imola-2005. E queimei a língua e os dedos ao apostar, desde o início deste ano, num tricampeonato fácil.

 

Mas fora da pista ele é complicado. O mais complicado da F-1.

 

Em 2006, saiu da Renault brigado. Agora, sai da McLaren brigado.

 

Ele pode voltar para a Renault? Pode, acho até que essa é a hipótese mais plausível. Minha maior dúvida é se a competência e os feitos dele na pista são capazes de compensar os estragos que provoca fora dela. Uma equipe recheada de patrocinadores evidentemente coloca tudo isso na balança antes de assinar um contrato com um piloto, qualquer que seja.

 

Hamilton foi beneficiado pela McLaren? Sinceramente, não sei, só quem estava lá dentro dos boxes, GP a GP, pode dizer. Pela FIA, sim, o inglês foi muitíssimo beneficiado. Mas repito: pela McLaren, tirando o episódio do GP da China, quando a vaca já tinha ido pro brejo e pra brita, é difícil saber.

 

A crise de Alonso com a equipe teve mais a ver com a falta de habilidade do espanhol em lidar com um companheiro veloz do que com eventuais favorecimentos.

 

Em resumo, Alonso é garoto-problema, mas é um excepcional piloto. Eu contrataria. E colocaria um companheiro meia-boca ao seu lado. Certamente já tem chefe de equipe tentando fazer essa equação.

Escrito por Fábio Seixas às 10h38

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Aula de cinismo

Acaba de sair o comunicado da McLaren confirmando o desligamento de Alonso.

 

É uma aula de cinismo.

 

“Após um encontro entre Fernando Alonso e a McLaren, ficou claro que o melhor para ambas as partes seria colocar um fim no relacionamento”, diz a nota, informando ainda que o caso só foi discutido agora, para não atrapalhar o desempenho do piloto no Mundial recém-terminado.

 

Alonso, por sua vez, diz que sempre teve o sonho de pilotar para a McLaren mas que “às vezes as coisas não funcionam”. Diz ainda que houve muitos comentários sobre benefícios a um piloto ao longo da temporada, mas que ambos tiveram as mesmas oportunidades de vencer.

 

Importante: agradece o apoio dos patrocinadores espanhóis Banco Santander e Mutua Madrileña, que ficarão na McLaren. Sim, os contratos das empresas são com a equipe, não com o piloto. Mas ele poderia brigar. Seria esse o troco pelo não-pagamento da rescisão?

 

O comunicado termina com a McLaren informando que o substituto será anunciado no futuro. Próximo? Distante? Não dá pistas.

 

Mas tenho a impressão de que saberemos antes o novo companheiro de Hamilton do que a nova casa de Alonso.

Escrito por Fábio Seixas às 10h14

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O fim de uma guerra

Alonso e a McLaren já não formam uma guerra.

 

O relacionamento mais tumultuado dos últimos anos, um dos mais conturbados de toda a história da F-1, chegou ao fim hoje, em um comunicado feito por Luis García-Abad, empresário do piloto.

 

“Fernando não está mais na McLaren. Está livre para acertar com qualquer outra equipe”, disse.

 

García-Abad afirmou ainda que o acordo livrou Alonso do pagamento da multa rescisória e que, agora, eles estão analisando duas propostas

 

“Ou Lewis ou eu”, anunciou o espanhol aos ventos após o GP da Hungria, corrida que detonou de vez o conflito dentro da equipe.

 

A McLaren fez sua escolha.

 

A dele? Há um enorme desejo de Ferrari, mas isso não será possível. Alonso terá que se contentar com uma Renault, no máximo. Um time que fez feio em 2007. E aí poderá mostrar se é mesmo o piloto especial que acredita ser.

Escrito por Fábio Seixas às 09h37

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Barbeiragem feia em Interlagos

Essa é inacreditável.

Sabe o novo asfalto de Interlagos, que consumiu R$ 5,8 milhões e que foi elogiado por toda a F-1 semanas atrás?
 
Pois bem, já fizeram besteira, já fizeram lambança, já fizeram caca. Parte do novo piso já está comprometida.
 
Ontem, a Federação de Automobilismo de São Paulo usou pó de cimento, PÓ DE CIMENTO!, para tentar absorver óleo e gasolina derramados por carros que passaram o dia treinando por lá.
 
Dois pontos foram afetados.
 
O primeiro deles, por 50 metros, no final da Reta Oposta, na aproximação para a Curva do Lago.
 
No Bico de Pato foi ainda pior. Num vazamento maior, jogaram mais cimento.
 
O cimento, além da pouco eficaz na absorção, neutraliza a drenagem e reduz o nível de aderência do asfalto. Enfim, cria uma espécie de "capa lisa" no local atingido. É uma barbeiragem sem tamanho.
 
Na subida para o Laranjinha, não fizeram nada. Deixaram o óleo por lá, numa extensão de 100 metros. O que é menos desastroso que o cimento, mas ainda péssimo, porque também prejudica a drenagem.
 
Melhor do que falar, é mostrar. E perguntar: a Fasp vai pagar a conta?
 
 
 
 

Escrito por Fábio Seixas às 16h52

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Campeão, pelo menos na bola

Pilotos de diversas categorias bateram uma bolinha agora à tarde no Morumbi.
 
Entre eles, Burti, Pizzonia, Kanaan... E Massa, que não perdeu a oportunidade de comemorar o título brasileiro.
                                                                                                                           Fábio Oliveira
 
A mão sobre o logo da Reebok foi coincidência?

Escrito por Fábio Seixas às 16h00

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Ninharias

A garagem de Ecclestone está 50 carros mais vazia.

Mas sua conta bancária está £15 milhões, ou R$ 54,3 milhões, mais cheia.
 
Ontem à noite, o inglês vendeu parte de sua coleção num leilão em Londres.
 
O modelo mais caro foi esse aí abaixo. Uma Mercedes-Benz 540K Special Roadster, 1937. O preço, £3,9 milhões, cerca de R$ 14 milhões.
 

Escrito por Fábio Seixas às 13h19

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Mais uma gota

Max Clifford é chamado de "guru das relações-públicas" na Inglaterra. E, numa entrevista reproduzida pela "Autosport", desancou a decisão de Hamilton de mudar para a Suíça.
 
"Do ponto de vista de imagem, é o pior erro que ele cometeu, pior até do que os erros na pista. Ele disse que não pode mais ir a lugar algum sem ser perseguido. E daí? Ele deveria ser grato por isso. Lewis certamente não sofreria o assédio de um David Beckham, e ele não teve problema nenhum com isso", disse.
 
Segundo ele, a justificativa fiscal não explica a decisão de sair do país: "Muita gente famosa aqui na Inglaterra tem empresas em paraísos fiscais e recebe lá. Não é segredo nenhum, é normal."
 
Clifford também criticou os lançamentos de biografias do inglês. "Um autobiografia com 22 anos, quando você esteve em evidência por apenas 10 minutos, parece muita presunção."
 
É uma gotinha num oceano. Mais uma. Outro dia, o "Guardian" comparou Hamilton a Tim Henman. Daqui a pouco, enche o primeiro copo.

Escrito por Fábio Seixas às 12h54

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Emerson e a Ferrari

Foram anos de flerte. Mas Emerson e Enzo nunca se acertaram.
 
Agora, enfim, o brasileiro trabalhará com a marca de Maranello. No ano que vem, os carros da A1 GP correrão com motores da Ferrari.
 
Para celebrar, Emerson e Tony Teixeira (chefão da A1 e, dizem, de olho na Toro Rosso) participaram no fim de semana do 2007 World Finals, em Mugello, encerramento de temporada de várias categorias envolvendo o Cavallino.
 
Sei lá, mas sempre acho curioso ver o bicampeão próximo da Ferrari. Talvez por ser uma espécie de sonho que nunca se concretizou.
                                                                                                                     Divulgação/A1 GP
Todt, Teixeira e Emerson em Mugello, no final de semana

Escrito por Fábio Seixas às 12h40

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Juan, um exemplo

Leio no site da “Autosport” que Montoya tornou-se modelo, um exemplo a ser seguido, de gente como Villeneuve, Franchitti e Carpentier na busca por um lugar ao Sol red neck da Nascar.

 

“Juan Pablo fez uma grande temporada de estréia, mesmo sem nenhuma experiência com stock cars. Agora que já pilotei um, sei o quanto isso é difícil e o quanto o trabalho dele foi bem feito”, disse Villeneuve.

 

Os três têm toda a razão. Desmotivado na F-1, de saco cheio com tanta frescura, para usar um português claro, Montoya reencontrou a boa forma e a velha garra entre seus amigos dos EUA.

 

Está onde queria estar, fazendo o que queria fazer. Está feliz. E a felicidade tem o infalível poder de mudar as coisas. Até o Montoya.

Escrito por Fábio Seixas às 08h52

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Perguntinha rápida

 Barrichello na Super Aguri seria promoção ou rebaixamento?

Escrito por Fábio Seixas às 14h55

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Pit Stop lotado

Pit Stop lotado

Está aqui o Pit Stop de hoje.

A temporada da F-1 terminou, mas assunto não falta. Pelo contrário. O programa teve muita conversa sobre Barrichello, Hamilton, Alonso, a Stock...

Escrito por Fábio Seixas às 14h53

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Correndo pro Pit Stop

Daqui a pouco tem Pit Stop, ao vivo, no UOL News. O programa começa às 14h30, aqui.
 
Para participar com perguntas e comentários, o e-mail é uolnewsformula1@uol.com.br

Escrito por Fábio Seixas às 11h35

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Cenas de um GP

A figura abaixo fez sucesso no setor G.
 
Muita gente mandou imagens dele, com essa garbosa fantasia cor-de-rosa. Publico duas aqui, e o critério foi ordem de chegada. A primeira foi enviada por Aline Rivetti. A segunda, por Rafael Rezende.
 
 
 
Se você tem fotos curiosas do GP Brasil, mande para fseixas@folhasp.com.br

Escrito por Fábio Seixas às 11h30

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Barrichello na Super Aguri?

Segundo a "F1 Racing", a Honda estuda despachar Barrichello para a Super Aguri na próxima temporada.
 
A equipe teria ficado desapontada com o desempenho do brasileiro neste ano, principalmente na segunda metade do campeonato.
 
A gota d'água teria sido sua performance na China, um fiasco na comparação com o companheiro de equipe. Button largou em 10º, terminou em quinto. Barrichello largou em 16º, terminou em 15º.
 
"Engenheiros da equipe ficaram frustrados com o que entenderam ser falta de esforço", diz a revista, citando uma frase de um mecânico da Honda. "Achamos que ele sentiu medo. Já é hora de ele se aposentar, não?"
 
Segue um trecho da reportagem.
 
"Muitos analistas da F-1 entendem que, como os veteranos Alex Wurz, Ralf Schumacher e Giancarlo Fisichella, Rubens já passou da data de validade. A novidade é que muita gente na Honda agora sente o mesmo. Há um sentimento crescente na Honda de que Rubens deve ir para a Super Aguri em 2008. Um ponto crucial é o fato de Rubens não contar mais com o apoio de Gil de Ferran, amigo e compatriota, que deixou o cargo de diretor esportivo em julho. Por que, afinal, Nick Fry voltou a mexer no mercado de pilotos para 2008?"

Escrito por Fábio Seixas às 11h10

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Vitória do Pica-Pau

Leiam isso aqui.
 
A Stock começou às 11h.

Escrito por Fábio Seixas às 20h27

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Brinquedo novo

Markus Walz tem um oficina de preparação de motos ao lado de Hockenheim.
 
Embaixo, a última façanha do alemão...

A base, uma Harley Davidson Twin Cam. O preço, € 120 mil, cerca de R$ 308 mil. O título da obra, Iceman II. O cliente, Raikkonen.
 
Sim, foi o presente dele pra ele mesmo pelo título mundial.

Escrito por Fábio Seixas às 15h49

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Mais um na Suíça

Xiiiiiiii... Será que o povo de Stevenage vai gostar dessa?

Sabe quem é o mais novo integrante do clube da F-1 a procurar uma casa na Suíça? Pois é, Hamilton.
 
A justificativa, buscar um pouco de sossego, coisa e tal. "Na Inglaterra, está cada vez mais difícil conseguir tranquilidade, ir ao cinema, fazer coisas normais", disse, à BBC.
 
O real motivo, porém, todos sabemos que é outro.
 
Desde 1955, o automobilismo é tratado com reservas na Suíça.
 
Naquele ano, um acidente entre um Mercedes-Benz e um Austin Healey nas 24 Horas de Le Mans matou 87 pessoas. Outros 108 torcedores ficaram feridos.

Como consequência, países como França, Alemanha e Suíça proibiram a prática do automobilismo. Pressionados pela indústria, os dois primeiros voltaram atrás. Já os suíços proíbem até hoje as corridas em autódromos.
 
Em junho, o parlamento votou pela revogação da lei. Mas, até onde pesquisei, o veto continua valendo.

Por causa do proibição, a profissão "piloto de automóvel" não é reconhecida na Suíça. Assim, para efeito legal, Schumacher, Ralf, Raikkonen, Alonso e seus colegas são vistos como desempregados.
 
Resultado: não pagam um centavo de imposto sobre seus rendimentos. Só desembolsam uma taxa pela ocupação da terra, espécie de IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano), negociável com cada Cantão.

Escrito por Fábio Seixas às 15h19

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Lewis Hamilton Street

O vice-campeão da F-1 não está muito atrás do terceiro colocado quando o assunto é a idolatria dos compatriotas.
 
O Conselho Municipal de Stevenage, onde Lewis Hamilton nasceu, aprovou projeto para que uma rua da cidade receba o seu nome.
 
"O sucesso dele deu uma enorme motivação para todos os habitantes daqui. Todos o vêem como um modelo, especialmente os jovens. E ele nos ajudou a colocar a cidade no mapa", disse Sharon Taylor, líder do conselho.
 
Colocou mesmo. Eu, pelo menos, fui procurar. É a estrelinha vermelha, em cima de Londres...
 

Escrito por Fábio Seixas às 13h15

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A foto

A foto

Cerca de 30 mil pessoas foram ontem às ruas de Oviedo homenagear um terceiro colocado no Mundial de F-1.
 
O número e a imagem abaixo, de J.L.Cerejido, da agência Reuters, dão uma boa idéia da idolatria do espanhóis por Alonso...
 

Escrito por Fábio Seixas às 11h45

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Aqui e lá

Assisti pouco da Stock, tinha que pegar a estrada para uma histórica feijoada familiar. Mas pelo que li por aí, minha corrida em Interlagos foi mais divertida.

 

Interessante isso, correr em Interlagos uma semana depois de os olhos do mundo estarem voltados para lá. Ainda há um certo clima de final de festa: papel picado pelo asfalto, os esqueletos de arquibancadas, cabos por todo o lado, placas de madeira, entulho.

 

Foi bom. Até porque, diferentemente do ano passado, consegui completar a Junção correndo. Em 2006, não aguentei: andei por uns 300 m...

 

Em Tarumã, parece que a emoção ficou só nas primeiras voltas, e esse foi o pouco que vi. Aliás, o que era aquela musiquinha de fundo? Sério, pensei que fosse um problema da minha TV.

 

Vitória do pole, Rodrigo Sperafico, com Cacá em segundo. Thiago Camilo foi o sexto. Com isso, a folga do atual campeão agora tem 25 pontos de vantagem na tabela. Já é bi.

Escrito por Fábio Seixas às 21h19

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PERFIL

Nina Horta Fábio Seixas, 37, é jornalista com mestrado em Administração Esportiva pela London Metropolitan University, da Inglaterra, e Coordenador de Produção da Sucursal da Folha no Rio. É colunista de automobilismo da Folha e do UOL.


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