Na Granja, pole da equipe formada por Mário Romancini, André Nicastro, Felipe Lapenna, Sérgio Jimenez, Pedro Rodrigues, Beto Monteiro e Osman Galid.
O responsável pelos 56s915 que valeram a ponta do grid foi Nicastro, kartista de mão cheia e que tenta uma vaga na F-Truck no ano que vem.
Em segundo, larga a equipe de Osvaldo Negri Jr., Pedro Gomes, Roberto Gomes, Fernando Wortmann, João Gonçalves e Rafael Mattos.
Massa, que casa daqui a pouco, classificou em terceiro o kart que dividirá com João Paulo Bertuccelli e Ruben Carrapatoso.
Nelsinho colocou seu kart em sexto. Burti, em sétimo. Barrichello precisou beber 1 litro de água para colocar seu kart no limite de peso e classificou-se em 13º.
Joie Chitwood, executive do Indianapolis Motor Speedway, disse à Bloomberg que espera ter a F-1 de volta. Segundo ele, não há nada fechado ainda, mas as conversas estão acontecendo.
Será que vou morrer sem ver ao menos uma negociação para um GP dos EUA em Laguna Seca?
Kimi e Schumacher não se encontrarão em Jerez, na semana que vem, mas estão juntos nesse comercial da Fiat.
A dica foi da Samantha. Que, parece, tem alguma simpatia pelo finlandês... Ela e sua trupe traduziram até as legendas do comercial:
Kimi: Uau, nada mau. Schumi: E é também seguro. Schumi: Sete airbags! Schumi: Boa suspensão, né? E o motor T-Jet Turbo de 1.4, quanta potência! Kimi: Quer conversar ou dirigir? Schumi: Então...quer ver um aposentado dirigir?
Neste fim de semana tem 500 Milhas da Granja Viana.
No grid, Barrichello, Massa (horas após casar), Kanaan, Di Grassi, Nelsinho...
Bruno Senna não corre. Ele desistiu do kart há quatro anos, quando decidiu recomeçar no automobilismo e quebrou seis costelas. Desde então, só monopostos e algumas corridinhas eventuais de Turismo.
Mas o primeiro-sobrinho apareceu hoje por lá. Para gravar uma reportagem para o "Fantástico", ao lado de Nelsinho. Os dois brincaram de autorama.
Miguel Costa Jr./MF2
A imagem vale pelo registro histórico. Ainda que numa minipista, foi a primeira vez que um correu contra o outro. O próximo encontro talvez seja em 2009...
Há certas assessorias de imprensa que desassessoram o assessorado.
Como esta, que mandou o comunicado abaixo, propagando um boato de que eu não sabia...
"Somos a assessoria contratada para coordenar o casamento da Raffaela Bassi, estilista da Guaraná Brasil, e do piloto Felipe Massa e gostaria de esclarecer boatos, e confirmar que amanhã, 30 de novembro, a cerimônia de casamento deles vai acontecer na Igreja Nossa Senhora do Brasil, com festa em seguida na Casa Fasano. Os boatossobre o cancelamento do casamento surgiram, pois o pai da noiva, o empresário Arnaldo Bassi, passou mal há dois dias e foi internado por precaução. Ele já encontra-seem casa, recuperado de uma leve queda de pressão."
Pois é. É isto o que diz o "Mundo Deportivo", da Espanha, hoje, citando reportagem da revista "Sport Bild", da Alemanha.
O espanhol já teria visitado a fábrica da equipe, em Brackley, e já teria experimentado até o cockpit do modelo de 2008.
Segundo a "Sport Bild", que, é bom que se diga, circula com o sensacionalista "Bild" nos fins de semana, a idéia é que o bicampeão ocupe a vaga de Barrichello, que seria repassado à Super Aguri. Pois é, de novo essa história...
A presença de Brawn teria sido determinante para que Alonso topasse conversar. E a possibilidade de trabalhar com Alonso teria sido importante na decisão de Brawn de voltar à ativa.
Muito se fala sobre o primeiro assento na Renault.
E sobre o segundo da McLaren, teoricamente mais importante, mais dentro da luta pelo título?
Quase nada. “Ainda não decidimos e não temos pressa”, disse Dennis, nesta semana, em entrevista ao “El Tiempo”, da Colômbia.
Dennis, para quem não lembra, pensou, repensou, repensou, repensou e repensou antes de confirmar Hamilton, seu afilhado, para 2007. Para 2008, a novela deve ser ainda mais longa.
Até porque a primeira opção, imagino, é Kovalainen. E ele não estará livre antes de a outra novela, Alonso-Renault, terminar. Situaçãozinha chata, essa.
Helinho ganhou ontem o "Dancing with the Stars", sucesso na ABC.
Abaixo, a performance que lhe valeram o prêmio, alguns abraços na loira e um litro de leite...
Ah, sim... Segundo declarações do próprio Helinho a sites americanos de celebridades, como o da People, a performance lhe rendeu também o fim do noivado.
Ralf e Fisichella testarão pela Force India na semana que vem.
Fim de carreira para ambos.
Fisichella teve alguns momentos de boa técnica, mas nunca deslumbrou pela velocidade. Ralf foi o contrário: velocidade exagerada em várias ocasiões; técnica, necas.
E como uma coisa não vale muito sem a outra na F-1, não viraram. Não emplacaram. Sim, sobreviveram por tempo demais na categoria. Enganaram bem. Mas uma hora acaba.
Alonso não assinou com a Renault. E não vai assinar enquanto não sair o veredicto do caso de espionagem envolvendo a equipe e a McLaren. Quem perde mais, ele ou a Renault? A Renault, sem dúvida;
O mais bacana de Floripa foi a expressão de Schumacher. Não era o Schumacher compenetrado, focado, sério dos GPs de F-1. Era o Schumacher aposentado, alegre, descompromissado, nem aí. Mas com a mesma competência de sempre. Se eu tinha alguma dúvida sobre o desejo dele de voltar, foi aniquilada no fim de semana. Ele está feliz assim;
As notícias mais legais dos últimos dias foram o teste-prêmio de Farfus pela BMW e o anúncio de que Piquet correrá a GT3 no ano que vem. Sem chances de progredir nos monopostos, Farfus acabou enveredando para o Turismo, com sucesso. Mas seria um desperdício nunca ter o gostinho de pilotar um F-1. Isso ele teve na semana passada. Quanto a Piquet, é o favorito ao título, independentemente de quem forem seus adversários;
Esqueci de outra que merece fogos de artifício: a decisão da F-1 de testar com slicks na semana que vem, em Jerez. É o primeiro passo para que os pneus com sulcos sejam aposentados ao fim de 2008. Onde compro rojão?;
Carro do Flamengo? Fórmula Superliga? Enquanto não derem a largada para a primeira corrida, não acredito.
Segundo o “Marca”, é essa a proposta final da Renault para Alonso.
A equipe quer muito o espanhol. Mas sabe que ele precisa mais dela do que o contrário. Pouco a pouco as portas vão se fechando e hoje, além da Renault, só resta a Red Bull. Se quiser pelo menos sonhar com vitórias nos próximos anos, Alonso não tem outra alternativa.
Ou tem: esperar até o dia 6, quando a equipe será julgada pelo caso de espionagem sobre a McLaren. Se for punida, Alonso terá algo para barganhar.
O negócio, dizem na Europa, deve ser anunciado em breve. Acho que não.
Quanto ao segundo piloto do time, já não há mistério desde Interlagos. Será Nelsinho Piquet e ponto final.
É feriado em várias cidades do Brasil, é feriado aqui em São Paulo, mas o Pit Stop não pára.
Daniel Serra será o convidado especial de hoje. Os assuntos, os treinos de Schumacher na semana passada, a derrota da McLaren na FIA, a corrida de kart de Massa no próximo domingo, os destinos de Alonso, Nelsinho, Fisichella, Kovalainen...
Esta é para quem diz que autódromos são elefantes brancos, equipamentos que não dão lucro, que ficam parados a maior parte do tempo.
Esta é, por exemplo, para Cesar Maia.
Interlagos recebe amanhã, feriado em São Paulo, uma competição de skate.
O GP Brasil de Skate Slalom envolverá 32 atletas do Brasil e do exterior, num circuito de 350 metros montado na curva do Laranjinha.
É a primeira vez que o autódromo recebe uma competição de skate, e o evento é o maior da modalidade slalom no Brasil.
O evento vai das 10h às 20h e contará com o som de bandas e de DJs. A entrada, 1 kg de alimento não perecível.
Os fãs de skate agradecem. Como, outro dia, os corredores de fim de semana agradeceram. Como, outro dia, os seguidores do padre Marcelo Rossi agradeceram. Como, quase todo dia, os praticantes e amantes do automobilismo agradecem.
Autódromo, bem administrado, funciona. E a cidade agradece.
Está virando rotina. Toda semana, pinta alguma fofoca da linha “modelo/atriz/cantora-diz-que-teve-um-affair-com-tal-piloto”.
Na semana passada foi Raikkonen. Nesta semana, Hamilton.
The Sun
A moça acima é Cemre Mirel, 20, modelo turca radicada na Inglaterra. Ela é destaque na edição de hoje do “Sun”, descrevendo um suposto caso com o piloto da McLaren.
Segundo ela, Hamilton gostava de comer banana picada sobre seu corpo e, de 0 a 10, merece “nota 11” na cama.
Bom, a matéria do “Sun”, cheia de detalhes sórdidos está aqui.
O mesmo Hamilton já teria saído com a filha de Mansou Ojjeh e com Nicole Scherzinger, do Pussycat Dolls.
Um novo Piquet? Ou uma vítima da imprensa sensacionalista?
De qualquer forma, está instituído aqui o “ranking modelo/atriz/cantora da intertemporada 2007-2008”.
Por enquanto, o placar é Hamilton 2x1 Raikkonen. Vamos ver onde isso vai chegar...
A Toyota confirmou hoje Glock como companheiro de Trulli em 2008.
Alemão, 25 anos, 4 GPs e 2 pontos pela Jordan em 2004, ele deu a volta ao mundo antes de voltar para onde queria.
Correu na ChampCar em 2005 e ralou na GP2 em 2006 antes de conquistar o título deste ano.
Glock foi o terceiro campeão da GP2. E o terceiro a saltar direto para a F-1. Aproveitamento de 100% da categoria-escola. Categoria-escola que, desde a refundação, tem o dedo de Bernie.
Não é coincidência.
Mais: é outra porta que se fecha para Alonso. Restam Red Bull ou Renault em 2008, parece não haver outra saída.
Parece. Porque ainda tenho na cabeça aquela declaração dele, em Oviedo, sobre “uma idéia na mente, uma ilusão”.
"Sei o que quero fazer, só não sei se é possível", disse, na ocasião. E este é o grande mistério do momento.
Carlos Eduardo Santos Galvão Bueno Filho, 31, é bicampeão da Stock Car.
Cacá foi o décimo colocado no pseudo-circuito de Jacarepaguá e contou com a má sorte dos seus adversários pelo campeonato para encerrar a fatura com uma prova de antecedência.
Um título merecido. Cacá é o melhor piloto da categoria.
Gostem do jeito dele ou não, gostem do pai dele ou não, é inegável que, dentro de um carro da Stock, ninguém se sente mais à vontade do que Cacá. Um piloto que há muito tempo abraçou o Turismo, que ralou na Argentina, que foi tri-vice, que já correu de Porsche na Europa, que já flertou com a Nascar...
E que começou o ano mal, mas que reagiu, vencendo em Santa Cruz, Curitiba e Buenos Aires e marcando pontos importantes quando não havia chance de vencer. Como hoje.
Uma maturidade que tem paralelo no próprio crescimento da categoria. Tecnicamente, a Stock não é um primor. Muitas vezes tropeça na empáfia de quem acha que é maior do que é e em algumas bobagens criadas para a TV. Mas a evolução é clara, basta olhar o currículo dos pilotos que hoje estão por lá. Outro ponto positivo, a decisão de selecionar ainda mais o grid em 2008.
Se Cacá hoje é o melhor, não duvido que já no ano que vem encontre resistência maior de pilotos como os Sperafico, Maurício, Zonta, todos ex-fórmula e que estão quase no ponto.
A F-3 japonesa foi a grande vencedora do GP de Macau.
Oliver Jarvis dominou o fim de semana. O inglês, terceiro colocado no campeonato japonês neste ano, venceu a corrida de sábado, largou na pole position para a prova principal, hoje, e venceu de novo.
Aos 23, ainda busca um lugar ao sol. Já fez um teste pela McLaren, mas ainda não tem um 2008 definido. GP2 parece ser o caminho lógico.
Kodai Tsukakoshi, quinto colocado no Japão, ficou em segundo na corrida. E o pódio foi completado por Kazuya Oshima. Que vem a ser o atual campeão da F-3 japonesa.
O quarto colocado foi Marko Asmer, campeão da F-3 inglesa. E o quinto, o brasileiro Roberto Streit, vice-campeão no Japão.
Coincidência ou tendência? A primeira opção, acho. Mas se eu fosse o promotor do Inglês ou do Europeu, começaria a ficar mais atento...
Ricardo Sperafico fez a pole no pseudo-circuito de Jacarepaguá, a segunda dele na temporada, a quinta da família em 2007.
Ricardo Maurício sai em segundo, seguido por Duda Pamplona, Ruben Fontes, Antonio Pizzonia, Rodrigo Sperafico, David Muffato, Ricardo Zonta, Popó Bueno e Luciano Burti.
Thiago Camilo sai em 15º. Cacá larga uma posição atrás.
Para ser campeão, Cacá basicamente precisa chegar à frente de Camilo.
Mas Rodrigo Sperafico, que está 30 pontos atrás de Cacá e corre por fora, pode adiar a comemoração do bi se reduzir a diferença para 24 pontos. Da maneira como o grid ficou, acho que é o que vai acontecer...
Em Macau, na prova preliminar que serve como formação do grid para o GP de amanhã, o inglês Oliver Jarvis venceu, com Marko Asmer em segundo.
Bruno Senna foi um dos destaques. Mas não da maneira que imaginava. O brasileiro saiu em 17º, chegou a 7º, sofreu um acidente com Nico Hulkenberg, precisou dar uma passadinha no hospital e, com o chassi destruído, não corre a prova principal.
“Saí muito bem e ganhei dez colocações ainda na primeira curva. Eu corria próximo do pelotão da frente quando cometi um erro, o Nico colocou o carro de lado, mas quis me passar por fora na veloz curva Mandarin. Freou para cima de mim, tocamos rodas e voei por cima dele, aterrissando de bico na barreira de proteção. Felizmente, fora o prejuízo de ficar de fora da segunda corrida e os danos no carro, foi só um susto para mim”, disse, no comunicado distribuído à imprensa.
Roberto Streit, o outro piloto do Brasil na prova, saiu em sétimo e terminou em oitavo.
A corrida do circuito da Guia acontece às 8h30 de amanhã.
Duas baixas na lista de inscritos do Desafio das Estrelas.
Liuzzi e Filippi foram chamados para testar na Europa e não poderão participar da corrida de kart em Florianópolis no fim de semana que vem.
Os substitutos ainda não foram anunciados. Mas imagino o tamanho da fila de candidatos para tentar tirar uma casquinha (ou, vá lá, uma foto ao lado) de Schumacher...
Mauricio Tavares é o autor do "Cenas de um GP" de hoje.
A foto, segundo ele, poderia chamar "Eu trabalho com automobilismo, mas meu esporte mesmo é rúgbi" ou então "Já fomos vendidos mesmo..."
A explicação: "Estive na visitação aos boxes no sábado à tarde, e, ao passar em frente aos boxes da Spyker, percebemos, eu e mais dois amigos, um som de música com um volume bem alto, e todos os mecânicos sentados assistindo aos monitores.
Pelo horário, perto das 17h, lembramos que nesse momento seria disputada a final do mundial de rúgbi, entre Inglaterra e África do Sul, e o a música que ouvíamos era um dos hinos das seleções finalistas.
Tá certo que a Spyker não ia disputar nada no domingo, mas não deixa de ser um tanto estranho ver praticamente toda uma equipe de F-1 parada no sábado à tarde assistindo TV. E para acompanhar outro esporte..."
Diz que seu único objetivo era dirimir as dúvidas do regulamento, as incertezas que surgiram após a corrida de Interlagos.
O texto é cheio de ironia à moda inglesa.
Como quando diz que BMW e Williams "gelaram" a gasolina no Brasil. Como quando expressa estranhamento como o termo "inadmissível", usado pela FIA para classificar o apelo. "Tony Scott Andrews, comissário da FIA, admitiu o recurso em Interlagos", diz o texto.
"Nosso apelo foi apenas um passo lógico num processo iniciado pelo próprio delegado técnico da FIA, que constatou o problema das gasolinas no GP Brasi", afirmou Martin Whitmarsh, CEO da McLaren.
"Como eu venho dizendo, Kimi mereceu ganhar o campeonato e nem eu nem ninguém na McLaren queríamos tirar isso dele. Não era o objetivo do apelo. Estou com a cabeça já em 2008, querendo disputar na pista com o Kimi e com meus outros adversários e tudo o que espero é melhorar uma posição no Mundial de Pilotos", completou Hamilton, vice em 2007.
Em tempo, trecho do nota da FIA: "Having heard the explanations of both parties and having examined the various documents and other evidence, the Court decided that the appeal lodged by Vodaphone McLaren Mercedes is inadmissible."
Vodaphone? Será que foi o Kimi que escreveu o comunicado?
Acaba de sair a decisão da Corte de Apelações. No comunicado, a FIA diz que há dúvidas sobre as temperaturas ambiente e das gasolinas dos carros de BMW e Williams no GP Brasil, em 21 de outubro.
Por isso, explica, o recurso da McLaren é "inadmissível".
E assim, 26 dias depois da bandeirada em Interlagos, o Mundial tem um campeão realmente definido.
Estava na cara, mas, como escrevi em post anterior, muita gente já começava a ficar preocupada com a demora.
Ainda bem que foi assim. Por "n" motivos, o título de Hamilton não seria o mais justo. Não neste ano, não depois de tudo o que aconteceu.
Antonio Jorge Neto foi o mais rápido hoje na chuvosa abertura dos treinos da Stock no pseudo-circuito de Jacarepaguá.
Ele aproveitou um dos raros momentos de pista seca, no comecinho da segunda sessão, e cravou 1min22s240, média de 146,03 km/h.
Duda Pamplona foi o segundo, seguido por Thiago Camilo, Felipe Maluhy, Ruben Fontes, Ricardo Mauricio e Valdeno Brito.
Líder do campeonato e com possibilidades de conquistar o bi já no domingo, Cacá Bueno foi o oitavo. Ficou de bom tamanho. Pela manhã, ele escorregou e bateu de frente.
"Fiz besteira! Deixei o carro ir até a zebra, mas não imaginei que ela estivesse tão lisa. A traseira escapou e acabei batendo pelo lado de dentro em uma curva de média para baixa velocidade", disse.
Ah, sim: a foto abaixo, Jorge Neto à frente, mostra bem a beleza que ficou o pseudo-circuito. Parece mais um kartódromo. Mas tudo bem, o velódromo do Pan deve estar sendo super utilizado...
Em outros fronts, não oficiais, há alguns tiros. Como o que relata que o processo foi movido para Paris e que hoje os juízes se reuniriam lá para fechar um veredicto. Como, tiro óbvio, que o recurso foi derrubado.
Fato é que a demora, incomum, já começa a preocupar muita gente.
A coluna de hoje faz um raio-x de todos os heróis do GP da Macau.
Sim, a corrida já teve como vencedores mitos como Ayrton Senna e Michael Schumacher. Mas também quase anônimos como Sasha Maassen, John Nielsen e Peter Dumbreck.
O texto está aqui, para assinantes da Folha e do UOL.
A Samantha, do sempre bem informado Fãs Kimi Raikkonen, avisa que “o assessor do piloto divulgou num site finlandês que seus advogados vão entrar com ação contra a moça”.
A moça, no caso, Valentina Gioia.
Entrar com ação? Vão perder. Não há nada mais verossímil do que o relato de Kimi escalando o muro... Qualquer juiz dará ganho de causa à italiana.
Com Ferrari de novo na frente. Sem Schumacher, a honra hoje coube a Massa, que colocou 0s092 sobre Kovalainen, após luta acirrada pela ponta _o finlandês chegou a cravar tempo melhor, mas cortando a chicane.
Um retrato do que foi a temporada. Tirem de cena o excepcional, sobra um monte de garotos rápidos e uma bela disputa.
A moça abaixo é Valentina Gioia, atriz italiana. E, segundo a revista "Star+TV", teve um caso com Raikkonen no ano passado.
Se teve ou não, é problema (ou mérito) dele. O curioso é o relato que a moça fez à publicação.
"Uma vez a gente estava passeando perto da casa dele, em Zurique, e passamos por um painel com a foto de Alonso. Kimi escalou o muro e arrancou o cartaz", disse.
Neste fim de semana tem Macau. É a 25ª edição da corrida de F-3 pelas ruas do circuito da Guia. Uma prova que teve Ayrton Senna como primeiro vencedor e que, ao longo dos anos, tornou-se uma espécie de Mundial da categoria.
O primeiro treino classificatório aconteceu na madrugada. Pole provisória para o estoniano Marko Asmer, atual campeão da F-3 inglesa. Em segundo, ficou o francês Romain Grosjean, campeão da F-3 européia. Guarde esses nomes.
Dois brasileiros disputam a prova. Robert Streit, vice-campeão da F-3 japonesa, ficou em nono na primeira sessão. Bruno Senna, que voltou ao carro da Robertson-Raikkonen para encarar o desafio, bateu na curva de São Francisco, foi acertado pelo japonês Takuya Izawa e ficou apenas em 25º.
Em 24 edições, três brasileiros venceram em Macau. Gugelmin, em 85, e Di Grassi, dois anos atrás, repetiram o feito de Senna.
Um americano, um grego, um tcheco e um português estão numa sala.
Não, não é piada. É a decisão do Mundial de F-1.
John Cassidy, Vassilis Koussis, Jan Stovicek e José Macedo e Cunha são os quatro integrantes da Corte de Apelações da FIA que neste momento analisam o recurso da McLaren contra a decisão dos comissários do GP Brasil de não punir Williams e BMW pelo uso de gasolina abaixo da temperatura mínima permitida.
Se os pilotos dessas equipes forem desclassificados, o que não acredito, Raikkonen perde o título conquistado em 21 de outubro e Hamilton é o novo campeão.
Se o resultado for mantido, o finlandês terá um bom motivo para abrir uma garrafa de Koskenkorva Viina. Se é que ele precisa de motivos...
A decisão do campeonato acontece no escritório inglês do escritório internacional de advocacia Sidley Austin, Basinghall Street, no centro de Londres. E o resultado, parece, só será divulgado amanhã.
Schumacher, sei lá, talvez volte pro refúgio na Suíça. Enquanto os colegas aceleram, talvez passe a manhã levando as crianças pra escola, escovando os cachorros, alimentando os cavalos. Tanto faz.
Sensação de dever cumprido. Não é isso o que transparece a foto abaixo?
Está lá, em vermelho: 24/10/2007. E, assim, tratei de ir renovar minha carteira de motorista.
São três os caminhos. Não há escapatória. A irritante burocracia do Detran, a cara comodidade dos despachantes ou arrumar algum “esquema”, expressão que adquiriu outro sentido neste Brasil que cria dificuldades para vender facilidades.
E você não precisa procurar os esquemas. Eles procuram você. É como a história dos cambistas no futebol. Não é preciso fazer nada. Basta estar na fila, esperando para comprar (ou não) seu ingresso, que eles brotam do chão, na sua frente, oferecendo uma tentadora facilidade.
Um amigo que no sábado se aventurou a ir comprar ingresso para o jogo da seleção contou, indignado, sobre um cambista que circulava livre e solto pela fila, distribuindo cartões de visita. Como que chamando de otários todos os que estavam na fila.
Bem, voltando à CNH. Falta de tempo e de paciência, decidi pelo caminho do meio. Fiz o exame médico, a provinha de primeiros-socorros, direção defensiva e legislação (acertei 25 de 30), paguei as taxas (do Detran e do despachante) e fui para casa, esperar os cinco dias úteis para buscar minha nova carteira.
No dia seguinte, me ligam: 39 pontos acumulados. Carteira cassada. Estranhei. Imaginava, até então, que as multas tivessem um ano de validade. Engano. No meu prontuário, havia multa de 2002. Uma delas, a razão do meu problema, gravíssima: passei com velocidade 20% acima do máximo permitido em algum lugar que nem imagino.
Ou seja: em tese, minha carteira estava cassada desde 2002. Ou, pelo menos, eu carregava no prontuário, há cinco anos, uma infração que me impediria de dirigir. Poderia ter resolvido o problema lá atrás. Poderia ter ficado um ano sem guiar, quando fui morar fora e só me virei de ônibus e metrô. Mas o Detran não avisa. O Detran espera sua carteira vencer. O Detran cria uma dificuldade.
E então a tentação do esquema reaparece.
Mas, não. Ficar sem dirigir por um, dois, três meses vai ser um saco, mas é o que vou fazer.
Discordo radicalmente da maneira como é feita a fiscalização (multar se tornou muito mais uma fonte de renda para governos do que uma forma de repreender e educar), dos limites de velocidade de algumas vias (nesse mesmo espírito de arrecadar a qualquer custo: 40 km/h num acesso à Anchieta é brincadeira), da postura de boa parte dos marronzinhos em São Paulo (onde eles estão quando meu Gordini quebra?). Mas se é a lei, é a lei.
E, admito, qualquer tentação de cair num desses esquemas foi a pique quando lembrei da foto abaixo.
Meses atrás, Piquet teve a carta cassada. Certamente, foram-lhe oferecidos dezenas de esquemas, muito mais do que a mim. Ele não aceitou nenhum. O tricampeão da F-1, um dos melhores pilotos da história, foi para a sala de aula. “Estou aqui como um cidadão comum que quer pagar pelos erros cometidos”, disse, na ocasião. Se ele fez a aulinha, por que eu não faria? Por que qualquer outra pessoa não faria?
É a esse tipo de coisa que nos referimos quando dizemos que pessoas públicas carregam a responsabilidade de servir de exemplo. Piquet foi exemplar neste caso. Pelo menos para mim.
“Acho que os fãs da F-1 não gostariam que um campeonato fosse decidido porque a temperatura da gasolina, que, aliás, não pode ser medida, estava 5º C abaixo do permitido. Se alguém acha que uma decisão assim seria boa para a F-1, então está na hora de eu pensar seriamente na aposentadoria. Acho que não vai acontecer nada, não vão mudar o resultado da corrida. No mesmo fim de semana, a McLaren também infringiu o regulamento, usando um jogo extra de pneus. Então, o tratamento precisa ser o mesmo.”
Havia algum tempo eu não usava a expressão “gênio” para falar de um piloto.
A última vez deve ter sido sobre ele. Está explicado.
Michael Schumacher não disputa um GP desde outubro do ano passado. Passou 2007 flanando, curtindo a vida, cuidando das crianças, dos cavalos e dos cachorros.
Até que dia desses acordou a fim de pilotar um F-1. Ligou para a Ferrari, arrumou um teste e, de quebra, uma bela justificativa, ajudar a equipe a se virar sem o controle de tração.
O teste, o primeiro pelo menos, foi hoje. Adivinha?
Melhor tempo para o heptacampeão, 0s207 mais rápido que o segundo colocado, Luca Badoer, que rodou milhares de quilômetros em testes com a mesma Ferrari neste ano. De la Rosa, outro que testou até dizer chega, ficou a 0s765. Kovalainen, cotado para substituir Alonso na McLaren, levou 0s880.
Sei não, mas acho que, nesta história, houve um componente da autoconfiança. Como se Schumacher quisesse mostrar a si mesmo que, se quisesse, voltaria e daria um pau em todo mundo.
Lembra do apelo da McLaren contra Williams e BMW no GP do Brasil?
O julgamento será depois de amanhã, quinta-feira. E foi transferido para Londres, já que Paris deve enfrentar nos próximos dias uma greve do setor de transportes.
Em Londres, Paris, Jumirim ou Bangladesh, tanto faz. Continuo achando que não vai dar em nada.
No impulso, escrevi abaixo que "Todt deve ficar mais próximo de Montezemolo, cuidando das operações da fábrica".
Será?
O francês não é citado no comunicado da Ferrari, curto e direto, como de hábito. E, a caminho do jornal, lembrei de conversas que tive com colegas italianos na semana do GP Brasil. A maioria apostava que ele sairia.
Se Todt ficar, a mudança não será tão brusca assim, ele estará por perto para ajudar, orientar, sugerir, mandar.
Se Todt sair, a coisa vai ficar complicada. Massa, especificamente, perderá um aliado importantíssimo lá dentro. E sua renovação-surpresa até 2010 estará mais bem explicada...
Coisas assim não acontecem por coincidência: logo após a Honda anunciar Brawn, a Ferrari divulgou seu novo organograma para 2008.
Ou seja: estava esperando mesmo uma resposta do inglês.
E as mudanças são profundas.
Todt deixa o posto de chefe da Gestione Sportiva. Em seu lugar, entra Stefano Domenicali, que neste ano já tinha atuado como diretor esportivo. Mario Almondo será diretor de operações, vaga criada agora. Em seu lugar, como diretor técnico, assume Aldo Costa. Continuando o dominó, Gilles Simon entra na vaga de Costa como responsável pelos motores de Maranello.
Byrne já havia saído. Martinelli foi para a Fiat. Brawn saiu hoje. Todt deve ficar mais próximo de Montezemolo, cuidando das operações da fábrica. Schumacher, ninguém sabe: a vaga de diretor esportivo, que poderia ser dele, ficou com Domenicali.
12 de novembro de 2007, o ocaso do “Dream Team”, a data oficial do fim do grupo mais bem-sucedido de toda a história da F-1.
Quando somos surpreendidos, não há mal nenhum em admitir.
É o caso agora, com o anúncio da contratação de Brawn pela Honda. Embora vários fatores, como a vontade de morar na Inglaterra e uma suposta proposta milionária, indicassem isso, eu não imaginava o inglês com outro uniforme que não o vermelho-Ferrari.
Mas ele estará lá, no ano que vem, com o uniforme da fábrica japonesa.
Segundo o comunicado, o engenheiro, que em 2007 tirou um ano sabático, terá total responsabilidade no projeto, na construção e na operação do próximo carro.
“Estou entusiasmo em fazer parte dessa equipe. A Honda tem tradição na F-1 e ajudar a equipe a desenvolver esse potencial é um desafio fantástico para mim no esporte”, disse Brawn.
“Uma das minhas principais missões nos últimos seis meses foi atrair talentos para a Honda”, afirmou Fry, o chefe do time.
Agora vai dar certo? Vai dar certo. Mas talvez não agora.
Brawn assume no dia 26. E o carro de 2008 já está bem adiantado. Sim, é claro que ele vai mexer em muita coisa e é óbvio que tudo vai melhorar. Mas o grande salto deve ser em 2009.
Quem é ela? Mais respeito, amigos, mais respeito...
Maria Teresa de Filippis foi a primeira mulher a desafiar marmanjos na F-1.
Napolitana, começou a correr aos 22 anos, de Fiat 500. Na primeira prova, a Salerno-Cava dei Tirreni, venceu.
Vice-campeã italiana em 1954, foi contratada pela Maserati. E foi pela Maserati, quatro anos depois, que tentou se classficar para o GP de Mônaco.
Não conseguiu, mas no mês seguinte, em Spa, teve melhor sorte. Largou em 19º e terminou em 10º. Naquele mesmo ano, correu no circuito do Porto e em Monza. Abandonou as duas provas, com problemas de motor.
Em 1959, tentou se classificar em Mônaco, com um Porsche, mas não teve sucesso. Abandonou então o esporte para fazer algo muito mais importante: iniciar uma família.
No ano passado, ela concedeu esta entrevista ao "Observer".
À inevitável pergunta sobre preconceito, respondeu assim: "A única vez que fui impedida de correr foi no GP da França, quando o diretor de prova disse que o único capacete que uma mulher deve usar é o secador do cabelereiro".
Me dá um certo alívio saber que a babaquice não é exclusividade de nossos tempos.
À pergunta sobre seus heróis, duas respostas: "Na minha época, Juan Manuel Fangio. Depois, Ayrton Senna".
Um esquadrão de Porsches e Ferraris, Fernando Rees e o Aston Martin, o Peugeot de Gené e Minassian, o Porsche 911 GT3 RSR de Raul Boesel, Nonô Fugueiredo e Marcel Visconde e o pódio da categoria P1.
A dobradinha da Peugeot sobreviveu a mil milhas, sobreviveu a Interlagos.
Vitória da dupla Gené/Minassian. O duo Lamy/Sarrazin, que largou em último, chegou em segundo, conquistando o título da Le Mans Series.
Na P2, vitória do trio Michael Vergers/Juan Barazi/Karim Ojjeh, a bordo do Zytek 07S, o segundo carro mais bonito do fim de semana, só atrás do Peugeot.
Na GT1, Fernando Ress, Steve Zacchia, Roland Berville e Greger Fisken ganharam com um Aston Martin. E, na GT2, venceu o Porsche GT3 de Marc Lieb, Xavier Pompidou e Marc Basseng.
Embora o grid completo não tenha vindo ao Brasil, o fim de semana em Interlagos foi de carros excepcionais, de ótimos pilotos, de deleite para quem gosta de automobilismo.
Mas o público foi pífio, quase uma exibição privada.
Tem a ver com a dificuldade em criar uma tradição. Ou com a facilidade em esquecer algumas.
Se fosse na tradicional data de 25 de janeiro, mesmo sem integrar campeonato algum, o público seria maior, com certeza. Menor, impossível.
Junte um expediente que invadiu a madrugada com um fim de semana de plantão no jonal com uma família prestes a aumentar e voilà, deixemos para 2008.
Mas vi a largada das Mil Milhas pela TV e o azar de Lamy, o pole, que teve problemas na embreagem do fantástico Peugeot 908 na volta de apresentação e acabou largando em último.
Enfim, ele saiu babando. E carro bom saindo do fundão é sempre bacana de ver. As imagens da câmera on-board do português nas primeiras voltas foram sensacionais.
Como disse o Beto Manzini, na ESPN Brasil, era como um motoqueiro no meio do congestionamento da 23 de Maio, às 18h. Passava todo mundo com a maior facilidade, parecia que todos os outros estavam parados.
O público, fraco na largada, desapareceu agora, fim de tarde, início de noite. “Só sobraram uns guerreiros”, conta um amigo que está por lá.
Na última hora, dobradinha da Peugeot, com Minassian e Gene em primeiro, seguido pelo carro de Lamy e Sarrazin.
Nos últimos meses, nomes como Stepney e Coughlan deixaram o paddock para se tornarem conhecidos do grande público.
Agora é a hora de apresentar a vocês Phil Mackereth.
Quem?
Phil Mackeret. Apresentado a mim há instantes, no primeiro comunicado oficial da Renault sobre o novo caso de espionagem.
Ex-engenheiro da McLaren, Mackeret foi contratado pela Renault em setembro do ano passado. Segundo o comunicado, ele levou consigo, em "disquetes antigos, cópias de desenhos técnicos da McLaren e algumas páginas com dados técnicos".
Essas informações teriam sido baixadas no diretório pessoal do engenheiro na rede de computadores da Renault. "Isso foi feito sem o conhecimento de ninguém com autoridade na equipe", diz a nota.
De acordo com a Renault, assim que o fato tornou-se conhecido pela direção da equipe, cinco atitudes foram tomadas:
- As informações foram completamente apagadas do sistema e uma investigação formal foi iniciada;
- A McLaren e a FIA foram imediatamente informadas;
- Desde então, a Renault vem informando constantemente a McLaren e a FIA sobre os avanços da investigação;
- Mackeret foi imediatamente suspenso de suas funções;
- Os disquetes foram confiscados e enviados aos advogados da Renault para que retornassem à McLaren.
A Renault diz ainda que a investigação interna mostrou que Mackeret passou informações da McLaren a alguns engenheiros da equipe, na forma de desenhos técnicos em escalas reduzidas. Os desenhos seriam do layout interno do tanque, da embreagem, de um amortecedor de massa e de um amortecedor da suspensão.
A equipe destaca, em negrito, que os engenheiros testemunharam e categoricamente negaram terem usado essas informações no carro da Renault.
Segue-se todo aquele tradicional blablablá sobre a intenção de cooperar com a FIA, etc e tal.
Acabei de ler e fiquei com a impressão de que a Renault se enrolou mais ainda.
“O segundo escândalo de espionagem é muito mais sério que o primeiro justamente por ser o segundo. Um caso é um caso, existe sempre aquele argumento do "caso isolado". O segundo já joga isso por terra e começa a lançar no ambiente odores malcheirosos de generalização, de vulgarização, de esculhambação.”
Um trecho da coluna de hoje na Folha, aqui, para assinante do jornal e do UOL.
Na categoria LMP1 em Interlagos, pole da dupla Lamy/Sarrazin, com 1min18s787. Minassian e Gené, com o outro Peugeot 908, ficaram em segundo, a 0s190.
Na LMP2, o melhor tempo foi do trio Barazi/Vergers/Ojjeh (Karim, irmão de Mansour), 1min23s449. O carro, o Zytek 07S.
O Corvette de Gavin/Goueslard/Beretta largará na frente na classe LMGT1: 1min29s296. Na LMGT2, o trio Ehret/Nielsen/Werner conseguiu 1min33s017 com um Porsche 997.
Mas vamos às fotos, que é disso que o povo gosta...
Jorge Sá/Local
O Zytek 07S, melhor tempo hoje na LMP2
Pedro Bicudo/Local
Ferraris e Porsches da LMGT2 no pit lane de Interlagos
A organização do GP Brasil reuniu-se hoje com jornalistas e distribuiu a todos a cartilha de manutenção do novo asfalto de Interlagos.
Segundo Tamas Rohonyi, promotor da corrida, o texto será repassado à Prefeitura de São Paulo e transformado em decreto.
Na página 5 da cartilha, começa o capítulo "Dimensionamento, conservação e durabilidade". Que estipula que o autódromo não poderá ser usado para competições com veículos que excedam 1.400 kg.
Na íntegra: "O pavimento do Autódromo Municipal José Carlos Pace foi dimensionado para ser utilizado exclusivamente por veículos de competição e/ou especialmente adaptados durante as atividades desportivas correspondentes às categorias homologadas pela FIA e pela CBA cujo peso total não exceda a 1.400 kg e com velocidade máxima de 350 km/h".
Depois da McLaren, agora é a Renault que está na mira do Conselho Mundial da FIA. O motivo, o mesmo: espionagem.
A equipe foi convocada a comparecer à próxima audiência do órgão, no dia 6 de dezembro. A Renault, diz o comunicado da FIA, terá de responder a acusações de possuir documentos confidenciais da McLaren desde setembro do ano passado.
Esses documentos incluiriam desenhos e medidas dos modelos 2006 e 2007 da McLaren, com detalhes dos sistemas de abastecimento, hidráulico e de suspensão, montagem do câmbio, refrigeração de óleo.
Vai feder, pode apostar. E vai adiar a decisão de Alonso. Ou você acha que ele vai fechar, agora, com uma equipe ameaçada de sanção na próxima temporada?
Um dia depois de quase assinar com a Renault, Luis Garcia Abad, empresário de Alonso, reuniu-se ontem em Madri com representantes da Red Bull, relata o diário “As”.
Representantes importantes, eu diria: Dietrich Mateschitz, dono da empresa, e Gerhard Berger, chefe da Toro Rosso e espécie de conselheiro do compatriota para assuntos ligados à F-1.
Não, não sabemos o que foi dito. Então vamos brincar de boato. O do momento é o seguinte: para abrir vaga para Alonso na Red Bull, Bourdais ficaria mais um ano nos EUA e Coulthard seria mandado para a Toro Rosso para ajudar no desenvolvimento do carro e na formação de Vettel.
Meu palpite? Acho que a Renault continua com mais chances. Mas se isso tudo acontecer, por favor, esqueçam dessa história de Coulthard e Vettel. Não vamos estragar o menino...
Sérgio Teodoro mora em Tatuí, nunca foi a Interlagos e gostaria de saber onde ficam os setores B, C e M das arquibancadas.
A pergunta é mais interessante do que parece. Porque o site das Mil Milhas não mostra. E o site da Ingresso.com, empresa responsável pela venda das entradas, também não tem um mapinha da pista.
Mas há um problema ainda pior: os preços da venda na internet, serviço indicado pela organização da corrida, diferem dos preços divulgados pela mesma organização da corrida.
"Os ingressos estão à disposição através do site oficial (www.milmilhasbrasil.com.br). Os preços variam entre R$ 60,00 (meia-entrada) e R$ 240,00, sendo que até sexta-feira será cobrada meia-entrada na entrega de 1 quilo de alimento não perecível",diz a organização das Mil Milhas.
Essas informações estão no site da corrida. Veja abaixo:
Ok. Daí, você clica no link para comprar ingresso. Vai parar no Ingresso.com. E essas opções simplesmente não existem. Os ingressos nos setores B, C e M estão a R$ 300 (ou R$ 150 na versão meia-entrada). Para o setor A, os preços são R$ 150 e R$ 75. Veja aí:
Decidi prosseguir com a compra. E então, algumas telas à frente, descobri que há uma cobrança pelo serviço da venda na internet. Se você compra uma meia-entrada do setor B, por exemplo, a taxa é de R$ 30. Se você compra a entrada inteira do mesmo setor, a taxa é de R$ 60. Ué, o serviço não é o mesmo?
Ou seja, os ingressos não custam R$ 240 e R$ 120. Custam, na verdade, R$ 300 e R$ 150. Ou R$ 150 e R$ 75, com 1 kg de alimento. É isso que sai do bolso.
São estes os preços pagos pelo torcedor que usa a internet, não interessa o que está embutido, se é ISS, se são taxas, se é a conveniência da venda pela rede.
Será que algum dia vou escrever aqui elogiando o tratamento ao público em algum evento em autódromo brasileiro?
Em tempo, Sérgio, os setores B, C e M ficam na frente dos boxes e são cobertos. O setor A fica diante do grid e é descoberto.
O Peugeot 908 da dupla Gené/Minassian cravou 1m21s787 hoje em Interlagos, batendo o recorde das Mil Milhas do ano passado e ficando atrás apenas da F-1.
Neste mesmo asfalto, semanas atrás, Massa conquistou a pole para o GP Brasil em 1min11s931. O último do grid, Yamamoto, fez 1min15s487. Ficar só 6s3 de um F-1 parece-me bem bom.
Outra comparação: o recorde da Stock em Interlagos é 1min39s913, cravado por Thiago Camilo, em 2004.
Começaram hoje, em Interlagos, os treinos para as Mil Milhas.
É um belo programa para quem gosta desse troço chamado automobilismo.
Os principais carros, com potência de 760 cavalos, formam a categoria LPM1. E as jóias do grid são os dois Peugeot 908 (Nicolas Minassian/Marc Gené e Stéphane Sarrazin/Pedro Lamy) e o Pescarolo Judd do trio Emmanuel Collard/Jean-Christophe Boullion/Harold Primat, todos na briga pelo título.
Divulgação
O Peugeot 908 que corre em Interlagos neste fim de semana
Nas outras categorias, há Ferraris, Aston Martins, Porsches, Saleens...
A prova de Interlagos fechará a Le Mans Series, campeonato de seis corridas em pistas importantes, históricas. Antes de chegar a São Paulo, essa turma correu em Monza, Valência, Nurburgring, Spa e Silverstone.
Os ingressos estão à venda no site oficial do evento e até sexta-feira será cobrada meia-entrada para quem se comprometer a levar ao autódromo 1kg de alimento não-perecível. Três dos setores, B, C e M, dão&