Blog do Fábio Seixas - Automobilismo, viagens e pitacos sobre tudo o mais
Blog do Fábio Seixas
 

Programão em Curitiba

Curitiba recebe neste fim de semana um evento de primeira, a rodada de abertura do WTCC, o Mundial de Turismo da FIA.
 
Em ação, pilotos com passagens pela F-1, como Larini, Tarquini, Monteiro e um dos dois heróis deste blog, Zanardi. Em ação, o herói local, Farfus. Em ação, muita gente boa, como Müller e, claro, o tricampeão Priaulx.

Só quem não esteve em ação, hoje, foi a torcida. As arquibancadas estavam às moscas enquanto Farfus voava para cravar 1min24s761, novo recorde da pista.
 
O evento merece mais. Os ingressos para a prova continuam à disposição do público, que pode trocá-los por 2 kg de gêneros alimentícios não-perecíveis nos seguintes locais de Curitiba:
 
Rua da Cidadania Santa Felicidade
Praça Santa Bertila Boscardin, 213, Terminal Santa Felicidade

Rua da Cidadania Boa Vista
Av. Paraná, 3600, Boa Vista

Rua da Cidadania da Matriz
Praça Rui Barbosa, 101

Rua da Cidadania Fazendinha/Portão
Rua Carlos Klemtz, 1700, Terminal da Fazendinha

Administração Regional Cajuru
Rua Luiz França, 2032, Cajuru

Administração Regional da CIC
Rua Manoel Valdomiro de Macedo, 2469, CIC

Rua da Cidadania do Carmo/Boqueirão
Av. Marechal Floriano Peixoto, 8430, Boqueirão
Praça Nossa Senhora do Carmo, Terminal do Carmo

Rua da Cidadania Pinheirinho
Av. Winston Churchill, 2033, Capão Raso (Terminal do Pinheirinho)

Rua da Cidadania Bairro Novo
Rua Tijucas do Sul, 1700, Sítio Cercado
Teatro HSBC
Rua das Flores, 11

Fun Motos Seminário
Rua Mário Tourinho, 679, tel: (41) 3039 3600

Fun Motos Rebouças
Rua Desembargador Westphalen, 1876, tel: (41) 3213 2800 
 
No fim de semana, acontecem também as claudicantes aberturas da F-Brasil 2.0 e do Brasileiro de Marcas e Pilotos.
 
Segue a programação:
 
Sábado
9h-9h30: WTCC, treino livre
9h45-10h15: F-Brasil 2.0, treino livre
10h30-11h: Brasileiro de Marcas, treino livre
12h-12h30: WTCC, treino livre
13h25-13h55: F-Brasil 2.0, corrida
14h15-14h45: Brasileiro de Marcas, treino classificatório
15h-15h30: WTCC, treino classificatório

Domingo
9h-9h15: WTCC, warm up
9h30-9h45: F-Brasil 2.0, warm up
10h-10h15: Brasileiro de Marcas, warm up
10h30-11h30: sessão de autógrafos
12h10-12h40: F-Brasil 2.0, corrida
13h20-13h45: WTCC, corrida, largada lançada
14h25-15h05: Brasileiro de Marcas, corrida
16h20: WTCC, corrida, largada parada

Escrito por Fábio Seixas às 19h39

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Os 9 de Guaratinguetá

Enquanto a molecada corre o Mundial Biland em Guaratinguetá, a CBA continua na sua cruzada para excomungá-los.

 

"O presidente da Confederação Brasileira de Automobilismo, Paulo Scaglione, por intermédio da Portaria 35/2008, suspendeu por 60 dias os pilotos brasileiros participantes do evento não oficial intitulado 'Mundial' Biland, em curso na cidade de Guaratinguetá (SP). Além disso, encaminhou a Portaria para o STJD visando a desqualificação dos mesmos", diz nota enviada pela entidade à imprensa.

 

Foram suspensos pela CBA os pilotos André Giroto, Alex Sandro Grigoletto, Alberto Savério Cattucci Filho, Danillo Wanderley Meizzikas Ramalho, Daniel Meizzikas Ramalho, Márcio Napoleão Silva Arcoverde, Jennifer Fontebasso Costa, Marcelo Cascão Cruz e Cristhiano Mattheis Londres.


Segundo a entidade, eles “não preenchem os requisitos necessários para a manutenção de seus nomes no quadro de pilotos da entidade, por não respeitarem os códigos e estatutos” e “utilizam o esporte de maneira lúdica, sem qualquer responsabilidade ou compromisso com as normas do desporto do automobilismo nacional e internacional”.

 

O curioso é o que vem a seguir: o caso, segundo a CBA, “tem provocado grande desgaste na esfera política e administrativa da entidade”. Ou seja, admite ser mera vendeta política, que nada tem a ver com esporte em si.

  

Alguns recados a André Giroto, Alex Sandro Grigoletto, Alberto Savério Cattucci Filho, Danillo Wanderley Meizzikas Ramalho, Daniel Meizzikas Ramalho, Márcio Napoleão Silva Arcoverde, Jennifer Fontebasso Costa, Marcelo Cascão Cruz e Cristhiano Mattheis Londres: não se abalem, parabéns pela atitude, pilotem com alegria, com confiança, mantenham as cabeças erguidas e suas consciências tranqüilas, vocês não fizeram nada de errado.

 

E contem com este blog e com este blogueiro para o que der e vier.

 

Começando agora: que tal transformar os comentários a este post em um painel de apoio à garotada de Guaratinguetá? Prometo que faço as mensagens chegarem a eles.

                                                                                                        Luigi Di Nizo/Divulgação

Márcio Arcoverde, o mais rápido hoje no Mundial de Guaratinguetá

Escrito por Fábio Seixas às 17h42

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Timão-eô

O Corinthians e a F-Superleague celebraram a parceria hoje pela manhã, em evento no Parque São Jorge.
 
Não, não seria correto dizer que "mostraram o carro", porque aquele carro não é um F-Superleague.
 
É uma carcaça de coisa nenhuma, um "show-car" daqueles exibidos em postos de gasolinas às vésperas de GPs em Interlagos. E, torcida futebolística à parte, é preciso dizer que a pintura ficou bem tosca.

"Pinta de preto e gruda aí uns distintivos", parece ter sido a orientação de quem comandou o evento.
 
Mas fotos como essa abaixo, tenho a impressão, vão rodar o mundo...
                                                                                                Almeida Rocha/Folha Imagem
A modelo Ana Paula Minerato, no evento de hoje no Parque São Jorge
 
Sobre a categoria, mantenho o que venho dizendo há algum tempo: enquanto não for dada a partida para o primeiro treino da primeira corrida, duvido que vá acontecer.

Escrito por Fábio Seixas às 13h39

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Com que pneu eu vou

A Bridgestone divulgou hoje as especificações de pneus que levará para as nove primeiras etapas do campeonato, uma lista que se mostrou bem útil no ano passado.
 
Segue a dita-cuja:
 
Austrália: macio, médio
Malásia: médio, duro
Bahrein: macio, médio
Espanha: médio, duro
Turquia: médio, duro
Mônaco: supermacio, macio
Canadá: supermacio, macio
França: macio, médio
Inglaterra: médio, duro
 
A relação é quase idêntica à de 2007. O quase fica por conta do Bahrein. No ano passado, a Bridgestone levou médios e duros para lá. Pelo visto, as reclamações sobre a falta de aderência surtiram efeito.

Escrito por Fábio Seixas às 13h15

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20.025 obrigados

Este blog superou hoje a marca de 20 mil comentários.
 
Foram mais de 20 mil mensagens analisando, dando dicas, corrigindo, criticando, elogiando. Li todas, precisamente 20.046 até as 20h43 de hoje.
 
Já cogitei, sim, acabar com a moderação. Mas, não. É exercício interessante ler uma por uma, responder quando tenho tempo ou acho pertinente, comprar algumas brigas, fazer algumas piadas, ganhar amigos e até alguns desafetos, quando é o caso. É um exercício bom para o blog.
 
Sei que, sem a moderação, o número de comentários seria muito maior. Mas acho que esse diálogo vale a pena, e a intenção não é controlar ou censurar ninguém. Prova disso é que, das 20.046 mensagens, aprovei 20.025 e só reprovei 21, o equivalente a 0,10%.
 
(Aqueles que tiveram mensagens reprovadas, chatos épicos, deveriam refletir sobre esse número.)
 
Enfim, 20.025 obrigados a todos que já separaram alguns segundinhos de seus dias para ajudar a fazer o blog. Vocês são sensacionais.

Escrito por Fábio Seixas às 19h45

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Balanço

Como prometido, segue um pequeno balanço dos testes realizados pela F-1 desde novembro de 2007, ou seja, desde o fim da temporada passada.

 

Em princípio, levei em conta apenas os testes realizados em autódromos (excluídas retas e pistas de pouso, por exemplo) e com mais de uma equipe.

 

Dentro desses critérios, foram dez baterias de testes em quatro circuitos: Jerez, Valência, Barcelona e Bahrein.

 

Em duas delas, deu Ferrari. Raikkonen foi o mais veloz no Bahrein, mas há um atenuante neste caso: só a Toyota acompanhou a escuderia italiana no Oriente Médio. Em Barcelona, o melhor tempo foi de Massa, e aqui cabe outra ressalva: o novo recorde do circuito foi cravado na "prorrogação" dos testes da semana passada, num dia em que só a Ferrari estava na pista.

 

Em Jerez e Valência, deu McLaren, sempre com Kovalainen, sempre com pista cheia.

 

No placar dos dez testes, a Ferrari terminou quatro (inclusive os dois do Bahrein) na frente. A McLaren liderou duas baterias, assim como a Toro Rosso. Renault e Toyota lideraram um teste cada.

 

Para aferir a dedicação das equipes aos testes, o melhor critério é colocar tudo no papel.

 

Entre os pilotos, o que mais acumulou quilometragem foi Heidfeld, seguido por Nakajima. O top 20 ficou assim:

 

1º. Heidefeld, 8.265

2º. Nakajima, 7.901 km

3º. Kubica, 7.806 km

4º. Bourdais, 7.517 km

5º. Rosberg, 7.402 km

6º. Kovalainen, 7.131 km

7º. Vettel, 7.078 km

8º. Massa, 6.995 km

9º. Glock, 6.911 km

10º. Coulthard, 6.844 km

11º. Raikkonen, 6.571 km

12º. Trulli, 6.402 km

13º. Webber, 6.271 km

14º. Hamilton, 6.043  km

15º. Piquet, 5.878 km

16º. Alonso, 4.893 km

17º. Button, 3.754 km

18º. De la Rosa, 3.719 km

19º. Fisichella, 3.211 km

20º. Barrichello, 3.110 km

 

Por equipes, o ranking é o seguinte:

 

1º. Ferrari, 17.922 km

2º. BMW, 17.716 km

3º. Williams, 17.200 km

4º. McLaren, 16.900 km

5º. Toyota, 16.735 km

6º. Red Bull, 14.362 km

7º. Toro Rosso, 14.083 km

8º. Renault, 12.842 km

9º. Honda, 12.335 km

10º. Force India, 11.967 km

11º. Super Aguri, 3.718 km

 

As informações foram colhidas no Forix, o mais completo site de estatísticas do esporte a motor.

 

O que dá para inferir disso tudo?

 

Que embora tenha testado menos, a McLaren está num nível próximo (ou igual) ao da Ferrari. A diferença em quilometragem, aliás, é pequena: 5,7%;

 

Que a BMW percebeu que estava num caminho errado e que, desde então, se jogou de cabeça nos testes;

 

Que Renault e Honda se acomodaram;

 

Que os pilotos novatos não podem reclamar de falta de quilometragem;

 

Que a Super Aguri não deve chegar mesmo ao fim do ano.

 

E você? Como diria Silvio Luiz, o que só você viu?

Escrito por Fábio Seixas às 13h59

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Ferrari genérica

Essa história é sensacional: a polícia italiana descobriu uma rede de oficinas pelo país que fabricava falsificações de Ferraris.

Numa oficina de Agrigento, na Sicília, foi apreendida uma F360 Modena falsa. Outros 15 carros foram descobertos e grampeados em cidades como Milão, Prato, Taranto, Crotone e Asti. 

As "Ferraris" custavam de R$ 50 mil a R$ 120 mil. Na lojinha de Maranello, não custam menos de R$ 420 mil.

Se aquele coreano da 25 de Março fica sabendo disso...

Escrito por Fábio Seixas às 12h11

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Borracha

A F-1 voltará a testar slicks em abril, na primeira bateria de ensaios coletivos da temporada.
 
Uma excelente notícia. Porque indica que o plano de aposentar os horrendos pneus com ranhuras é sério.
 
Diretor da Bridgestone, Tetsuro Kobayashi corrobora essa linha de raciocínio. "É claro que estamos esperando uma grande mudança no regulamento para 2009."
 
Ufa!

Escrito por Fábio Seixas às 12h01

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Esforço em atrapalhar

Para a CBA, não basta ser omissa. É preciso, também, atrapalhar.
 
A história é complicada, enrolada e feia. Para poupá-los, faço aqui um mega-resumo...
 
A CBA está em litígio com a Biland porque a fabricante de motores de kart apoiou, no Rio, em dezembro, uma corrida que a entidade considera clandestina.
 
Daí, que a Biland realizaria em Itu seu Mundial de kart. A CBA tirou a chancela do evento. A Biland deu de ombros, mudou o evento para Guarantiguetá e realizará o dito-cujo.
 
São 20 pilotos, dez do Brasil, dez de fora, todos credenciadíssimos a correr de kart, independentemente da opinião da CBA. O primeiro treino acontece amanhã, às 10h. Que os garotos façam ótimas corridas, que o campeonato seja um sucesso. É isso o que todo mundo que gosta de motor deveria querer. Certo?
 
Errado.
 
Porque a CBA, tão econômica em comunicados, que não avisa jornalistas, por exemplo, sobre o lançamento da tal F-Brasil 2.0, nesta semana saiu disparando e-mails para as redações desancando o tal campeonato em Guaratinguetá.

Campeonato que está sendo bancado totalmente pela Biland, investimento que já precisou ser enxugado de R$ 800 mil para R$ 250 mil depois que a CBA o descredenciou.
 
Ou seja, não basta à CBA descredenciar o evento, causar a mudança de local, forçar o enxugamento da estrutura.
 
É preciso, também, enviar textos com trechos como esse para jornalistas do país todo: "O presidente da Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA), notificou as autoridades municipais sobre o caráter não oficial da competição. Assim, o prefeito municipal [sic], Antônio Gilberto Filippo Fernandes Júnior, e o secretário de Turismo e Lazer, Nelson Baracho dos Santos, de que [sic] ,na realidade, foram informados de que o evento em questão é uma prova pirata, sem qualquer reconhecimento por parte das autoridades desportivas legalmente constituídas."
 
É, não basta não ajudar. É preciso atrapalhar.

Escrito por Fábio Seixas às 22h05

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Indy, unificação e uma bizarrice histórica

O campeonato resultante da absorção da Champ Car pela IRL já tem nome, IndyCar Series, ou ICS, sigla usada no comunicado que recebi agora à tarde.
 
A IndyCar Series, que este blog doravante chamará apenas de Indy, terá as 16 etapas já programadas para IRL e, talvez, Edmonton e Surfers' Paradise. Ou seja, pode chegar a 18. Ou 19.
 
Porque há uma bizarrice histórica, com datas para acontecer: 19 e 20 de abril. 
 
As equipes oriundas da IRL correrão em Motegi naquele fim de semana, no sábado. A turma da Champ Car disputará o GP de Long Beach, no domingo. Os pontos conquistados lá e acolá contarão para o campeonato da mesma forma.
 
Tudo isso, claro, por conta de compromissos já assinados com patrocinadores e promotores.
 
Para 2009, a direção da Indy promete fazer um estudo minucioso e bolar um "calendário que compreenda ovais curtos, super speedways, circuitos mistos e de rua, num mix interessante para fãs, promotores, patrocinadores e pilotos".
 
A ver.
 
Alguns termos do acordo também foram divulgados. As equipes da Champ Car receberão gratuitamente motores Honda por um ano, uma verba de US$ 1,2 milhão por carro e chassis novos e usados de um lote cujo alcance não foi revelado _o que, tenho a impressão, será o limitador do número de equipes que migrarão.

Escrito por Fábio Seixas às 16h21

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Barcelona, dia 3 (ufa, acabou!)

O último dia de testes pré-temporada fez jus à fama dos testes pré-temporada.

 

Teve muita enganação, muito engodo, muita gente jogando para a torcida e, principalmente, para os patrocinadores.

 

Um dia inútil, enfim, para inferir algum cenário. Para isso, é preciso jogar na mesa todos os resultados de todas as 13 baterias de testes deste 2008. Mais tarde, faço um pouco disso aqui.

 

O mais rápido (ohhhh!) foi Trulli, seguido por Coulthard. Está bom ou quer mais? Acho que isso já diz tudo.

 

Segue o resultado, apenas para manter a tradição:

 

1º. Trulli (Toyota), 1min20s801 (83 voltas)

2º. Coulthard (Red Bull), 1min21s258 (76 voltas)

3º. Rosberg (Williams), 1min21s293 (77 voltas)

4º. Kovalainen (McLaren), 1min21s309 (87 voltas)

5º. Webber (Red Bull), 1min21s368 (91 voltas)

6º. Piquet (Renault), 1min21s443 (114 voltas)

7º. Alonso (Renault), 1min21s454 (128 voltas)

8º. Nakajima (Williams), 1min21s796 (124 voltas)

9º. Raikkonen (Ferrari), 1min21s933 (80 voltas)

10º. Hamilton (McLaren), 1min22s011 (88 voltas)

11º. Glock (Toyota), 1min22s155 (49 voltas)

12º. Fisichella (Force India), 1min22s233 (90 voltas)

13º. Massa (Ferrari), 1min22s286 (49 voltas)

14º. Kubica (BMW), 1min22s299 (93 voltas)

15º. Bourdais (Toro Rosso), 1min22s465 (79 voltas)

16º. Sutil (Force India), 1min22s521 (97 voltas)

17º. Heidfeld (BMW), 1min22s624 (61 voltas)

18º. Wurz (Honda), 1min24s154 (82 voltas)

19º. Button (Honda), 1min24s275 (73 voltas)

 

Agora, alguém deve fazer um teste aqui, um shakedown ali.

 

Mas todo mundo na pista, de novo, só em Melbourne, onde a coisa será séria. Para azar de Trulli e Coulthard.

                                                                                                                  Albert Gea/Reuters

Pela cara, Massa havia acabado de ver a folha de tempos final do dia

Escrito por Fábio Seixas às 14h03

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Youtube (comédia) do dia

Youtube (comédia) do dia

A prefeitura bem que poderia aproveitar a fortuna das multas para instalar alguns desses por São Paulo...
 
 
A dica foi do incansável Leonardo Engelmann.

Escrito por Fábio Seixas às 11h39

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Hamilton, por Prost

Eis que de repente, não mais que de repente, Prost surgiu na “Autosprint” com uma teoria interessante a respeito de Hamilton.

Para o tetracampeão, o inglês não sentirá o fim do controle de tração. Pelo contrário, vai tirar vantagem disso, dessa exigência maior que cairá sobre os pilotos. Por quê?

 

“Porque ele é fenomenal”, resume Prost.

 

“No ano passado, ele fez algumas coisas excepcionais, mas não estou falando de seu desempenho nas corridas, que foi fantástico também. Estou falando do que ele fez do ponto de vista psicológico. Primeiro, a forma como lidou com sua estréia na F-1. Depois, a maneira como suportou a pressão crescente ao longo do campeonato, até a última prova, e com toda a confusão que aconteceu.”

 

Prost citou seu próprio exemplo. “Antes de começar a vencer campeonatos, eu perdi alguns. Mas quando eu comecei...”

 

O francês é um caso interessante. Foi um excepcional piloto, dos melhores, mas desde que parou só fez e só disse bobagens. E foi picareta da pior espécie nas negociações com Pedro Paulo Diniz na Prost Grand Prix.

 

Essas declarações sobre Hamilton, porém, parecem bem sensatas. E Prost não está falando sobre a política francesa. Está falando de algo que entende, de lidar com a pressão, de pilotagem, de ganhar títulos.

 

E, nesses assuntos, (ainda) merece crédito.

Escrito por Fábio Seixas às 09h22

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Aviso aos navegantes

Aviso aos navegantes

Atendendo a pedidos, aqui está o mp3 do Pit Stop com Bruno Senna.

 

Para receber os alertas RSS de cada edição do programa, é só se inscrever aqui.

Escrito por Fábio Seixas às 09h04

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Dennis sai ou fica?

Meu amigo Marco Canseco, jornalista do “Marca”, crava hoje o fim da era Ron Dennis.

 

Segundo a reportagem, a cabeça do inglês foi pedida pela Mercedes, insatisfeita com a má condução do time no ano passado. Dennis continuaria em Woking, mas num cargo decorativo, diplomático, sem voz de comando. Ainda de acordo com Canseco, o anúncio será feito nos próximos dias.

 

Não tenho a informação, mas a história guarda certa lógica. Cada vez menos, a F-1 tem espaço para o modelo centralizador, para o formato de equipe comandada por um só dirigente, sujeito a suas alterações de opiniões e de humor.

 

Mas também é preciso levar em conta o fato de que a imprensa espanhola está engasgadíssima com Dennis por tudo o que aconteceu em 2007. O afastamento do inglês deve ser o tipo de notícia que os jornais esportivos de lá estão sedentos para publicar.

 

Enfim, o registro está feito, mas prefiro esperar pra ver.

Escrito por Fábio Seixas às 16h49

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Pit Stop recordista

Pit Stop recordista

O Pit Stop de hoje, com Bruno Senna, registrou o novo recorde de perguntas enviadas a um entrevistado do programa.

 

Justo. Porque o papo foi bacana, franco, esclarecedor.

 

Bruno desceu a lenha na (falta de) organização da GP2 asiática, elegeu Luca Filippi como a pedra no seu sapato em 2008, disse que não quer chegar à F-1 pelo sobrenome e apostou em Raikkonen para a conquista pelo Mundial.

 

Falou do tio, claro. “O Ayrton é a minha referência, tento aprender o máximo possível com a experiência dele e de outros pilotos que eu admiro na F-1. Mas obviamente eu não tento ser ele. Uma das coisas que aprendi com ele é aquela coisa de ser totalmente obstinado, obcecado pela vitória.

 

E falou mais, muito mais.

 

O programa está aqui...

 

Escrito por Fábio Seixas às 16h21

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Barcelona, dia 2

Em Barcelona, a McLaren passou a manhã treinando pit stops e treino classificatório. À tarde, o programa foi emendar seqüências de voltas. E o resultado não poderia ser melhor.

 

A equipe inglesa conseguiu uma animadora dobradinha no penúltimo dia de testes coletivos da pré-temporada. Hamilton foi o melhor, 0s200 mais veloz que Kovalainen.

 

Os dois pilotos chegaram a ficar pela pista com falhas na injeção de gasolina, mas a McLaren informou que já resolveu o problema.

 

É, a McLaren chegou.

 

A melhor Ferrari foi a de Raikkonen, terceiro. Rosberg foi o quarto, seguido por Massa.

 

Barrichello ficou cinco postos atrás de Button. E Nelsinho terminou cinco postos aquém de Alonso.

 

Aos tempos:

 

1º. Hamilton (McLaren),  1min21s234 (81 voltas)

2º. Kovalainen (McLaren), 1min21s434 (68 voltas)

3º. Raikkonen (Ferrari), 1min21s722 (72 voltas)

4º. Rosberg (Williams), 1min22s309 (75 voltas)

5º. Massa (Ferrari), 1min22s513 (102 voltas)

6º. Fisichella (Force India), 1min22s516 (102 voltas)

7º. Vettel (Red Bull), 1min22s558 (109 voltas)

8º. Kubica (BMW), 1min22s625 (94 voltas)

9º. Button (Honda), 1min22s659 (67 voltas)

10º. Liuzzi (Force India), 1min22s942 (89 voltas)

11º. Nakajima (Williams), 1min22s977 (100 voltas)

12º. Trulli (Toyota), 1min23s023 (98 voltas)

13º. Alonso (Renault), 1min23s112 (77 voltas)

14º. Barrichello (Honda), 1min23s169 (74 voltas)

15º. Heidfeld (BMW), 1min23s284 (77 voltas)

16º. Bourdais (Toro Rosso), 1min23s323 (98 voltas)

17º. Webber (Red Bull), 1min23s458 (58 voltas)

18º. Piquet (Renault), 1min23s467 (45 voltas)

19º. Glock (Toyota), 1min23s561 (80 voltas)

Escrito por Fábio Seixas às 16h02

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Providencial

A Red Bull anunciou que Coulthard amanheceu com dores no pescoço. E escalou Vettel, da Toro Rosso, para testar o seu carro hoje em Barcelona.

 

Ontem, Coulthard foi o último colocado.

 

Dores no pescoço? Será?

Escrito por Fábio Seixas às 09h02

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Pit Stop com sobrenome famoso

Bruno Senna é o convidado de hoje do Pit Stop, ao vivo, às 14h30, aqui.

 

Para participar com perguntas e comentários, envie seu e-mail para o já mundialmente famoso uolnewsformula1@uol.com.br

Escrito por Fábio Seixas às 08h53

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Youtube (triste) do dia

Youtube (triste) do dia

Estamos em fevereiro, e o ano automobilístico já registra uma morte.
 
Ashley Cooper, 27, morreu após um grave acidente em Adelaide, ontem, em prova válida pela Fujitsu Development Series, categoria de acesso à V8 australiana.
 
Segundo a imprensa de lá, o carro de Cooper estava a 200 km/h no momento do primeiro toque, antes do impacto com o muro.
 
Piloto bem conceituado no automobilismo australiano, Cooper foi o "rookie of the year" da categoria em 2006. Deixa dois filhos.
 

(Ontem à noite eu postei o vídeo de outro acidente em Adelaide, que o Youtube apontava como o de Ashley Cooper. Não era. Peço desculpas e agradeço aos que me avisaram do erro. Abaixo, agora sim, o vídeo correto.)

 

Escrito por Fábio Seixas às 19h11

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Maciota

Vem aí uma nova revista de automobilismo. Virtual. E de graça.
 
Sim, de graça.
 
A "GP Week" será publicada todas as segundas-feiras, a partir do dia 10, e promete reportagens e fotos da F-1, da MotoGP e do Mundial de Rali.
 
Por trás do projeto, a Australasian Motorsport News e a Sutton Images, duas importantes agências especializadas em esporte a motor.
 
Para receber os alertas da revista e a dita-cuja, é só se cadastrar aqui.
 
Mais, não sei. Li a dica em um fórum internacional e acabei de fazer meu cadastro. Espero que funcione.

Escrito por Fábio Seixas às 16h34

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Barcelona, dia 1

O asfalto amanheceu úmido em Barcelona, mas foi secando, secando, secando...

 

E a abertura última bateria de treinos da pré-temporada deixou uma pulga atrás da orelha do blogueiro.


Porque a mais rápida foi a McLaren, e não a Ferrari, que vinha sobrando _na sexta, lembrem-se, Massa quebrou o recorde da pista, 1min20s508.

 

Hamilton hoje fez 1min22s276, 0s043 melhor que Raikkonen, o segundo colocado. Schumacher ficou em terceiro, a 0s152 do inglês.

 

Nakajima, de Williams, foi o quarto, à frente da McLaren de Kovalainen.

 

Dois brasileiros estiveram em ação: Piquet foi 14º e Barrichello ficou em 17º.

 

Aos tempos:

 

1º. Hamilton (McLaren), 1min22s276 (78 voltas)

2º. Raikkonen (Ferrari), 1min22s319 (82 voltas)

3º. Schumacher (Ferrari), 1min22s428 (83 voltas)

4º. Nakajima (Williams), 1min22s724 (54 voltas)

5º. Kovalainen (McLaren), 1min22s852 (71 voltas)

6º. Rosberg (Williams), 1min22s974 (108 voltas)

7º. Alonso (Renault), 1min23s021 (79 voltas)

8º. Heidfeld (BMW), 1min23s075 (75 voltas)

9º. Webber (Red Bull), 1min23s091 (62 voltas)

10º. Vettel (Toro Rosso), 1min23s115 (71 voltas)

11º. Sutil (Force India), 1min23s188 (95 voltas)

12º. Klien (BMW), 1min23s239 (43 voltas)

13º. Liuzzi (Force India), 1min23s270 (70 voltas)

14º. Piquet (Renault), 1min23s442 (42 voltas)

15º. Glock (Toyota), 1min23s609 (86 voltas)

16º. Kobayashi (Toyota), 1min23s880 (29 voltas)

17º. Barrichello (Honda), 1min24s460 (115 voltas)

18º. Wurz (Honda), 1min24s667 (109 voltas)

19º. Coulthard (Red Bull), 1min24s826 (25 voltas)

                                                                                                                          France Presse

Não parecem as bochechas do Papai Noel?

Escrito por Fábio Seixas às 13h27

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Os últimos dias

Começou hoje, em Barcelona, a última bateria de testes da pré-temporada.

 

Com Schumacher, que testou ainda com um carro híbrido, em novembro e dezembro, e volta a testar agora, como que para sentir o trabalho que os garotos fizeram.

 

Sem a Super Aguri, que faltou na semana passada, mas garantiu presença nesta. Garantia que não conseguiu cumprir. Ou Suzuki fecha algum acordo importante nos próximos dias ou o time não chega ao fim do ano.

 

Com o primeiro carro da história da Force India, o VJM01, que, segundo Gascoyne, foi testado à exaustão no túnel de vento e não se ressentirá da falta de treinos em pista. Ah, tá.

 

Com Alonso provocando os ex-chefes. Em entrevista ao “As”, ele disse que a BMW evoluiu muito nas últimas semanas, que foi a grande surpresa dos últimos testes e que já está quase no nível da McLaren.

 

(Alonso, aliás, que foi o mais rápido agora pela manhã, seguido por Schumacher e Rosberg.)

 

Com todo mundo querendo mostrar serviço. Se, ao longo da pré-temporada, a gente cansou de ver equipes jogando pra galera, agora essa falsa disputa será ainda mais intensa. Afinal, é importante chegar a Melbourne com a confiança lá em cima. Esperem algumas bizarrices, pois.

 

Enfim, está chegando a hora, moçada...

Escrito por Fábio Seixas às 08h40

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No Uruguai funciona

Há mais uma menina nas pistas.
 
Mas não nas pistas brasileiras. Porque, afinal, o país é pequeno e tem poucas empresas que possam bancar uma categoria decente de monopostos para pilotos recém-saídos do kart.
 
A curitibana Sara Sanchez, 20, disputa a F-Chevrolet (já tivemos uma, lembra?) no Uruguai.

Em 2007, sua estréia na categoria, obteve um décimo, um sexto e um terceiro lugares, posições que lhe garantiram a décima colocação no campeonato. Neste ano, para a temporada começa no dia 8, em El Pinar, está animada.

"Com os resultados que consegui em minhas três ultimas participações e o entrosamento alcançado com minha equipe, espero por grandes resultados. E o fato de correr novamente neste país que tão bem me recebeu, me deixa ainda mais confiante", diz Sara, no comunicado que recebi de sua assessoria.

Além da existência de Sara, que admito que desconhecia, chamou minha atenção também a explicação, no mesmo comunicado, sobre o surgimento da F-Chevrolet uruguaia.

Segue o trecho:

"A Fórmula Chevrolet surgiu mediante a necessidade da AUVO (Asociación Uruguaya de Volantes) de criar uma categoria promocional de monopostos, com custo acessível. Uma categoria que permitisse aos jovens uruguaios darem continuidade às suas carreiras após o término das etapas conquistadas no kart, sem que, para isso, fosse preciso se ausentar do país.

 

A AUVO entrou em contato com a Chevrolet uruguaia, que prontamente concordou em patrocinar a competição, fornecendo os motores Chevrolet 1.8, totalmente fabricados no Mercosul. Estes motores são os mesmo que equipam os modelos de série Meriva, Corsa II e Montana, fabricados pela montadora.

 

Os motores são equalizados por uma única empresa e fornecidos lacrados, mediante sorteio entre as equipes, apenas nas sextas-feiras (primeiro dia de competição). Treinar? Somente durante os treinos coletivos da categoria. Os chassis são de livre fabricação, o que gera uma competição também entre os fabricantes."

 

Simples, não? No Uruguai, é. Aqui, pelo visto nos últimos anos, é bem complicado.

Escrito por Fábio Seixas às 20h37

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O terceiro

Segundo o "Bild", Kovalainen foi a terceira opção da McLaren para substituir Alonso.
 
Antes, a equipe teria tentado Rosberg e Vettel, mas não teria conseguido livrar nenhum dos alemães de seus contratos. Sorte do finlandês, que estava soltinho no mercado.
 
Sim, é o "Bild", com todas as ressalvas que sempre fazemos. Mas esta história, especificamente, é bem crível.
 
Até porque, se eu fosse dono de equipe, Kovalainen também seria minha terceira opção. A diferença é que Vettel seria a primeira.

Escrito por Fábio Seixas às 14h40

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Sábado, história e coluna

Sábado, história e coluna

Há exatos 50 anos, em 23 de fevereiro de 1958, o esporte a motor entrou em choque: o pentacampeão da F-1, Juan Manuel Fangio, foi seqüestrado em Cuba.

 

Blanca, Maria Elena e Eloísa, três simpáticas senhoras que testemunharam o episódio de perto, contam o que lembram na coluna desta semana.

 

O texto está aqui, para assinantes da Folha e do UOL.

 

PS: Na segunda-feira, quando Fidel renunciou e tratei do assunto aqui no blog, cometi um erro na data do seqüestro. Erro que só foi percebido quando encontrei um tesouro na internet: reprodução de uma reportagem do semanário cubano “Zig-Zag”, de 15 de março de 1958, em que um guerrilheiro do Movimiento 26 de Julio relata, em primeira pessoa, como o seqüestro foi planejado, executado, vivido e encerrado.

 

O relato não deixa dúvidas: Fangio foi sequestrado na noite de domingo, 23, e libertado no dia seguinte, 24. Sim, a corrida aconteceu numa segunda-feira.

 

Há, ainda, a reprodução do tal bilhete que Fangio deixou com os seqüestradores, agradecendo os bons tratos, e que hoje está no Museu da Revolução.

 

A melhor parte está no final da primeira página. Após várias idas e voltas, os guerrilheiros decidiram que pegariam Fangio no hall do Hotel Lincoln (dá para imaginar um nome desse na Cuba de hoje?). Quando o pentacampeão surgiu no elevador, porém, estava acompanhado por Marcelo Giambertone, que cuidava de seus negócios. Os seqüestradores entraram em parafuso: não sabiam qual dos dois era o piloto. Só se safaram quando um torcedor bêbado apareceu e abraçou Fangio, pedindo um autógrafo. "El borracho que dió vivas a Fangio fue totalmente fortuito y no tiene conexión alguna con nosotros", escreve o guerrilheiro.

 

Quer saber mais? É só clicar nas páginas abaixo.

 

 

 

É uma belíssima leitura para o fim de semana.

Escrito por Fábio Seixas às 08h37

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Enfim, uma só

Minha primeira cobertura in loco de uma corrida foi em Homestead, 1997.
 
Corrida do quê? Como chamar aquela categoria?
 
Indy? Fórmula Indy? Cart? Fórmula Mundial?
 
Mas se aquela era a Indy, o que era a outra? Como chamar aquele campeonatinho patético, aquele delírio comandado pelo dissidente Tony George e seus pilotos red necks, a Indy Racing League?
 
É, havia um conflito de identidade no automobilismo americano, um forte conflito de identidade. E uma intensa torcida, de um lado e de outro, para que o rival se desse mal.
 
E seria a IRL, tudo indicava. 
 
Motor? A Cart tinha a Mercedes, a Honda, a Ford, a Toyota.
 
Chassis? Lola, Reynard, Penske, Swift. 
 
Tudo isso comandado por pilotos como Zanardi, Andretti, Unser Jr., Rahal, Gil, Moore.
 
Circuitos? Os melhores ovais, os melhores mistos. Só não tinha Indianápolis. Mas isso parecia um detalhe.
 
Seria fácil sobreviver sem as 500 Milhas. Mais cedo ou mais tarde, George voltaria, rabinho entre as pernas, pedindo perdão.
 
O que a IRL tinha? Quase nada. Dois motores: Oldsmobile e Infiniti. Dois chassis: G-Force e Dallara. Seis ovaizinhos chulés. E uma penca de pilotos meia-boca: Stewart, Groff, Sharp, Lazier, Greco.
 
Mas a IRL tinha Indianápolis.
 
Indianápolis que começou a despertar saudades da turma do lado de lá. A projeção que as 500 Milhas obtinham, eles não conseguiam num campeonato todo.
 
Tornava-se cada vez mais difícil explicar para os patrocinadores a ausência na maior corrida do maior mercado do mundo.
 
E, assim, a turma da Indy/Fórmula Mundial/Cart começou a correr as 500 Milhas. Começou a perceber que seria interessante disputar aquele campeonato todo, até para chegar com chances a Indianápolis. Gostou das promessas de George de incluir circuitos mistos. A porteira foi aberta para a debandada.
 
Nos últimos anos, a Champ Car (nome que adotou, enfim) dava pena. Equipes sucateadas, com pilotos ruins, mas com alguns bons circuitos sob reserva. Uma categoria que dá um título a Tracy não pode ser boa coisa...
 
O que o automobilismo ganha com a re-união? O lado bom de uma com o lado bom de outra.
 
Pilotos como Dixon, Kanaan, Castro Neves e Hornish em equipes como Penske, Ganassi, Andretti Green, Rahal e Newman-Haas em circuitos como Indianápolis, Homestead, Motegi, Chicago, Watking Glen, Elkhart Lake, Laguna Seca, Mont Tremblant e Long Beach.
 
Após 13 anos, o automobilismo americano voltará a ser legal.

Escrito por Fábio Seixas às 18h30

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Indianápolis venceu

Após 13 anos de separação, IRL e Champ Car voltaram a ser uma só categoria.
 
O comunicado oficial tem apenas cinco linhas e é peremptório.
 
Fim de tarde corrido por aqui, deixo para vocês as primeiras reflexões. Comemorem, porque é o caso.
 
Mais tarde, eu volto.

Escrito por Fábio Seixas às 17h28

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Bruno no Pit Stop

Bruno Senna, vice-líder da GP2 asiática, será o entrevistado do Pit Stop da próxima terça-feira.
 
Para participar com perguntas e comentários, o e-mail é uolnewsformula1@uol.com.br

Escrito por Fábio Seixas às 15h36

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Massa dá o troco

A Ferrari resolveu continuar por Barcelona.
 
Fez bem. Porque o tempo firmou de vez por lá. E Massa aproveitou para voar.
 
O brasileiro completou 95 voltas e cravou o novo recorde da pista, 1min20s508, baixando em 0s536 a marca antiga, obtida por ele mesmo em novembro.
 
Badoer deu 75 voltas, a melhor delas em 1min21s808.
 
Não tem pra ninguém. A Ferrari vai sobrar no comecinho de ano.
 
E, se Kimi mostrou serviço no Bahrein, Massa deu o troco agora.

Escrito por Fábio Seixas às 15h21

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Movida a barulho

O antidoping será obrigatório na Stock, a CBA acaba de divulgar.
 
"Mas não estava no regulamento?", já me perguntaram.
 
"Estava, mas quem iria obrigar ou fiscalizar?", eu respondi.

A CBA agora assumiu este papel.
 
Agora.
 
Um ano depois de Dino Altmann, médico da Stock, ter apresentado à mesma CBA um projeto de programa antidoping.
 
Bastou um escândalo, ou uma denúncia, como queiram, para que a papelada saísse da gaveta rapidinho e virasse realidade.
 
É. A CBA só acorda quando o barulho é alto. O resto do tempo, dorme. E como dorme.

Escrito por Fábio Seixas às 14h55

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Ninho da águia

Foi no Eagle's Nest, restaurante no topo do Downtown Hyatt Regency Hotel, em Indianápolis, que Tony George e Kevin Kalkhoven reuniram-se ontem à noite para selar a união da IRL com a Champ Car.

 

Que não aconteceu, e não deve acontecer hoje. Mas vai acontecer. Logo. Até porque o tempo urge.

Escrito por Fábio Seixas às 09h56

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Ponto para os Piquet

Nelsão não irá à Austrália acompanhar a estréia de Nelsinho.

 

Nelsão, diz Nelsinho, terá compromissos comerciais naquele fim de semana e não poderá viajar.

 

Está com jeito de desculpa esfarrapada, mas neste caso o fim justifica o meio.

 

Nelsão sabe que sua presença em Melbourne só desviaria as atenções, criaria factóides e geraria as mesmas perguntas de sempre, via de regra comparado-o ao rebento. Nelsinho, que convive com isso desde sempre, também deve saber.

 

Ponto para eles.

Escrito por Fábio Seixas às 08h38

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Cigarras

 
 
Não, a fotos acimas não são velhas, do dia da apresentação do novo carro.
 
As imagens são de hoje. Um evento da Honda, em Tóquio, contando com as presenças de Barrichello, Button, Brawn, Fry e de toda a cúpula japonesa da montadora.
 
Enquanto todo mundo testava em Barcelona e Valência, a Honda estava assim, numa boa, do outro lado do mundo.
 
Afinal, por que testar? As coisas estão tão bem por lá...

Escrito por Fábio Seixas às 15h40

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Barcelona, dia 3

O carro da Williams é tão bom, tão bom, tão bom que... Nakajima foi o mais rápido hoje em Barcelona!

 

O tempo firmou por lá e, com pista seca, as equipes tiveram um dia mais aproveitável.

 

O japonês, é bom dizer, só pegou o carro à tarde e fez a melhor volta ao término de uma seqüência de três giros em configuração de classificação. Mas não importa: se o carro não fosse bom, ele não cravaria todo mundo.


Não, a Williams não vai ameaçar (nem incomodar) Ferrari e McLaren. Mas BMW, Renault e Red Bull devem estar bem preocupadas.

 

Kovalainen foi o segundo, a 0s032. De la Rosa foi o terceiro, seguido por Massa. Na Renault, Alonso foi o nono, duas posições à frente de Nelsinho.

 

“Finalmente o tempo melhorou e pudemos trabalhar o dia inteiro. As condições da pista estavam razoáveis e conseguimos aprender algumas coisas sobre o desempenho do carro na parte da manhã. À tarde, fizemos tomadas longas e eu simulei a distância de uma corrida com pit stops. Tudo correu bem e o carro mostrou boa consistência”, disse Nelsinho, no comunicado distribuído por sua assessoria.

 

Foi o último dia da penúltima bateria de testes da pré-temporada. Na prática, o único dia que prestou para alguma coisa.

 

Aos tempos:

 

1º. Nakajima (Williams), 1min22s153 (32 voltas)

2º. Kovalainen (McLaren), 1min22s185 (64 voltas)

3º. De la Rosa (McLaren), 1min22s208 (92 voltas)

4º. Massa (Ferrari), 1min22s213 (95 voltas)

5º. Rosberg (Williams), 1min22s248 (108 voltas)

6º. Webber (Red Bull), 1min22s477 (81 voltas)

7º. Coulthard (Red Bull), 1min22s499 (102 voltas)

8º. Badoer (Ferrari), 1min22s535 (102 voltas)

9º. Alonso (Renault), 1min22s657 (61 voltas)

10º. Glock (Toyota), 1min22s90 (109 voltas)

11º. Piquet (Renault), 1min23s286 (104 voltas)

12º. Kobayashi (Toyota), 1min24s132 (56 voltas)

13º. Hulkenberg (Williams), 1min24s222 (59 voltas)

Escrito por Fábio Seixas às 14h56

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Cheiro estranho

Há quase um ano, em abril de 2007, Cacá Bueno deu entrevista à "Playboy" e disse que "se houvesse antidoping na Stock Car, muito piloto deixaria de correr".
 
Segue o trecho:
 
PLAYBOY: Na Argentina, os pilotos são obrigados a passar por exames antidoping. Você defende a mesma prática para as corridas no Brasil?
CACÁ BUENO: Se houvesse exame antidoping na Stock Car, muito piloto deixaria de correr.
 
PLAYBOY: É uma acusação séria...
CACÁ BUENO: Eu nunca vi ninguém cheirando cocaína nos boxes, nem tenho como provar que alguém usa ou não. A maioria ali são atletas sérios, bem-sucedidos, mas tem muita gente que entra doidona nas pistas. Tem cara que usa produtos para melhorar a condição física e aguentar melhor as corridas. (...)
 
Ontem, porém, o comunicado emitido pela Vicar não trouxe a opinião do bicampeão sobre este assunto. Enquanto Ingo, Burti e Paulão apareceram com frases fortes, negando a existência de drogas na categoria, a única declaração de Cacá usada pela empresa tratava de outro tema abordado por Russo.
 
“Entendo a indignação do Renato, levando em conta o momento que ele passou, mas não concordo que os pilotos sejam desunidos. A criação da comissão de pilotos, que visa principalmente à segurança, mostra que as falhas existem, mas que tanto nós, quanto a própria Stock Car, estamos em busca de melhores condições para a categoria."

Será que não perguntaram a Cacá sobre drogas? Será que perguntaram e decidiram não divulgar o que ouviram?
 
Isso, amigos, é o que se chama truque de edição.

Escrito por Fábio Seixas às 11h23

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Ainda o W

A Renault desmentiu ao “Marca” e à Efe a tal história da asa traseira em W.

 

Segundo um assessor do time, trata-se de um boato sem fundamento. “Não haverá nada revolucionário no carro neste início de temporada”, cravou Alonso.

 

A origem de toda a história me parece boa. Eu prefiro esperar os primeiros treinos em Melbourne...

Escrito por Fábio Seixas às 09h29

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Quase lá

Não foi ontem, mas talvez seja amanhã.

 

Porque hoje, Tony George, dono da IRL, e Kevin Kalkhoven, sócio da Champ Car, se reunirão para acertar os últimos detalhes do acordo que reunirá as duas principais categorias de monopostos.

 

O assunto já é tratado abertamente. “Estamos na fase dos detalhes”, disse Kalkhoven ao “Indianapolis Star”. “Eles estão negociando e não haverá nenhum anúncio hoje. Talvez na sexta-feira”, afirmou um assessor do Indianapolis Motor Speedway.

 

Long Beach, Edmonton e Surfer's Paradise, provas da Champ Car, devem ser incorporadas ao calendário da IRL. O resto, Toronto, Cleveland, Laguna Seca e Elkhart Lake entre outros circuitos, luta para ser incorporado em 2009.

 

O que, por si só, já começa a mostrar os benefícios da reunificação. Os circuitos terão de estar em perfeita ordem para pleitear um lugar na nova categoria. Cervos na pista, nem pensar.

 

Em vez de uma categoria média e outra categoria moribunda, os EUA terão a partir de março uma só categoria de monopostos, com grande chances de se tornar grande e voltar a incomodar. Enfim, terão de volta uma alternativa válida para pilotos que queiram tentar a sorte fora do establishment do automobilismo europeu.

 

E ver alguém desafiando o establishment é sempre bacana.

Escrito por Fábio Seixas às 09h13

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Círculo fechado

Agora, foi a vez do comunicado da CBA.

 

Que tem o mérito de prometer que a acusações serão apuradas.

 

Mas que tem o demérito de fazer uma ameaça a Russo.

 

Segue o trecho: “No entendimento do presidente da CBA, se Renato Russo sabia de alguma irregularidade deveria, por respeito aos demais competidores e para a sua própria segurança, apresentar reclamação junto a direção de prova do evento. A omissão do esportista configura uma conivência com os denunciados. [O presidente da CBA, Paulo Scaglione] Acrescentou ainda que a matéria publicada estará sendo encaminhada para a Comissão Disciplinar do Superior Tribunal de Justiça Desportiva da CBA.”

 

Criticar a Stock é infração do Regulamento Desportivo da categoria, como comentado aqui na semana passada.

 

Vale o repeteco do artigo 20, alínea D do documento, publicado na semana passada:

 

20. Ao se inscrever o piloto acata as determinações abaixo:

 

(...)

 

d) Que tem ciência da proibição de manifestação por parte do piloto ou equipe, por qualquer meio, que venha a agredir, ofender, deixar duvidas [sic] quanto ao comportamento ou posicionamento de outros pilotos, equipes, direção de prova, comissários da prova, bem como comentários negativos sobre o desempenho ou qualidade dos produtos fornecidos tais como pneus, freios, carrocerias, motores, combustíveis, etc. O não cumprimento deste item implica na [sic] pena de suspensão ou desclassificação alem [sic] de multa de 100 (cem) up’s.

 

Com a nota da CBA, fechou-se o círculo. Todos os envolvidos já se manifestaram.

 

Minha conclusão? Nada será feito a respeito das acusações, pilotos continuarão correndo sem equipamentos de segurança e o antidoping só existirá no regulamento. Se forem tomadas atitudes, oficialmente ou não, serão contra Russo. É assim que se faz uma Operação Abafa: primeiro, negando tudo. Depois, afastando aquilo, ou aquele, que incomoda.

 

Triste. A Stock poderia ter saído melhor disso tudo. Era só admitir que não é a perfeição, ou a ilha da fantasia, que acredita ser. E dizer que trabalharia para melhorar.

 

Mas, para isso, seria preciso humildade, artigo em falta por aquelas bandas em tempos de chancela global.

Escrito por Fábio Seixas às 16h47

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Barcelona, dia 2

Se já havia pouca possibilidade de as equipes mudarem alguma coisa nos carros nesses últimos dias de pré-temporada, as condições meteorológicas em Barcelona fizeram questão de reduzir essas chances a quase nada.

 

Choveu mais uma vez hoje. E, com o asfalto encharcado, não houve muito como trabalhar. Ou como tirar, do dia, resultados que sinalizassem algum caminho.

 

Massa, que experimentava novos componentes aerodinâmicos e deu uma escapada da pista ainda pela manhã, terminou como o mais rápido. Seu tempo, porém, mostra como o dia foi perdido: 1min30s673 _no começo do mês, Vettel cravou 1min21s679 na mesma pista.

 

Webber foi o segundo, seguido por Badoer.

 

Aos tempos:

 

1º. Massa (Ferrari), 1min30s673 (46 voltas)
2º. Webber (Red Bull), 1min31s213 (43 voltas)
3º. Badoer (
Ferrari), 1min31s288 (33 voltas)
4º. Coulthard (Red Bull), 1min31s654 (44 voltas)
5º. Alonso (Renault), 1min31s731 (28 voltas)
6º. Rosberg (Williams), 1min31s963 (97 voltas)
7º.
Glock (Toyota), 1min32s407 (33 voltas)
8º. Trulli (Toyota), 1min32s571 (47 voltas)
9º.
Hulkenberg (Williams), 1min33s102 (53 voltas)
10º.
Nakajima (Williams), sem tempo (33 voltas)
11º. Piquet (Renault), sem tempo (1 volta)

Escrito por Fábio Seixas às 15h33

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Operação abafa

Pelo visto, o cala-boca já aconteceu.

Primeiro, a Stock divulgou uma nota de repúdio às declarações de Russo.
 
"Estamos realmente perplexos. Estou na categoria há muito tempo, primeiro como piloto e agora como promotor, e nunca vi ou ouvi nada deste tipo. É imprudente falar uma coisa dessas sem apresentar fatos concretos. Não existe qualquer indício de que isso tenha ocorrido. O antidoping faz parte do nosso regulamento neste ano, seguindo a mesma linha da FIA", disse Carlos Col, o promotor da Stock e seus apêndices, no comunicado.

Também foram escalados para defender a Stock nomes como Dino Altmann, Ingo Hoffmann e Cacá Bueno.
 
"Isso não existe", resumiu Luciano Burti.
 
Então eis que agora há pouco, às 15h58, pisca no Outlook outro comunicado, agora da assessoria de Russo.
 
"Em relação ao que falei sobre pilotos que bebem ou usam drogas, minha declaração foi abrangente e não está direcionada somente à Stock Car. A preocupação com o uso de substâncias ilegais é internacional e esta discussão está aberta há muitos anos, inclusive na F-1. É um cuidado que se deve ter em qualquer esporte, principalmente numa modalidade de risco, como o automobilismo. Eu jamais faria declarações que pudessem prejudicar a categoria que me recebe como profissional e de onde eu tiro o meu sustento. O que falei foi na tentativa de sugerir mudanças que possam aumentar nossa segurança e essa medidas já estão sendo estudadas", disse.
 
O seguinte trecho é uma pérola da arte de tirar o pé: "Suas declarações levam em consideração exemplos do passado. 'Nas corridas mais antigas, que tinham caráter festivo e bem menos profissional que hoje, era comum ouvir histórias sobre pilotos que bebiam ou usavam drogas. A situação melhorou muito desde então, mas ainda é preciso reduzir as chances de isto acontecer, por meio do exame antidoping', afirmou."
 
É uma pena. É uma pena Russo ter tirado o pé desta maneira, tão rápido. Discordo, fico chateado, fico um pouco indignado, até.
 
Mas compreeendo. As pressões devem ter sido enormes.

Escrito por Fábio Seixas às 15h13

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Dedo na ferida

O "Estado de S.Paulo" traz hoje uma reportagem que certamente está fazendo desta quarta-feira um dia incômodo para muita gente.

Em entrevista à repórter Érica Akie Hideshima, o piloto Renato Russo, envolvido no acidente que matou Rafael Sperafico, coloca o dedo numa ferida das mais doloridas, inflamadas e purulentas do esporte a motor. A questão do doping.
 
Após apontar erros crassos na segurança do automobilismo brasileiro, como falta de fiscalização em equipamentos básicos como capacete e macacão, Russo, 30, é questionado se os pilotos são irresponsáveis.

Responde assim:
 
"Vários. Acho que também tinha de ter antidoping. Desde o ano passado, o Dino Altman (médico da Stock) insiste, mas a Confederação nada faz. Não sei como é o desempenho para melhor porque não uso essas substâncias, mas para pior é que o cara perde totalmente os reflexos - e aí saem as porradas perigosas. Depois falam que perderam controle, que houve falha do carro. Tem piloto que bebe uísque antes da largada. Tem gente que fuma maconha, que cheira...E faz tempo."
 
Russo também descasca a desunião dos pilotos, claramente divididos em castas. No período em que esteve internado no Hospital São Luiz, recebeu a visita de apenas três colegas: Gustavo Sondermann, Rafael Daniel e Murilo Macedo. "Tem gente que nem 'bom dia' dá", exemplifica.
 
A Stock (e quando digo Stock refiro-me à categoria principal e a seus apêndices) ficou ouriçada, claro. Ouvi agora há pouco Carlos Col, falando à Rádio Bandeirantes.
 
Disse estar chocado, estarrecido, adjetivos do gênero. Deve ser verdade.
 
Disse que não entram bebidas alcoólicas no boxes da Stock. Isso é mentira.
 
Disse que já pediu antidoping à CBA. Se for verdade, é estranho: a Stock pode muito bem fazer exames antidoping periódicos, como a F-1, basta contratar um laboratório para tal. O jogo de empurra só mostra que não há muita vontade de levar a idéia adiante.
 
Parabéns a Russo, parabéns a Érica. Mas que ele se prepare: a Stock, como mostra o regulamento, não é muito simpática a pilotos que falam o que ela não quer ouvir.

Escrito por Fábio Seixas às 12h09

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Jacaré nada de costas

Uma declaração de Briatore à “Sport Bild” ilustra bem como as coisas funcionam na F-1.

 

O chefe da Renault foi questionado sobre o momento em que começou a negociar, com Alonso, sua volta à escuderia. A resposta: “Em 18 de março de 2007”.

 

Sim, no dia do GP da Austrália, abertura do último Mundial, estréia do espanhol pela McLaren.

 

“Não é uma piada”, emendou o italiano. “Não foi difícl tê-lo de volta. Conhecemos muito um ao outro, mesmo ele estando na McLaren, a gente conversava sobre um retorno”.

 

Sempre que fico sabendo de algo assim, lembro do título do livro de Timothy Collings, que expõe os bastidores dos negócios na F-1. “The Piranha Club”.

Escrito por Fábio Seixas às 09h44

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Aviso aos navegantes

Aviso aos navegantes

Com a abertura do Pit Stop e com o alerta RSS das atualizações do programa em mp3, achei que não fosse mais o caso de publicar aqui, toda semana, o link para este último.

 

Pierre Cracovsky, direto do Japão, discorda. “É mais prático baixar o arquivo e ouvir a qualquer hora, em qualquer lugar. Você pretende continuar a publicar a versão em MP3?”, pergunta.

 

Bem, Pierre, eu não pretendia. Mas, ok, aqui vocês mandam.

 

Segue, aqui, o programa da semana passada, com o Bernoldi. E, aqui, o desta semana, com, Farfus Jr.

 

Lembrando que, para assinar os feeds RSS, é só clicar aqui.

Escrito por Fábio Seixas às 09h29

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Barcelona, dia 1

Começou hoje a penúltima bateria de testes desta pré-temporada.

 

Mas o tempo não ajudou: a pista de Barcelona estava úmida, atrapalhando as quatro equipes que se aventuraram por lá nesta terça-feira.

 

A Williams, com Rosberg e Nakajima, foi a única a realmente cumprir todo seu programa do dia. Todos os outros pilotos deram poucas voltas.

 

“Estava frio e molhado. Não havia razão para ficar dando mais voltas”, resumiu Alonso, quarto tempo do dia.

 

Amanhã, tem mais. Mais teste e mais gente.

 

Aos tempos:

 

1º. Rosberg (Williams), 1min30s675 (73 voltas)

2º. Nakajima (Williams), 1min32s370 (96 voltas)

3º. Webber (Red Bull), 1min32s599 (26 voltas)

4º. Alonso (Renault), 1min32s820 (16 voltas)

5º. Coulthard (Red Bull), 1min32s924 (22 voltas)

6º. Trulli (Toyota), 1min33s283 (57 voltas)

7º. Piquet (Renault), 1min40s073 (8 voltas)

8º. Kobayashi (Toyota), sem tempo (1 volta)

Escrito por Fábio Seixas às 19h17

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Pit Stop com entrevista e celular

Pit Stop com entrevista e celular

Está aqui o Pit Stop desta semana, que conversou com Augusto Farfus Jr., representando do Brasil no WTCC, e que também falou bastante sobre F-1 e a iminente fusão da IRL com a Champ Car.

 

E que teve, também, o momento mais constrangedor deste um ano de programa: o celular do apresentador/blogueiro tocando no ar. Tsc, tsc...

 

Escrito por Fábio Seixas às 19h06

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Fidel e o seqüestro de Fangio

Fidel renunciou. E este 19 de fevereiro de 2008 entrou para a História. História assim, com “H” maiúsculo. Não aquela historiazinha banal que invocamos quando, por exemplo, um novato faz a pole ou um atacante termina a Copa na artilharia. Estamos falando de História de verdade.

 

Este 19 de fevereiro é daqueles dias para chamar os filhos para assistir aos telejornais, não desgrudar do rádio, devorar a internet. Amanhã é dia de comprar mais de um jornal e recortar as reportagens para, daqui a algumas décadas, mostrar aos netos.

 

A renúncia de Fidel encerra uma trajetória que teve momentos belos, que teve momentos feios, mas que todos concordam que foi marcante. Disso não há como discordar.


Estive em Cuba em janeiro de 1999, quando o país comemorava os 40 anos da revolução, com uma fantástica turma de fantásticos amigos. Gostei. Claro, havia o que criticar. Regime perfeito é uma utopia, e Fidel tentava a seu modo. E os pontos negativos que encontrei por lá não eram piores, na verdade nem sequer se aproximavam, de cenas que encontro todos os dias por São Paulo.

 

E foi passeando por Havana, visitando o Museu da Revolução, que conheci uma história ligando Fidel ao automobilismo e que, mais tarde, decidi estudar mais a fundo.

 

Está lá, até hoje, numa vitrine, uma carta de Juan Manuel Fangio agradecendo os bons tratos que recebeu dos guerrilheiros cubanos.

 

Explico: há quase 50 anos, em 26 de fevereiro de 1958, Fangio estava na ilha para participar do GP de Cuba, uma prova de carros esporte, quando foi sequestrado por integrantes do "Movimiento 26 de Julio". O objetivo era chamar a atenção do mundo para a insatisfação dos cubanos com o regime de Fulgêncio Batista.

 

O pentacampeão foi libertado um dia depois. Mas o episódio ficou marcado em sua vida. Até a morte, Fangio contava a história com um quê de carinho pelos guerrilheiros. Dizia que "foi algo especial, feito por pessoas que tinham seus ideais e que queriam que o mundo os conhecesse de qualquer maneira".  Mais: o argentino manteve contato, via correspondência, com alguns de seus ex-sequestradores.

 

Um pouco mais dessa história pode ser lido aqui e aqui. E quem puder assista um dia ao filme do pôster abaixo, "Operación Fangio", que já foi exibido algumas vezes pelo Canal Brasil.

 

Escrito por Fábio Seixas às 09h09

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Mais um

Joshua Hill, 17, filho de Damon e neto de Graham, fez neste fim de semana seu primeiro teste com um carro de corrida.
 
O garoto testou um fórmula da categoria Ginetta Junior em Snetterton e, segundo a imprensa inglesa, foi bem.
 
Em janeiro, Joshua e Damon correram um contra o outro na Club 100 Winter Karting Series.
 
Joshua terminou em segundo, atrás de Chris Powell. O campeão da F-1 em 96 terminou em quarto.

Escrito por Fábio Seixas às 20h08

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Farfus no Pit Stop

Augusto Farfus, quarto colocado na última temporada do WTCC, será o entrevistado do Pit Stop desta semana. O campeonato de 2008 começa em duas semanas, em Curitiba.
 
O programa vai ao ar ao vivo, amanhã, às 14h30, aqui.
 
Para mandar sua pergunta ou comentário ou ambos, o e-mail é uolnewsformula1@uol.com.br

Escrito por Fábio Seixas às 14h19

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A foto

A foto

Ryan Newman comemora a vitória nas 500 Milhas de Daytona, que inaugurou a temporada 2008 da Nascar.
 
 
O clique é de Jamie Squire, da France Presse.

Escrito por Fábio Seixas às 11h34

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Forças ocultas

A Super Aguri desistiu dos testes desta semana em Barcelona.
 
A frase no comunicado da equipe é enigmática. Cita, como motivo para a decisão, "circunstâncias fora do nosso controle". Em português claro, isso se chama pindaíba.
 
O time, porém, garante que estará presente na última bateria pré-temporada, na semana que vem.
 
O começo do fim? Acho que sim.

Escrito por Fábio Seixas às 11h13

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Um alerta

Falando em ex-campeões da F-1, Hakkinen surgiu em cena para defender seu compatriota Kovalainen.

 

“Tenho a sensação de que a McLaren estará muito forte neste ano. Se isso for verdade, Heikki tem a habilidade para ser tão veloz como Hamilton e vencer corridas”, disse à “Auto Bild”.

 

Em que pesem doses de amizade e parcialidade, é uma opinião para ser levada em conta. Kovalainen vem sendo tratado como coadjuvante, mas é um garoto rápido. E como vimos na própria McLaren, no ano passado, às vezes o segundo piloto assusta e perturba o primeiro, mesmo em estruturas com as hierarquias bem definidas. Vale o alerta, fiquemos de olho, não descartemos Kovalainen tão cedo.

 

Ah, sim: Hakkinen foi questionado sobre a possibilidade de fazer testes para a McLaren, num esquema semelhante ao de Schumacher na Ferrari. Rechaçou a idéia de bate-pronto.

 

“Não é pra mim. Para fazer testes, você precisa ter exatamente a mesma atitude que teria para correr. Você precisa ter corpo e mente em forma, para poder dar o melhor à equipe.”

 

A mente, não sei como anda. O corpo, em Interlagos, estava bem redondo.

 

Em novembro do ano passado, quando comentei aqui a notícia da aposentadoria de Hakkinen após sua aventura na DTM, teve gente que ficou estranhamente raivosa e subiu nos tamancos (pequenos, é verdade) para protestar, dizendo que o finlandês disputaria algum campeonato em 2008.

 

Estamos no dia 18 de fevereiro e até agora, nada.

Escrito por Fábio Seixas às 08h52

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O ocaso de Villeneuve

Villeneuve foi demitido da Bill Davis Racing e já não será inscrito para a próxima etapa da Nascar, no fim de semana, em Fontana.

 

Oficialmente, o problema seria falta da patrocínio. Na real, os membros da equipe já não deveriam estar mais agüentando os caprichos do canadense.

 

E assim, um campeão da F-1 está sem emprego para a temporada.

 

Triste e confusa a história de Villeneuve desde que conquistou o título mundial. Se é verdade que o filho de Gilles encantou com seu ar desencanado e sua irreverência até aquele 26 de outubro de 1997, em Jerez, é fato também que fez todos reavaliarem suas opiniões sobre ele a partir do dia seguinte.

 

Em 98, naquela Williams vermelha feia de doer, não fez muita coisa e ainda arrumou problemas até com o afável Frentzen. De 99 a 2003, na BAR, murchou de vez e tornou-se um espécie de “clown”, a quem os repórteres sempre recorriam na busca por uma declaração mais apimentada. Suas tentativas na Renault e na Sauber foram deprimentes.

 

Na história do automobilismo, além de Senna, ninguém deixou tanta saudades como Gilles. Jacques, tenho a impressão, não deixará saudade alguma.

Escrito por Fábio Seixas às 08h29

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Temporal, lambança e surpresa

Fairuz Fauzy, malaio, fez a festa hoje na Indonésia.

 

Largando na pole, atrás do safety car, por causa da forte chuva que desabou sobre Sentul, ele segurou Bruno Senna, segundo no grid, e ganhou a quarta etapa da GP2 asiática. Uma surpresa.

 

Pelo que li por aí, a corrida deve ter sido aquela lambança. Na prática, durou menos de dez voltas, tantas foram as intervenções do safety car.

 

Bruno terminou em segundo, seguido pelo russo Vitaly Petrov, e reassumiu a vice-liderança do campeonato. Tem agora 17 pontos, dez a menos que Romain Grosjean. Alberto Valério bateu logo na segunda volta. E Diego Nunes foi o décimo.

                                                                                              Divulgação

Petrov, Fauzy e Bruno, após a prova na encharcada Sentul

Escrito por Fábio Seixas às 18h15

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Passar o safety car não vale!

Em Sentul, na Indonésia, aconteceu nesta madrugada a primeira prova da segunda rodada dupla da GP2 asiática.

 

Bruno largou em décimo, assumiu a ponta logo no início, mas foi punido por ultrapassar o safety car e terminou em sétimo.  

 

“Deixei o motorista do safety car abrir grande distância, mas ele continuou tão lento que encostei nele rapidamente. E não poderia frear bruscamente por causa do risco de uma pancada”, disse, segundo o comunicado distribuído à imprensa.

 

Passar o safety car antes do permitido? Tsc, tsc, tsc... Menos mal que, com a regra do grid invertido, isso signifique largar em segundo, amanhã.

 

A vitória, na bandeirada, foi do italiano Luca Filippi, mas ele acabou desclassificado por ter usado pneus do companheiro de equipe. Sébastien Buémi herdou o primeiro lugar, seguido por Adrian Vallés e Ben Hanley.

 

Diego Nunes e Alberto Valério não completaram a corrida.

 

Com o resultado, Romain Grosjean continua na liderança da tabela, com 24 pontos. Vallés é o vice-líder, com 13. Bruno aparece em terceiro, com 12.

Escrito por Fábio Seixas às 18h37

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Geração chocolate

Kovalainen seguiu os passos de seu companheiro de McLaren e de tantos outros colegas e comprou uma mansão em Coppet, cidadezinha na margem norte do lago de Genebra.

 

Além da dupla da McLaren, Alonso, Raikkonen, Heidfeld, Vettel e Sutil, da turma que está na ativa, moram na Suíça. O motivo de todos é o mesmo: pagar menos impostos. 

 

Mônaco? Segue cada vez mais abandonada pela trupe da F-1.

 

É… A categoria está mesmo ficando chata.

Escrito por Fábio Seixas às 18h22

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Sábado, casamento de viúva e coluna

Sábado, casamento de viúva e coluna

Fiz as contas: para a maioria das equipes da F-1, restam apenas sete dias de testes antes do embarque para Melbourne.

 

Não há tempo para quase nada, pois. Que tal uma série de palpites?

 

É este o tema da coluna de hoje, aqui, para assinantes da Folha e do UOL.

Escrito por Fábio Seixas às 18h14

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Um pouco de arte

Descobri hoje, meio sem querer, o "Motor Racing Programme Covers Project".
 
É o site de um adorável maluco chamado Malcolm Mitchell, que coleciona pôsteres e programas de corridas mundo afora, desde o começo dos tempos.
 
Tem coisa muito bonita aí, obras de arte. E não estou exagerando. Houve momentos em que os pôsteres de corridas e as capas dos programas eram desenhados por artistas e seguiam a escola em voga na época.
 
Há desenhos art nouveau. Há desenhos clássicos. Há desenhos que remetem à Bauhaus e à imponência dos murais comunistas. Há desenhos cubistas. Há referências à pop art. E há pôsteres e capas bregas, os mais recentes _triste época, esta em que vivemos.
 
Enfim, fuçar o site é um belo passatempo para o fim de semana.
 
Abaixo, alguns dos meus preferidos...
 
 
 
 
 
E que me perdoe o amigo Reginaldo Leme, mas esta capa do guia do GP Brasil de 1985 ficou bem esquisita...
 

Escrito por Fábio Seixas às 19h11

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Tropa de elite

A Peugeot anunciou hoje a trupe de pilotos que defenderá a marca nas 24 Horas de Le Mans.
 
É de impor respeito, como se o 908 HDi FAP já não bastasse.
 
São 10 pilotos, 8 com experiência na F-1.
 
Nicolas Minassian, Marc Gené, Christian Klien, Pedro Lamy, Franck Montagny, Stephane Sarrazin, Jacques Villeneuve, Alexander Wurz e Ricardo Zonta. O piloto reserva será Anthony Beltoise.
 
A divisão de equipes ainda não foi anunciada, mas será curioso de qualquer forma ver Villeneuve e Zonta trabalhando juntos.
 
Em 2007, a Peugeot fez a pole, mas terminou a prova em segundo. Pelo visto, não quer deixar a chance escapar novamente.

Escrito por Fábio Seixas às 14h06

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Isso é um F-1?

A Red Bull foi assim para a pista de Jerez, hoje...
                                                                                       Jaro Muñoz/Efe
 
Dá para ter mais penduricalhos do que isso?

Escrito por Fábio Seixas às 16h51

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Jerez, dia 4

Terminou mais uma bateria de testes da pré-temporada. E algumas situações começam a ficar claras. Já era tempo, até porque resta pouco: daqui a um mês, estaremos comentando os resultados dos primeiros treinos livres em Melbourne.

 

A Ferrari não testou com a turma toda nesta semana, mas já deu claros sinais de força. A McLaren, por ora, está um pouco atrás, mas não é nada irrecuperável.

 

A terceira força? Na pré-temporada, indubitavelmente é a Williams. Mas ainda vou esperar para cravar essa. Não tanto pela BMW, que se perdeu desde o fim de 2007 e só se encontrou outro dia. Mas por Alonso na Renault, parceria que merece respeito.

 

A Red Bull hoje voltou a andar bem, mas os próprios pilotos não estão levando muita fé nesses tempos.  

 

Por tudo isso, o miolo do grid ainda está meio embolado. Mas o fundão, não: é da Honda e ninguém tasca.

 

Os próximos testes coletivos acontecem a partir do dia 25, em Barcelona.

 

Aos tempos:

 

1º. Kovalainen (McLaren), 1min17s974 (96 voltas)

2º. Coulthard (Red Bull), 1min18s485 (107 voltas)

3º. Nakajima (Williams), 1min19s117 (90 voltas)

4º. Hamilton (McLaren), 1min19s429 (83 voltas)

5º. Kubica (BMW), 1min19s535 (129 voltas)

6º. Vettel (Toro Rosso), 1min19s688 (53 voltas)

7º. Piquet (Renault), 1min19s817 (134 voltas)

8º. Bourdais (Toro Rosso), 1min19s848 (101 voltas)

9º. Heidfeld (BMW), 1min19s934 (116 voltas)

10º. Webber (Red Bull), 1min19s980 (107 voltas)

11º. Fisichella (Force India), 1min20s669 (89 voltas)

12º. Button (Honda), 1min20s988 (121 voltas)

13º. Davidson (Super Aguri), 1min21s010 (103 voltas)

14º. Hulkenberg (Williams), 1min21s116 (71 voltas)

15º. Di Grassi (Renault), 1min21s286 (73 voltas)

16º. Wurz (Honda), 1min21s605 (103 voltas)

Escrito por Fábio Seixas às 15h08

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Eis a calota

Enfim, aqui está a novidade introduzida pela McLaren, hoje, em Jerez.
                                                                                        Jaro Muñoz/Efe
 
 
Como o internauta Raul já comentou no post anterior, trata-se de um duto de ar para os freios. E parece estar funcionando.
 
Se a McLaren continuar voando, não dou duas semanas para todo mundo aparecer com isso nas rodas.

Escrito por Fábio Seixas às 14h31

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Um achado?

Pelas primeiras notícias, a McLaren encontrou algo no MP4-23, hoje, em Jerez: Kovalainen foi à pista com aquelas calotas nas rodas dianteiras e, pela manhã, baixou em meio segundo o tempo de ontem de Webber.
 
Pelo que li por aí, as calotas são diferentes das que vemos desde que a Ferrari inventou o negócio, no GP da Turquia de 2006. Deixariam as laterais dos pneus menos expostas.
 
Enfim, vamos esperar. Para ver e para avaliar.

Escrito por Fábio Seixas às 13h20

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Sobre ódios e paixões

O Ministério Público do Trabalho acusa Milton da Silva, pai de Ayrton Senna, e dois sócios de manter 82 trabalhadores em condição análoga à escravidão numa fazenda na Bahia.
 
Para saber mais, clique aqui.
 
Não sei se é verdade. Para ser sincero, não sabia nem que ele tinha uma fazenda na Bahia.
 
Se forem culpados, que paguem por isso _e que paguem pesado, porque escravidão ou "condição análoga à escravidão" é coisa que enoja. Se não forem, ótimo.
 
Mas que uma situação séria como esta não seja usada para disputas e "conclusões" passionais de quem amava ou destestava seu filho. Isso seria uma enorme pobreza de espírito.

Escrito por Fábio Seixas às 20h04

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Jerez, dia 3

Quando, numa discussão de boteco, você precisar de um exemplo para provar a inconsistência dos testes de pré-temporada, lembre-se desta quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008.

 

O mais rápido hoje, em Jerez, foi Webber, com a incrível vantagem de 0s537 sobre o segundo colocado, Rosberg.

 

Nakajima foi o terceiro. Alonso ficou em quarto. A melhor McLaren foi a de Hamilton, em sexto.

 

No máximo, a gente pode dizer que a carenagem “barbatana de tubarão” (o apelido foi dado pela “Autosport”) da Red Bull vem funcionando e que a Williams não é mesmo de se jogar fora. De resto, não dá pra concluir nada com base no treino de hoje.

 

Aos tempos, pois:

 

1º. Webber (Red Bull), 1min18s628 (72 voltas)

2º. Rosberg (Williams), 1min19s091 (98 voltas)

3º. Nakajima (Williams), 1min19s215 (91 voltas)

4º. Alonso (Renault), 1min19s710 (104 voltas)

5º. Kubica (BMW), 1min19s829 (116 voltas)

6º. Hamilton (McLaren), 1min19s857 (68 voltas)

7º. Coulthard (Red Bull), 1min19s883 (97 voltas)

8º. Vettel (Toro Rosso), 1min19s889 (114 voltas)

9º. Piquet (Renault), 1min20s014 (110 voltas)

10º. Kovalainen (McLaren), 1min20s152 (84 voltas)

11º. Heidfeld (BMW), 1min20s201 (109 voltas)

12º. Bourdais (Toro Rosso), 1min20s536 (76 voltas)

13º. Button (Honda), 1min21s147 (85 voltas)

14º. Sato (Super Aguri), 1min21s376 (101 voltas)

15º. Barrichello (Honda), 1min21s710 (58 voltas)

16º. Sutil (Force India), 1min22s244 (86 voltas)

Escrito por Fábio Seixas às 17h09

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Mordaça

A direção da Stock anunciou ontem algumas novidades para este ano, entre elas a volta do reabastecimento e uma complicadíssima regra para definição do grid, com direito a três blocos de treino classificatório, “match races” e soma de tempos.

 

O negócio é longo, complicado, e está nos sites especializados. Boa sorte.

 

Mas, fuçando o Regulamento Desportivo da Stock, encontrei algo que acho mais interessante.

 

Vejam que mimo o artigo 20, alínea D do documento, publicado na segunda-feira:

 

20. Ao se inscrever o piloto acata as determinações abaixo:

 

(...)

 

d) Que tem ciência da proibição de manifestação por parte do piloto ou equipe, por qualquer meio, que venha a agredir, ofender, deixar duvidas [sic] quanto ao comportamento ou posicionamento de outros pilotos, equipes, direção de prova, comissários da prova, bem como comentários negativos sobre o desempenho ou qualidade dos produtos fornecidos tais como pneus, freios, carrocerias, motores, combustíveis, etc. O não cumprimento deste item implica na [sic] pena de suspensão ou desclassificação alem [sic] de multa de 100 (cem) up’s.

 

Em tempo: fui pesquisar e descobri que isso já existia no regulamento de 2007.

 

Ê, beleza...

Escrito por Fábio Seixas às 15h32

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Exceção à regra

Última colocada no Mundial de Construtores de 2007, a McLaren deveria ocupar, em 2008, os últimos boxes de cada circuito, certo?

 

Em Interlagos, por exemplo, ficaria ali de cara para o S, numa área em que o paddock é coberto, escuro, apertado, quase abandonado... A Super Aguri que o diga.

 

Mas essa é a regra, certo?

 

Certo. Para a Super Aguri, para a Minardi, para a Force India, para todo mundo. Menos para Ecclestone e Dennis.

 

Segundo o diário finlandês “Turun Sanomat”, o inglês, invocando a historia e a estrutura da McLaren, colocou o dedo no caso. E, por todo o campeonato, o time de Dennis ocupará os boxes que originalmente seriam da Red Bull, quinta colocada no último Mundial.

 

A Red Bull será “rebaixada” para o sexto conjunto de boxes e daí por diante. E lá vai a pobrezinha da Force India para o fundão da fila novamente...

 

Será que vai ficar só nisso?

Escrito por Fábio Seixas às 10h19

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Quatro pistas e um palpite

Fui atrás da história do Roadshow da Renault.

 

Por ora, não consegui muita coisa, apenas algumas pistas:

 

1. O processo para a escolha da cidade sul-americana que receberá a exibição do R28, em novembro, está apenas no começo;

 

2. Outros países estão na briga;

 

3. O orçamento disponível para o evento, em cada unidade sul-americana da Renault, será fundamental na seleção. Ou seja, o Roadshow não é bancado apenas pela Renault F1;

 

4. Se acontecer no Brasil, não será necessariamente em São Paulo, sede do GP Brasil.

 

Meu palpite: se for no Brasil, não será em São Paulo. Aliás, se a idéia é estampar as imagens em jornais, revistas e TVs do mundo todo, eu tentaria colocar o carro nas ruas do Rio ou de Manaus.

Escrito por Fábio Seixas às 10h01

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Honda in Rio

Nick Fry chegou hoje a Cumbica e, de lá, pegou um vôo da TAM para o Rio de Janeiro.

 

O que o chefe da Honda veio fazer por aqui? Encher o tanque, imagino eu.

Escrito por Fábio Seixas às 19h57

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Jerez, dia 2

Sem a concorrência da Ferrari, a McLaren dominou o primeiro dia de pista cheia em Jerez. Deve ser assim durante toda a semana, aliás.

 

Hamilton cravou o primeiro tempo, 0s185 mais rápido do que De la Rosa, o segundo colocado. Kubica foi o terceiro, o que talvez mostre que a BMW, enfim, reencontrou o caminho para um carro equilibrado.

 

Nakajima voltou a mostrar que a força desse novo Williams, cravando o quarto tempo. E Nelsinho foi o melhor brasileiro, em quinto _Alonso não testou.

 

Outros dois pilotos do país estiveram na pista: Barrichello foi o 12º, seguido por Di Grassi.

 

Ah, sim: nenhum idiota se atreveu a fazer protestos racistas contra o inglês da McLaren. Que seja assim daqui pra frente.

 

Aos tempos:

 

1º. Hamilton (McLaren), 1min19s102 (89 voltas)

2º. De la Rosa (McLaren), 1min19s287 (88 voltas)

3º. Kubica (BMW), 1min19s539 (91 voltas)

4º. Nakajima (Williams), 1min19s601 (93 voltas)

5º. Piquet (Renault), 1min19s660 (120 voltas)

6º. Heidfeld (BMW), 1min19s958 (94 voltas)

7º. Webber (Red Bull), 1min20s013 (113 voltas)

8º. Rosberg (Williams), 1min20s029 (125 voltas)

9º. Vettel (Toro Rosso), 1min20s105 (53 voltas)

10º. Coulthard (Red Bull), 1min20s176 (111 voltas)

11º. Bourdais (Toro Rosso), 1min20s418 (82 voltas)

12º. Barrichello (Honda), 1min21s133 (71 voltas)

13º.  Di Grassi (Renault), 1min21s200 (92 voltas)

14º. Sato (Super Aguri), 1min21s400 (90 voltas)

15º. Liuzzi (Force India), 1min21s553 (103 voltas)

16º. Wurz (Honda), 1min21s950 (86 voltas)

Escrito por Fábio Seixas às 19h56

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Pit Stop na Champ Car

Pit Stop na Champ Car

E aqui vai o Pit Stop de hoje, com a participação especial de Enrique Bernoldi.

 

Escrito por Fábio Seixas às 17h52

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Os caminhos da Renault

A Renault divulgou hoje o calendário provisório do seu Roadshow, aquelas demonstrações com o carro de F-1 que a escuderia faz por ruas de grandes cidades do mundo.

 

Segue a programação:

 

17 e 18.mai: Marselha, França

31.mai e 1.jun: Europa Central 

14 e 15.jun: Europa

16 e 17.jul: Johannesburgo, África do Sul 

16 e 17.ago: Europe

20 e 21.set.: Leste Europeu

25 e 26.out: Europa

Novembro: América do Sul

Fim de temporada: Ásia

 

América do Sul em novembro, mês do GP Brasil? Hummm... Será?

 

Vou apurar e assim que souber de alguma coisa, conto aqui. Antes, preciso correr pro UOL. Às 14h30, tem Pit Stop, com Enrique Bernoldi, aqui.

 

Até já.

Escrito por Fábio Seixas às 12h38

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Explicando a esquisitice

Lembra da asa-leme ou asa-quilha ou asa-bigorna que a Red Bull usou dias atrás em Barcelona? Pois aquilo tem nome: "splitter plate", como explica o Edson Del Rio (ou Delrio) num e-mail interessante sobre o tema:
 
"No seu blog (a qual sou um leitor de carteirinha) apareceu o carro da Red Bull  com aquilo que foi denominado de 'esquisitice na carenagem sobre o motor'.  Não tenho certeza, mas acredito que se trate da tentativa de utilizar um 'splitter plate', uma chapa de material rígido que separa as pressões oscilantes na parte posterior de um corpo em movimento através de um fluido viscoso (ar, água, etc).  A idéia funciona perfeitamente em corpos com geometrias não-aerodinâmicas (também conhecidos como rombudos ou 'bluff bodies').  Uma placa divisória colocada na parte posterior de uma corpo com geometria não-aerodinâmica reduz siginificativamente a freqüência de emissão dos vórtices (também conhecido como Strouhal), também reduz o arrasto aerodinâmico (coeficiente de arrasto) e aumenta a estabilidade de vôo, pois diminui as oscilações de pressão estática e retarda o descolamento da camada limite.
Acredito que a tentativa de utilizar o 'splitter plate' F-1 uma idéia fantástica, mas não exatamente nova. Veja a imagem retirada do WEBShot do Rolls Royce Phantom 1 Aerodynamic Coupe - 1925, em anexo. Legal?"
 
 
Sim, Edson, legal, muito legal. Obrigado pelos esclarecimentos. Aparentemente, a Red Bull arquivou a idéia. De qualquer forma, eu sou mais o Rolls Royce mesmo...

Escrito por Fábio Seixas às 12h28

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Grid boys???

Da série “notícias que nunca queríamos dar”: o GP da Austrália deste ano substituirá as grid girls por... grid boys!

 

A seleção de 26 rapazes (não estou acreditando nisso!) começará na quinta-feira, em uma promoção de um patrocinador da corrida no Crown, o cassino de Melbourne.

 

O objetivo dos organizadores é aumentar o interesse feminino pelas corridas.

 

“Se você é um garoto que acha que tem as qualidades para trabalhar no grid da F-1, apresente-se”, diz Drew Ward, CEO da Australian Grand Prix Corporation, a partir de hoje o inimigo número 1 deste blog.

 

Não, não estou acreditando nisso...

 

Como mandar para o olho da rua, assim, de uma hora para a outra, mocinhas tão simpáticas e talentosas?

 

Escrito por Fábio Seixas às 09h55

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Williams com asas

A dica foi do internauta que assina pela alcunha Maníaco da Gasolina: patrocinadora da Williams, a Air Asia fez uma ação de marketing das mais bacanas.

Veja você mesmo...
 
 
 
E a pergunta que não quer calar é: será que alguém entraria neste Airbus se o capacete pintado fosse o do Nakajima?

Escrito por Fábio Seixas às 19h19

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