"Sou o último da fila", disse Di Grassi, hoje, no Pit Stop.
Por telefone, direto de Paul Ricard, o brasileiro disse ter ficado surpreso com a notícia da "Autosport" e negou ter algo acertado para 2009. Mas revelou também que não conversa com nenhuma outra equipe. Se tiver que ser, será pela Renault.
O programa também falou muito de MotoGP e, claro, da barbeiragem ferrarista em Cingapura.
E eis que a "Autosport" hoje escreve que Di Grassi está muito perto de tomar a vaga de Nelsinho na Renault.
Segundo a revista, Briatore já teria até oferecido Nelsinho para a Toro Rosso, que teria pedido uma alta compensação financeira. Assim, o mais provável, sempre segundo a "Autosport", é que ele seja rebaixado a piloto de testes.
Di Grassi está na Europa, testando pneus para a GP2 e por enquanto não falou. Por enquanto.
O que eu faria? Considero que Di Grassi merece uma chance, sim, mas eu não demitiria Nelsinho agora. Ele não fez uma temporada brilhante, mas é injustiça comparar qualquer piloto com Alonso, como a Renault está fazendo.
Em suma, eu aumentaria a carga de testes para Di Grassi e daria mais uma chance para Nelsinho em 2009.
O que eu acho que vai acontecer? Que Nelsinho vai dançar.
A foto abaixo é quase um clássico, o acidente de Schumacher nos pits do GP da Espanha de 2000.
Oliver Multhaup - 7.mai.2000/France Presse
A cena foi ressuscitada no ano passado por conta do sujeito que rolou no chão: este era, até a explosão do caso de espionagem, o momento mais célebre da vida de Nigel Stepney.
Agora, avisa o internauta Igor de Assis, a recuperação da imagem se faz novamente necessária. Adivinha quem foi o sujeito do pirulito, que levantou a placa antes do tempo?
Sim! Há oito anos, Federico Uguzzoni já fazia isso. Está aqui o "Independent", que não me deixa mentir.
Em março, postei aqui algumas imagens computadorizadas divulgadas pelos organizadores do GP de Cingapura.
E fiz uma brincadeira com a última delas, esta que reproduzo abaixo.
"Aparecem um carrinho azul e outro prateado à frente de duas Ferraris. Premonição? Brincadeira? Aposta?", escrevi na época, pedindo que vocês me lembrassem disso às vésperas do GP.
O Pedro Paiva lembrou, mas preferi esperar pela corrida. E foi melhor. Porque, sim, houve um toque de premonição. Não em relação à largada, mas à chegada.
Muito bons, os designers gráficos cingapurianos...
A Ferrari saiu em defesa de Federico Uguzzoni. Foi ele, chefe dos mecânicos, o responsável por apertar o botão antes da hora, liberando o brasileiro dos boxes com a mangueira ainda presa. Uguzzoni, contam, foi aos prantos ao fim da prova e precisou ser consolado por Massa. "Foi uma infelicidade", disse Domenicalli. Não, não adianta crucificar o cara, até porque a equipe cometeu outros erros, em outras áreas, neste ano. E se há um responsável, é ele, Domenicali. Que levou uma sorte danada no ano passado, com o título de Raikkonen, mas que não é exatamente um Todt. Não passa perto, aliás;
Resultado de tudo isso: Hamilton pode prescindir das vitórias neste ano. Pode se dar ao luxo de chegar em segundo nas três corridas que restam e mesmo assim será campeão;
Nelsinho, dizem, voltou para a corda bamba;
Desculpem a insistência, mas ainda Domenicali: ele disse que o objetivo da Ferrari agora é conseguir dobradinhas nas três últimas corridas. Ok. Mas quero ver ele combinar isso com os mecânicos e com Raikkonen;
No Japão, Massa terá motor e caixa de câmbio zero quilômetro. Hamilton, não;
A corrida noturna foi aprovada. Cenário sensacional, organização impecável. Tecnicamente, houve alguns pecados. Não me conformo, por exemplo, com aquela ponte metálica, quase uma pinguela, no meio do traçado. Nem com a falta de guingastes ao longo do circuito. Nem com a entrada e a saída dos boxes. Nem com aquela curva 10. Mas os cingapurianos têm um ano pra trabalhar...
"É um erro humano, mas não sou o tipo de pessoa que vai trás do cara que errou. Tem que abraçar a pessoa e seguir em frente. Temos que dar mais motivação."
Este, Massa, após o GP de Cingapura.
O brasileiro ainda evitou jogar a toalha na luta pelo campeonato. "É uma diferença importante, mas ainda são 30 pontos em jogo."
A íntegra da entrevista de Massa aos repórteres brasileiros já está no Tazio.
Acabo de ouvir a entrevista de Massa aos brasileiros e preciso corrigir uma informação.
O "pirulito eletrônico" foi criado com aquele sistema que comentei no post anterior, ligado à quantidade de combustível que entra no carro. Mas, para evitar problemas, a Ferrari passou o dito-cujo para o manual.
Ou seja, um mecânico apressadinho apertou o botão fora quando não devia.
Dois Mundiais seguidos decididos por botões apertados na hora errada. Que coisa...
Começando pelo fim: poderia ter sido pior para Massa.
Porque o brasileiro viveu uma noite infernal em Cingapura. Mas, para sorte dele, Hamilton não venceu.
Vitória histórica para Alonso, com Rosberg em segundo e Hamilton em terceiro.
Massa ficou no zero. E viu a vantagem do inglês no Mundial aumentar de 1 para 7 pontos, faltando três etapas no campeonato. Poderiam ser 11 pontos, e aí o cavallino teria ido para o brejo. Do jeito que está, é muito difícil, mas acho que ainda dá para brigar.
Os três brasileiros viveram azares em série.
Na 15ª volta, Nelsinho escorregou na saída da chicane, bateu de traseira, abandonou a prova. Safety car na pista, fim de prova para ele.
Na 16ª volta, ainda com os pits fechados, Barrichello fez sua parada mas, na saída, ficou pela pista. Fim de prova para ele.
Na 17ª volta, já com os pits abertos, Massa parou e arrancou com o carro quando o "pirulito eletrônico" mostrava luz verde. Mas a mangueira ainda estava travada no carro. Resultado: levou a mangueira, derrubou o mecânico e precisou estacionar na saída dos boxes. Fim de prova para ele, não na teoria, mas na prática. Porque ele voltou à pista, só que em último lugar.
Por favor, só não venham com a velha ladainha de que a Ferrari sempre prejudica Massa, como se fosse algo deliberado. É claro que isso não existe, qual seria o interesse de um time em tirar seu piloto da luta pelo título?
Problemas acontecem, dos mais simples aos mais complexos, dos mais inofensivos aos mais desastrosos.
E o de hoje foi exatamente isso, desastroso.
O "pirulito eletrônico" trabalha com a bomba de gasolina. Quando aquela xis quantidade de combustível programada começa a chegar ao fim, a luz passa para o amarelo. Quando a bomba acusa o fim do abastecimento, a luz passa para o verde.
Tudo muito bacana, tudo muito lindo, mas o inventor do sistema esqueceu de prever a falha na trava da mangueira. Um dia, ia acontecer. Aconteceu hoje. E deve ser a aposentadoria da engenhoca. Porque um mecânico segurando a placa provavelmente perceberia o problema no fim do abastecimento e não liberaria o piloto _no último pit de Raikkonen, aliás, o homem-pirulito já estava lá.
Alonso mereceu. Destaque nos treinos livres, destaque no Q1, candidato à pole, o espanhol foi ao desespero ontem quando teve problemas no Q2. Começou a corrida sem grandes perspectivas, mas foi beneficiado por sua estratégia de largar com pneus mais moles e com o safety car do acidente de Nelsinho. Agarrou a chance e não soltou mais.
Um bom resultado para lembrar os desatentos da capacidade do espanhol.
Que tal ouvir o que o pole position tem a dizer sobre a estratégia?
"Levinho, levinho não. Temos uma boa estratégia para a corrida, mas, quando você vê que está seis décimos à frente, o que o que você mais quer é gasolina no carro, mais ainda. Minha volta foi perfeita, sensacional, o que ajuda muito na decisão final", disse Massa, agora há pouco em Cingapura.
Daí que mantenho minha opinião. Ele pode não estar muito mais leve, "levinho, levinho". Mas teve jogada com gasolina neste tempo.
O áudio da entrevista do pole position já está no Tazio.
A primeira pole position noturna da história da F-1 é brasileira, é de Massa.
É sua quinta pole na temporada, a 14ª da carreira. Com isso, ele supera Barrichello e se torna o terceiro brasileiro com mais poles na F-1, atrás de Senna (65) e Piquet (24).
Uma pole emocionante, conquistada no apagar das luzes (se é que aquilo tudo é apagado em algum momento), mas que deve ser analisada com frieza. Porque a diferença dele para Hamilton, seu rival pelo título e segundo colocado no grid, foi abissal.
A chuva não deu as caras, e o treino aconteceu com 30º C. No asfalto, o termômetro marcava 31º C. Imaginem se a corrida fosse com sol a pino...
Logo de cara, Hamilton cravou 1min44s501, mas foi superado por Raikkonen e por Kovalainen, este com motor zero bala. O tempo do atual campeão, 1min44s282, o melhor do fim de semana até então. Massa foi o quarto no Q1, seguido por Kubica e Alonso.
Dançaram Nelsinho, Bourdais, Barrichello, Sutil e Fisichella, que bateu de frente e nem marcou tempo.
No Q2, o sonho de Alonso foi pro ralo. “O carro apagou”, disse para a equipe, via rádio. Seu desespero, ao parar o carro na última chicane, deu a medida de o quanto ele acreditava na pole.
Lá na frente, Massa fez 1min44s014, novo recorde de Cingapura. Kovalainen ficou a 0s193. Raikkonen foi o terceiro, seguido por Vettel. Avançaram ainda para o Q3 Rosberg, Glock, Kubica, Heidfeld, Nakajima e Hamilton.
Sim, esta lista está na ordem de classificação. Por muito pouco Hamilton, líder do campeonato, não ficou fora. Sua vantagem para Trulli, o 11º, foi 0s106.
Além do italiano e do espanhol, Button, Webber e Coulthard ficaram pelo caminho.
E veio o Q3. O primeiro a fechar volta foi Raikkonen, 1min46s037, logo superado por Hamilton, 1min45s638, e por Massa, 1min45s491. Primeiro duelo vencido pelo brasileiro, portanto.
Todo mundo então foi para os boxes, colocou pneus e voltou para a última tentativa.
E então Massa assombrou todo mundo. Porque Hamilton fez uma bela volta, em 1min45s465. Mas, nos últimos instantes, já com o cronômetro zerado, o ferrarista cravou 1min44s801, 0s664 melhor que o inglês.
Tudo isso foi braço e pé pesado? Não, não creio. Gasolina? Uma boa parte, imagino que sim.
“Os promotores levaram um estudo de custos das obras: R$ 6 milhões. Só com as adequações e melhorias da pista para a F-1, a cidade gasta todo ano mais de R$ 20 milhões. Não é preciso ser engenheiro civil para perceber que R$ 6 milhões para obras tão profundas é muito pouco.”
Quem acompanha este blog é testemunha da minha vibração, dia desses, quando soube da possibilidade de a MotoGP correr em Interlagos.
Fui atrás da história. E não gostei do que vi.
É o tema da coluna desta semana, aqui, para assinantes da Folha e do UOL.
O que me permite escrever algo em que pensei ontem, mas não me atrevi a colocar no blog. Alonso pode ser uma zebrinha nessa corrida.
Difícil? Não tanto. Basta largar na frente. E, claro, ter gasolina decente no tanque. Num circuito normal, a Renault não é páreo para Ferrari e McLaren. Mas numa pistinha travada como essa, ainda desconhecida pelas equipes, o talento numa ou noutra curva pode fazer diferença.
E nesse quesito, Alonso ainda é o melhor da categoria.
Hamilton foi o segundo, a distante 0s613, seguido por Massa.
São, enfim, os três que disputarão a pole a partir das 11h. A ver.
Massa: "É um desafio bem interessante, tem que se acostumar muito com as luzes. Perdemos um pouco de visibilidade, mas não mudou muito".
Barrichello: "Estou sofrendo demais com o acerto. É como se eu tivesse andado de skate. O carro pula e bate demais no chão, então não consigo fazer as curvas como eu gostaria".
Nelsinho: "Fomos para o lado errado, me estressei um pouco, acabamos fazendo as coisas na hora errada".
Quer ouvir os três pilotos brasileiros, hoje, em Cingapura? Vá ao Tazio.
Alonso, Vettel, Nakajima e Massa foram as vítimas do traiçoeiro circuito cingapuriano no segundo treino livre. Mas nada grave, todos conseguiram trabalhar normalmente.
E Alonso, que já havia andado bem na primeira sessão, terminou com o melhor tempo, 1min1min45s654. Mas 0s136 pior que a marca de Hamilton no fim da tarde.
Hamilton foi o segundo nesta sessão, a apenas 0s098 do espanhol, seguido por Massa, a 0s139. Kovalainen foi o quarto e Raikkonen, vejam só, o sétimo.
Aliás, sobre Raikkonen, às vezes me pego questionando essa história de escudeiro, toda essa discussão sobre se ele vai ou não acatar as determinações da Ferrari, se a escuderia está certa, etc e tal. Do jeito que está, isso não adianta nada.
Para ajudar Massa, ele teria que andar na frente, o que não vem sendo o caso.
Nelsinho foi o 12º e Barrichello ficou em 18º. E foi isso.
Deu Hamilton, com 1min45s518, seguido por Massa, a 0s080. Raikkonen foi o terceiro, 0s443 mais lento que o inglês. Kovalainen, a 0s945, terminou em quarto _é, é bem fraquinho, esse finlandês.
Sem grandes surpresas, portanto. Mas vale registro o bom desempenho da Ferrari, que aparentemente falou sério quando anunciou o fim dos problemas de aquecimento de pneus, após os testes em Mugello.
Mas muita gente quase ficou pelo caminho. Webber e Barrichello ficaram, no muro. Outros deram escapadas feias e tiveram que rezar para não bater. O circuito é muito ondulado e alguns ajustes são urgentes, como o recuo de algumas zebras e de algumas barreiras protetoras.
É uma pista bem sinuosa também. Em resumo, ninguém vai passar ninguém. É ainda pior do que Mônaco.
Quem sair na pole, leva, a não ser que o carro quebre ou que resvale no muro. Ficando na pista, ganha.
Aliás, entre todos os pilotos, só um disse que dá para fazer ultrapassagens. Hamilton.
Ecclestone, deu pra ver pelas imagens da TV, está, digamos... elétrico. Em êxtase.
Afinal, realiza em Cingapura um dos seus sonhos.
Daí, que ele pintou hoje na sala de imprensa e foi cercado pelos jornalistas. O pingue-pongue do seu papo com os repórteres é imperdível e está na "Autosport".
Separei meu trecho preferido. E não traduzi para não perder o encanto da resposta. Lá vai:
Q. Well, is Turkey going to move?
BE: I've no idea. Move where, move to Iraq?
Ele também falou ao Tazio. Disse que Massa teve muitos azares neste ano e que merecia liderar o campeonato, com folga. Foi breve, mas falou coisas importantes, aqui.
Coube a Guilherme Diniz, de Uberlândia, postar o comentário 30.000 do blog.
Blog que completou dois anos no último dia 9, data que mais uma vez esqueci de comemorar. Em 2009, prometo fazer um evento pra juntar a moçada que tanto ajuda neste espaço, lembrem-me disso.
Obrigado a todos que fizeram deste blog parte da rotina. Gente que conheço pelos nomes e pelas opiniões, gente de que gosto, gente que também já faz parte da minha rotina, mas que nunca vi na frente.
Não vou citar nomes aqui para não ser injusto. Sintam-se representados pelo Guilherme.
Em tempo: dos 30.000 comentários, só 55 foram reprovados, ou 0,18%. Foram mensagens recheadas de palavrões (um ou outro mais leve, vocês sabem, eu até deixo passar), preconceitos idiotas ou enviadas por alguns poucos chatos criadores de caso. Mais um motivo de satisfação, como os números mostram, esses são ínfima minoria. Há esperança no mundo.
Obrigado a todos mais uma vez. E vamos para o 40.000!
Enquanto a F-1 disputa no fim de semana uma corrida histórica, cercada de atenção e tecnologia, sabe onde estará Villeneuve?
Correndo de Passat na Argentina. A categoria, Top Race. O circuito, Buenos Aires. Seus adversários, pilotos locais, com destaque para Norberto Fontana e Gaston Mazzacane.
Quando na GP2, o inglês corria para a ART, de Nicolas Todt, pseudo-empresário do brasileiro _é claro que é o pai que manda. Massa vivia comemorando as vitórias de Hamilton e vira-e-mexe os dois eram vistos batendo papo no paddock.
Daí que, hoje, Massa lança a seguinte declaração. "Gosto dele como piloto e como pessoa. Nunca tive nada contra e não é agora que sou concorrente que vou olhar feio, não vou cumprimentar."
Uma bela atitude, sincera. Para ouvir a íntegra da entrevista dele aos repórteres brasileiros em Cingapura, vá ao Tazio.
Sabe quem está de volta ao microfone? Edgard Mello Filho, o inconfundível.
Conhecedor do esporte a motor como poucos, é das melhores figuras que conheci no meio. Nos meus anos de F-1, nunca dei tanta risada como no período em que o Edgard fazia parte da trupe. Se você já cruzou o Edgard por aí ou já ouviu alguma transmissão com ele, sabe do que estou falando...
Bom, Edgard agora está na RaceTV e daqui a pouco, às 20h, comanda o Roda de Box, ao vivo.
Ele também vai participar das transmissões ao vivo do site-TV: Porsche, Maserati e GT3.
Já escrevi aqui algumas vezes sobre os micos que os pilotos são obrigados a pagar vez ou outra na luta dos patrocinadores ou das equipes ou deles mesmos por espaço na mídia.
A bola da vez é Webber. Que, vejam só, fez uma "aula" de Muay Thai em Cingapura.
Red Bull
E tem gente que ganha (bem) pra sugerir essas coisas...
Jeff Gordon, tetracampeão da principal divisão da Nascar, três vezes vencedor em Daytona e quatro vezes em Indianápolis, é o mais novo reforço do Desafio das Estrelas, a corrida de kart organizada por Massa em Florianópolis.
O anúncio oficial será feito em breve.
A prova, que já tinha Schumacher confirmado, acontece no dia 30 de novembro.
Celso Vedodato, além de leitor assíduo, é também esperto com a máquina fotográfica na mão.
Seguem trecho do e-mail e uma foto mandada pelo Celso: "Resolvi, num momento em que a FIA volta a ser notícia, encaminhar essas fotos que fiz agora em junho. Coisa de fanático, em plena lua-de-mel fiz questão de dar uma passadinha na frente da FIA para ver como estava tudo. Minha surpresa foi a foto que poderia ser feita. Na porta da entidade, tudo o que os crítico dizem ter muito lá dentro. Acho que a FIA já mereceu mais esta foto no passado. Certamente voltará a merecer."
Valeu, Celso, mas fiquei imaginando a papelada quente que deve haver ali.
Zanardi, um dos heróis deste blog, agora também é colega de trabalho.
O italiano vestiu-se de repórter da "Gazzetta dello Sport" para entrevistar Schumacher.
"Foi uma experiência engraçada. Tentei fazer as perguntas mais inesperadas e tirar dele aquelas pequenas coisas pouco discutidas sobre o homem que ganhou tudo no nosso esporte. Ele se abriu mais do que o normal, ou pelo menos essa foi minha impressão. De qualquer forma, eu conheço muito a carreira dele, não porque li a respeito, mas porque a vivi no paralelo, como um rival desde os tempos do kart. Éramos pouco mais que crianças, ambos dividindo um sonho que mais tarde se concretizaria da maneira mais espetacular. E acho que isso fez a diferença no nosso bate-papo", escreve o italiano no e-mail que acaba de pingar aqui.
A entrevista será publicado na edição de sábado da "Sport Week", a revista que acompanha o jornal italiano.
Alguma boa alma na Itália se candidata a comprar a revista e a contar aqui o resultado da entrevista?
O dia foi tão corrido que não tive tempo de chamar a turma para assistir ao Pit Stop ao vivo.
Mas o programa aconteceu, está aqui e foi bem bacana, com a participação na bancada do Tiago Geronimi, brasileiro mais bem colocado neste ano na F-BMW européia.
Primeiro fato: ao “La Stampa”, Montezemo diz saber como convencer Raikkonen a trabalhar em prol da equipe.
Segundo fato: o canal italiano Mediaset, de Berlusconi, noticia que Alonso pode, sim, ser piloto da Ferrari em 2010. A extensão do contrato de Raikkonen só teria acontecido porque ele teria feito uso da cláusula de renovação. A idéia da Ferrari seria usar o Santander para pagar o valor da rescisão do finlandês.
A conclusão: a segunda notícia pode até não ser verdadeira, pode até ter sido plantada pela Ferrari, mas Raikkonen vai ter que comer na mão de Montezemolo.
As apostas dos sites estrangeiros, este citando fontes da FIA, é que a entidade considerará inválido o recurso da McLaren. Isso mesmo após seis horas de audiência.
Sabe quantos jornalistas estavam na sede da FIA, ontem, acompanhando o julgamento que pode mudar os rumos do Mundial de F-1? Centenas? Não, longe disso.
Eram 11. Sim. Apenas 11. E só uma repórter do Brasil, Tatiana Cunha, da Folha.
Que traz hoje detalhes saborosos sobre a audiência. Segue um trechinho:
“De bate-boca a cenas de pastelão. O julgamento na sede da FIA, no número 8 da Place de La Concorde, teve de tudo um pouco.
A postura relaxada de Lewis Hamilton, que passou a maior parte do tempo dividido entre mensagens via celular e idas e vindas de dossiês, contrastava com a do advogado da McLaren, Mark Philips.”
Os textos estão aqui e aqui, para assinantes da Folha e do UOL. E há uma banca ali na esquina, eu aposto. Se você gosta de F-1, vale a pena ler.
Na Stock, vitória de Ricardo Maurício, seguido por Marcos Gomes e Thiago Camilo. Ou seja, nenhuma alteração nas três primeiras colocações da largada.
Gomes até teve alguma chance de atacar, pouco antes do reabastecimento. Mas preferiu esperar para ver se conseguia a liderança na parada. Não deu.
Com o resultado, Maurício e Gomes estão empatados na liderança, com 245 pontos. É daí que vai sair o campeão, isso já é claro há algum tempo. A diferença dos carros de ambos para o resto é tremenda.
"Talvez o sorriso de Vettel e os sorrisos que ele proporcionou transformem alguns conceitos. Talvez os times grandes e médios percebam que uma vitória alienígena não dói."
Sim, a coluna desta semana é um pequeno e modesto manifesto em favor dos "customer cars", a venda de chassis entre as equipes.
O texto está aqui, para assinantes da Folha e do UOL.
O site oficial da F-1 foi ouvir os pilotos sobre Cingapura.
Eis que Raikkonen lança: "Eu não sei qual é o horário da corrida. É à noite? Ótimo, eu gosto da noite. Gosto de dormir sempre até o meio-dia, então parece ser o lugar perfeito para mim".
Não, não dá para ser desligado assim. Ele só pode estar interpretando um personagem...
Klien foi o mais rápido hoje, na abertura dos testes coletivos da F-1.
Mas a notícia está no segundo colocado. Veja lá quem é. E repare no carro que ele guiou.
"O trabalho de acerto do carro foi a principal tarefa do dia, uma vez que a equipe começa a conhecer o piloto e vice-versa em preparação para a próxima temporada", diz o comunicado da Red Bull.
Não me espantaria ler "próxima corrida" em vez de "próxima temporada". Aliás, é o que espero nos próximos dias.
Oito das dez equipes estão em Jerez. A Ferrari está em Mugello. A Force India deve estar na mesa do gerente do banco.
Aos tempos:
1º. Christian Klien (AUT/BMW), 1min19s537 (44) 2º. Sebastian Vettel (ALE/Red Bull), 1min19s878 (34) 3º. Gary Paffett (ING/McLaren), 1min20s602 (26) 4º. Sébastien Buemi (SUI/Toro Rosso), 1min20s870 (20) 5º. Lucas Di Grassi (BRA/Renault), 1min21s080 (48) 6º. Alexander Wurz (AUT/Honda), 1min21s123 (23) 7º. Kamui Kobayashi (JAP/Toyota), 1min21s186 (35) 8º. Kazuki Nakajima (JAP/Williams), 1min23s171 (35)
Talvez por não ter nada divertido para fazer, Mosley ressuscitou em entrevista ao "L'Équipe" a história de um único motor para todas as equipes da F-1.
Conversa mole, conversa velha, conversa que não vai dar em nada, conversa que não mereceria nem este post. E que só está aqui porque recebi alguns e-mails perguntando sobre o tema.
Não, não vai acontecer nunca, iria contra todo o espírito da F-1. Não se descabelem. Façam coisa melhor: esqueçam.
O Roberto, de Nova York, colocou um comentário neste post dizendo que o Massa é a cara do Radar, mítico personagem do mítico M.A.S.H. _série de TV que os mais novos não devem conhecer.
Mostrei o vídeo pro Dudu Massa, irmão do Felipe. Que retrucou: "Parece mais meu pai quando era novo!"
Aqui, o antes, com direito a uma bela trilha sonora...
Correndo agora pro UOL. Às 15h, tem Pit Stop, com imagens de Monza, de Indianápolis e, como já é costuma nas terças pós-F-1, com bate-papo com os internautas.
A Red Bull acaba de anunciar que fará uma demonstração com seu modelo de F-1 na capital federal no dia 11 de outubro, um sábado, a partir das 10h.
Segue trecho do comunicado:
"No trajeto, que tem início junto à Catedral de Brasília, alguns dos principais cartões-postais da capital federal formarão o cenário: Esplanada dos Ministérios ao longo do Eixo Monumental, Praça dos Três Poderes, Palácio do Planalto e Congresso Nacional.
Ao volante estará o piloto canadense Robert Wickens, de 19 anos, membro do Red Bull Junior Team e que atualmente disputa a World Series by Renault. Os carros de Stock Car da equipe Red Bull Racing, sediada em Brasília, também participarão do evento."
Depois do fiasco que foi a demonstração secreta por São Paulo, em 2006, é a chance de a empresa fazer um evento bacana por aqui. Boa notícia.
No dia 9 de maio de 2002, a Ferrari anunciou a renovação do contrato de Barrichello até dezembro de 2004, que então também era a data do término do acordo com Schumacher.
Três dias depois, aconteceu a marmelada de Zeltweg, que definitivamente mostrou ao brasileiro que ele estava impedido de vencer se Schumacher estivesse disputando o Mundial. Barrichello, contrato novo na mão, não podia falar muito.
No dia 12 de setembro de 2008, a Ferrari anunciou a renovação do contrato de Raikkonen até dezembro de 2010, que é também a data de término do acordo com Massa.
Três dias depois, Domenicali deixa claro que o finlandês terá de trabalhar para Massa nas próximas quatro corridas. O finlandês não tem muito como reclamar.
Não, Di Grassi diz que não se arrepende da decisão de não correr o início da temporada da GP2.
"Não me arrependi porque, na verdade, não era minha idéia fazer a GP2 neste ano, minha idéia era ser só piloto de testes da Renault. Acabou que surgiu uma boa oportunidade de voltar para a GP2, pensando em ganhar corridas e ficar preparado caso precisasse correr na F-1. Foi o que eu fiz", disse, em entrevista a Pedro Araujo, do Tazio.
Assim que Vettel cruzou a linha de chegada, ontem, chamou minha atenção o gesto dele, mãos no capacete. Como escrevi, um gesto que torna dispensável qualquer discurso.
Alessandro Garofalo, da Reuters, captou o momento...
"Sempre dissemos que a prioridade é a equipe. É claro que essa é a coisa mais importante, e os pilotos sabem disso." Este, o recado de Domenicali a Raikkonen no apagar das luzes de Monza. Não há mais dúvidas sobre o que acontecerá daqui pra frente, certo?;
O internauta Markus, de Blumenau, foi no ponto num comentário ao último post. "A Ferrari precisa urgente de um patrocinador que ofereça alguns caminhões de dinheiro pro Brawn voltar. Caramba, não fazer a conta dos retardatários que o cara vai pegar na saída dos boxes é pra matar. Vou fazer um simulador pra eles no Excel e mandar pro e-mail do Domenicali, alguém tem?". Markus, até onde sei, os e-mails da Ferrari são @ferrari.it. Comece a tentar...;
Vettel tem 21 anos, mas pensa e fala melhor do que muito veterano. Entre outras coisas, disse no sábado que não se sentia a pessoa mais feliz do mundo com a pole position "porque provavelmente há pessoas no mundo com motivos maiores para serem felizes". Lindo, deve ter desmontado a tese de um sem-número de repórteres sem imaginação. Ontem, rejeitou qualquer paralelo com Schumacher. E para ter sucesso, amigos, não basta acelerar, é preciso ter cérebro;
Hamilton disse ter saído "aliviado" de Monza por continuar na liderança do Mundial. Será que já começou a passar na cabeça do inglês o filminho de 2007?;
Di Grassi deve estar arrependido até a medula de não ter disputado as primeiras etapas da GP2. Seria campeão fácil. Nesta semana, ele testa com a Renault em Jerez, ainda no embalo do quase-vice-campeonato. É o momento de fechar algo para 2009;
Vi pouco da MotoGP, mas vi alguma coisa. Não dava para continuar, a decisão de dar bandeira vermelha foi acertada. Rossi já é o campeão, até os rivais admitem. Sensacional, este italiano.
Já escrevi algumas vezes neste espaço sobre pilotos especiais. É uma constante: a despeito das adversidades, e na F-1 isso significa carro ruim, pilotos especiais conseguem feitos especiais logo de cara.
É o caso de Vettel. Mais jovem piloto a pontuar na história na categoria e mais jovem pole position, o alemão de 21 anos é desde instantes o mais jovem vencedor de um GP.
Tudo isso, com um Toro Rosso. Que não é uma Minardi, mas que é pior do que a maioria dos carros do grid. Mas para pilotos especiais, como eu disse, isso não importa.
Atrás dele, vejam só, uma McLaren, de um insosso Kovalainen.
Kubica, outro que reputo como especial, foi o terceiro colocado após largar em 11º e cumprir uma estratégia eficiente.
A corrida foi boa. Começou com safety car, um exagero, mas logo a disputa foi liberada, na terceira volta. E aí Vettel fez valer a falta de spray à frente. Mas só isso não explica a diferença que abriu pra concorrência. O garoto tem pé pesado.
Na disputa pelo campeonato, Massa foi o sexto. Hamilton, o sétimo. Raikkonen, o nono.
Três histórias bem diferentes.
Massa apostou que a pista secaria, mas deu azar na escolha do momento do primeiro pit stop. Era terceiro colocado, voltou em 12º, atrás de uma turma mais lenta. Ali, perdeu as chances de lutar por vitória.
Hamilton apostou na volta da chuva, se deu mal, teve de colocar pneus intermediários, pilotou muito e terminou em sétimo, atrás do brasileiro. Mas jogou sujo pra cima de Webber no final da prova, desnecessário.
Raikkonen fez uma corrida apagada, burocrática, feia. Nono lugar ficou de bom tamanho para ele.
No Mundial, Massa continua em segundo, mas agora a um ponto de Hamilton: 77 a 78. Raikkonen continua com seus 57 pontos e pode começar a se preparar para ser escudeiro.
“Não sei o que dizer”, lançou Vettel, pelo rádio. Não precisa dizer nada. O gesto que fez, mãos na cabeça ao cruzar a linha de chegada, já disse tudo.
Faltando 20 minutos para a largada, chove em Monza e a previsão é de condições ainda mais complicadas a partir das 15h locais, 10h de Brasília.
Ah, sim: Massa trocou o motor. Não será punido, porque neste ano o regulamento permite uma troca sem penalização. O brasileiro queimou hoje seu curinga na Itália.
É aquela história do copo meio cheio, meio vazio. Com motor zerinho, Massa pode correr mais tranqüilo hoje. Ou não. Porque, se trocaram, é sinal de que a Ferrari não resolveu totalmente os problemas de seus propulsores.
Mas acho que dá Massa. Com Kovalainen em segundo e, vou mandar uma zebrinha, Rosberg em terceiro.
No sábado, deu Di Grassi. E Pantano comemorou um título mais do que anunciado.
Hoje, deu Valsecchi. Di Grassi foi punido num acidente com Conway e terminou em 11º, três posições atrás de Bruno. Assim, o primeiro sobrinho garantiu o vice-campeonato.
Na tabela final, 76 pontos para Pantano, 64 para Bruno e 63 para Di Grassi, que foi o nome do campeonato.
Agora, começa a corrida mais importante para os três, aquela em busca de uma vaga na F-1. E acho que o último será o primeiro.
”Era daqueles fatos-esperando-para-serem-anunciados a crença de que Alonso faria um 2009 tampão numa equipe qualquer e que em 2010 formaria dupla com Massa na Ferrari. Raikkonen, então, seria um aposentado, curtindo a vida adoidado com seu iate de 10 milhões.”
A renovação de Raikkonen e os efeitos deste anúncio para o mercado. Este, o tema da coluna de hoje na Folha.
O texto está aqui, para assinantes do jornal e do UOL.
Em Monza, a primeira pole de Vettel. Um pole para comemorar, sem dúvida. A primeira de uma série que, aposto, será bem longa.
Mas quem tem mais motivos reais para comemorar é Massa. Que larga em sexto, é verdade. Mas muito à frente de seus principais adversários pelo campeonato.
A exemplo do que aconteceu no terceiro treino livre, que teve chuva e resultados malucos, a sessão classificatória aconteceu com pista encharcada.
No Q1, o mais rápido foi Kovalainen, com 1min35s214. Hamilton ficou em segundo, 1min35s394. A seguir, Vettel, Rosberg, Massa, Bourdais, Kubica. Raikkonen foi só o 11º.
Foram cortados Barrichello, Nelsinho, Nakajima, Button e Sutil.
No Q2, um golpe em Raikkonen e Hamilton. Porque a chuva apertou muito a partir do sexto minuto do bloco, quando nenhum dos dois tinha tempo entre os dez melhores.
Dançaram. Ficaram por ali mesmo, na companhia de Kubica, Fisichella e Coulthard. O finlandês sai em 14º, enquanto o inglês larga em 15º.
Massa também não tinha tempo. Mas ganhou preciosos pontos na sua luta para mostrar que sabe, sim, andar no molhado. Não sei como, o brasileiro achou uma boa volta naquelas condições, em 1min36s676, e conseguiu passar, em décimo.
Classificaram-se também Vettel, Kovalainen, Rosberg, Trulli, Bourdais, Webber, Alonso, Glock e Heidfeld.
E então, o inacreditável. A chuva diminuiu, quase parou. Se tivesse acontecido cinco minutos antes, provavelmente Raikkonen e Hamilton teriam passado ao Q3.
Massa deveria agradecer aos céus, literalmente.
No Q3, loteria. A única constante foi Kovalainen, que andou bem nos três blocos da sessão. O resto ganhou suas posições ao sabor do vento e da água. Inclusive Vettel, sejamos justos.
Além de Vettel e Kovalainen, Massa terá à frente, na largada, Webber, Bourdais e Rosberg. Em condições normais de temperatura e pressão, será o lider do GP na terceira volta. Com chuva, como indica a meteorologia, deve demorar um pouco mais, mas chegará lá.
Hamilton e Raikkonen também chegarão lá na frente, caso se livrem dos enroscos, claro. Mas, até isso acontecer, Massa terá tido a oportunidade de abrir vantagem.
Metade da corrida e da liderança do Mundial está nas mãos de Massa. A outra metade, nos céus.
Não assisti ao treino, como avisei aqui. E na primeira passada de olhos na folha de tempos, só estranhei a sexta posição de Massa. Ainda mais com Raikkonen em primeiro.
O finlandês cravou 1min23s861, 0s070 melhor que Kubica, que dominou boa parte da sessão. Heidfeld foi o terceiro _olha a BMW casando bem com a pista_, seguido por Hamilton, Rosberg, Massa e Kovalainen.
Barrichello foi o 14º e Nelsinho, último, rodou e teve de chamar o guindaste.
Até pelo que aconteceu no primeiro treino e pela água que pode voltar amanhã, ainda não dá para ver alguma direção, alguma tendência, chutar alguma coisa.
O jeito vai ser acordar cedo para acompanhar o terceiro treino livre.
Ligo o rádio e ouço Massa elogiando a renovação do contrato de Raikkonen até o fim de 2010.
"O quê?" É, esta foi minha reação. Fiquei surpreso, mais pela falta de vontade que percebo no finlandês neste ano do que por qualquer outro motivo.
Agora, sim, passam a fazer sentido os rumores (?) sobre um contrato de três anos de Alonso com a BMW. Ele, Alonso, que disse ontem que talvez use macacão verde em 2009. E ainda há a possibilidade de continuar na Renault.
Para o bicampeão, com o passe agora catapultado para as alturas, o momento é de leilão.
PS: O que fará o "As", que cravou o contrato de Alonso com a Ferrari a partir de 2010?
Choveu tanto, choveu tanto, mas choveu tanto em Monza no primeiro treino, que só 14 pilotos fecharam volta, a pista ficou alagada, a sessão foi interrompida e Sutil terminou com o primeiro lugar, seguido por Barrichello.
Nelsinho foi 11º e Massa foi o último entre aqueles que fecharam volta. Raikkonen foi o nono, e a dupla da McLaren não fechou volta.
Normalmente, nessas situações, escrevo que o treino foi inútil. Desta vez, não. Porque pode até não chove mais hoje. Mas para amanhã e domingo, a previsão é de mais água.
Chuva? Em Monza? Com o campeonato do jeito que está? É, vem aí outro fim de semana agitado.
PS: Um compromisso agora pela manhã me impedirá de atualizar o blog logo depois do segundo treino. Lá pela hora do almoço, eu volto.