Fábio Seixas

Automobilismo e pitacos sobre tudo o mais

 

Sábado, sol, festinhas, coluna

"Conta rápida... Neste ano, cada ponto custou à Honda US$ 28 milhões. Para a Toyota, US$ 8 milhões. Para a McLaren, US$ 2,8 milhões. Para a Ferrari, US$ 2,4 milhões.
Incompetência, burrice, desorganização, soberba. Classifique essa gastança como quiser, rotule os últimos três anos da Honda como preferir. Você provavelmente acertará."

Este, um trecho da última coluna do ano, aqui, para assinantes da Folha e do UOL. A próxima, só em 2009.

As férias estão chegando, é hora de descansar. Mas vou ficar mais um pouco aqui com vocês.

Escrito por Fábio Seixas às 13h02

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Três doses rápidas

O caminhão da Petrobras já estava em Jerez, para os testes da semana que vem; 

Falei com Bruno. Ele soube ontem. Recebeu uma ligação da equipe, com orientação para não espalhar. Ironia: seria ontem que ele receberia a programação detalhada dos testes. O telefone tocou, mas o teor da conversa era bem diferente;

Tentei conversar com Barrichello, Kanaan e Gil, todos de alguma forma envolvidos contratualmente com a Honda. Nenhum dos três quis/pôde falar.  

Escrito por Fábio Seixas às 22h36

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Utilidade pública

Lembram disto?  

Pois agora vejam isso: "Em atenção ao comentário do jornalista Rodrigo Borges postado no blog do Fábio Seixas, informamos que após vistoria pela equipe técnica da CET, foi encaminhada solicitação para a área de sinalização, que realizou a correção de grafia na placa indicativa do túnel Ayrton Senna. Atenciosamente, Adele Claudia Nabhan, departamento de Imprensa da CET".  

Parabéns ao Borges, a este blog, a todos que comentaram. É, é bem legal saber que ajudamos em algo.

Escrito por Fábio Seixas às 17h36

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Sem crise

Será que Dennis, Montezemolo, Briatore, Fry e seus pares vão aparecer?

Escrito por Fábio Seixas às 15h05

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Tristeza não tem fim

O discurso de Takeo Fukui, CEO da Honda, na madrugada brasileira, foi uma tristeza só.

A expressão dele era triste. O ambiente era triste. As palavras eram tristes.

"A Honda deve proteger o centro de sua atividade comercial e assegurar seu futuro, já que as incertezas nas economias ao redor do mundo continuam a crescer. Uma recuperação deve levar algum tempo", disse.  

Já Fry, com aquele jeito bobo alegre de sempre, está otimista _ele sempre está otimista, impressionante. Diz que já há três grupos interessados. Sei.

Você gostaria de ter seu emprego atrelado à palavra de Fry? Nem eu.  

Escrito por Fábio Seixas às 09h45

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Primeiras reflexões

A Honda começou 2008 com uma equipe e meia: Honda mais Super Aguri. Termina sem nenhuma. Crise é isso aí;

Desde 1969, conta o Tazio, um Mundial de F-1 não tem menos que 10 equipes no grid;

Sobre a operação da Honda na Indy, ainda não ouvi nenhum pio;

Mas lembrei de Mosley, e das incontáveis ocasiões em que ele alertou para a invasão das montadoras na categoria. "Para as fabricantes de carros, F-1 é uma ação de marketing como qualquer outra. Quando elas decidirem que não vale mais a pena ficar, irão embora e ficaremos de mãos abandonando", disse tantas e tantas vezes, em defesa dos garagistas, envolvidos sentimentalmente com o esporte. Pois é, ele pode ser meio (bastante) louco, mas nisso acertou em cheio;

Acho que alguém compra a Honda. Bernie vai arranjar um comprador, mesmo que tenha que ajudar financeiramente; 

Nessa hipótese, a vantagem de Barrichello será a experiência. Se você compra um time de F-1 quebrado, a última coisa em que você vai pensar é em testes. A prioridade será dar um jeito de colocar dois carros no grid de Melbourne e seja o que Deus quiser. Num cenário assim, é melhor contar com pilotos experientes. Por outro lado, Bruno fez uma bela vaquinha com seus patrocinadores. Eu ficaria com os dois e mandaria o Button embora;

Algo me diz que a Toyota será a próxima.

Escrito por Fábio Seixas às 21h03

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Espera

Por aqui, correndo loucamente. O que sei até agora:

O anúncio oficial sairá na madrugada daqui, início da tarde de sexta no Japão.

Uma empresa de aviação (Stoddart?) estaria interessada no negócio.  

Pelo lado da Petrobras, já há brecha para pular fora do contrato. Mas a decisão, por ora, é esperar.

Bruno e Barrichello não têm muito o que fazer. Se já estava difícil, agora, então...

Escrito por Fábio Seixas às 18h19

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Fora!

A Honda está fora da F-1.

Daqui a pouco tem mais.

Escrito por Fábio Seixas às 17h37

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Liquidação de Natal

Se não encontrar um comprador até o Natal, a Honda fecha, informa agora o Grand Prix.  

Os japoneses já estudam não colocar mais um centavo na operação da F-1. Se a turma de Brackley quiser estar no grid de Melbourne, terá que arrumar dinheiro em outras fontes, diz o Tazio.  

Começou a feder.

Escrito por Fábio Seixas às 16h11

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Crise na Honda

Deu no Grand Prix, o principal site de bastidores sobre o automobilismo: a Honda anunciou ontem queda de 32% nas vendas nos EUA, e isso derrubou em quase 5% as ações da empresa na Bolsa de Tóquio. 

O resultado significa o maior baque para a montadora no mercado americano em 27 anos e a devolve a um cenário de 2000. Ou seja, 8 anos de crescimento já foram pro saco. 

Além do fechamento da fábrica em Swindon por 50 dias, a montadora também congelou planos de expansão na Turquia.

O melhor (ou pior) da nota do Grand Prix está no final: funcionários da equipe de F-1 da Honda já começaram a mandar currículos para outros times. Fry e outros executivos não falam, mas há rumores de uma decisão iminente de "significativos cortes no orçamento e de demissões coletivas" em Brackley.  

Não se surpreenda se os testes da semana que vem, já agendados com Bruno e Barrichello, forem adiados (ou cancelados).

E se ficar só nisso, estará de bom tamanho.

Escrito por Fábio Seixas às 15h05

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Alerta

O Credit Suisse, segundo maior banco da Suíça e patrocinador da BMW, anunciou hoje a demissão de 5.300 funcionários, 11% do total, e o corte de bônus a executivos. 

A GM já pediu um socorro de US$ 12 bilhões ao governo americano para não fechar as portas. 

Como lembrei ontem, Magny-Cours e Montréal foram embora, Hockenheim subiu no telhado... E acho que vem mais por aí. 

A Honda, que dará férias coletivas por 50 dias aos funcionários de sua fábrica em Swindon, na Inglaterra, cancelou também sua festinha de fim de ano com jornalistas da F-1. A Toyota anunciou que fará o lançamento do carro apenas pela internet.

Algumas dessas historinhas fizeram parte de uma conversa telefônica que travei nesta manhã com um amigo que atua na F-1, na área de negócios. 

O que saiu do bate-papo: a categoria já sente, sim, os efeitos da crise e isso pode afetar até mesmo a programação da semana que vem, em Jerez.  

Alguns testes com alguns pilotos podem/devem ser cancelados. Aguardemos.

Escrito por Fábio Seixas às 13h21

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A pista perfeita, por Muller

O Alexander Grünwald, cujo blog a partir de agora tem um link fixo ali na coluna da direita (aliás, nem eu sei porque já não estava lá), viu aquele vídeo do Hamilton imaginando sua pista perfeita e lembrou de um caso parecido.  

O guia da BMW para o WTCC, neste ano, trazia uma matéria com o Jorg Muller dando a sua versão do circuito ideal.

Há, até onde lembro, dois pontos em comum: a 130R e a Eau Rouge.  

A imagem está abaixo (para facilitar a leitura, dividi em duas).

Ao Alex, um obrigado e um abraço. A Muller e Hamilton, um toque: tudo bem que Laguna Seca nunca recebeu a F-1 nem o WTCC, mas não dá para não colocar a Corkscrew em brincadeiras assim.

Escrito por Fábio Seixas às 11h58

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Santo de casa

O Marcelo Kern mora na Inglaterra e mandou um e-mail que vale a pena ser dividido com vocês.

"Para voce ter idéia da Hamiltonmania, hoje fui dar uma olhada para comprar ingresso pro GP do ano que vem (junho....) e qual foi minha surpresa de ver que a 6 meses do GP, grande parte dos ingressos (principalmente os mais baratos e 'one day tickets') já está esgotada... Às vezes até irrita o quanto as coisas sao organizadas por aqui", escreveu.  

Enquanto isso, Magny-Cours e Montréal caíram fora e Hockenheim balança. 

O que o sucesso de um piloto não faz...

Escrito por Fábio Seixas às 19h31

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10 anos

A efeméride só tem significado para mim, mas deixei passar batido. Tsc, tsc... Neste ano, meu primeiro GP de F-1 fora do Brasil completou dez anos.

Foi em Nurburgring, em fins de setembro de 1998. Era a penúltima etapa do campeonato (houve mais de um mês de intervalo até a corrida seguinda, em Suzuka), batizada naquela ocasião de GP de Luxemburgo.  

Nunca havia ido para a Alemanha. Minha única referência para chegar à casinha que recebia os jornalistas brasileiros, nas imediações da pista, era um mapa desenhado a mão pelo Flávio Gomes e enviado pra mim por fax.

E com aquilo, um papel de fax dobrado e guardado no bolso da calça, desembarquei em Frankfurt no fim da noite da quarta-feira, aluguei um Corsa e toquei pra tal casinha _até outro dia, o tal fax estava numa gaveta, bem apagado pelo tempo, claro.  

Até que fui bem. Não errei o caminho. Cheguei de madrugada e então descobri que não havia cama para mim na casa. O jeito foi dividir uma cama de casal com um colega de cobertura, cuja identidade não vou revelar para evitar piadas infames e constrangimentos. Na segunda noite, que fique claro, armei um mocó pra mim no chão do quarto, onde dormi até o fim da viagem.  

Os dias seguintes foram de adaptação a um novo meio, após dois anos cobrindo Indy. Sentia que as pessoas tinham muita curiosidade para saber como era "lá". E eu, claro, morrendo de curiosidade para saber como era "aqui".

Logo de cara, percebi que eram universos completamente diferentes.   Na Indy, eu batia na porta do motorhome do Zanardi, o "Schumacher" de lá, ele abria e eu o entrevistava. Na F-1, até a categoria se acostumar com a sua cara, você está lascado _em 2001, ainda na Austrália, quando o Montoya estreou na categoria, pedi à Williams (que já tinha dinheiro da Petrobras) uma entrevista com o colombiano; só me deram resposta uns 6 meses depois.  

Mas até que deu para emplacar um furinho na estréia. O primeiro texto que mandei de um circuito de F-1, fora do Brasil, começava assim:  

Ricardo Zonta é o 22º brasileiro na F-1
FÁBIO SEIXAS
enviado especial a Nurburgring
O brasileiro Ricardo Zonta, 22, estreará na F-1 na próxima temporada, pilotando para a equipe BAR (British American Racing).
Seu contrato foi fechado nesta semana, na sede do time, na Inglaterra, e um anúncio oficial deve ser feito nos próximos dias.
Zonta vai se tornar o 22º brasileiro da história a pilotar um F-1.
 

A corrida, enfim, foi especial. Schumacher largou na pole, seguido por Irvine e Hakkinen. Era a primeira vez em três anos que a Ferrari conquistava uma primeira fila de grid. Mas o finlandês venceu, usando a tática consagrada pelo rival: retardou ao máximo os pits e voou quando teve pista livre.  

Achei até um vídeo da corrida. A FOM, pelo jeito, deixou escapar...

E assim se foram dez anos. Dez anos especiais. De aprendizado, de idas e vindas, de uma decisão de parar de viajar, no fim de 2006, da qual não me arrependo. 

Foi bom. E o legal é que continua sendo.

Escrito por Fábio Seixas às 14h53

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Amigos dos animais

A foto abaixo não é inédita, já pintou por alguns blogs e sites no fim de semana, mas a história por trás dela é interessante.

Por iniciativa do Márcio Fonseca, jornalista que atua como assessor de imprensa de muita gente no esporte, foi criado na Stock no início do ano um grupo chamado "Pilotos Amigos dos Animais".

Pilotos como Ricardo Maurício, Marcos Gomes, Guto Negrão e Gustavo Sondermann contribuem para uma senhora que vive na Serra da Cantareira e que sozinha abriga mais de 120 cães de rua, além de alguns gatos.

"Ela vive num sítio e cuida até de pit bulls que foram abandonados por seus donos. A maior parte, no entanto, é mesmo de vira-latas", conta Márcio.

Recentemente, o grupo conseguiu apoio da Pedigree, que doou três toneladas de ração para a tal senhora. E, agora, a empresa mandou mais uma tonelada de ração para as áreas atingidas pelas enchentes em Santa Catarina.

Enfim, no Desafio das Estrelas, Massa e Schumacher literalmente vestiram a camisa da campanha.

Como a idéia é bacana, a foto é bacana e o Marcio é bacana (e torce para um time mais que bacana), merecem o espaço. O e-mail, para quem quiser contribuir, é mfdois@uol.com.br

Escrito por Fábio Seixas às 20h53

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Pit Stop #81

Pit Stop #81

O Pit Stop desta semana teve muita conversa sobre Barrichello, Bruno, Di Grassi, kart e Stock.
 
Lá vai... 
 

Escrito por Fábio Seixas às 16h59

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Terça tem Pit Stop

Daqui a pouco, às 14h30, tem Pit Stop no UOL.
 
Para participar com sua pergunta ou seu comentário, o e-mail é o uolnewsformula1@uol.com.br

Escrito por Fábio Seixas às 13h00

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Barrichello em Jerez

E Barrichello voltará à F-1.
 
Pelo menos aos testes. O brasileiro participará dos treinos da Honda, na semana que vem, em Jerez. Bruno também estará por lá.
 
Brawn ainda tem dúvidas sobre a capacidade técnica de Bruno. E acha que um "duelo" contra um piloto veterano, experimentado e motivado, como Barrichello, pode tirar a prova dos nove.
 
Por Brawn, a dupla de 2009, ano de regulamento novo, seria Button e Barrichello. Por Fry e pelos japoneses, Button e Bruno.
 
Ou seja, o sobrinho de Ayrton ainda está em vantagem. Só perderá a vaga se levar uma sova do veterano. E que pode acontecer, por que não? Até porque Barrichello, imagino, guiará com a faca nos dentes.
 
Ah, sim: não há nada de oficial ainda. O que, na F-1, está longe de significar que não seja verdade.

Escrito por Fábio Seixas às 12h59

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A foto

A foto

Uma segunda-feira offline. Ou quase. Porque segue aqui a foto do fim de semana, autoria de Fabio Oliveira.
 
 
Precisa explicar? 

Escrito por Fábio Seixas às 21h02

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Domingo no parque

Não fui e ainda não vi muitos comentários de quem foi. Esta imagem, pelo menos, ficou bem bacana.
                                                                     Mauricio Lima/France Presse
 
Você esteve lá hoje? Gostou? Não gostou? O que achou? Conte aqui.

Escrito por Fábio Seixas às 15h53

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Barrichello, o título e uma bronca

Na segunda prova, Massa conseguiu se livrar de Xandinho e passou Giaffone a poucas voltas do fim para vencer. Giaffone foi segundo colocado, com Di Grassi em terceiro lugar.
 
Barrichello foi o quinto e levou o título do Desafio, com um ponto a mais que Di Grassi: 36 a 35. Mas saiu bravo.
 
"Sei que tenho que manter a calma, mas o Di Grassi me tocou pra fora. Quase fura o pneu na hora em que ele me bateu... Essa é uma luta que tem que ser na paz, na boa. Não pode dar essa pancada. Schumacher parecia que estava em tempo de guerra, esqueceu que está no Brasil. Pode ficar ruim...", esbravejou em entrevista a Carlos Gil, no Sportv.
 
"Isso faz parte de corrida. O Michael passou encostando em mim. O Rubinho não deveria ter ficado tão bravo assim, ele ganhou o evento", rebateu Di Grassi.
 
Schumacher abandonou e, macacão amarrado na cintura, assistiu a boa parte da prova da área de escape.
                                                                                  Carsten Horst/MF2
Schumacher e Badoer voltam pros boxes enquanto Massa comemora

Escrito por Fábio Seixas às 14h47

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Os vários campeões da F-3

Em Interlagos, Nelson Merlo foi o segundo colocado na última corrida do ano e, com o abandono de Pedro Enrique na quarta volta, sagrou-se campeão da F-3 sul-americana.
 
Neste ano, após temporadas de abandono, a F-3 foi adotada por gente competente. Que, se não teve tempo de arrumar a casa como queria para 2008, está arregaçando as mangas para promover grandes reformas em 2009.
 
Nos planos, há até a criação de novas categorias entre o kart e a F-3. Já que a CBA não faz, é bom ver que existem pessoas com vontade, iniciativa e competência para fazer.
 
Que Merlo, Enrique, Navarro, Otero, Galera e todos os colegas de grid em 2008 tenham belas carreiras pela frente. Merecem, por terem encarado o que espero que tenha sido o último ano de uma F-3 ainda com heranças do sucateamento recente. São todos campeões.

Escrito por Fábio Seixas às 12h00

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Barrichello, a vitória e um recado

Assisti pela Globo à corrida de kart em Florianópolis. Com direito ao Galvão narrando em pleno domingo decisivo de Brasileiro. Amizade é isso aí.
 
Vi Schumacher simpático no grid, posando para fotos com quem pedisse. Vi muitas arquibancadas corporativas, à la Stock, o que ajuda a explicar a dificuldade de muita gente para comprar ingressos. E, opiniões à parte sobre se este era mesmo o momento para realizar a corrida, o que vi na pista foi bacana.
 
Foram muitas disputas acirradas, mas limpas. 
 
Barrichello tocou em Liuzzi, mas foi um choque normal: deu o lado de fora para o italiano, que preferiu arriscar ao manter o pé embaixo. Azar dele. Pouco depois, Schumacher passou Barrichello, mas rodou na frente do brasileiro, que não teve como desviar _a batida acabou com as chances do alemão. Mais no fundo, Pizzonia e Massa travaram um duelo bacana, vencido pelo ferrarista.
 
Vitória de Barrichello, com chuva forte nas voltas finais, seguido por Di Grassi, Camilo e Schumacher. "Dá pra mandar o tape rapidinho lá pra Honda. Manda pra lá, por favor", disse o vencedor.
 
À tarde tem mais.

Escrito por Fábio Seixas às 11h50

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PERFIL

Nina Horta Fábio Seixas, 37, é jornalista com mestrado em Administração Esportiva pela London Metropolitan University, da Inglaterra, e Coordenador de Produção da Sucursal da Folha no Rio. É colunista de automobilismo da Folha e do UOL.


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