Vi, não vi
Assisti à Moto em Mugello. Largada com asfalto úmido, trocas de motos, dezenas e dezenas de ultrapassagens, vitória de Stoner seguido por Lorenzo e Rossi. Vibrei com Melandri, que chegou a liderar com aquela moto meia-boca, mas ele chegou apenas em 11º. Enfim, uma corridaça.
Não assisti à Indy, que teve vitória de Dixon, seguido por Briscoe e Franchitti. Se você viu, seja o comentarista, o espaço de comentários é para isso também.
Bom fim de domingo.
Escrito por Fábio Seixas às 20h33
Sábado, café, sofá, DVD, coluna
Mágica não existe, dirão os céticos. O que há é a combinação do acaso com talento e com competência. Ok. Mas a mágica aqui não é aquela do coelho na cartola. É a mágica que tantas vezes torna azarões em heróis, que emociona. Que nos faz fãs dessa coisa chamada esporte. A mágica recriada do sonho como escreveu Vinícius no seu "Cântico".
Mágica?
Sim. É indescritível e talvez inexplicável. Mas é delicioso ter a certeza, como quando éramos crianças, de que algumas vezes ela se faz.
Escrito por Fábio Seixas às 11h16
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Recorde. Ou não

Escrito por Fábio Seixas às 16h39
Apenas mais uma
Escrito por Fábio Seixas às 13h42
Como previsto...
Escrito por Fábio Seixas às 11h14
Youtube (resumão) do dia
Escrito por Fábio Seixas às 15h55
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Bandeira branca
Escrito por Fábio Seixas às 14h21
O som de Luizinho
Escrito por Fábio Seixas às 22h20
A saga continua
Escrito por Fábio Seixas às 19h16
Aviso aos navegantes
Escrito por Fábio Seixas às 19h12
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O país da F-1

Escrito por Fábio Seixas às 18h50
Sob observação
Escrito por Fábio Seixas às 15h40
Importância zero
Escrito por Fábio Seixas às 15h22
Pit Stop #100
Escrito por Fábio Seixas às 21h02
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Pit Stop festivo
Escrito por Fábio Seixas às 09h55
Olho em 2010
Escrito por Fábio Seixas às 09h17
A foto

Escrito por Fábio Seixas às 12h12
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Pílulas do dia seguinte
Escrito por Fábio Seixas às 10h25
Castro Neves, que volta por cima!

Escrito por Fábio Seixas às 17h36
O macarrãozinho
Escrito por Fábio Seixas às 13h06
Button, de novo, numa corrida chata
Corrida em Mônaco é sempre emocionante? A de hoje foi uma prova que não.
A sexta etapa do Mundial foi chata, uma sucessão de trenzinhos, poucas ultrapassagens. E, lá na frente, o resultado que já virou rotina: dobradinha da Brawn, com vitória de Button.
Foi a quinta vitória do inglês na temporada. Um início arrasador, histórico, um domínio que só Schumacher, Mansell, Stewart, Clark e Fangio haviam conseguido até hoje. Todos foram campeões nos anos em que emplacaram essa sequência. Com Button não será diferente...
Raikkonen completou o pódio, o primeiro da Ferrari nesta temporada.
Na largada, Button saiu sem problemas. E Barrichello ganhou a posição de Raikkonen, que, com os pneus mais duros, largou mal.
Pronto, ficou assim até a bandeirada.

O top 10 na primeira volta, Button, Barrichello, Raikkonen, Vettel, Massa, Rosberg, Kovalainen, Webber, Alonso e Nakajima.
Atrás de Vettel, uma procissão. E, lá na frente, o inglês fez questão de abrir vantagem logo de cara. Com 15 voltas, tinha 12s5 sobre Barrichello, que enfrentava problemas com pneus.
E foi aí que o inglês garantiu a vitória. Porque, do primeiro pit em diante, ele só fez administrar a vantagem.
Raikkonen parou na 15ª volta, abrindo os pits no primeiro pelotão. Na 16ª, foi a vez de Barrichello. Na seguinte, Button entrou.
Na 22ª volta, Webber, que vinha em segundo, parou, reestabelecendo a ordem na ponta. Button tinha então 16s6 sobre Barrichello, que colocava 2s3 sobre Raikkonen.
Pouco depois, Button começou a perder terreno para o brasileiro.
Erros de pilotagem, jogo ruim de pneus ou despreocupação com o companheiro? Esperemos as palavras dos pilotos. Fato é que na 31ª volta, a folga havia caído para 15s. Na 33ª, para 14s7. Mas ficou por aí, Barrichello não tirou mais.
Na 37ª, uma cena emblemática: Button deu uma volta em Hamilton, atual campeão mundial e vencedor em 2008 no principado. Quem diria...
A corrida continuou chata, chata, até que, na 50ª volta, Barrichello abriu a segunda bateria de pits. Na 51ª, Button entrou. Raikkonen parou duas voltas depois.
Na 56ª, Massa e Webber pararam, tudo normalizado: Button com 13s4 sobre Barrichello, que tinha 2s8 sobre Raikkonen.
E assim foi até a linha de chegada. Corrida chata...
Atrás do companheiro no grid, Barrichello fez o que podia. Hoje não tem muita discussão.
Massa? No começo, foi superado por Rosberg quando teve de devolver a quarta posição para Vettel _havia cortado a chicane na saída do túnel_, mas depois disso fez uma prova em ritmo alucinante. Não dava para chegar em Raikkonen, ficou de bom tamanho.
Nelsinho foi abalroado por Buemi na décima volta e abandonou.
No Mundial, Button tem agora 51 pontos, contra 35 de Barrichello. Vettel é o terceiro, com 23. Nos Construtores, 86 para a Brawn contra 41 da Red Bull.
Acho que corremos o risco de assistir, neste ano, a outras corridas tão chatas como esta...
Escrito por Fábio Seixas às 10h43
O último palpite
Em Mônaco, onde os pilotos passam a milímetros do guard rail e sempre acontecem surpresas, eu deveria esquecer deste post. Mas como tem gente que gosta, lá vai...
Dá Button, seguido por Barrichello e Massa.
E você? O que acha?
Escrito por Fábio Seixas às 08h29
Colírio

Escrito por Fábio Seixas às 14h47
Na balança
Rubens Barrichello*: 648 kg
Fernando Alonso*: 654 kg
Kazuki Nakajima*: 668 kg
Sébastien Buemi: 670 kg
Adrian Sutil: 670 kg
Nick Heidfeld: 680 kg
Jarno Trulli: 688,3 kg
Robert Kubica: 696 kg
Timo Glock: 700,8 kg
E você? Como diria Silvio Luiz, o que só você viu?
Escrito por Fábio Seixas às 13h56
Na escola...
Na GP2, vitória de Maldonado, que tem um caso de amor com as ruas do principado. D'Ambrosio foi o segundo, com Hülkenberg completando o pódio.
Mas a corrida foi marcada por um acidente feio de Grosjean, resultado da deslealdade de um adversário, Zuber. O austríaco mudou duas vezes de trajetória e, no zague, mandou o francês pro muro. O carro chegou a ficar na vertical e arrasou a barreira de proteção na Tabacaria, forçando o fim prematuro da prova.
O fotógrafo Luca Bassani, do Tazio, fez boas imagens do estrago.
Di Grassi foi o quarto. Razia, décimo. Nunes fechou em 14º. Valério abandonou.
No campeonato, Grosjean é o líder, com 31 pontos. Petrov e D'Ambrosio têm 18. O melhor brasileiro é Di Grassi, em oitavo, com oito pontos.
Escrito por Fábio Seixas às 13h27
Sábado, plantão, correria, Gordini, coluna
O texto está aqui, para assinantes da Folha e do UOL.
Escrito por Fábio Seixas às 13h13
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Button, do sumiço à pole
Quando a fase é boa, nada segura. Nem mesmo um histórico ruim na prova nem mesmo uma admitida dificuldade naquele tipo de circuito nem mesmo um companheiro mordido, prometendo vitória para calar os críticos.
Button esteve discreto durante todas as sessões em Mônaco. Só apareceu nos últimos instantes do último bloco do treino classificatório. Para ele, foi o suficiente.
Líder do Mundial, o inglês cravou a pole position para a corrida no principado, sua sétima pole na carreira, a quarta em seis GPs no ano. Sensacional.
Mônaco teve um sábado esplendoroso, céu azul, 24ºC no ar, 43º no asfalto.
No terceiro treino livre, deu Alonso, seguido por Button, Kovalainen, Barrichello, Massa, Raikkonen e Hamilton.
No treino oficial, a coisa foi bem diferente.
A começar pelo que houve com Hamilton. O inglês rodou na Mirabeau faltando oito minutos para o fim do Q1, bateu no guard rail, arrebentou a suspensão, interrompeu o treino, ficou de fora da disputa, claro.
O mais rápido foi Rosberg, 1min15s094, com Button em segundo, a 0s116. A seguir, Webber, Massa e Barrichello. Nelsinho passou, em 12º.
Além do atual campeão mundial e atual vencedor do GP monegasco, foram cortados Heidfeld, Kubica, Trulli e Glock. No caso das Toyota, culpa dos pilotos, que cometeram erros. No caso das BMW, a culpa é do carro, que não anda mesmo, uma porcaria em azul e branco.
No Q2, Raikkonen voou: 1min14s514. Kovalainen foi o segundo, a 0s295, seguido por Webber e Barrichello. Fechando a turma da luta pela pole, Rosberg, Vettel, Massa, Button, Alonso e Nakajima.
Ficaram na degola Buemi, Nelsinho, Fisichella, Bourdais e Sutil.
E veio o Q3, a hora da verdade.
Na primeira rodada de voltas rápidas, deu Vettel, com 1min15s395, com Rosberg, Barrichello e Massa logo atrás. Então, aquela coisa de sempre: todo mundo nos boxes, troca de pneus, última chance.
E Button esbanjou categoria. Desaparecido até então, cravou 1min14s902 e cravou a pole position: 1min14s902. Raikkonen foi o segundo, a 0s025. Barrichello larga em terceiro, com Vettel ao seu lado. Massa sai em quinto.
Agora, desde já, a preocupação do inglês tem de ser segurar Raikkonen e seu Kers até a Sainte-Dévote. Se conseguir, terá meia vitória em mãos. E, se vencer, igualará Schumacher, Fangio, Clark, Mansell e Stewart, com o início mais arrasador de uma temporada.

Button, quem diria, já parte para os recordes. Porque o título mundial cada vez mais parece favas contadas...
Escrito por Fábio Seixas às 10h18
Cada um com sua causa
Recebo comunicado e fotos da assessoria de imprensa do piloto Alberto Valério.
"O piloto Alberto Valério da categoria GP2 de automobilismo, imediatamente abaixo da Fórmula 1, adotou a candidatura da cidade do Rio de Janeiro à sede dos Jogos Olímpicos de 2016. Numa atitude patriótica, disponibilizou em seu carro espaços para exposição da logomarca 'Rio-2016 Cidade Candidata'.
'É uma causa de toda a nação brasileira!', resume Betinho, expressando o sentimento de todo o Brasil."

Não, Betinho, não sei quem te disse isso, mas não é uma causa de toda a nação. Não é minha causa, por "n" motivos. E me admira que seja causa de um piloto depois que destruíram Jacarepaguá para construir arenas fantasmas.
Escrito por Fábio Seixas às 19h44
Ficou para depois

Escrito por Fábio Seixas às 15h43
Greve geral
Escrito por Fábio Seixas às 14h11
Piquenique

Escrito por Fábio Seixas às 12h23
Na escola...
A Barwa Addax sobrou em Mônaco e fez dobradinha na primeira corrida da GP2.
A vitória foi de Grosjean, seguido por Petrov. Di Grassi foi o “best of the rest”, cruzou em terceiro, a 16s384 do russo, mas depois foi punido com outro sete pilotos que cortaram a primeira curva. Terminou em quarto.
Razia foi 13º. Nunes e Valério abandonaram.
A segunda corrida será amanhã, às 11h (de Brasília), com Sportv.
Escrito por Fábio Seixas às 09h51
É só o começo
Escrito por Fábio Seixas às 12h52
Procura-se
E me convide para uma Guinness em Enstone se tudo der certo.
Escrito por Fábio Seixas às 12h39
Mônaco, 1º e 2º treinos livres
Aniversariante no sábado, Barrichello teve um belo início de trabalho em Mônaco.
Numa linda quinta-feira na linda Monte Carlo, liderou o primeiro treino com facilidade e ficou em terceiro no segundo _ou na “segunda posição real”, já que Rosberg, o líder, não conta.
Na primeira sessão, a maioria dos pilotos preferiu rodar com os pneus macios. Barrichello liderou com autoridade, com 0s310 sobre Massa e 0s389 sobre Hamilton. Nelsinho foi 12º.
Na segunda, os supermacios foram a preferência. Os tempos despencaram, e Rosberg, o leão de treinos desta temporada, novamente liderou, com 1min15s243.
Para efeito de comparação, a pole position no ano passado ficou em 1min15s767. Ou seja, 0s524. O que não fazem os pneus slick numa pista que exige tanta tração...
Hamilton foi o segundo, a 0s202. Barrichello fechou a 0s347. Massa foi o quinto. Nelsinho, o décimo.
Já Button, companheiro de equipe de Barrichello, líder do campeonato e maior ameaça a um bom resultado no fim de semana, esteve apagado. Foi oitavo no primeiro treino, ficou em quarto no segundo. Em nenhum momento apareceu entre os ponteiros.
Pode ser coincidência, mas historicamente Mônaco não é dos melhores circuitos para o inglês. Sim, ele foi segundo colocado em 2004, com a BAR. Mas, nas outras sete visitas ao principado, não conseguiu pontuar.
Pode, também, ser aquele “conforto” de quem sabe que não precisa forçar logo de cara. Button fez o mesmo em Barcelona, e o resultado todos lembram.
A destacar o bom desempenho da McLaren. Mas acho que é mais braço do Hamilton do que melhora do carro.
Já a Red Bull não brilhou na estréia do difusor. No segundo treino, Vettel foi o sexto e Webber ficou com o 12º tempo.
A Ferrari parece ter dado um passo à frente. Mas um passinho pequeno, tímido, ainda insuficiente para lutar lá na frente.
No principado, talvez a grande adversária da Brawn seja a McLaren de Hamilton. Mas que a Brawn estará lá na frente, não tenha dúvida.

Escrito por Fábio Seixas às 10h36
Casa cheia

Escrito por Fábio Seixas às 18h16
Aviso aos navegantes
Escrito por Fábio Seixas às 16h25
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Youtube (transgressor) do dia
Escrito por Fábio Seixas às 14h02
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Programe-se
Quase fui traído pela programação do GP monegasco. Amanhã já tem treino. Anote, memorize, imprima e pendure na geladeira: Quinta-feira
5h-6h30: 1° Treino Livre
9h-10h30: 2° Treino Livre
Sábado
6h-7h: 3° Treino Livre
9h-10h: Classificação
Domingo
9h: Largada, 78 voltas
Escrito por Fábio Seixas às 12h53
Derrota ferrarista
A Ferrari perdeu a ação na Justiça francesa. O tribunal acatou as explicações da FIA, de que o direito ao veto nas mudanças do Regulamento Técnico não foi usado corretamente pela equipe.
Um lance importante, mas não decisivo. Quando esta novela terminar, o que vai demorar, este 20 de maio será lembrado apenas como mais um capítulo.
Derrotada na Justiça, a Ferrari ainda vai jogar muito no campo da política.
Escrito por Fábio Seixas às 09h34
Balão de ensaio
Lola, USGPE, Prodrive, Formtech, iSport, Litespeed já haviam manifestado interesse em correr na F-1 em 2010 _a Lola, inclusive, anunciou oficialmente que se inscreverá no Mundial.
Mas tem mais. Segundo a “Autosport”, outras quatro equipes, a Wirth Research, do ex-dirigente Nick Wirth, as espanholas Epsilon Euskadi e Campos, e a RML, de Ray Mallock, têm planos de correr na categoria.
Se tudo isso vingasse, o grid da F-1 dobraria de tamanho, de 10 para 20 equipes.
Não vai acontecer.
Primeiro, porque o regulamento de 2010 estipula grid máximo de 13 equipes. Segundo, porque boa parte dessa turma “não tem ideia do que está falando”, segundo ouvi ontem de um piloto que tenta cavar uma vaga para o ano que vem e que já conversou com vários desses dirigentes.
Se o teto for mantido _e essa história vai rolar por um bom tempo, independentemente da decisão da Justiça francesa_, acho até que duas ou três equipes vão surgir. E Lola, iSport e USGPE parecem ser aquelas, hoje, com projetos mais sólidos.
Se o teto cair ou for elevado, no que acredito, acredito que não haverá novidades em 2010.
Escrito por Fábio Seixas às 09h29
Pit Stop #99
Agora, o vídeo vem acompanhado de um menu, e você pode assistir ao programa em pílulas, vendo apenas aquilo que interessa ou que dá tempo naquele momento.
E, é claro, também é possível assistir ao programa na íntegra.
O de hoje está especialmente legal, com uma entrevista esclarecedora com Bruno Junqueira. O relato que ele faz da turma de mecânicos desempregados que montou seu carro na véspera do “Bump Day” é das coisas mais surpreendentes que ouvi no automobilismo nos últimos tempos.
O Pit Stop também falou de Stock, Moto e F-1, com direito aos palpites que faz a alegria de alguns de vocês.
Enquanto não encontro o código certo aqui, lá vai o link.
Escrito por Fábio Seixas às 20h12
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Pit Stop duplo
Hoje tem Pit Stop no UOL, a partir das 14h30.
Em pauta, as expectativas para duas das corridas com mais história no automobilismo: Mônaco e Indianápolis.
Para assistir ao vivo, clique aqui.
Para participar, o e-mail é uolnewsformula1@uol.com.br
Escrito por Fábio Seixas às 09h31
Youtube (trapalhão) do dia
Escrito por Fábio Seixas às 16h06
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Rumo à Europa
Escrito por Fábio Seixas às 14h27
Despejado
Em Indianápolis, a vaga no grid é do carro, não do piloto. No seu novo blog, Celso Miranda, que está lá, conta mais detalhes.
Azar de Junqueira. Mas ficam aqui os meus (nossos?) parabéns.

Escrito por Fábio Seixas às 13h48
A foto

Escrito por Fábio Seixas às 13h22
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Domingo no parque
Assisti à MotoGP, uma corrida impecável de Lorenzo, com Rossi irreconhecível.
Não vi a Stock nem a entrevista de Massa ao Galvão _o sol do parque me chamava. Quem viu? O que achou?
Escrito por Fábio Seixas às 09h20
Sábado, história, pão na chapa, parque, coluna
Aconteceu em 1964.
Enzo Ferrari estava irritado com o Automobile Club d'Italia porque a entidade não o apoiara numa rixa com a FIA para homologação do modelo 250 GT. O carro foi considerado um protótipo e, como tal, ficou impedido de disputar o Mundial de Marcas, então aberto apenas para carros de série.
A solução do comendador, o rompimento. Sua equipe renunciou à licença italiana e correu os últimos dois GPs daquela temporada, nos EUA e no México, com registro americano, carros pintados de azul e branco e sob o nome North American Racing Team. E foi assim que Surtees ganhou seu campeonato.
Panos quentes entraram em ação, e, em 1º de janeiro de 1965 _sim, a data está certa, já contei essa história aqui_, a Ferrari estava alinhada para largar em East London. Vermelhinha, reluzente, como sempre.
Assim começa a coluna desta semana, que junta essa história àquela da Ferrari para a Indy para mostrar que a ameaça da Ferrari é brincadeira antiga, que não passa de pressão de uma marca que sabe de sua importância para o automobilismo.
O texto completo está aqui, para assinantes da Folha e do UOL.
Escrito por Fábio Seixas às 12h32
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Ronaldo, FIA, Fota, gênios, pizza
Escrito por Fábio Seixas às 16h09
Herói desconhecido

O que não faz um início arrebatador de campeonato...
Escrito por Fábio Seixas às 15h09
Filme antigo

Este carro foi projetado em 1986, por Gustav Brunner. O "objetivo", disputar a temporada da Indy de 1987 e, claro, as 500 Milhas de Indianápolis.
Escrito por Fábio Seixas às 23h50
Aviso aos navegantes
Escrito por Fábio Seixas às 19h13
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Mais uma
Escrito por Fábio Seixas às 19h09
Fim de papo
Continuo de olho aberto e com a faca nos dentes...
Essa meia dúzia de pessoas maldosas que dizem entender de carro de corrida e fazem polêmica é que são o problema. Eu convidaria essas pessoas para um papo para saber se realmente entendem de F-1. Será que eles sabem como se liga um F-1 ou qual é a pressão de pneu de um carro de F-1?"
Escrito por Fábio Seixas às 09h49
Pit Stop #98
Escrito por Fábio Seixas às 18h37
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Pit Stop sem plano B
O Pit Stop volta hoje à programação normal, ao plano A das terças-feiras pós GPs: bate-papo com os internautas.
O programa começa às 14h30, ao vivo, aqui. E para participar com perguntas, comentários ou sugestões de estratégias para a Brawn GP, a porta para a sala do bate-papo é esta aqui.
Até lá.
Escrito por Fábio Seixas às 08h55
O país da F-1

Valeu, Philippe. E agradeça sua noiva, claro!
Escrito por Fábio Seixas às 19h56
Nasce uma estrela
Escrito por Fábio Seixas às 14h31
A foto

Escrito por Fábio Seixas às 13h19
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Pílulas do dia seguinte
Massa marcou seus primeiros pontos no ano, mas não aliviou: “Não adianta nada fazer um carro competitivo que pode vencer corridas ou brigar pelo pódio e não ter um time eficiente. Você perde pontos importantes”. Em Barcelona, a Ferrari foi, de novo, a equipe que mais errou. Em tempo, o problema com o brasileiro foi de software, não de cálculo da gasolina;
Só para concluir o assunto Ferrari, por ora, Domenicali já começou a se defender, na linha do “estou aqui há 20 anos, o problema não sou eu”. Isso é discurso de quem começa a sentir cheiro de fritura;
Webber creditou o pódio ao seu forte ritmo no segundo trecho da prova, muito longo, de 31 voltas, feito “quase em ritmo de classificação”. Estratégia inteligente seguida à risca por um piloto que, ontem, foi competente. Muito se fala sobre Newey, mas poucas pessoas comentam sobre Horner, que a Red Bull buscou na então F-3000 para comandar suas atividades na F-1. É um legítimo herdeiro da linhagem dos garagistas. E que, tenho a impressão, dará um dia o Mundial à equipe, merecidamente;
Há algo mais discrepante do que o desempenho da Williams em treinos e GPs?;
Alonso admitiu ter tido sorte na corrida, principalmente com o problema de Massa. Mas é fato também que a Renault melhorou. Das grandes das últimas temporadas, aliás, quem está mais atrás em termos técnicos é a McLaren;
Para terminar, a chatice dos bastidores... Red Bull e Renault aderiram à Ferrari e subiram o tom nas críticas ao teto de gastos em 2010. Mateschitz diz que tirará seus dois times do campeonato se a ideia for aprovada. O que vai acontecer? A F-1 do ano que vem será mais barata, com uma série de descontos em equipamentos para as candidatas a vagas. Mas não haverá teto nenhum. Ou haverá, com algum valor nas alturas, apenas para dizerem que existe.
Escrito por Fábio Seixas às 10h38
Mais sobre ontem
Nesses dois anos e quatro meses de blog, já escrevi algumas vezes que estratégias de corrida são sempre produzidas por uma equipe de profissionais. São, via de regra, decididas pelos pilotos, por seus engenheiros e por seus chefes na véspera dos GPs, com o grid em mãos. A palavra final é sempre do piloto, mas todos eles são responsáveis pelos erros e acertos. Isso só se quebra quando um piloto, no calor da disputa, decide não seguir o plano traçado. Mais uma vez, ele tem essa prerrogativa, é a bunda dele ali no cockpit. O grande exemplo é Barrichello em Hockenheim-2000. "Se você conseguir se segurar na pista, tudo bem", disse Brawn pelo rádio. "Eu consigo", disse o brasileiro, que conquistou assim uma das mais lindas vitórias que vi na F-1;
Faço essa pequena introdução para, um dia depois, de cabeça fria, analisar o que vi em Barcelona. Alguns internautas questionaram um trecho do post sobre o GP, quando escrevi que "Button falou com os engenheiros e decidiu mudar para o plano B". Esses internautas se amparam num trecho da coletiva, em que Button diz que "eles me mudaram para duas paradas". Abstraiam a filigrana, desapaguem-se dessa linguagem coloquial. Isso não foi um testemunho técnico, não é assim que acontece. Sim, o engenheiro possivelmente disse para Button algo como "vamos para duas paradas". Mas a palavra final coube ao piloto. No momento em que aceitou, a estratégia passou a ser dele também. Como numa reunião na véspera de um GP. Parabéns para todos;
Se há alguma "injustiça" ou "sacanagem", é o fato de Barrichello e Button dividirem a mesma equipe e saberem um da estratégia do outro. Se estivesse em outro time, Button não saberia do plano de três pits do brasileiro e, parando antes, não teria tempo de agir. Mas até nisso cabem ressalvas: 1) "se" não existe, é preciso saber trabalhar com a realidade e 2) Barrichello também pode usufruir disso, se não o fez ainda é problema dele;
No calor do pós-GP, Brawn matou a charada. A estratégia de Button só funcionou porque Barrichello foi muito lento no terceiro trecho da corrida. "Se você analisar os tempos das voltas com os pneus e combustíveis, tem um período da corrida em que Rubens estava muito mais lento do que eu esperava. E foi isto que custou a ele a corrida, porque Jenson com mais combustível estava mais rápido";
Importante: o próprio Barrichello, ainda de macacão após a corrida, foi na mesma linha: "O terceiro jogo de pneus não tinha o mesmo rendimento, mas mantive tudo o que tinha de manter, e não foi o suficiente. Preciso bater palmas para a vitória dele. Hoje foi mais a gente perdendo do que ele ganhando";
Mas o que acontece depois de corridas assim? A imprensa, é claro, começa os questionamentos. E os derrotados, muitas vezes, sentem que precisam de justificativas mais contundentes. E foi aí que Barrichello lançou: “Depois da corrida, falei para o Ross exatamente o que queria falar. Se ele tivesse feito alguma coisa para o Jenson ganhar, eu pendurava as minhas chuteiras, ia para casa. Não preciso disso, sou melhor que isso”.
É assim que vejo o que aconteceu ontem. Vitória normal. Tivesse sido de Barrichello, aliás, muitos estariam louvando o “nó tático” do brasileiro. Como foi do outro, é “trairagem” da equipe. Vitória normal, repito. O resto, que me desculpem os indignados, é chororô.
Escrito por Fábio Seixas às 09h58
Fala, Button. Fala, Barrichello
Button, abrindo a entrevista coletiva: “Larguei com uma estratégia de três paradas. Era a estratégia mais rápida. Mas fiquei atrás na largada e tive que mudar para dois pits”.
Barrichello: “Não dá pra dizer que fiquei desapontado, porque fiz tudo aquilo que tinha que fazer. A gente tinha combinado três paradas e fiquei surpreso quando me falaram que o Jenson faria duas. A pressão é grande, mas tenho que continuar. Dei tudo o que tinha do carro, mas a estratégia não funcionou, tenho que continuar lutando”.
Escrito por Fábio Seixas às 11h03
Button, vitória na estratégia
Barrichello fez a primeira curva na frente, liderou boa parte do GP, cravou a melhor volta, tornou-se o grande favorito à vitória na primeira metade de prova.
Mas a vitória em Barcelona foi de Button. A quarta em cinco etapas no Mundial.
Vitória conquistada na estratégia, como no Bahrein. Vitória conquistada na rapidez de pensamento. Quando viu que estava em situação complicada, após ser superado pelo companheiro na largada, Button falou com os engenheiros e decidiu mudar para o “plano B”.
Deu certo. Parabéns.
À corrida...
Luzes apagadas, e o bote de Barrichello veio nos primeiros metros. Button fez zigue para a direita, o brasileiro fez zague para a esquerda e passou.
Instantes depois, porém, uma lambança. Trulli levou um toque de Rosberg, escapou da pista e, na volta, acertou Sutil. Consequência dessa primeira batida ou não, Bourdais escalou o carro do companheiro, Buemi. Safety car, que só deixou a pista na sexta volta.
Barrichello e Button, então, começaram a voar e abrir para a concorrência.
Vez com um, vez com outro, os Brawn engataram uma série de melhores voltas, preparando terreno para a primeira janela de pits.
Na 15ª volta, os top 8 eram Barrichello, Button, Massa, Vettel, Webber, Alonso, Rosberg e Glock.
Mais atrás, a única emoção ficava por conta do duelo Heidfeld x Raikkonen, pelo nono posto _logo depois, o finlandês encostou, com problema no acelerador, e abandonou.
E coube a Glock, na 17ª volta, abrir os boxes. Na 18ª, Button entrou, aliviando a pressão sobre Barrichello _a diferença estava na casa de 1s5. Na 19ª, o brasileiro fez seu pit, quase 3 segundos mais veloz que o companheiro, e ampliou sua folga. Na 20ª, Massa e Vettel pararam.
Ao fim da primeira rodada de pits, Barrichello era novamente o líder, agora com 8s7 para Button.
E voltou a voar na pista.
Pelo rádio, a Brawn informava que ele precisava mesmo acelerar, pois o inglês havia mudado para o “plano B”. Ficamos todos com uma pulga atrás da orelha. Barrichello faria três paradas? Seria possível? Por quê? Como? Talvez, afinal seu pit foi tão mais veloz...
Na 30ª volta, enfim, a resposta. A estratégia do líder veio à tona. Barrichello entrou nos boxes, escancarando que faria mais uma parada. Sua aposta foi no rendimento dos pneus: deixou para usar os pneus mais duros, menos velozes, por um trecho menor de prova.
Barrichello voltou à pista em quarto, 9s2 atrás de Button e com Massa e Vettel entre eles. E foi este o furo do seu plano, o tráfego. Para que desse certo, o brasileiro teria que manter em todos os trechos da prova o mesmo ritmo alucinante do início. Mas havia carros à sua frente. Uma coisa é voar com pista livre, outra é pilotar em quarto lugar. Não conseguiu. Não venceu.
Na 43ª volta, Massa e Vettel pararam, deixando os Brawn sem intermediários na luta pela vitória. “Ok, Rubens, os dois carros à sua frente pararam e agora você pode acelerar”, disse o engenheiro, pelo rádio. Otimismo à toa. Já não dava.
Button entrou na 48ª. Voltou à pista em terceiro, 15s4 atrás de Barrichello. Na 50ª, Barrichello parou _Webber também. Posições reestabelecidas, Button liderava, com 7s1 sobre o colega.
A pergunta que farão: sacanearam Barrichello? Eu diria que não. Em todas as comunicações via rádio, Barrichello e a equipe concordavam sobre a estratégia e mostravam empenho em superar Button. Minha resposta: ele errou na estratégia ao não colocar outros pilotos no cálculo.
No pódio, Button, Barrichello e Webber. Completaram o top 8, Vettel, Alonso, Massa, Heidfeld e Rosberg.
"Sensacional. Estratégia fantástica. Sinto pelo Rubens, mas pelo menos conseguimos outra dobradinha", disse o inglês, pelo rádio.
Piquet praticamente não apareceu, terminou em 12º. Massa fez uma boa corrida, sentiu cheiro do pódio, mas teve que economizar combustível nas últimas voltas para não ficar pelo caminho _outro erro pra coleção ferrarista de 2009. Terminou em sexto.
No Mundial, Button agora tem 41 pontos, contra 27 de Barrichello: 14 de diferença.
Alguém consegue pegar o inglês no Mundial? Já acho que não. A "gordura", como gostam de dizer os técnicos de futebol, já é significativa.
Escrito por Fábio Seixas às 10h42
O último palpite
Faltando pouco mais de meia hora pra largada, vamos pro último palpite.
Acho que dá Vettel, seguido por Button e Massa.
E você?
Escrito por Fábio Seixas às 08h28
Na escola
Na GP2, ontem, Grosjean venceu, seguido por Petrov e D’Ambrosio.
O melhor brasileiro foi Nunes, 11º. Di Grassi fez uma corrida cheia de problemas, “coroada” com um acidente feio com Parente, a seis voltas do fim. Valério foi 15º. Razia, 16º.
Na segunda etapa, hoje, vitória do novato Mortara, com Grosjean em segundo e D’Ambrosio em terceiro. Nunes foi oitavo. Di Grassi, décimo. Razia e Valério foram 12º e 13º, respectivamente.
Um fim de semana sensacional para Grosjean, portanto, que já tem 13 pontos, contra 8 de Petrov. Di Grassi, que deve ser seu grande adversário na luta pelo título, sai zerado.
Escrito por Fábio Seixas às 08h27
Pole de Helinho nas 500 Milhas!
Castro Neves tem mesmo uma relação especial com o Indianapolis Motor Speedway: bicampeão das 500 Milhas, é pole da prova pela terceira vez.
O segundo colocado é Ryan Briscoe, seu companheiro de Penske. Dario Franchitti, da Ganassi, completa a primeira fila.
Outros dois brasileiros se classificaram entre os 11 primeiros, as posições que estavam em jogo neste sábado: Kanaan, em sexto, e Moraes, em sétimo.
Há exatos 22 dias, Castro Neves se livrava das acusações de fraude fiscal nos EUA.
É a maior volta por cima a que assisti nos últimos tempos. No esporte. Na vida.

Escrito por Fábio Seixas às 19h23
Na balança
Saiu a lista dos pesos em Barcelona.
Lá vai, com os pilotos do Q3 marcados com asterisco:
1°. Fernando Alonso* (ESP/Renault), 645 kg
2°. Jenson Button* (ING/Brawn), 646
3°. Timo Glock* (ALE/Toyota), 646,5
4°. Rubens Barrichello* (BRA/Brawn), 649,5
5°. Sebastian Vettel* (ALE/Red Bull), 651,5
6°. Mark Webber* (AUS/Red Bull), 651,5
7°. Felipe Massa* (BRA/Ferrari), 655
8°. Jarno Trulli* (ITA/Toyota), 655,5
9°. Giancarlo Fisichella (ITA/Force India), 656,0
10°. Heikki Kovalainen (FIN/McLaren), 657
11°. Robert Kubica* (POL/BMW), 660
12°. Nico Rosberg* (ALE/Williams), 668
13°. Sébastien Bourdais (FRA/Toro Rosso), 669
14°. Kimi Raikkonen (FIN/Ferrari), 673
15°. Adrian Sutil (ALE/Force India), 675
16°. Nick Heidfeld (ALE/BMW), 676,3
17°. Kazuki Nakajima (JAP/Williams), 676,6
18°. Nelsinho Piquet (BRA/Renault), 677,4
19°. Sébastien Buemi (SUI/Toro Rosso), 678
20°. Lewis Hamilton (ING/McLaren), 683
Em média, cada 2 kg a mais de gasolina no tanque possibilitam uma volta a mais na pista.
Button, portanto, deve parar três voltas antes de Vettel, uma ou duas voltas antes de Barrichello e quatro ou cinco voltas antes de Massa.
A pole é importante, claro, para pegar pista livre na primeira volta e se livrar dos problemas. Mas depois da primeira curva, Button terá outra lição de casa para fazer: abrir boa vantagem na pista para poder fazer o primeiro pit e seguir sua estratégia até a segunda e decisiva parada.
Alonso claramente jogou para a torcida. E mesmo sendo o mais leve, só conseguiu o oitavo tempo. Vai parar cedo, não deve ter muitas chances na corrida.
Já Hamilton, apenas o 14º no grid, vai pesadão para a corrida. Nelsinho optou por caminho parecido. Se os pneus agüentarem e se eles se livrarem das confusões, podem fazer boas provas.
E você? Quais são suas conclusões?
Escrito por Fábio Seixas às 18h43
Youtube (malcriado) do dia
“Kimi. Você ainda está sem o Kers. Ainda sem o Kers”, diz o engenheiro.
“Eu sei. Você não precisa me falar isso a cada volta, a cada curva. Eu posso ver as luzes”, responde o finlandês.
Aconteceu ontem, no segundo treino livre. E, claro, foi parar no Youtube...
Escrito por Fábio Seixas às 11h39
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Sábado, barulho, café, compras, coluna
Um trecho da coluna deste sábado na Folha:
Será no treino oficial de hoje, sem truques ou cartas na manga, que a categoria conhecerá sua face para o segundo estágio do campeonato, que irá da Espanha até a Hungria, quando então haverá um intervalo de um mês até Valência. Até lá, com apenas duas semanas entre um GP e outro e com a proibição de testes, a relação de forças entre as equipes não deve ser (muito) alterada.
A Ferrari, portanto, recebeu uma boa notícia _mas seria ótima ideia parar de perder para si mesma. A Brawn, mais ainda _a ameaça rival, por ora, não se concretizou.
A íntegra está aqui, para assinantes da Folha e do UOL.
Escrito por Fábio Seixas às 11h32
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Button, 3ª pole no ano
Button. De novo. Pela terceira vez em cinco provas no ano, a pole position é do piloto inglês.
Sabe quando alguém entra numa boa fase, quase mágica, em que tudo dá certo e nada é capaz de ficar pelo caminho? Pois é, este parece ser o caso do inglês da Brawn.
Após anos sendo tratado como uma vira-latas da categoria, esquecido num canto, ele ganhou novo brilho com este carro sensacional da Brawn, colocou as mangas de fora e entrou numa onda vitoriosa. Que se repetiu neste sábado, em Barcelona, pista em que ele parecia apagado até então. Só parecia _é, a Brawn já se dá o direito de esconder o jogo.
A pole é de Button, seguido por Vettel, o segundo grande nome da temporada. A segunda fila é brasileira, com Barrichello e Massa.
A sessão começou com 29ºC no ar, 33ºC no asfalto e uma enorme expectativa sobre a Ferrari após a dobradinha Massa-Raikkonen no último treino livre.
Expectativa que só foi cumprida pela metade, pelo brasileiro. Porque o finlandês não conseguiu passar do Q1, aparentemente por um erro de estratégia da Ferrari, semelhante àquele que cometeram com seu companheiro na Malásia.
Além de Raikkonen, ficaram no primeiro corte Bourdais, Kovalainen, Sutil e Fisichella.
Justo. Bourdais e Kovalainen cada vez mais parecem pilotos da mesma estirpe de Fisichella. E eram dois pilotos em que cheguei a acreditar tempos atrás...
O mais veloz no Q1 foi Massa, com 1min20s484, seguido por Webber, Button, Vettel, Rosberg e Barrichello. Nelsinho encaixou uma boa volta, ficou em 13º, bem à frente de Alonso, e pela segunda vez na temporada avançou para o Q2.
No segundo bloco, Barrichello voou. Foi o mais veloz, com 1min19s954, melhor tempo do fim de semana. Webber ficou em segundo, a 0s063, seguido por Glock e Massa. Button, Vettel, Rosberg, Kubica, Trulli e Alonso completaram a turma da luta pela pole.
Na degola, ficaram Nakajima, Piquet, Heidfeld, Hamilton e Buemi.
Para o brasileiro da Renault, o 12º lugar será a melhor posição de largada no ano. No Bahrein, ele fez uma boa prova. Se repetir o desempenho, pode chegar aos pontos, o que seria um enorme alívio para ele.
Mas o grande momento de Nelsinho foi a entrevista à repórter Mariana Becker, ao vivo, na Globo, sobre a diferença de 0s095 que o privou de avançar ainda mais. “É um pentelho de nada, eu poderia estar entre os dez primeiros. Começar em 12º não vai ser ruim, mas é um pouco frustrante”, disse, constrangendo Galvão e cia.
E chegou a hora da decisão. Na primeira rodada de voltas, a ordem lá na ponta foi Vettel, Barrichello, Button, Webber e Massa. Então, a turma entrou para colocar pneus novos.
Com 1 minuto para o fim, Barrichello fez 1min20s762, o primeiro tempo. Mas Vettel estava na pista. E Button também. E ambos superaram o brasileiro.
Com 1min20s527, Button conquistou a sexta pole da carreira. Ou seja, metade de suas poles veio neste mágico ano de 2009. Pela fase que vivem e pelos carros que têm, ele e Vettel serão mesmo os grandes duelistas pela vitória. Não acredito em surpresas vindo de trás.
Para Barrichello, a grande chance estará na largada. Do contrário, pode ver escapar a vice-liderança do Mundial. Massa lutará por pódio, o que já será um enorme passo da Ferrari.
Escrito por Fábio Seixas às 10h10
Pole à vista?
Foram dois treinos livres em Indianápolis antes do Pole Day, amanhã, que definirá os 11 primeiros do grid.
Ontem, o mais veloz foi Andretti, com Castro Neves em segundo.
Hoje, o melhor foi Briscoe, seguido por Castro Neves.
Notaram algo em comum? É...
O brasileiro, bicampeão, tem mesmo uma relação especial com o Speedway. Acho que vem pole por aí.
Escrito por Fábio Seixas às 20h10
Vozes de Barcelona
Barrichello: "Não deu para saber de Ferrari e McLaren, a não ser que eles estejam guardando cartas na manga. Talvez eles estejam andando com muita gasolina, para amanhã surgirem como arquirrivais."
Massa: "A gente sabia que não ficaria na frente, em função da gasolina com que estávamos andando. Na última corrida, fechamos a sexta em último e penúltimo. Temos muito o que mudar, mas brigar pelas primeiras filas será difícil".
Nelsinho: "Foi melhor do que eu esperava. Acho que nas outras pistas, andando mais leve, não era fácil ficar no top 10. Aqui, me pareceu mais fácil".
Para ouvir as entrevistas dos três pilotos aos repórteres brasileiros em Barcelona, dê um pulinho no Tazio.
Escrito por Fábio Seixas às 14h48
Pela taça e pela vaga
Na GP2, a pole é de Grosjean, 1min27s510, apenas 0s021 melhor que Di Grassi, que sai em segundo.
Sintomático. Caso não pinte alguma enorme zebra nesta temporada, os dois serão os rivais pela taça _e por uma vaga na Renault.
Nunes sai em sétimo. Valério, em 16º. Razia, em 21º. O grid está aqui.
A largada, no sábado, será às 11h. No domingo, às 5h30. O Sportv transmitirá as duas provas ao vivo.
Escrito por Fábio Seixas às 14h31
Passo a passo


Escrito por Fábio Seixas às 14h10
O piloto que dura, dura, dura...

Escrito por Fábio Seixas às 13h46
Barcelona, 1º e 2º treinos livres
Revolução? Reviravolta? Mudança na relação de forças?
Se há algo assim em curso, guardaram para amanhã. Porque, no primeiro dia de treinos na Europa, o cenário foi parecido/idêntico ao dos quatro GPs além-mar.
Na primeira sessão em Barcelona, deu Button, que colocou pneus macios no finalzinho para buscar tempo. Sua marca, 1min21s799, 0s355 melhor que Trulli, o segundo colocado.
Fechando o top 10, Kubica, Heidfeld, Nakajima, Rosberg, Nelsinho, Glock, Massa e Barrichello.
Uma sessão de poucos incidentes _o maior foi um passeio de Vettel pela brita.
No segundo treino, a mesma brita foi habitat de Nelsinho, que novamente abusou do direito de rodar, outra vez sob os olhares de Nelsão.
Lá na frente, o melhor tempo foi de Rosberg, 1min21s588, a 0s152 do companheiro, Nakajima. Na sequência, Alonso, Barrichello, Webber, Button, Vettel, Nelsinho, Buemi e Raikkonen. Massa foi apenas o 15º.
A Ferrari melhorou? Sim, mas muito pouco, milésimos. É chegada a hora de pensar em 2010.
A McLaren, que ensaiou uma pequena reação no Bahrein, hoje foi apagadíssima.
Brawn e Red Bull continuam bem, as melhores. A Toyota foi mal hoje _ Glock e Trulli ficaram em 18º e 19º_, mas pode ter sido circunstancial, é melhor dar algum crédito até amanhã, a equipe merece.
Agora, é esperar para ouvir o que a turma fala. Até já.
Escrito por Fábio Seixas às 10h38
Programe-se
5h-6h30: 1° Treino Livre
9h-10h30: 2° Treino Livre
Sábado
6h-7h: 3° Treino Livre
9h-10h: Classificação
Domingo
9h: Largada, 66 voltas
Escrito por Fábio Seixas às 19h07
Na escola

Escrito por Fábio Seixas às 17h05
