Fábio Seixas

Automobilismo e pitacos sobre tudo o mais

 

Sábado, café, sofá, DVD, coluna

Mágica não existe, dirão os céticos. O que há é a combinação do acaso com talento e com competência. Ok. Mas a mágica aqui não é aquela do coelho na cartola. É a mágica que tantas vezes torna azarões em heróis, que emociona. Que nos faz fãs dessa coisa chamada esporte. A mágica recriada do sonho como escreveu Vinícius no seu "Cântico".

Mágica?

Sim. É indescritível e talvez inexplicável. Mas é delicioso ter a certeza, como quando éramos crianças, de que algumas vezes ela se faz.

A coluna desta semana fala sobre a mágica citada por Castro Neves assim que desceu do carro e do alambrado de Indianápolis.
 
O texto está aqui, para assinantes do UOL e da Folha.

Escrito por Fábio Seixas às 11h16

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Recorde. Ou não

No primeiro treino livre para o GP da Itália, hoje, os sensores da reta de Mugello acusaram 349,3 km/h na Honda de Pedrosa.
 
Seria o novo recorde de velocidade da MotoGP, batendo os 347,4 km/h obtidos por Capirossi em Barcelona, em 2004, com uma Ducati de 990 cc.
 
A Dorna, no entanto, ainda não confirma a marca. A suspeita de um erro nos sensores foi levantada por Rossi, assim que o treino acabou. "No ano passado, a máxima na reta era 329 km/h. Não é possível uma melhora de 15 km/h [na verdade, seriam 20,3 km/h] em 12 meses", disse.
 
Rossi e Pedrosa, nesta sexta, em Mugello (Gregorio Borgia/Associated Press)
 
Aguardemos.

Escrito por Fábio Seixas às 16h39

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Apenas mais uma

Sem todo o alarde prometido no ano passado, a F-2 começa sua temporada neste fim de semana, em Valência.
 
O canadense Robert Wickens fez a pole para a primeira etapa, amanhã. Carlos Iaconelli, único brasileiro da categoria, sai em quarto.
 
Para quê serve esta F-2, num mundo em crise e num cenário que já conta com GP2, F-3000 europeia, A1GP e F-Superliga?
 
Para Mosley pressionar a GP2, de Ecclestone. Não vejo outra explicação.

Escrito por Fábio Seixas às 13h42

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Como previsto...

As nove equipes da F-1 que ainda não haviam se inscrito no Mundial do ano que vem mandaram hoje suas inscrições.
 
A balela agora é outra: dizem que tudo depende da assinatura do novo Pacto de Concórdia, até 12 de junho, nos termos propostos ontem.
 
Pacto que será assinado, claro.
 
E todas estarão no grid de Melbourne em 2010, como venho dizendo aqui desde o começo da novela. Ferrari fora da F-1? Contem outra.
 
Além das dez, Campos, Litespeed, Lola, Prodrive e USGPE mandaram formulários à FIA. Destas cinco, só três poderão correr em 2010, segundo o regulamento, que prevê limite de 13.
 
Mas acho que, no máximo, haverá duas estreantes. As outras ficarão pelo caminho.
 
A ver. E acho que há boas chances de acertar de novo. 
 
Esta F-1 anda muito previsível. 

Escrito por Fábio Seixas às 11h14

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Bandeira branca

A Fota colocou sua contraproposta na mesa, diz o site da "Autosport".
 
O teto de custos seria adotado, mas de forma gradual. Seria de € 100 milhões em 2010, caindo para € 45 milhões em 2011.
 
As equipes ainda se dispõem a colaborar tecnicamente com eventuais novatas.
 
O prazo para inscrições vence amanhã. Só falta a FIA dar seu aval.
 
E assim, todos estarão felizes e contentes no grid de Melbourne, em março do ano que vem, como se nada tivesse acontecido, como já era claro desde o começo da queda-de-braço.

Escrito por Fábio Seixas às 14h21

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O som de Luizinho

Não é o ingresso, mas é de 1972 e é sensacional.
 
É o March de Luiz Pereira Bueno acelerando em Interlagos há 37 anos, com direito a trechos de narração do Barão Wilson Fittipaldi.
 
O link é este.
 
Mais uma bela obra do blog dos amigos do Luizinho. Obrigado à dupla Dú e Ronaldo Nazar.

Escrito por Fábio Seixas às 22h20

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A saga continua

Vira-e-mexe, alguém escreve e-mail ou manda um comentário perguntando sobre a saga dos ingressos.
 
Pois é...
 
De 9 de fevereiro a 25 de março, conseguimos, vocês e eu, juntar aqui no blog imagens de ingressos de 37 das 38 edições do GP Brasil.
 
A brincadeira foi das mais bacanas destes quase três anos de blog. Mas empacou justamente na última figurinha do álbum.
 
Não consigo achar em lugar nenhum o ingresso do primeiro GP Brasil, de 1972.
 
Tentei com gente que atuou na organização da corrida. Nada.
 
Tentei com o Automóvel Clube Paulista, uma das minhas maiores esperanças. Acabei de receber a resposta do presidente, Emilio Zambello, que foi super simpático e empreendeu uma busca nos arquivos da entidade. Nada.
 
Será que ficaremos sem este ingresso? Será que ninguém tem uma ideia brilhante? Será que não há nenhum arqueólogo do automobilismo por essas plagas? Será que morreremos na praia?
 
Para quem quer matar a saudade do nosso álbum ou para aqueles que querem saciar a curiosidade, o fio da meada está neste post.

Escrito por Fábio Seixas às 19h16

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O país da F-1

O Marcelo Bernal Antonio mandou esta logo depois do Dia das Mães...
 
"Fui ao almoço do Dia das Mães na casa dos meus avós, na rua Wandenkolk, centro de São Paulo. Como minha família é cheia de amantes de F-1, é claro que um dos assuntos do nosso almoço foi a polêmica 'estratégia' da Brawn GP em Barcelona, que de uma forma ou de outra tirou a vitória do Rubinho. Ao sair do prédio, qual não foi a minha surpresa ao ver o nome desta oficina. Não tive dúvidas: lembrei da sua coluna e saquei o celular para tirar a foto. Espero encontrar um dia a oficina aberta para poder entrevistar o proprietário".
 

Escrito por Fábio Seixas às 18h50

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Sob observação

"Esperamos a Red Bull muito forte em Istambul", disse Brawn, após Mônaco.
 
"Sempre soubemos que Mônaco não seria nossa pista. Mas será interessante quando formos para Istambul e Silverstone", afirmou Horner.
 
De duas, uma.
 
Se a Red Bull realmente andar bem nos próximos GPs, a temporada pode ganhar uma bela graça.

Se fracassar, e a Ferrari também, a Brawn poderá começar a pensar em 2010. Porque só terá de administrar 2009.

Escrito por Fábio Seixas às 15h40

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Importância zero

A Williams foi suspensa pela Fota, clama a internet hoje.
 
E daí?
 
Vai acabar tudo em pizza mesmo.

Escrito por Fábio Seixas às 15h22

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Pit Stop #100

E chegamos ao centésimo Pit Stop. Com novas seções, com bate-papo com os internautas, com uma entrevista com Luiz Razia, da GP2.

Sem mais delongas, lá vai...

 
Aqui, o programa dividido em capítulos.

Escrito por Fábio Seixas às 21h02

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Pit Stop festivo

Em 13 de março de 2007 foi ao ar o primeiro Pit Stop.
 
Ao meu lado, na bancada, Rodrigo Flores. Na edição seguinte, Vicente Toledo Jr. assumiu o posto do navegador do programa, passando a planilha para Diogo Pinheiro, que emendou para Evandro Lopes.
 
Todos, grandes companheiros.
 
Assim como o Irineu, a Bianca, a Grace, a Pati, o Bozzi, o Dum e o Derek, turma que sempre deu uma enorme força na viabilização do programa. Não é exagero, mesmo, dizer que o Pit Stop não existiria sem essa gente boa.
 
O Pit Stop viajou a Jacarepaguá, foi a Interlagos, falou direto de Pequim. Entrevistou Castro Neves, Kanaan, Massa, Brunos Senna e Junqueira, Farfus, Maurício, Di Grassi, Gomes, Gil, Nelsinho, Klever, Zonta, Geronimi, Serrinha, Da Matta...
 
Cometemos gafes, fizemos a dança do siri, erramos e acertamos apostas, compramos brigas, demos boas risadas. Mas, principalmente, acho que atingimos o objetivo: o de criar uma rotina de informação para quem gosta do assunto.
 
Hoje, quem acompanha esporte a motor sabe que, toda terça-feira, tem Pit Stop no UOL. E é um prazer imenso encontrar gente por aí, na rua ou em autódromos, comentando sobre este nosso espaço.
 
Neste 26 de maio de 2009 vai ao ar a edição número 100 do Pit Stop. Com novas seções, com novo formato, com piloto falando, com o mesmo narigudo de sempre na bancada.

E como é um programa que acontece dois dias após um GP, com bate-papo.
 
Para participar do bate-papo, este é o link. O programa vai ao ar às 14h30, ao vivo, aqui.
 
Até lá.

Escrito por Fábio Seixas às 09h55

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Olho em 2010

O atual campeão, Hamilton: "Eu apostaria todo meu dinheiro nele".
 
O aposentado Coulthard: "É dele, os outros estão fora".
 
Diante das cinco vitórias de Button em seis GPs realizados, a F-1 já joga a toalha. E começa a pensar em 2010. Se a Brawn ganhou terreno por ter iniciado antes o projeto do carro deste ano, muita gente certamente tentará o mesmo para a próxima temporada.

Escrito por Fábio Seixas às 09h17

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A foto

Não foi difícil escolher o personagem da foto do fim de semana.

Duro foi definir qual seria a imagem. Homem-aranha no alambrado, beijos nos tijolinhos, passeio com a família em conversível pelo oval...
 
Mas fiquei com esta. O vencedor no seu habitat, o cockpit. Mão sobre mão. O leite. O choro. A busca por alguns segundos consigo mesmo.

Castro Neves, após a terceira vitória nas 500 Milhas (Michael Conroy/AP)
 
O clique é de Michael Conroy, da Associated Press.

Escrito por Fábio Seixas às 12h12

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Pílulas do dia seguinte

A Williams “furou a greve” e se inscreveu no próximo Mundial. Alegou que continua do lado da Fota, mas que se sentia obrigada “moralmente” a mandar a inscrição. A postura deve ter valido um afago de Mosley e Ecclestone, se é que vocês me entendem...

Barrichello e Brawn derramaram elogios a Button, ontem. “Michael cometia erros. Jenson, nem isso”, disse o brasileiro. “Trabalhei com Michael há 15 anos. São pilotos bem semelhantes”, afirmou o dirigente. Não sei se é para tudo isso. Meu conceito sobre Button está mudando, mas até agora não o vi fazer nada sensacional além de cumprir à risca as estratégias da equipe. Larga na frente, termina na frente, ponto final. Schumacher fazia isso à perfeição? Sim. Mas também tinha outras ferramentas. Se Button as tem, ainda não precisou usar neste ano;

A Ferrari parece ter melhorado. Parece, porque Mônaco não é parâmetro para nada. Prefiro esperar Istambul. A McLaren havia ensaiado uma evolução no Bahrein e deu no que deu;

Mas mais importante do que tudo isso é o feito de Helinho. Nunca um piloto de fora dos EUA havia vencido três vezes em Indianápolis. Detalhe: o brasileiro tem apenas 34 anos. Pode correr mais quatro, cinco, seis vezes por lá. Ou mais ainda, se participar apenas da prova, e não do campeonato. Não sei se ele conhece algum atalho em termos de acerto para a pista ou se é simplesmente instinto. Sei, como venho escrevendo desde a pole, que ele tem uma relação especial com o superspeedway. Tem tudo para conquistar outras vitórias por lá;

Ainda Helinho: mais do que a corrida ou do que o domínio nos treinos, o que torna a vitória especial foi o drama dos últimos meses. Se tivesse apenas se safado da prisão, já estaria de bom tamanho. Mas não. Ele fez questão de se safar com classe, fazendo duas boas provas depois disso e vencendo a corrida mais importante do campeonato. Já li em alguns lugares o chavão de que “daria roteiro de filme”. Chavão mais do que apropriado, hoje.

Escrito por Fábio Seixas às 10h25

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Castro Neves, que volta por cima!

Trinta e sete dias após ser inocentado das acusações de fraude fiscal nos EUA, Castro Neves consagrou a volta por cima na sua vida, na sua carreira, na sua história: venceu as 500 Milhas de Indianápolis pela terceira vez.
 
Uma vitória absoluta, justa.
 
O brasileiro da Penske foi o melhor piloto durante todo o mês em Indianápolis. Sobrou nos treinos, foi o mais veloz no Carburation Day, na sexta, e hoje fez uma corrida sólida, dando a impressão de que tinha tudo sob o controle o tempo todo, uma façanha.
 
Uma virada emocionante, emblemática, estelar.
 
Katiucia e Helio Castro Neves: 37 dias depois, nova vibração (Michael Conroy/AP)
 
É um baita piloto. Que, em Indianápolis, cresce, torna-se gigante. Parabéns.

Escrito por Fábio Seixas às 17h36

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O macarrãozinho

Barrichello tem duas explicações para o resultado. O grid, definido ontem. E um problema nos pneus traseiros, no início da prova, causado, segundo ele, por ter andado tão perto de Button nas primeiras voltas.
 
"Como em Barcelona, fiz uma largada boa. Passei o Kimi e imprimi um ritmo forte no começo. Como andei muito perto de Jenson, perdi um pouco de aerodinâmica e meus pneus traseiros pegaram sujeira, o que me fez andar muito mal. Isso definiu a corrida. Mas, se você pensar bem, ela foi definida ontem. É bom largar na frente aqui, mas foi uma pena ter pegado o 'macarrãozinho' no início. Depois, andei em um ritmo parecido ou até melhor que o Jenson, mas não dava para fazer mais nada."
 
O áudio da participação do brasileiro na entrevista coletiva pós-GP está no Tazio.

Escrito por Fábio Seixas às 13h06

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Button, de novo, numa corrida chata

Corrida em Mônaco é sempre emocionante? A de hoje foi uma prova que não.

 

A sexta etapa do Mundial foi chata, uma sucessão de trenzinhos, poucas ultrapassagens. E, lá na frente, o resultado que já virou rotina: dobradinha da Brawn, com vitória de Button.

 

Foi a quinta vitória do inglês na temporada. Um início arrasador, histórico, um domínio que só  Schumacher, Mansell, Stewart, Clark e Fangio haviam conseguido até hoje. Todos foram campeões nos anos em que emplacaram essa sequência. Com Button não será diferente...

 

Raikkonen completou o pódio, o primeiro da Ferrari nesta temporada.

 

Na largada, Button saiu sem problemas. E Barrichello ganhou a posição de Raikkonen, que, com os pneus mais duros, largou mal.

 

Pronto, ficou assim até a bandeirada.

 

Button, Barrichello e Raikkonen no início da prova: ficou assim até o final (Sebastien Nogier/Reuters)

 

O top 10 na primeira volta, Button, Barrichello, Raikkonen, Vettel, Massa, Rosberg, Kovalainen, Webber, Alonso e Nakajima.

 

Atrás de Vettel, uma procissão. E, lá na frente, o inglês fez questão de abrir vantagem logo de cara. Com 15 voltas, tinha 12s5 sobre Barrichello, que enfrentava problemas com pneus.

 

E foi aí que o inglês garantiu a vitória. Porque, do primeiro pit em diante, ele só fez administrar a vantagem.

 

Raikkonen parou na 15ª volta, abrindo os pits no primeiro pelotão. Na 16ª, foi a vez de Barrichello. Na seguinte, Button entrou.

 

Na 22ª volta, Webber, que vinha em segundo, parou, reestabelecendo a ordem na ponta. Button tinha então 16s6 sobre Barrichello, que colocava 2s3 sobre Raikkonen.

 

Pouco depois, Button começou a perder terreno para o brasileiro.

 

Erros de pilotagem, jogo ruim de pneus ou despreocupação com o companheiro? Esperemos as palavras dos pilotos. Fato é que na 31ª volta, a folga havia caído para 15s. Na 33ª, para 14s7. Mas ficou por aí, Barrichello não tirou mais.

 

Na 37ª, uma cena emblemática: Button deu uma volta em Hamilton, atual campeão mundial e vencedor em 2008 no principado. Quem diria...

 

A corrida continuou chata, chata, até que, na 50ª volta, Barrichello abriu a segunda bateria de pits. Na 51ª, Button entrou. Raikkonen parou duas voltas depois.

 

Na 56ª, Massa e Webber pararam, tudo normalizado: Button com 13s4 sobre Barrichello, que tinha 2s8 sobre Raikkonen.

 

E assim foi até a linha de chegada. Corrida chata...

 

Atrás do companheiro no grid, Barrichello fez o que podia. Hoje não tem muita discussão.

 

Massa? No começo, foi superado por Rosberg quando teve de devolver a quarta posição para Vettel _havia cortado a chicane na saída do túnel_, mas depois disso fez uma prova em ritmo alucinante. Não dava para chegar em Raikkonen, ficou de bom tamanho.

 

Nelsinho foi abalroado por Buemi na décima volta e abandonou.

 

No Mundial, Button tem agora 51 pontos, contra 35 de Barrichello. Vettel é o terceiro, com 23. Nos Construtores, 86 para a Brawn contra 41 da Red Bull.

 

Acho que corremos o risco de assistir, neste ano, a outras corridas tão chatas como esta...

Escrito por Fábio Seixas às 10h43

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O último palpite

Em Mônaco, onde os pilotos passam a milímetros do guard rail e sempre acontecem surpresas, eu deveria esquecer deste post. Mas como tem gente que gosta, lá vai...

Dá Button, seguido por Barrichello e Massa.

E você? O que acha?

Escrito por Fábio Seixas às 08h29

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PERFIL

Nina Horta Fábio Seixas, 37, é jornalista com mestrado em Administração Esportiva pela London Metropolitan University, da Inglaterra, e Coordenador de Produção da Sucursal da Folha no Rio. É colunista de automobilismo da Folha e do UOL.


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