Fábio Seixas

Automobilismo e pitacos sobre tudo o mais

 

Sábado, folga, estrada, festa, coluna

A surra em Silverstone foi circunstancial, como disseram vítima, Brawn, e algoz, Red Bull. Foi resultado do tempo frio, do novo pacote aerodinâmico de Newey, de um certo nervosismo de Button, do brilhantismo de Vettel.


A distância entre as duas equipes diminuiu, é fato. Como vem diminuindo GP a GP, desde a China. Mas o BGP 001 ainda é o melhor carro da F-1, o mais equilibrado, o mais "no chão".

 

Mais: a Brawn tem "muita gordurinha para queimar", diria o treineiro, principalmente num sistema de pontos que tanto privilegia a regularidade, que concede ao vencedor só dois pontos de vantagem em relação ao segundo colocado.

 

A coluna de hoje fala sobre o campeonato e as incertezas sobre o 2010 da Brawn.

 

A íntegra está aqui, para assinantes da Folha e do UOL.

 

(Raro fim de semana de folga, vou sumir. Volto na segunda. Aproveitem.)

Escrito por Fábio Seixas às 09h27

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Mosley fala

"É uma pena que Montezemolo não tenha cumprido sua parte no acordo de quarta-feira", teria escrito Mosley aos integrantes do Conselho Mundial.
 
O motivo da bronca, o discurso vitorioso da Fota, na linha "derrubamos o ditador".
 
"Quando a Fota falsamente alega que me tirou do cargo ou que impôs suas condições, cria uma situação intolerável", teria afirmado, ainda, na carta divulgada pela "Autosport".
 
A novela será reiniciada? Não acredito por ora. Acho que ainda é apenas chororô.

Escrito por Fábio Seixas às 14h22

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Mosley, a lista e a estaca

Todt foi o primeiro a surgir como possível sucessor de Mosley.
 
A Fota, no entanto, já disse hoje que quer um presidente da FIA "independente", sem ligações históricas com qualquer equipe.
 
Assim, alguns dos nomes que já foram ventilados no ano passado, no auge do escândalo sexual, devem voltar aos holofotes.
 
Relendo a lista de "GP Week" de abril de 2004, mexendo daqui, mexendo dali, cheguei a apenas quatro:
 
Michel Boeri, monegasco, presidente do Automóvel Clube de Mônaco, presidente do Senado da FIA e vice-presidente do Conselho Mundial (já me contaram que ele não tem perfil para comandar a FIA, que não quer descascar esse abacaxi);
 
Marco Piccinini, italiano, vice-presidente da FIA, ex-diretor esportivo da Ferrari (teoricamente inviável, portanto, mas um homem politicamente forte);
 
Nick Craw, americano, presidente do ACCUS, Comitê de Competição Automobilística dos EUA, a confederação de lá (foi ele que comandou a reunião de ontem...);
 
Charlie Whiting, inglês, homem forte da FIA nos GPs (seria um testa-de-ferro de Ecclestone e, por isso, acho que tem boas chances)
 
Mas meu favorito, por enquanto, é um certo Mosley. Até porque a Fota não vota _até rimou. O presidente da FIA é escolhido pelos 122 clubes membros do Senado, não pelas equipes.
 
E não estou sozinho nesta.
 
O "Times" de hoje trouxe uma frase emblemática de um chefe de equipe que não quis se identificar. Indagado se acredita na saída de Mosley, o tal dirigente respondeu: "Só quando vir a estaca no coração dele".

Escrito por Fábio Seixas às 13h06

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Menos um

Há uma semana, escrevi aqui sobre as incertezas que cercam o futuro da Brawn.
 
Pois bem... Ontem, na lista da equipes inscritas para 2010, a Brawn aparece sem uma fornecedora de motor. E hoje, chega a notícia de que Jorg Zander, chefe dos projetistas, está deixando Brackley.
 
Fiquemos de olho. 

Escrito por Fábio Seixas às 10h17

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Sobre o reabastecimento

"As regras para 2010 serão as mesmas de 2009 acrescidas das decisões tomadas antes de 29 de abril", diz o comunicado de hoje do Conselho Mundial.
 
Foi na reunião de 29 de abril que o teto de custos passou a fazer parte, oficialmente, da F-1. O fim do reabastecimento e a proibição das mantas térmicas já estavam na ata da reunião de 12 de dezembro de 2008.
 
Por aí, entendo que reabastecimento e as mantas serão proibidos em 2010.
 
Mas não é simples assim.
 
Na versão do regulamento publicada em 18 de março, esses dois pontos não existem. Mas aparecem nas regras divulgadas em 30 de abril.
 
Por aí, entendo que haverá reabastecimento e mantas térmicas. Continua tudo como está, enfim. E é com esta segunda conclusão que vou ficar até que o assunto seja esclarecido pela FIA.

Escrito por Fábio Seixas às 16h37

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Bastidores da decisão

Na outra ponta do telefonema, aquele mesmo alguém que conhece os meandros da FIA e da FOM. Tanto que esteve hoje na reunião do Conselho Mundial.
 
Conta que o acordão só foi alcançado hoje pela manhã. Que a reunião do Conselho começou pontualmente às 9h30 de Paris, com três ausências: Mosley, Ecclestone e Montezemolo estavam trancados numa salinha enquanto o órgão discutia assuntos menos importantes.

O trio só se juntou aos demais às 12h15, já com tudo resolvido. O discurso de Mosley foi descrito como "elegante". O de Montezemolo, como "legalista". O regulamento de 2009 será mantido para 2010. E a Fota se comprometeu a ajudar as três estreantes com motores e outros componentes.
 
Às 13h, todos estavam almoçando. 

Escrito por Fábio Seixas às 14h46

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O papel de Bernie

Acostumado ao papel de protagonista, Ecclestone foi quase um figurante na novela encerrada hoje.
 
Mas, quando apareceu, foi para resolver. "Não deixarei que a F-1 se desintegre", disse, na segunda-feira.
 
E não deixou, taí a foto no post abaixo para ilustrar.

Qual teria sido o papel do presidente da FOM no acordão?
 
A ameaça da Fota era inviável, como eu vinha alertando aqui, mas obviamente já começava a perturbar os negócios de Ecclestone. E a gota d'água devem ter sido as "notícias" vazadas pela Fota em Silverstone, de conversas com promotores e emissoras de TV para 2010. De uma hora pra outra, os telefones no escritório de Knightsbridge devem ter começado a tocar, deixando o inglês de saco cheio. Era hora de agir.
 
Pelo que conheço de Ecclestone, imagino que tenha chamado Mosley e Montezemolo para uma conversa e colocado ordem na casa. "Vamos deixar de palhaçadinha", deve ter dito, evocando Joel Santana, o hit do momento.
 
Fim de papo.
 
Por enquanto. Porque não duvido nada que, em outubro, Mosley lance sua candidatura a mais uma reeleição. Até lá, há tempo para muito conchavo.

Escrito por Fábio Seixas às 14h00

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Trio de ferro

Só faltou o uísque...
 
Ecclestone, Mosley e Montezemolo após a reunião do Conselho Mundial (Gareth Watkins/Efe)

Escrito por Fábio Seixas às 12h36

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Uma só F-1

O fim, enfim.
 
Mosley, Ecclestone e Montezemolo passaram a noite juntinhos, em Paris, discutindo a F-1. Voltaram a se reunir pela manhã, antes da reunião do Conselho Mundial. E chegaram a um acordo, segundo a FIA, que promete publicar ainda hoje a lista final das inscrições para 2010.
 
Mosley afirmou que não disputará as eleições de outubro _reiterou, na verdade, porque já havia dito isso quando recebeu o voto de confiança do Conselho no caso do escândalo sexual. E as oito equipes concordaram em parar com a brincadeirinha de categoria paralela.
 
"Não haverá separação. Concordamos com uma redução de custos. Haverá apenas uma F-1, mas o objetivo é, em dois anos, voltar aos custos do início da década de 90", afirmou Mosley.
 
A Fota ainda não se pronunciou. Mas já dá para imaginar quais serão os termos, quando o fizer: dirá que agiu para o bem do esporte, que alcançou seus objetivos, que permanecerá unida e deixará no ar a possibilidade de voltar a fazer bagunça se a FIA retroceder.
 
Balela, como sempre foi. Organizar um Mundial em oito meses? Conta outra...

Escrito por Fábio Seixas às 09h42

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Pit Stop #104

É sempre bom conversar com quem entende, com quem mete a mão na massa, com quem respira gasolina.

Recém-chegado de Silverstone, conversando com muita gente da F-1 para 2010, Lucas di Grassi foi o entrevistado desta terça no Pit Stop.

Ele discorda de mim: acha que a categoria da Fota tem condições, sim, de sair do papel. E tem bons argumentos. Enfim, é sempre interessante ouvir opiniões divergentes, o Pit Stop é democrático e o programa foi dos mais bacanas.

Lá vai... 

Aqui, a versão em pílulas.

Escrito por Fábio Seixas às 21h44

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Correndo pro Pit Stop

Dia corrido, mas com encontro marcado às 14h30 para mais um Pit Stop, desta vez com Di Grassi na bancada.

 

As instruções para participar estão dois posts abaixo. Para assistir ao vivo, é só clicar aqui.

 

(Em tempo, já recomeçaram os rumores sobre Vettel na vaga de Massa em 2010. Não acredito.)

Escrito por Fábio Seixas às 10h06

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Faça seu pit

Lucas di Grassi será o terceiro elemento do Pit Stop de amanhã, ao vivo, a partir das 14h30.
 
Na bancada, ele falará sobre GP2, F-1 e, claro, responderá as perguntas dos internautas.
 
Para participar, são dois os caminhos. O primeiro, tradicional e-mail uolnewsformula1@uol.com.br
 
Mas bacana mesmo é a novidade das perguntas por vídeo. Para saber como fazer, dê um pulinho aqui.

Escrito por Fábio Seixas às 14h50

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Pílulas do dia seguinte

Para Newey, o domínio da Red Bull em Silverstone foi circunstancial, atípico. "Acredito que nosso carro vestiu o circuito de um forma que não aconteceu com eles [Brawn]. Por isso, não tivemos um final de semana normal", disse o inglês;
 
Barrichello corrobora. Acha que a distância para a Red Bull teve mais a ver com o clima frio, e a maneira como os pneus trabalharam, do que com alguma queda de rendimento da Brawn;
 
Já começam a vazar rumores sobre circuitos que poderão abrigar a "nova F-1" em 2010. É de todo o interesse da Fota que esses vazamentos aconteçam, e a associação tem ao lado uma imprensa inglesa completamente favorável a seus propósitos. Minha dica: desconfie sempre desses boatos, que vão pulular nas próximas semanas;
 
"Dediquei 35 anos da minha vida, e mais algumas coisas, para a F-1. Meu casamento acabou por causa da F-1, então tenha a certeza que não deixarei que ela se desintegre", disse Ecclestone ao "Times". É, acho que o baixinho vai entrar em campo. E resolver;
 
As atenções agora se voltam para Paris, onde na quarta-feira acontece mais uma reunião do Conselho Mundial. Haja paciência;
 
Menções honrosas para as vitórias de Bia Figueiredo na Indy Lights e de Zanardi no WTCC.

Escrito por Fábio Seixas às 12h27

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A foto

De um lado, a equipe vitoriosa celebrando a dobradinha em Silverstone, a sensação do fim de semana, o alvo.

Do outro, cinegrafistas, fotógrafos, jornalistas das mais diversas mídias buscando registrar o momento.
 
A imagem do fim de semana é essa, de Carmen Jaspersen, da agência Efe.

Jornalistas registram a celebração da Red Bull no paddock de Silverstone (Carmen Jaspersen/Efe)

Escrito por Fábio Seixas às 12h16

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Franchitti, no final

Em Iowa, deu Franchitti, que só assumiu a ponta de vez após a última parada nos boxes, quando superou Briscoe.
 
Uma corrida movimentada e acidentada para os brasileiros: teve Kanaan no muro, toque de Castro Neves em Dixon e um choque entre Mattos e Moraes.
 
Domingo que vem tem mais, em Richmond.

Escrito por Fábio Seixas às 16h44

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50.000

Corrida chata com resultado mais do que esperado e fácil de se acertar. Domínio total da RB (cuidado para não achar que a sigla significa outra coisa). Vettel não sofreu em momento nenhum algum tipo de ameaça e Webber foi inteligente, como tem sido, sabia que não podia forçar uma ultrapassagem em Rubens Barrichelo, pois esse circuito mesmo sendo muito veloz é muito difícil se ultrapassar. Fez o certo, na hora do pit, foi lá e deu umas 2 ou 3 voltinhas e ultrapassou nos boxes, com sobra. Red Bull mais pesada e mesmo assim mais veloz. começo a achar que a Brawn pode começar a perder terreno, a RB melhorou e muito, talvez já esteja melhor, mas ainda acho que a Brawn se sobressai. Aguardemos Nurburgring.

 

Coube ao Diogo Pessoa, de São Paulo, com esta opinião tão sensata e bacana, postar o comentário 50.000 da história do blog.

 

O 40.000 foi postado no dia 13 de março. Dez mil comentário em pouco mais de três meses não é nada mal...

 

Desses 50.000, só 149, ou 0,30%, não passaram pelo crivo tão condescendente do blogueiro. Se você teve um comentário barrado, pare um pouquinho para pensar no motivo.

 

Obrigado a todos, mesmo. Já viraram rotinas os posts escritos com colaborações de vocês. Sem exagero, vocês são co-autores deste espaço.


E vamos aos 60.000!

Escrito por Fábio Seixas às 13h10

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Vozes de Silverstone, domingo

Barrichello: "Tomei uma injeção nas costas, então não tive nem como sofrer. Com dor ou sem, não dava para superar a Red Bull (...) Hoje foi apenas seguir o script. Como eles estavam mais pesados, não deu para me defender no pit stop. Se a meta era tirar um ponto do Jenson, tirei logo três. Então, vamos olhar pelo lado positivo".
 
Massa: "O resultado começou na largada. Tive um ótimo início e passei vários carros. Foi lá que começamos a ver que a corrida poderia ter um resultado diferente. "Infelizmente, na segunda volta, saí de frente na curva 5 e perdi a posição para o Button. Mas, em seguida, imprimi um ritmo forte e, mesmo mais pesado, vim acompanhando".
 
Nelsinho: "O resultado geral é decepcionante, mas acho que fiz uma corrida sólida. Está claro que precisamos continuar trabalhando duro, torcendo para que consigamos algumas peças novas para a próxima corrida. Eu sei que posso ser competitivo se o carro for bom, mas também tenho na cabeça que preciso melhorar meu desempenho nos treinos oficiais".
 
Para ouvir as entrevistas dos dois primeiros _Nelsinho aparentemente não falou com os repórteres brasileiros_ após o GP, é só fazer um pit lá no Tazio.

Escrito por Fábio Seixas às 13h03

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Vettel, vitória dominante num GP chato

Em Silverstone, sejamos francos, outra corrida chata.

 

Mas que teve um resultado interessante, que talvez levante algumas lebres nas próximas semanas. Dobradinha incontestável da Red Bull, com Vettel à frente de Webber. Hat trick do piloto alemão, aliás: pole, volta mais rápida, vitória.

 

Barrichello foi terceiro. Button, vencedor de seis GPs, o nome da temporada, ficou apenas em sexto. Um final de semana pra lá de discreto da Brawn

 

Será que a Red Bull, com seu novo pacote aerodinâmico, já tem um carro melhor que o da Brawn? Será que foi circunstancial, resultado de uma conjunção de fatores? Será que isso vai se repetir? Será que não? Será que o dinheiro da Brawn acabou? Será que Vettel pode chegar?

 

(Em tempo, acredito, sim, que foi circunstancial. A Red Bull melhorou, é evidente, mas a Brawn já construiu uma boa vantagem no campeonato para administrar. Acho que ainda é cedo para ligar o sinal de alerta em Brackley. Aguardemos Nurburgring.)

 

É, pelo menos para isso, o GP da Inglaterra serviu. Porque as emoções na pista foram poucas, raras, quase inexistentes.

 

A superioridade de Vettel no fim de semana ficou flagrante logo nos primeiros metros da corrida.

 

O alemão disparou na frente na largada, sem dar chances a Barrichello. Na primeira volta, já tinha 1s5 sobre o brasileiro, que abria 0s7 sobre Webber. Completando o top 10 da primeira volta, Nakajima, Raikkonen, Rosberg, Trulli, Massa, Button e Glock.

 

Assim Vettel continuou, abrindo um segundo por volta. Na quinta, mesmo com 9 kg a mais que Barrichello, já tinha 5s2 de folga. Na sexta, 6s2. Na sétima, 7s2. Na 14ª, a vantagem era de 15s1 para o brasileiro. Estava voando, cravando sucessivas melhores voltas, tranquilo

 

Enquanto isso, Webber não desgrudava de Barrichello, de olho, claro, no primeiro pit.

 

E coube a Nakajima abrir os boxes, na 15ª volta. Raikkonen parou na 16ª. Na 18ª, Rosberg, Trulli, Button e Alonso.

 

Barrichello fez seu pit na 19ª, e então até os vendedores de fish and chips do autódromo sacaram que a segunda posição já era. Porque Webber continuou na pista por mais uma volta e, ao deixar os boxes, saiu exatamente à frente do brasileiro.

 

Vettel? Corrida mais confortável, impossível. Sua vantagem era tamanha que, ao voltar do primeiro pit, na 21ª volta, estava ainda em primeiro.

 

Num bom domingo, Massa foi o que mais subiu no primeiro trecho da corrida. Largou em 11º, saiu do primeiro pit em quinto.

 

Na 30ª volta, metade da corrida, Vettel tinha 19s9 sobre Webber, com 7s8 sobre Barrichello. Completando o top 10, Rosberg, Massa, Trulli, Raikkonen, Button, Nakajima e Fisichella.

 

Sono... Só amainado na 35ª volta, quando Bourdais, numa barbeiragem, tocou Kovalainen, perdeu a asa dianteira, furou o pneu traseiro esquerdo do finlandês. A emoção ficou nisso.

 

Na 45ª volta, Vettel parou de novo. Voltou atrás de Webber, mas recuperou a ponta quando o australiano fez seu pit, na 48ª. Barrichello parou na mesma volta, mantendo seu terceiro posto.

 

E foi isso. No finalzinho, quando eu imaginava uma disputa interessante de posições entre Button e Rosberg, o inglês preferiu recolher e não arriscar. Compreensível, ele tinha muito mais a perder.

 

Massa terminou em quarto, na sua melhor corrida do ano. Parabéns. Nelsinho foi o 12º, duas posições à frente de Alonso. Fez o que dava, portanto.

 

O top 10 na linha de chegada, Vettel, Webber, Barrichello, Massa, Rosberg, Button, Trulli, Raikkonen, Glock e Fisichella.

 

Ops, Vettel, Webber e Barrichello… Eu acertei o palpite. Parabéns pra mim.

A merecida festa da Red Bull no pódio de Silverstone (Lefteris Pitarakis/AP)

No Mundial, Button soma 64 pontos. Barrichello tem 41, com 39 para Vettel.

Escrito por Fábio Seixas às 10h28

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O último palpite

Faltando pouco mais de 40 minuto para a largada, hora do último palpite.

 

Dá Vettel, seguido por Webber e Barrichello. E tenho dito!

 

E você? Diz o quê?

Escrito por Fábio Seixas às 08h19

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Na escolinha...

Na segunda corrida da GP2, deu Maldonado, seguido por Zuber e Chandhok.

 

Valério foi o sétimo. Di Grassi teve problemas na largada, caiu para último, terminou em 19º. Nunes e Razia abandonaram.

 

Após a rodada dupla de Silverstone, Grosjean tem 40 pontos, na liderança do campeonato. Petrov é o vice, com 33. Maldonado e Hulkenberg têm 26. Di Grassi é o quinto, com 24.

Escrito por Fábio Seixas às 08h17

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PERFIL

Nina Horta Fábio Seixas, 37, é jornalista com mestrado em Administração Esportiva pela London Metropolitan University, da Inglaterra, e Coordenador de Produção da Sucursal da Folha no Rio. É colunista de automobilismo da Folha e do UOL.


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