Fala, Villeneuve
Villeneuve concedeu entrevista coletiva em Interlagos, hoje.
"Para mim falta ganhar as 24 Horas de Le Mans e a Nascar."
(É, e para mim falta ganhar na Megasena.)
"Não estou feliz com a forma como as coisas terminaram na F-1. Existem coisas que eu ainda podia fazer lá. Tenho dois filhos, e gostaria que eles me vissem na F-1. Precisaria de mais alguns anos para isso."
(Só terminaram daquele jeito, com o piloto sendo defenestrado da Renault e da BMW, porque ele teimou em voltar.)
"Existe uma chance pequena de voltar. Com tudo o que está acontecendo, sem testes e com as novas regras, a experiência é mais válida. Já conversei com algumas equipes, mas as chances são muito poucas."
(É, ele não aprendeu a lição...)
Para saber mais, e ouvir a entrevista, dê um pulo no Tazio.
Escrito por Fábio Seixas às 16h58
Palavra oficial
"Na próxima semana teremos a visita do presidente da Divisão Comercial da Indy, Terry Angstadt para avaliarmos a possibilidade de realizar uma prova a partir do ano que vem. Caso não sejam reunidas as condições necessárias poderemos até optar por não fazer a prova já em 2010", concluiu.
Ou seja, nada fechado por ora. Mas caminhando, o que é bacana.
Escrito por Fábio Seixas às 15h01
O equilibrista

Aliás, falando em Lorenzo, é ele a peça-chave do mercado de pilotos para 2010. Seu contrato termina no fim do ano, e o espanhol já teria uma proposta da Honda sobre a mesa.
Escrito por Fábio Seixas às 14h41
Sábado, plantão, sol, sono, coluna
Como o inédito caso de uma marca tão alheia ao automobilismo ser dona de uma escuderia de ponta. A pecha de antidesportivo é tudo o que o esportista Mateschitz não quer.
Escrito por Fábio Seixas às 11h57
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Reciprocidade

Escrito por Fábio Seixas às 00h17
Tudo o que sobe...
Como diria Bezerra, "você era orgulhosa, mas a necessidade acabou com a sua prosa"...
Escrito por Fábio Seixas às 13h32
Sobrevida
Nelson Piquet: "Os pontos têm de ser o objetivo na Hungria". A seguir, declarações com as expectativas do brasileiro para Budapeste.
Escrito por Fábio Seixas às 12h33
Só falta um carro
Schumacher, hoje, numa corrida de kart em Lonato, perto de Brescia, na Itália...

Escrito por Fábio Seixas às 16h45
Twittando
Escrito por Fábio Seixas às 15h34
Playground
Aos 18 anos, Jaime Alguersuari, o rapaz da foto abaixo, tornou-se na temporada passada o mais jovem campeão da F-3 inglesa.

Caso seja confirmado pela Toro Rosso para o GP da Hungria, se tornará também o mais jovem piloto a correr na F-1. Terá 19 anos, 4 meses e 3 dias de idade.
O recorde de precocidade pertence ao neozeolandês Mike Thackwell, que tinha 19 anos, 5 meses e 29 dias quando correu o GP do Canadá de 1980, pela finada Tyrrell _largou em 24º e último e abandonou logo na primeira volta, envolvido em um acidente.
Depois, na lista, aparecem Ricardo Rodriguez (19a 6m 27d), Alonso (19a 7m 3d) e Esteban Tuero (19a 10m 14d).
E uma curiosidade: na relação dos 20 mais jovens, há 4 brasileiros.
Tarso Marques é o nono mais jovem da história. Tinha 20 anos, 2 meses e 12 dias quando estreou, no GP Brasil de 96.
Barrichello é o 15º (20a 9m 19d). Massa, o 17º (20a 10m 6d). Christian, o 20º (21a 1m 12d).
Escrito por Fábio Seixas às 14h03
Discurso de campanha
"É minha intenção continuar e expandir o trabalho fabuloso do presidente Mosley, que, por 16 anos, trabalhou incansavelmente para a força da FIA no esporte e a posição da entidade como a voz do público, promovendo segurança, clareza e mobilidade a todos." Este, Todt, lançando oficialmente sua candidatura. Nada como um dia após o outro...
Escrito por Fábio Seixas às 13h03
De saída
Escrito por Fábio Seixas às 11h58
Vinte anos atrás...
Mas lembrei de outra...
Faltando seis dias para o fim da prova (sim, seis dias, ainda tinha muito chão pela frente, principalmente num rali tão cheio de imprevistos), Todt decidiu que seus competidores deveriam parar de duelar e que era hora de eleger um primeiro piloto (qualquer semelhança não é coincidência).
Escrito por Fábio Seixas às 18h35
O país da F-1

Escrito por Fábio Seixas às 17h00
Peças no tabuleiro
McLaren e a Ferrari podem até ser parceiras na Fota, mas daí à equipe inglesa apoiar alguém tão próximo a Maranello para a presidência da FIA vai uma gigantesca distância.
Escrito por Fábio Seixas às 13h55
Bye, Max
Escrito por Fábio Seixas às 08h56
Pit Stop #107
Escrito por Fábio Seixas às 21h13
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Boxes abertos
Já no UOL, onde às 14h30 começa o Pit Stop.
Nelsinho sai? Nelsinho fica? É, este será um dos assuntos do programa.
Para assistir, é só clicar aqui.
Para participar, é só ler o post abaixo.
Até.
Escrito por Fábio Seixas às 13h56
Pit Stop flamenguista
Escrito por Fábio Seixas às 19h07
A(s) foto(s)


Escrito por Fábio Seixas às 12h47
Pílulas do dia seguinte
Após os primeiros GPs de Barrichello na Ferrari, a escuderia tomou uma atitude. Passou a proibir o brasileiro de dar entrevistas assim que saísse do carro, de cabeça quente. A decisão veio logo após Imola _era apenas sua terceira corrida de vermelho_, quando ele disse que até a avó dele seria quarta colocada com aquele carro. “Anche mia nonna!”, vibravam os jornalistas italianos, ao receberem dos colegas brasileiros as notícias vindas do paddock. Uma das raras vezes em que conseguimos romper essa blindagem foi em Mônaco-2005, aquela prova em Schumacher passou Barrichello na última volta para assumir um sétimo lugar. “Fui falar pra ele que um campeão do mundo não precisa desse tipo de coisa.” Foi o começo do fim da trajetória de Barrichello na escuderia;
Lembrei dessa história agora, lendo os jornais no day-after de Nurburgring. Assim que saiu do carro, Barrichello encontrou a Globo e disse se sentir “roubado”. Daí,foi para a reunião com a equipe e abrandou o discurso. “Falei que foi um erro de estratégia e de equipe. Nada deliberado (...) É melhor pensar que foi um erro nos pits. Não é uma covardia, mas é o melhor a fazer porque estou na luta pelo campeonato”;
Não sei se Barrichello ligou uma história à outra. Mas traduzo assim esta última declaração (e a entrevista na íntegra está no Tazio): “Me sacanearam, mas não vou dizer nada agora para as coisas não ficarem piores”. É o mesmo caso do tal livro que escreveria sobre seus anos de Ferrari e que agora diz que não publicará porque um dos seus filhos pode virar piloto e, quiçá, ser prejudicado pela escuderia;
Massa mostrou em Nurburgring porque chegou até a última curva de 2008 na disputa pelo título. Não se envolveu em confusões, seguiu à risca a estratégia da Ferrari e mesmo não tendo um carro dos mais velozes (fez apenas a oitava volta mais rápida da corrida), chegou ao pódio. Se é verdade que o brasileiro chegou à Ferrari pelas mãos de Todt, também é que hoje ele anda com as próprias pernas e que sua permanência no time, caso Alonso chegue, fica cada vez mais incontestável, em que pese o título mundial de Raikkonen;
Bourdais diz que fica. “Estarei na Hungria”, bradou à TF1. O site da “Autosport” crava que sua saída é iminente. Aguardemos;
Nelsinho, outro que está ameaçado, também falou em Budapeste. “Para a próxima, me prometeram um carro igual ao do Alonso.” Aguardemos;
Ecclestone e Ferrari afirmaram no fim de semana que a assinatura do novo Pacto da Concórdia deve acontecer nos próximos dias. Amarradas à FOM, as equipes só poderão chiar se Mosley permanecer na FIA. Chiar, e mais nada.
Escrito por Fábio Seixas às 10h25
Duelo interno

Escrito por Fábio Seixas às 17h46
Dia do Fico
Escrito por Fábio Seixas às 13h29
Brawn versus Barrichello
No primeiro, a Brawn se atrapalhou no reabastecimento do brasileiro. Ok, com Webber voando na pista, as chances de vitória de Barrichello eram reduzidas. Mas, ao errar no abastecimento e obrigá-lo a um terceiro pit, a Brawn acabou também com suas chances de pódio. Mas FATO é que o problema jogou Barrichello para a quinta colocação (com Button em sexto, vejam só), abrindo a possibilidade de o piloto inglês ganhar mais um ponto no lance que viria a seguir. E o segundo lance foi o último pit do brasileiro. Aí, às favas com o cuidado em não acusar: a Brawn deliberadamente o prejudicou. Ao colocar pneus duros para apenas dez voltas, o recado que o time passou foi um sonoro e claro "sai da frente porque o Button precisa ganhar este pontinho a mais". Há, claro, a discussão sobre a situação dos dois no Mundial. Provas atrás, antes mesmo de a Red Bull mostrar as caras na Inglaterra, eu já havia escrito aqui que Button seria o primeiro piloto da Brawn. Não era nenhum exercício de futurologia, apenas análise da tabela. Com Vettel e Webber voando na pista, ameaças concretas, a tendência era mesmo que essa posição do inglês fosse evidenciada, reforçada. Mas uma coisa é dar equipamento melhor, traçar uma estratégia mais eficiente ou até mesmo sacrificar um segundo piloto no grid, outra coisa é jogar um piloto para trás, como a Brawn fez hoje com Barrichello. Após a prova de Barcelona, Barrichello disse o seguinte: "Antes da reunião de final de corrida, eu chamei o Ross num canto e lhe disse claramente que se ele tivesse feito algo em proteção ao Jenson que eu estava realmente pronto pra pendurar minhas chuteiras." Agora há pouco, em Nurburgring, à BBC, Barrichello soltou o verbo: "Hoje demos um show de como se perder uma corrida. Fiz tudo que tinha de fazer, que era fechar a primeira curva na frente. Sinto pelo time, mas sinto mais por mim mesmo. Deste jeito, vamos perder ambos os campeonatos. Para ser honesto, quero pegar meu avião e ir para casa. Não quero falar com ninguém do time, porque sei que eles virão com o mesmo blablablá de sempre. Estou terrivelmente irritado." Aos 37 anos, milionário, com 17 temporadas e 275 GPs nas costas, Barrichello não precisa mais aturar esse tipo de coisa. Aguardemos.
Escrito por Fábio Seixas às 12h52
Webber, recordista da persistência
Após 130 GPs, a primeira vitória.
Ao volante de um carro que já é o melhor da F-1, Webber fez uma bela corrida em Nurburgring e tornou-se o piloto que mais esperou para vencer na categoria. Um recordista da persistência _superou Barrichello, que lutou 124 domingos.
Nem um drive-through no começo da prova impediu o triunfo do australiano desta vez. Ele foi dominante, constantemente veloz, impecável na condução.
E com um carro tão equilibrado, tão no chão, tão veloz, a Red Bull emplacou mais uma dobradinha: Vettel foi o segundo.
Massa foi terceiro, seu primeiro pódio na temporada.
Na largada, Webber foi agressivo. Deu uma bobeada nos primeiros metros e depois se descontrolou.
Vendo-se ameaçado por Barrichello, zigue: jogou pra direita e tocou rodas com o brasileiro. Vendo-se ameaçado por Hamilton, zague: jogou pra esquerda e quase acertou o inglês.

Barrichello foi bem, muito bem, ganhou a posição, fez a primeira curva na liderança. Hamilton não conseguiu segurar o carro, foi para a área de escape, teve um pneu furado, caiu pra último.
O top 10 na segunda volta: Barrichello, Webber, Kovalainen, Massa, Button, Vettel, Raikkonen, Sutil, Rosberg e Kubica.
Ciente de que carregava menos combustível do que Webber, Barrichello não tinha outra opção a não ser acelerar fundo e abrir vantagem antes do primeiro pit. Mas não conseguiu.
Por voltas e voltas, a diferença ficou na casa do 1s. Na pista, estava difícil.
Mas, fora dela, uma esperança para Barrichello: na nona volta, os monitores exibiram a mensagem de uma investigação sobre a manobra de Webber na largada. Na 11ª, veio a punição, um drive-through para o australiano _até que ponto sua agressividade foi ilegal, tenho dúvidas, mas a punição foi coerente com a política de tolerância zero da FIA nos últimos tempos.
Sofrendo com os pneus macios, Button abriu os pits, na 13ª volta, escancarando a estratégia de três paradas da Brawn. Na seguinte, Barrichello e Webber entraram. O brasileiro, para o primeiro de seus três pits. O australiano, para a punição _estratégia inteligente, entrar junto para controlar o alvo.
Líder, com pista limpa à frente, Webber então teve de chinelar, abrir a maior folga possível. Quando parou, na 18ª volta, tinha 10s8 sobre Massa, segundo. Barrichello era o terceiro.
Webber voltou à pista em oitavo _entre ele e Barrichello, cinco pilotos que não tinham parado. Lá na frente, o brasileiro da Brawn perdia tempo atrás do brasileiro da Ferrari.
Na 25ª, Massa entrou, deixando pista limpa para o compatriota e tornando o cenário mais claro.
A diferença entre Barrichello e Webber era de 5s3. O tempo de Barrichello, líder, com pneus macios, 1min35s885. O tempo do caçador, em quarto, 1min35s481 _com pneus duros, diga-se.
Neste momento, ficou evidente que as maiores chances eram do australiano.
Na 30ª volta, Rosberg parou, deixando apenas ar entre Barrichello e Webber.
A diferença ficou visual, e despencando a cada volta.
Era de 1s2 na 32ª, quando Barrichello entrou, pensando numa mudança de estratégia: a ideia era encher o tanque e não mais parar. Mas, aí, o lance da corrida: a Brawn teve problemas no reabastecimento, e devolveu o brasileiro à pista em quinto. Pior: ele foi informado de que não tinha combustível para ir até o fim. Teria de parar de novo. Chances de vitória enterradas.
A partir de então, velocidade de cruzeiro para Webber, que fez seu último pit na 44ª volta. Vettel assumiu a ponta, mas parou logo depois, na 45ª. Dobradinha estabelecida.

Restava a disputa pelo terceiro lugar. Os candidatos, Barrichello, Button, Massa e Rosberg.
E, se já havia uma certa suspeita de algo estranho naquele “problema” de abastecimento de Barrichello na 32ª volta, quando sua vitória já estava ameaçada, a inversão de posições ficou cristalina nos últimos pits da Brawn.
Barrichello entrou antes, na 51ª, e ganhou pneus duros. Button foi chamado uma volta depois e ganhou pneus macios. O inglês ganhou a posição, claro.
O top 8 na linha de chegada, Webber, Vettel, Massa, Rosberg, Button, Barrichello, Alonso e Kovalainen.
Massa ? Um pódio merecido. Fez uma corridaça, discreta, mas eficiente. Não foi a primeira no ano. Foi merecido, repito.
No Mundial de Pilotos, Button agora tem 68 pontos.Vettel é o novo vice-líder, com 47. Webber tem 45,5. Barrichello despencou para quarto, com 44.
Escrito por Fábio Seixas às 10h47
O último palpite
Dá Button, Vettel e Barrichello. E tenho dito.
E você? O que acha?
Escrito por Fábio Seixas às 08h37

