Fábio Seixas

Automobilismo e pitacos sobre tudo o mais

 

Olho no céu

O domingo já amanheceu em Melbourne, o dia está nublado, e a meteorologia prevê chuva pela frente.
 
Segue a previsão do Weather.com:
 
 
A corrida começa às 17h locais. A coluna da direita mostra a probabilidade de chuva naquele horário.
 
Some a chance de pista molhada à penumbra do fim de tarde (o pôr-do-sol está previsto para 18h20)... Vai ser mais divertido do que Sakhir, com certeza.

Escrito por Fábio Seixas às 18h29

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Fala, Massa

"Aqui, talvez seja possível fazer a corrida inteira com o pneu mole. Isso muda um pouco a estratégia e o jeito de encarar a corrida, mas vamos tentar fazer uma boa estratégia, usar o pneu certo na hora correta, e ver se a gente consegue aquecer um pouco mais."
 
Este, Massa, falando sobre o problema que o atormenta em Melborne desde sexta-feira: atingir a chamada "temperatura ideal" da borracha.
 
Massa e Alonso após o treino classificatório em Melbourne (Diego Azubel/Efe)
 
Em tempo: quando ele diz que "talvez seja possível fazer a corrida inteira com o pneu mole" é força de expressão. Continua a obrigatoriedade do uso dos dois tipos de pneus durante a corrida. Para Melbourne, a Bridgestone levou os compostos macio e duro.
 
Albert Park, aliás, não parece mesmo ser um lugar bacana para Massa. O máximo que ele conseguiu lá, em sete participações, foi uma sexta colocação, em 2007.
 
Desta vez, não se encontrou em nenhum momento do fim de semana e dificilmente isso vai acontecer na corrida. Para ele, a melhor estratégia será tentar chegar ao fim e ver o que acontece.
 
A entrevista de Massa aos jornalistas brasileiros na Austrália está no Tazio.

Escrito por Fábio Seixas às 17h18

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De promessa a realidade

Em 2009, Power despontou como um piloto promissor. Começou o ano substituindo Castro Neves, enrolado na Justiça, e foi tão bem que obrigou a Penske a arrumar um terceiro carro para ele.

Em 2010, Power desponta como candidato ao título. Venceu a primeira etapa, no Anhembi. E hoje, cravou a pole para a segunda, em St.Petersburg, com um domínio impressionante.

Power, no circuito de rua de St.Petersburg (Robert Laberge/AFP)

Kanaan é o segundo, a 0s2771. Castro Neves é o quiinto. Meira sai em 17º, seguido por Romancini. Moraes é o 20º no grid, e Mattos larga em 23º.

A corrida começa às 16h30 (de Brasília), com transmissão do Bandsports.

(Repararam na foto? O que são aqueles pneus ali, logo depois da zebra? Pois é, não é só no Brasil que fazem barbeiragens na pista...)

Escrito por Fábio Seixas às 17h01

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Enquanto isso, em Interlagos...

Tem abertura da Stock neste fim de semana em Interlagos, e a pole é de Cacá.
 
Ele dominou os três blocos do treino e ainda foi ajudado por um problema no carro de Khodair.

Max sai em segundo, com Átila em terceiro e Popó em quarto.

A largada será às 11h deste domingo, com transmissão ao vivo do Sportv. A Globo deve mostrar apenas os minutos finais.

O Bruno Vicaria está fazendo uma cobertura competente de tudo o que está rolando em Interlagos. Com direito a vídeos. É só dar uma chegadinha no Tazio.

Escrito por Fábio Seixas às 16h30

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Sábado, reunião, plantão, fuso, coluna

Alonso, que vira-e-mexe fala bobagens, virou, mexeu e falou mais uma. Atacou os críticos e disse que a F-1 não é o Cirque du Soleil. Uau.
 
Ontem, em Melbourne, na entrevista coletiva dos chefes de equipes, o tom foi menos grosseiro, mas igualmente insensível e prepotente.

Whitmarsh, da McLaren, sugeriu que se as escuderias colocassem um "punhado de hooligans" nos seus carros, as provas seriam mais movimentadas. Nossa, que engraçado...
 
A coluna desta semana fala sobre a empáfia da F-1 ao tratar de uma corrida chata como a do Bahrein. Em vez de debater, a categoria prefere debochar. E assim, ninguém senta para tentar resolver o problema...

O texto está aqui, para assinantes da Folha e do UOL. Na Folha Digital, é só avançar até a página D4.

Escrito por Fábio Seixas às 16h09

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Vettel, soberania em Melbourne e pole

Em duas corridas, duas poles. Nada mal.
 
Ao lado de Kublica, Vettel comemora a pole em Melbourne (Srdjan Suki/Efe)
 
Assim como no Bahrein, Vettel foi soberano no treino classificatório em Melbourne. Não deu chances para a concorrência. Sai em primeiro amanhã. É favoritíssimo à vitória. Por tudo o que mostrou até agora, pré-temporada incluída. E por ver o companheiro de equipe em segundo, um escudo.
 
Webber ficou a 0116. Alonso sai em terceiro, seguido por Button. Na terceira fila, Massa e Rosberg. Schumacher larga em sétimo, com Barrichello ao lado. Na quinta fila, Kubica e Sutil.
 
O treino aconteceu com pista seca, 21°C no ar, 23°C no asfalto.
 
E, sem delongas, os favoritos mostraram as caras.
 
Vettel fez o melhor tempo no Q1, 1min24s774, apenas 0s014 melhor que Rosberg.
 
Button ficou em terceiro, seguido por Hamilton, Alonso, Webber, Schumacher, Sutil, Massa e Kubica.
 
Belo trabalho da Force India, registre-se.
 
Barrichello foi o 11°.
 
Os cortados, Petrov, Kovalainen, Trulli, Glock, Di Grassi, Senna e Chandhok.
 
"Mudamos o setup depois do terceiro treino livre, e acho que fomos otimistas demais. A gente tem que melhorar muito ainda pra começar a disputar com as equipes que já estavam aqui", disse Di Grassi ao colega Carlos Gil, da Globo.
 
"Trocamos o motor da última corrida pra cá por conta de superaquecimento, um vazamento de água que aconteceu. Hoje perdemos óleo, foi um furinho, mas isso nos fez perder milhagem no treino livre", explicou Bruno.
 
No Q2, Hamilton foi o grande destaque. Negativo. O inglês ficou só em 11°, fora da briga pela pole position. Seu tempo, 1min25s184, a 1s088 de Vettel, que voou na pista no finalzinho do bloco e cravou a melhor marca.
 
Webber foi o segundo, a 0s180 do companheiro de Red Bull. Alonso ficou em terceiro, seguido por Button e Rosberg. Na sequência, Schumacher, Massa, Sutil, Barrichello e Kubica.
 
Mais uma vez, Sutil foi bem. Barrichello também merece aplausos.
 
Fizeram companhia a Hamilton, na degola, Buemi, Liuzzi, De la Rosa, Hulkenberg, Kobayashi e Alguersuari.
 
E veio o Q3.
 
Logo na primeira tentativa, Vettel dizimou qualquer esperança dos adversários. Fez 1min23s919, primeira marca abaixo de 1min24s no fim de semana.
 
Sobrou a briga pelas migalhas. E, nesta, Massa e Schumacher devem ter sentido um gosto amargo, ficando atrás dos companheiros.
 
"Não consigo encontrar a aderência no pneu, tanto no duro quanto no mole. Vamos ver se amanhã a gente melhora", declarou o brasileiro da Ferrari.
 
Para Barrichello, de novo, foi um treino doce. Oitavo lugar com o carro da Williams é sinônimo de bom trabalho de pilotagem e acerto, mais nada.
 
Foi a sétima pole da carreira do alemão. Aos 22 anos, ele já superou pilotos como Emerson, Jones, Regazzoni e Reutemann.
 
Mais recordes vêm por aí, podem esperar...

Escrito por Fábio Seixas às 04h04

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Melbourne, 3° treino livre

Um treino normal, enfim, com pista limpa, asfalto emborrachado e tempo seco.
 
E que rendeu cenas interessantes.
 
Como Webber, atingindo a melhor marca com relativa facilidade, quando quis. O australiano terminou na ponta, com 1min24s719, tempo mais baixo até agora no fim de semana. E  quando um piloto medíocre fica em primeiro, é sinal de que o carro está voando. Olho em Vettel, quarto colocado na sessão, portanto.
 
Como Schumacher pela primeira vez lutando pelo topo desde seu retorno à F-1, alcançando o primeiro tempo, mas sendo superado no final.
 
Como Alonso colocando-se entre os dois, mostrando melhor adaptação à pista do que Massa, apenas o nono. E, principalmente, mostrando que a Ferrari não está morta.
 
Como a McLaren lá atrás, com Button em sexto e Hamilton em sétimo, mas mostrando potencial para lutar pela pole. 
 
Barrichello foi o 11°, com Di Grassi em 25°. Bruno quase não andou e foi o último.
 
A briga pela pole vai ser ótima. Carro por carro, piloto por piloto, acho que fica entre Alonso e Vettel. Quem errar menos, leva. E isso é uma façanha numa pista traiçoeira como a do Albert Park.
 
Até daqui a pouco, às 3h da matina.

Escrito por Fábio Seixas às 01h09

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Atitude nobre

Na quinta-feira da Indy no Anhembi, surrupiaram o laptop do fotógrafo Miguel Costa Jr. em plena sala de imprensa.
 
O controle de entrada era uma piada. Ninguém sabe, ninguém viu. E os promotores da corrida fizeram que não era com eles.
 
Se não fosse a atuação do Caio Luiz de Carvalho, da SPTuris, a história não daria em nada. Pois hoje recebo e-mail do Miguel dizendo que será ressarcido pelo órgão. Parabéns ao Caio pela atitude.
 
E foi ainda de um computador emprestado pelo filho que o Miguel mandou, anexado ao tal e-mail, a foto abaixo, direto de Interlagos...
 
Xandinho Negrão, em Interlagos (Miguel Costa Jr/MF2/Divulgação)
 
Grande Miguel! E boa sorte com a nova máquina!

Escrito por Fábio Seixas às 19h18

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Secos e molhados

Acabo de falar com Melbourne.
 
Amanheceu, o céu está nublado, mas não deve chover neste sábado por lá.

Para a corrida, sim, há possibilidades de pancadas de chuvas, indica o Weather.com

Escrito por Fábio Seixas às 18h48

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Sigla nova

Recebo comunicado da Indy informando que Gil de Ferran foi eleito para o conselho de consultoria ICONIC da categoria.

Sim, ICONIC. Innovative, Competitive, Open-Wheel, New, Industry-Relevant, Cost-Effective.
 
Ah, esses americanos...

Escrito por Fábio Seixas às 18h09

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Barbeiragem

Lembram daquela inovação da Virgin, de projetar o carro sem túnel de vento, usando apenas o computador?

Pois é...
 
Erraram o tamanho no tanque de gasolina. Só isso.
 
"Durante a pré-temporada e também no Bahrein, percebemos que a capacidade do tanque está no limite, e que isso poderia nos trazer problemas em algumas situações", disse Nick Wirth, ex-dono da trágica Simtek, projetista do carro.

ucas di Grassi, em Melbourne (Srdjan Suki/Efe)

 
A equipe pediu, e a FIA permitiu que o tanque fosse alterado. O que deve ocorrer a partir do GP da Espanha, que inaugura a temporada europeia.
 
Isso, obviamente, terá reflexos no chassi.
 
Como isso afetará o desempenho dos carros, os pilotos só saberão nos treinos para o GP da Espanha, já que testes não existem.
 
Inovar é sempre bom.
 
Talvez, um dia, túnel de vento seja algo ultrapassado, e a Virgin merecerá menção como a pioneira de uma nova técnica. 
 
Mas inovar também traz contratempos.
 
E tentar algo tão ousado logo de cara, num primeiro ano de F-1, parece não ser a melhor das ideias.

Escrito por Fábio Seixas às 12h59

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Fala, Barrichello

No ano passado, Barrichello reclamou da falta de visibilidade em Melbourne. A largada da prova aconteceu às 17h locais e terminou já sob penumbra.
 
A ideia é fazer a corrida num horário mais "amigável" para a Europa, gerando mais audiência: em Paris, o relógio marcará 7h de domingo quando os carros deixarem o grid. No Brasil, serão 3h, uma porcaria.
 
Para este ano, o horário foi mantido. E a preocupação do veterano, também.
 
"Parece que 5h da tarde é um pouco arriscado demais se não estiver sol, porque está muito escuro na pista. Agora, no treino da tarde, eu enxergava bem pouco. Estava realmente difícil de enxergar", disse.
 
Mecânicos da Williams treinam pit stop no carro de Barrichello (Mark Baker/AP)

Ele falou, também, sobre o desempenho da Williams. "Na sexta-feira de manhã, a gente sempre vai ficar para trás. Se as pessoas andam com menos gasolina, a gente anda com uma mistura de motor muito rica para que tudo fique tranquilo, para que a gente possa salvar o motor, e também andamos com muita gasolina (...) Acredito que nosso carro está melhor que no Bahrein, mas vi uma Renault muito forte no treino pela manhã... É difícil falar em que posição a gente está, mas a posição em que eu acabei hoje, que é a nona colocação, é aquilo que eu realmente acho que é possível chegar na classificação".

Para ouvir a íntegra da entrevista de Barrichello e as de todos os outros pilotos brasileiros aos jornalistas em Melbourne, é só dar um pulinho no Tazio.

Escrito por Fábio Seixas às 12h38

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Melbourne, 1° e 2° treinos livres

No primeiro treino em Melbourne deu Kubica, com 1min26s927. Rosberg em segundo, seguido por Button, Massa, Vettel, Alonso e Hamilton.
 
A McLaren dominou quase toda a sessão, com Hamilton, mas, no fim, andou para trás. Ou seja, enquanto os ingleses persistiram pensando no GP, os adversários foram à pista com menos gasolina _pelo menos no últimos minutos. 
 
Barrichello foi o 16°. Di Grassi ficou em 21°, seguido por Bruno.
 
Na segunda sessão, adiada e atrapalhada duas vezes por fortes pancadas de chuva, não teve pra ninguém. Dobradinha da McLaren, com Hamilton e Button. O tempo do campeão de 2008, 1min25s801, 0s275 à frente do campeão de 2009.
 
Webber ficou em terceiro. Na sequência, Schumacher, Petrov, Buemi, Sutil, Liuzzi, Barrichello. Alonso foi o 15°, com  Massa em 17°. Di Grassi e Bruno não completaram volta.
 
Desta vez, portanto, foi a vez de a Ferrari se concentrar na corrida.
 
Mas, no frigir dos ovos, como diria vovó, a McLaren mostrou mais força. Numa pista toda especial, como a de Melbourne, com características únicas, começou o fim de semana na frente.
 
Que bom: mais gente na briga.

Escrito por Fábio Seixas às 04h10

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Quatro anos atrás...

Quatro anos na próxima quarta-feira.
 
Era 31 de março de 2006 e estávamos em Melbourne, cobrindo a F-1. Curiosidade, quase uma excentricidade, havia um Senna inscrito para uma das dezenas de eventos-suporte do fim de semana.
 
Bruno, o sobrinho, aquele garotinho que andava de kart com o tio em Tatuí e que passou anos desaparecido das pistas, estava ali, para correr na rodada daquele fim de semana da F-3 australiana. Talvez uma brincadeira, talvez um teste, após experiências na F-BMW e na F-3 inglesa... Enfim, era estranho.

Mas fato é que, em determinado momento, tivemos que sair correndo atrás do moleque: Bruno venceu a segunda prova, sob chuva. Foi sua primeira vitória no automobilismo, na primeira vez com um carro em pista molhada.

Bruno comemora vitória em Melbourne, em 2006 (Gero Breloer - 1.abr.2006/Efe)

Bruno venceria outras duas corridas em Melbourne. Saldo de três vitórias em quatro provas numa categoria em que nunca tinha corrido. E diante da F-1.
 
Naquele 31 de março, mandei o seguinte texto para a Folha:
 
Na frente da F-1, Bruno Senna vence 1ª da vida
DO ENVIADO A MELBOURNE
A semelhança física com o tio impressiona. Mas, na madrugada de ontem, em Melbourne, Bruno Senna, 22, finalmente conseguiu o que vinha buscando há um ano e meio. Chamou a atenção da F-1 por seu desempenho no volante.
Convidado para disputar quatro etapas da F-3 australiana entre quinta e domingo, venceu logo a segunda. Além de enfrentar um grid repleto de pilotos da casa, o brasileiro, que saiu da quarta colocação, ainda teve de correr na chuva, uma novidade para ele.
Foi, ainda, sua primeira vitória com um carro de corrida.
"Um peso enorme saiu dos meus ombros. Sinto alívio, muito alívio, acima de tudo", afirmou ele, alvo de um assédio da imprensa inimaginável por outros pilotos que participam de categorias de base.
Depois de abandonar o kart, chocado com a morte do tricampeão, em 1994, Bruno só voltou a correr em 2004.
Estreou em monopostos naquele ano, na F-BMW e, em 2005, fez a F-3 inglesa, categoria que alçou seu tio direto para a Toleman, na F-1. "Minha idéia é, daqui a uns três ou quatro anos, estar ali, com eles", afirmou o filho de Viviane, presidente do instituto que leva o nome do tio famoso.
 
É, o fim do texto soa profético...

Bruno corre de F-3 na Austrália, em 2006 (Divulgação)

Escrito por Fábio Seixas às 14h04

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Fala, Massa

"Realmente eu tive um problema durante a corrida inteira. A temperatura no meu carro estava muito alta e isso fez com que desde o começo eu usasse uma carburação que precisava de muito mais gasolina, porque isso fazia a temperatura baixar. Era certeza que eu ia tirar o pé nas últimas 25 voltas. A hora de tirar o pé foi depois da primeira parada, senão eu não iria chegar ao final da corrida."

Este, Massa, falando em Melbourne sobre o problema de motor que viveu no Bahrein. Para chateação dos arautos da teoria da conspiração.

Massa dá autógrafo nesta quinta, em Melbourne (Rob Griffith/AP)

A íntegra da entrevista do ferrarista aos jornalistas brasileiros na Austrália, nesta quinta-feira, está no Tazio.

Escrito por Fábio Seixas às 12h47

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Gente do ramo

No Bahrein, Alain Prost foi nomeado para o corpo de comissários técnicos, ao lado de três cartolas.
 
Para o GP da Austrália, a FIA nomeou Tom Kristensen, octocampeão em Le Mans, um recorde.
 
É bom ver a FIA acertando. E no alvo.
 
Gente como Prost e Kristensen pode evitar barbaridades nos julgamentos sumários que normalmente acontecem ao longo das provas.
 
Ponto para Todt.

Escrito por Fábio Seixas às 23h02

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Álbum de Melbourne

Eventos bacanas, outros nem tanto, pilotos pagando micos em promoções, outros curtindo a vida, grid girls...

Ao lado de Spa-Francorchamps, Monza e Montréal, Melbourne é o lugar que mais vibra com a F-1 nos dias que antecedem seu GP. Vibração, aliás, que não fica restrita à cidade. No caso australiano, o país todo respira a corrida.
 
Estão aqui essas fotos que não me deixam mentir...

Hamilton navega em Sydney em promoção da Vodafone (Rob Griffith/AP)
 
Schumacher, em visita ao Sea World, em Gold Coast (Paul Broben/France Presse)
 
As grid girls da F-1 posam para foto em Melbourne (William West/France Presse)
 
Di Grassi surfa em Bells Beach (Divulgação)

Escrito por Fábio Seixas às 14h10

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Programe-se

E chegou a primeira corrida do ano do outro lado do mundo.

 

Amanhã à noite, no horário de Brasília, já tem carro na pista.


Segue a programação:

 

Quinta-feira

22h30-0h, 1º treino livre

 

Sexta-feira

2h30-4h, 2º treino livre

 

Sábado

0h-1h, 3º treino livre

3h, treino oficial

 

Domingo

3h, largada (58 voltas)

Escrito por Fábio Seixas às 13h56

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A vez do reserva

A Force India anunciou que Paul di Resta, seu piloto de testes, será o responsável por um dos carros da equipe nos treinos livres de sexta, na Austrália.
 
Adrian Sutil irá para o banco e retornará no sábado.
 
"Paul é um piloto muito bom, que tem muito potencial. Mas, como reserva, não pode colocar isso em prática porque não há mais testes durante a temporada. Esta é uma boa solução para que ele conheça os circuitos e ajude a desenvolver o carro. Os pilotos titulares estão de acordo, afinal eles já foram jovens", diz Vijay Mallya, no comunicado à imprensa.
 
A ideia é ótima, e seria sensacional que outras equipes a seguissem. Mas duvido que aconteça. Assim como duvido que Sutil esteja curtindo a perspectiva de uma sexta-feira de braços cruzados nos boxes de Melbourne.

Escrito por Fábio Seixas às 19h22

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Pit Stop #138

O Pit Stop de hoje inovou. O convidado não foi um piloto, mas um engenheiro. Thiago Meneghel, que trabalha na A.Mattheis, falou bastante sobre o início da temporada da Stock, as inovações para esta temporada e, claro, deu seus pitacos sobre a F-1.

Lá vai...

Escrito por Fábio Seixas às 14h07

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O sobrevivente

Para quem está (mal) acostumado com as vinhetas da TV brasileira para o Mundial de F-1, iguais há séculos, segue o comercial da MTV3, emissora finlandesa, apresentando a temporada...

Kovalainen é o único finlandês no Mundial, um sobrevivente. Daí, o roteiro. Bacana, não?

Escrito por Fábio Seixas às 13h11

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Ayrton Senna, 50

Senna completaria 50 anos hoje.
 
Foi meu herói da infância, ao lado do Serginho Chulapa e do Falcon.
 
Serginho continua por aí, jogou por mais alguns anos, vira-e-mexe é chamado para ser técnico. Mas, sabe como é, a gente cresce e vai reavaliando as coisas. Pouco a pouco, deixou meu pequeno altarzinho pessoal.
 
O Falcon, e seu jipe com uma enorme bazuca no capô, foi perdendo a graça, acabou sendo trocado por um Atari. Deve ter sido dado por meus pais para algum garoto disposto a encenar e encarar novas batalhas.
 
Senna se foi no muro da Tamburello, diante dos meus olhos, diante dos olhos do mundo. Uma perda trágica, repentina, uma ruptura ainda mal-resolvida para muitos.
 
Se ele estivesse vivo, seria ainda um herói para mim? Provavelmente não. Já teria parado, seria um empresário, estaria de alguma forma ligado ao automobilismo. E não é recomendável para jornalistas serem fãs dos objetos de suas reportagens ou análises.
 
Fica, portanto, a memória. E lá, os três brilham. Vivem para sempre.
 
Portanto, parabéns, Ayrton. Cinquentão, heim?

Escrito por Fábio Seixas às 12h17

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PERFIL

Nina Horta Fábio Seixas, 37, é jornalista com mestrado em Administração Esportiva pela London Metropolitan University, da Inglaterra, e Coordenador de Produção da Sucursal da Folha no Rio. É colunista de automobilismo da Folha e do UOL.


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