Fábio Seixas

Automobilismo e pitacos sobre tudo o mais

 

Fala, Nelsinho

Com pneus idênticos aos dos outros pilotos _ressalva feita para aplacar leitores nervosinhos_, Nelsinho foi o segundo colocado hoje em Curitiba.
 
O que, dada sua pouca experiência com esses carros, é outra confirmação do seu talento natural, em que pese ter protagonizado o episódio mais lamentável, desonesto e desabonador que já vi no esporte _os leitores nervosinhos captaram a mensagem?
 
Depois, falou bastante.
 
Sobre F-1: "Nunca vou dizer que não vou voltar, mas agora eu tenho na cabeça a Nascar".
 
Sobre pilotar nos EUA: "Realmente pilotar é um puro prazer. Na Europa você balança isso com um pouco de trabalho e business. Nos Estados Unidos realmente é 110% prazer para o piloto".
 
Sobre Di Grassi e Bruno: "Essas vagas do Lucas (di Grassi), do Bruno (Senna) estavam à venda, mas eu não queria colocar dinheiro na F-1".
 
Para ler (e ver) tudo, é só clicar no Tazio.

Escrito por Fábio Seixas às 18h51

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Foto-lembrete

A MotoGP começa neste fim de semana...
 
Motos da MotoGP posicionadas para foto em Losail (Mohammed Dabbou/Reuters)
 
Os horários da etapa do Qatar estão aqui. O Sportv 2 transmite.

Escrito por Fábio Seixas às 12h52

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O talento de Nelsinho

Nelsinho Piquet vai correr na Copa Montana neste fim de semana.
 
É uma participação extemporânea, segundo ele apenas para ganhar experiência nessa sua nova empreitada no Turismo.
 
Pois hoje aconteceu o primeiro treino lá em Curitiba. E ele colocou 0s6 sobre o segundo colocado, Julio Campos, campeão em 2009 da Pick-Up Racing. 
 
Para efeito de comparação, o terceiro colocado, Rafael Daniel, ficou a 0s2 de Campos.
 
(José Mário Dias)
 
Noves fora todos os problemas e ressalvas que todos conhecemos, as enrascadas em que se meteu, as portas que fechou, Nelsinho possui um baita talento natural para o negócio. E isso é preciso reconhecer também.

Escrito por Fábio Seixas às 18h16

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Nem 8 nem 80

"Queremos continuar com Felipe no futuro. Sentimos que ele se desenvolveu como piloto nos últimos anos e hoje é tão bom quanto qualquer outro no grid."
 
Este, Domenicali, em entrevista ao "Bild".
 
Um contra-ataque oficial aos rumores sobre o interesse da equipe em Kubica.
 
Massa é uma cria da Ferrari, lidera o Mundial e é, portanto, um dos candidatos ao título, em que pese ter ao seu lado o melhor piloto da atualidade. Mais: tem, a partir de agora, acordos profundos com Ferrari e Fiat relacionados às categorias que está lançando no Brasil.
 
Pontos a favor dele, claro.
 
Mas, por ora, acho que não é 8 nem 80. Ele não renovará nos próximos dias, assim como a escuderia também não assinará imediatamente com Kubica.
 
O timing da F-1 é outro. Qualquer que seja o desfecho, será mais para frente.

Escrito por Fábio Seixas às 14h24

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Pressão

Ecclestone soltou agora que o calendário pode sofrer alterações para a inclusão de GPs em Nova York e Moscou.
 
Ouço boatos sobre uma prova na Rússia desde que comecei a trabalhar com esse negócio. Nova York é coisa de dois anos pra cá, mas também nunca vi um plano concreto.
 
Isso tem nome: pressão nos promotores das corridas que já fazem parte do Mundial.

O inglês é mestre neste tipo de jogo.

Escrito por Fábio Seixas às 12h16

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Professor Michael

Em Melbourne, Alguersuari travou um duelo com Schumacher. Em Sepang, o espanhol terminou pela primeira vez nos pontos. E, para ele, uma coisa tem ligação com a outra.
 
"Michael me mostrou como é pilotar um F-1 no limite, mesmo com outros ao seu lado. Isso foi muito importante. Duelar com ele me ensinou como é possível ser agressivo, e foi o que eu fiz nas disputas com Petrov e Hulkenberg. Foram grandes lutas, muito leais... E é assim que tem de ser na F-1", contou.
 
Schumacher é só o décimo no campeonato. Em seu retorno, tem ficado constantemente atrás do companheiro, Rosberg. Ainda não mostrou nenhum lance genial.
 
Como este blogueiro disse no Pit Stop hoje, ele vai precisar de mais alguns GPs para se adaptar a esta F-1 tão diferente daquela de 2006. Acho, ainda, que ele poderá entrar na luta por uma ou duas vitórias até o fim do ano.
 
Mas se não fizer nada disso, se continuar andando atrás, não tem problema.
 
Seu retorno já faz um bem enorme para a F-1. Um referencial é importante para as novas gerações.
 
Alguersuari que o diga.

Escrito por Fábio Seixas às 19h34

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Pit Stop #140

Acho que descobrimos um ótimo comentarista: Sérgio Jimenez, hexacampeão brasileiro de kart, com passagens por F-Renault, A1GP e GP2 e prestes a estrear na Copa Montana.

O piloto foi o convidado de hoje do Pit Stop. E nos ajudou muito, com opiniões embasadas e detalhes técnicos sobre a F-1. O assunto principal, claro, o GP da Malásia.
 
Lá vai...

Escrito por Fábio Seixas às 14h28

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A foto

Estava na internet ontem, está nos jornais de hoje, mas não tem jeito: vai pro blog.

Porque é, de longe, a melhor foto do fim de semana, a que mais simboliza a juventude, o júbilo, o alívio de Vettel após sua primeira vitória na temporada.

Vettel comemora a vitória em Sepang (Bazuki Muhammad/Reuters)

O autor do clique, Bazuki Muhammad, da agência Reuters.

Escrito por Fábio Seixas às 13h54

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Pílulas do dia seguinte

Domenicali admitiu que a Ferrari exagerou nos erros em Sepang, tanto na estratégia como na parte mecânica, com a embreagem e o motor do Alonso indo pro espaço. "A lição foi aprendida", afirmou o dirigente italiano. Engraçado, estou com a impressão de já ter ouvido isso dele 129871827 vezes;
 
Haug disse que a presença de Schumacher na Mercedes estimula Rosberg. Tudo o que o heptacampeão não precisava, à esta altura da carreira e com as dificuldades que vem enfrentando na sua readaptação, era ouvir um consolo deste;
 
Boullier, chefe da Renault, soltou os cachorros pra cima de Hamilton. O motivo, claro, o ziguezague do inglês na frente de Petrov. "Francamente, está bem claro no regulamento que você só pode trocar de direção uma vez, então quando você faz três vezes seguidas algo está errado." Concordo com o francês. E sigo sem entender como o piloto da McLaren não foi punido. Advertência verbal? Que a FIA conte outra. Na base da deslealdade, ele sustentou uma posição que havia acabado de conquistar na pista. E ficou por isso mesmo;
 
Sobre a boa qualidade dos dois últimos GPs, uma declaração: "Não se deixem enganar. Tivemos sorte porque choveu. Temos que fazer algo. Pela primeira vez, as equipes perceberam que algo precisa ser modificado. Não precisamos reverter o grid. Precisamos é de mais ultrapassagens". O autor das frases, Ecclestone;
 
Escrevi isso ontem no Twitter, mas vale voltar ao assunto, agora em bem mais de 140 caracteres. É uma medida do prejuízo causado pela Red Bull: das 163 voltas do campeonato até agora, Vettel liderou 110 (67,5%), mas é só terceiro na classifcação do Mundial;
 
Sobre a mesma estatística: Button, quarto colocado no campeonato, aparece em segundo em número de voltas lideradas: 33. Alonso é terceiro em voltas na ponta (16) e segundo na tabela. Webber, oitavo na classificação, é o quarto que mais liderou, 4 voltas. E só. Ninguém mais andou na liderança. Sim, Massa, líder da temporada, ainda não comandou um GP. Isso ajuda, e muito, a explicar o discurso pés-no-chão do brasileiro, ontem.

Escrito por Fábio Seixas às 13h42

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Dois pódios, 55 anos de diferença

Até esta madrugada, o último pódio da Mercedes na F-1 era o de Fangio, vencedor do GP da Itália de 1955...
 
Fangio, no GP da Itália de 1955 (Reprodução)
 
Não é mais. Rosberg, terceiro colocado em Sepang, mexeu na estatística. Foi o 18º pódio da marca alemã.
 
Rosberg, no GP da Malásia de 2010 (Bazuki Muhammad/Reuters)
 
Duas eras, dois mundos, a mesma estrela de três pontas. É legal ver a história acontecer.

Escrito por Fábio Seixas às 16h27

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Sobre a bela corrida de Alonso

Sejamos justos.
 
Alonso abandonou, o motor explodiu, mas, diantes das circunstâncias que enfrentou em Sepang, fez uma corridaça.
 
Com a palavra, o espanhol...
 
"Nunca tinha feito uma corrida assim, me adaptando o tempo todo ao carro e mesmo assim fazendo tempos razoáveis. Sei que daqui a alguns dias só lembrarão que tivemos um fim de semana muito ruim. Isso é o que se dirá da porta para fora. Mas da porta para dentro, não. Daqui a alguns anos, quando me perguntarem qual foi a melhor corrida da minha vida e eu responder 'Malásia-2010', me tomarão por louco. Meu câmbio quebrou na volta de apresentação e fiquei sem embreagem o GP todo. Tive que mudar o jeito de frear, improvisar a cada curva."
 
E, mesmo assim, na penúltima volta, tentou ultrapassar Button. Se tivesse conseguido mesmo sem embreagem, se o motor não tivesse explodido, Alonso estaria sendo louvado agora como um gênio da ousadia.
 
Mas não deu. Quebrou. Acontece.
 
Enfim, fica o registro de sua bela corrida, patriotadas à parte.

Escrito por Fábio Seixas às 15h19

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Os discursos de Massa e Barrichello

Dos dois principais pilotos do país na F-1, duas reações bem diferentes.
 
Novo líder do Mundial, Massa conteve a empolgação. "Daquela vez quando eu liderei (após França-2008) estava mais no final do campeonato, era um pouco melhor. Desta vez ainda está no começo, então não dá um prazer imenso e sim o prazer de trabalhar a cada dia, já que as coisas mudam de um dia para outro na F-1. Ainda mais olhando as equipes boas e os pilotos bons que estão correndo".
 
Bacana. O Mundial está só no terceiro GP e não é o momento para se deslumbrar.
 
Barrichello, que chamou o carro de porcaria ao fim da corrida, amenizou a crítica: "O contexto era uma brincadeira com o Di Grassi. O carro não é tão bom quanto a Ferrari, mas, quando passava ele durante a prova, brinquei que ele é muito bom piloto para o carro. Foi uma brincadeira. Se eu não tenho um bom carro, imagina ele... Meu carro tem atitudes boas e coisas que precisam melhoradas, mas pra lá de ser uma porcaria".
 
Não entendi nada.
 
Aliás, também não entendo como Barrichello ainda dá entrevistas após os GPs, quando ainda está sob o efeito das emoções da pista. Historicamente, foi nessa condição que soltou algumas bobagens históricas. Em 2000, ao fim do GP de San Marino, quando disse que "até minha avó ficaria em quarto com este carro", foi proibido pela Ferrari de falar com repórteres imediatamente após as provas. Quebrou a regra em Mônaco-2005, quando atacou Schumacher, que o havia ultrapassado na última volta. Foi o início de seu fim na escuderia.
 
("Ah, foi brincadeira", alguns argumentam nos comentários. Foi, também, o que o piloto disse no Twitter.  Ok, deve ter sido, ele realmente estava rindo quando falou à Globo. Mas há brincadeiras que não devem ser feitas. Chamar um carro de "porcaria" após três GPs pela equipe, mesmo em meio a gargalhadas, pode não pegar bem lá dentro. Num ambiente de superexposição como o da F-1, em que tudo ganha enorme repercussão, os pilotos precisam tomar cuidado extra com "brincadeiras". E Barrichello poderia se poupar dessa, poderia tentar evitar um desgaste, um novo "mal entendido", para lançar mão de outra expressão que ele usou no Twitter. Aliás, quando um piloto vira-e-mexe precisa voltar aos microfones para explicar uma declaração anterior, um "mal-entendido", é porque alguma coisa está errada... E não é com os microfones.) 

Escrito por Fábio Seixas às 14h47

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Vettel vence, Massa lidera

Na Malásia, enfim, a Red Bull fez valer sua força. Enfim, conseguiu não perder uma corrida. Fez o que deveria ter feito no Bahrein e na Austrália, pelo carro que tem: dobradinha.
 
Vitória de Vettel, com Webber na segunda colocação. Rosberg foi o terceiro, o primeiro pódio desta nova era da Mercedes na F-1.

Vettel comemora com a equipe (Bay Ismoyo/France Presse)

Kubica, novamente num belo trabalho, ficou em quarto, seguido por Sutil e Hamilton. Massa foi o sétimo, e Alonso abandonou no finalzinho.
 
O resultado de tudo isso: Massa é lider do Mundial.
 
Quem esperava chuva, viu 56 voltas de pista seca.
 
E quem esperava diplomacia de Vettel, quebrou a cara.
 
Terceiro no grid, o alemão não quis saber daquela história de aliviar nos primeiros metros, ignorou o fato de o pole ser seu companheiro de equipe. Rosberg, segundo colocado, coitadinho, não viu nada. E Webber, quando viu, já estava sendo ultrapassado.
 
Os dois pilotos da Red Bull fizeram as primeiras curvas lado a lado. E Vettel levou a melhor. Foi embora, fechou a primeira volta na liderança.
 
Lá atrás, Hamilton fazia coisa parecida, reprisando a pilotagem agressiva de Melbourne, passando o que estivesse pela frente. Chegou a levar uma advertência por ziguezaguear na frente da Petrov após ultrapassá-lo.
 
Button foi outro que fez lembrar a Austrália. Como a chuva não veio, foi o primeiro a entrar nos boxes para colocar os pneus duros, na 10ª volta. E, como na semana passada, se deu bem. Logo, tornou-se o piloto mais rápido na pista e começou a ser seguido pelos outros.
 
A McLaren ainda arrumava os boxes quando a TV mostrou Schumacher se arrastando pela pista. Encostou, abandonou, pegou carona numa moto. É, o retorno está sendo difícil...
 
Na 15ª volta, os dez primeiros eram Vettel, Webber, Rosberg, Kubica, Sutil, Hamilton, Alguersuari, Massa, Alonso e Button.
 
"E a chuva?", perguntou Hamilton pelo rádio na 19ª volta. "Nenhum sinal dela. Talvez não chova até o fim da prova", respondeu seu engenheiro.
 
O jeito foi acelerar fundo. Na volta seguinte, o inglês cravou o melhor tempo da corrida até então, 1min40s574.
 
Lá na frente, Vettel não conseguia escapar de Webber. A diferença não passava dos 2 segundos. Na 20ª volta, era de 1s7. Na 21ª, de 1s6. E se mantinha nessa faixa.
 
Na 22ª volta, Kubica foi o primeiro do pelotão da frente a visitar os boxes. Na 23ª, Rosberg parou. Simultaneamente, Sutil, que já tinha parado, cravou a melhor volta em 1min40s090, escancarando a vantagem dos pneus duros àquela altura da prova.
 
Não por coincidência, Vettel parou na 24ª volta. Voltou à frente de Hamilton. Webber parou na 25ª. Retornou em terceiro, atrás de Hamilton.
 
Na 27ª, a Ferrari chamou Massa para os boxes. Justo: ele estava à frente de Alonso e merecia, portanto, a deferência de passar mais tempo na pista com os pneus mais favoráveis.
 
Ou seja, menos um ponto para os adeptos da teoria da conspiração.
 
Massa largou com os pneus duros. Colocou, pois, os mais macios. E logo começou a voar na pista, cravando volta mais rápida, indo na contramão da maioria.
 
Ou, melhor: mostrando à maioria que aquela era a melhor opção de pneus naquele momento.
 
Hamilton que o diga. O inglês fez estratégia idêntica. Foi um dos poucos a largar com os duros, parou na 31ª volta e trocou para os macios. Na 32ª, fez a melhor volta, 1min37s745.
 
Na 36ª volta, Alonso enfim foi para os boxes, o último da frente a fazê-lo.
 
Na volta seguinte, portanto, as posições "normais" foram reestabelecidas: Vettel, Webber, Rosberg, Kubica, Sutil, Hamilton, Button, Massa, Alonso e Alguersuari.
 
A diferença do alemão para o australiano, 2s7. Melhor para Vettel, portanto, mas não exatamente um alívio.
 
O nome da corrida, então, virou Alonso. Começou a cravar voltas mais rápidas consecutivamente, chegou a tirar 2s4 para Massa numa única volta, a 41ª.
 
O brasileiro reagiu. Na 44ª, passou Button, deixou a encrenca para o inglês. "Good boy. Beautiful", ouviu do engenheiro, pelo rádio.
 
Alonso deu o primeiro bote na 46ª volta. Mas por fora, na primeira curva, acabou levando o xis.
 
Na ponta, só então Vettel teve um pouco de sossego: 5s8 para Webber.
 
Mas ainda havia um último grande acontecimento: na penúltima volta, Alonso tentou pela última vez ultrapassar Button. Colocou por fora, levou um novo xis e então o motor foi para o espaço. Fumaça e abandono.
 
Barrichello terminou em 12°.
 
Menções honrosas para Di Grassi (14°) e Senna (16°), que cruzaram a linha de chegada.

Massa, novo líder do Mundial, durante o GP (Rungroj Yongit/Efe) 

No Mundial, Massa tem 39 pontos. Alonso e Vettel têm 37. É a primeira vez desde Magny-Cours-2008 que o brasileiro lidera o campeonato. Para quem sempre pecou nos inícios de Mundiais, Massa vem fazendo muitíssimo bem a lição de casa. Parabéns.
 
Ah, sim: agora é esperar as manchetes dos jornais espanhóis...

Escrito por Fábio Seixas às 06h50

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O último palpite

A largada em Kuala Lumpur deve acontecer com pista seca, mas deve chover durante a prova.
 
Acho que dá Vettel, seguido por Webber e Alonso.
 
E vocês? Vamos lá, vocês têm 25 minutos para seus pitacos...

Escrito por Fábio Seixas às 04h35

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PERFIL

Nina Horta Fábio Seixas, 37, é jornalista com mestrado em Administração Esportiva pela London Metropolitan University, da Inglaterra, e Coordenador de Produção da Sucursal da Folha no Rio. É colunista de automobilismo da Folha e do UOL.


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