Fábio Seixas

Automobilismo e pitacos sobre tudo o mais

 

Helinho, a caminho de um reinado

Helinho celebra a pole em Indianápolis (Tom Strickland/AP)
 
É muitíssimo sério o caso de amor entre Helio Castro Neves e o tal Indianapolis Motor Speedway.
 
O brasileiro sobrou hoje no Pole Day. Fez suas voltas à média de 366,8 km/h. 
 
Resultado: cravou sua quarta pole position para as 500 Milhas, uma das provas mais sensacionais do automobilismo.
 
Com 366,2 km/h, Power sai em segundo. Franchitti completa a primeira fila.
 
Mais poles do que Helinho, apenas Mears, o mítico "rei dos ovais", que largou seis vezes na primeira posição no superspeedway.
 
Matos sai em 12º. Moraes, em 13º. Bia, em 21º. Tony bateu e vai tentar vaga no grid amanhã, domingo, assim como Meira e Romancini, que não conseguiram tempos entre os 24 primeiros.
 
Vencedor das 500 Milhas em 2001, 2002 e 2009, Helinho é enorme favorito no próximo domingo. Se acontecer, igualará Mears, Foyt e Unser, os maiores vencedores da prova.
 
Com uma enorme vantagem na luta para se tornar o rei de Indy. Os outros três estão parados.

Escrito por Fábio Seixas às 19h03

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Judiação, diria vovó

Em fevereiro do ano passado, fiz uma coluna baseada num livro chamado "Formula One's Lost Cars".
 
Em português, "Os Carros Perdidos da F-1".
 
"É um compêndio de modelos que nasceram de sonhos, que foram alimentados por esperanças, que se tornaram realidade, que foram a pistas para testes. Mas que nunca disputaram um GP. Diz a orelha: 'Escondidas em oficinas ao redor do mundo, esquecidas e abandonadas, máquinas de corrida silenciosamente acumulam poeira, um monumento aos sonhos frustrados de seus idealizadores'", escrevi, na ocasião.
 
Pois a coleção ganhou mais um integrante, revelado na atual edição da "Race Engineering": o TF110.
 
O carro da Toyota para esta temporada chegou até a fazer um shakedown em Colônia, com Nakajima ao volante. Os dois chassis construídos quase ficaram com a Stefan GP, mas a FIA acabou com a festa.
 
 
(Reprodução)
 
(Reprodução)
 
(Reprodução)
 
E assim, mais um "carro perdido" acumula pó, enquanto porcarias como os modelos da Hispania e da Virgin dão vexame GP após GP...
 
Obrigado ao Mauro Oliveira, que mandou a dica.

Escrito por Fábio Seixas às 16h24

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Sábado, plantão, café, despedida, coluna

O príncipe Albert sorria um sorriso amarelo, de quem já não suporta aquelas formalidades. Webber sorria a alma, escancarando a incredulidade de quem levou 144 corridas para vencer duas seguidas. Vettel sorria por protocolo, mas deixava escapar a raiva por mais um GP em que esteve impotente. Kubica sorria o dever cumprido. Horner sorria aliviado. Quase todos os outros sorriam paisagem.

Mas havia um sorriso mais brilhante, mais revelador, mais cristalino. Mais pueril, embora estampado no rosto mais envelhecido daquele camarote que faz as vezes de pódio em Montecarlo. Paletó bege, camisa azul clara, gravata azul marinho, Stewart mal se segurava de alegria, produto de um orgulho retroativo.

A equipe premiada ali, afinal, dobradinha nas ruas do principado, dobradinha no Mundial de Pilotos, líder do Mundial de Construtores, seis poles positions em seis GPs, dona do carro mais veloz e mais refinado da categoria, nasceu com ele. Até 2004, a Red Bull era Jaguar. Que até 1999 era Stewart.

(Pascal Guyot/France Presse)

A coluna de hoje defende a tese de que um dos motivos do sucesso da Red Bull é a organização deixada por Stewart, que nem a bagunça da Jaguar foi capaz de abalar. O outro é o dinheiro, claro. Dinheiro próprio, saco sem fundo, sem pressões imprudentes de patrocinadores.
 
O texto está aqui, para assinantes da Folha e do UOL. Na Folha Digital, pág. D4.
 
Ah, sim: partir da próxima semana, a coluna volta a ser publicada às sextas.

Escrito por Fábio Seixas às 15h40

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Imagens inéditas, 55 anos depois

A maior tragédia do esporte a motor aconteceu em 11 de junho de 1955, nas 24 Horas de Le Mans.
 
Os protagonistas, o francês Pierre Levegh, os britânicos Mike Hawthorn e Lance Macklin e o argentino Juan Manuel Fangio.
 
Volta 35, 18h26 locais. Hawthorn ultrapassou Macklin, retardatário, e desacelerou bruscamente para fazer um pit. Em meio a uma nuvem de poeira, Macklin tentou retomar a posição. Cruzou a pista (talvez já sem controle) no exato instante em que Fangio tentava passar Levegh, também retardatário.
 
O carro de Levegh, a 240 km/h, acertou a roda traseira esquerda de Macklin. Efeito rampa. Voou, acertou o público. Morreram Levegh e de 80 a 120 espectadores _não há número oficial.
 
O mega-acidente teve consequências. Um inquérito, que deu em nada. O banimento do automobilismo em países como França, Espanha, Alemanha e Suíça _neste, continua até hoje. E uma enorme reforma no circuito, em prol da segurança.
 
Pois bem... No domingo passado, a BBC levou ao ar um especial sobre a tragédia. Usou várias fotos reunidas pelo biógrafo de Hawthorn para recriar o episódio. Imagens inéditas, registradas por um torcedor ferido pelos destroços. Até agora, as cenas disponíveis eram como esta, com o carro de Levegh já no ar.
 
O trecho-chave do documentário está aqui... 

Em princípio, é fácil apontar Macklin como culpado. Ou Hawthorn, que colocou o carro à sua frente para frear instantes depois. Mas a BBC traz mais elementos para o julgamento.
 
O documentário conclui que o acidente teve quatro outras causas além da ação dos pilotos: a pouca largura da reta, o posicionamento perigoso da entrada do pit lane, a inclinação daquele ponto da pista e a falta de uma cerca de proteção para o púbico.
 
A conclusão é que trata-se do velho "race incident", ou "acidente de corrida". Após ver e rever e rever as cenas, concordo.
 
O pior de todos.

Escrito por Fábio Seixas às 19h39

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Ferrari, 60 anos de F-1

Há 60 anos, a Ferrari disputava seu primeiro GP.
 
Era 21 de maio de 1950, a F-1 realizava a segunda corrida de sua história, em Mônaco... E lá estavam três carrinhos vermelhos.
 
Um deles chegou na segunda colocação, pilotado por Ascari, um dos grandes ídolos da marca de automóveis que mais desperta paixões mundo afora.
 
A Ferrari é um acontecimento único. E boa parte de sua história foi relatada num belo especial do History Channel. Abaixo, a primeira parte. O link para a segunda aparece ao fim do vídeo e daí por diante.

Taí um belo programa para esta sexta-feira modorrenta ou para o fim de semana. Bom divertimento.

Escrito por Fábio Seixas às 12h57

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Número 1

Segundo a Red Bull, Vettel correu em Barcelona e Mônaco com um chassi avariado.
 
"Achamos um defeito no chassi usado pelo Sebastian. Na Turquia, ele terá um novo. Ele começou a temporada em alta e estou certo de que reagirá na próxima corrida."
 
Pode ser verdade, pode ser balela... 
 
Mas a moral da história é clara: a Red Bull não está convencida de que Webber pode ser o piloto do seu primeiro título mundial.

Escrito por Fábio Seixas às 16h17

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O País da F-1

Primeiro, a mensagem do Cleverson Roberto Ferreira, de Curitiba: "Achei o restaurante oficial da Ferrari. Tirei essa foto nas minhas férias em Floripa, na praia de Canasvieiras, bem em frente ao trapiche. Será que é lá que Alonso e Massa fazem uma boquinha? PS: Nem me pergunte o que seria um Choripan..."

Agora, a foto...

 

Por último, o mistério: alguém de Florianópolis, por favor, pode contar o que é um "choripan"? Eu não faço a menor ideia...

Escrito por Fábio Seixas às 19h33

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Assim é

Symonds deve ir para a Williams, dizem sites mundo afora.
 
Mais uma prova de que, para a F-1, não interessa o caráter, não interessa o passado, não interessa o envolvimento ativo numa das maiores imundices da história do esporte. O que conta é a capacidade de produzir resultados, apenas.
 
Sempre foi assim, sempre será.

Escrito por Fábio Seixas às 16h09

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Reciclagem

O Mauro Oliveira mandou esta foto...
 
 
E fez esta pergunta: "A Ferrari vai descartar o chassi que Alonso bateu em Mônaco. Você não conhece alguém que possa revirar as latas de lixo em Maranello? Este chassi mesmo torto ficaria lindo na minha sala de estar.... Ou na sua."
 
Valeu, Mauro. Mas não, não conheço. Mas estou quase comprando uma passagem para a Itália.

Escrito por Fábio Seixas às 14h01

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Pit Stop #146

O GP de Mônaco foi o prato principal do Pit Stop desta terça-feira.

Que quase teve Bruno Império sofrendo um colapso após uma piada infame, indecorosa, ridícula. Mas que foi engraçado, foi.
 
Lá vai...

Escrito por Fábio Seixas às 13h53

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A foto

Deu sede, Webber?

Webber comemora a vitória na piscina da Red Bull no paddock de Mônaco (Gero Breloer/AP)
 
O clique do fim de semana é de Gero Breloer, da Associated Press.

Escrito por Fábio Seixas às 12h46

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Pílulas do dia seguinte

Webber chegou à Red Bull, em 2007, após duas fracas campanhas pela Williams e meio que naquela do "não tem tu, vai tu mesmo". Em outras palavras, era o piloto disponível no mercado, um cara que nunca se mostrou brilhante mas que, aos 30 anos, poderia acrescentar alguma experiência a um time recém-formado. Coulthard, seu então companheiro, pintou por lá pelo mesmo motivo. Quando Vettel chegou, Webber logo assumiu aquele papel de "professor do próximo gênio". A Red Bull nunca escondeu que o alemão era seu menino de ouro e, ainda, que seu sonho era contar com um segundo piloto mais jovem, também promissor, mais a cara da marca. A saída de Webber parecia questão de tempo, até o fim do seu contrato, em dezembro deste ano. Mas eis que o australiano resolveu andar como nunca. Encaixou, enfim, sua experiência e sua calma ao volante num carro excepcional. E deu certo. Em seis etapas, já tem 2 vitórias, 3 poles, 2 voltas mais rápidas, a liderança do Mundial. Deve ter o contrato renovado, é este o rumor do dia. E deve mesmo. Não é nenhum gênio da raça, longe disso. Mas, pelo que vem fazendo, merece assinar já;
 
Aliás, sobre as poles: são 3 para Webber e 3 para Vettel. Em termos de velocidade pura, só dá Red Bull, não tem para ninguém;
 
Sobre os pneus, as palavras que chegam de Mônaco indicam que a concorrência para 2011 ficará mesmo entre Pirelli e Michelin. A Avon está fora. Por aqui, continuo na torcida para que a FIA derrube essa chatice de monomarca. Não é nem nunca foi a cara da categoria: pelo menos não por imposição de regra;
 
"Todos cometemos erros", disse Button, sobre o mecânico que esqueceu um tampão na entrada do radiador, causando seu abandono da prova. É assim que se ganha uma equipe;
 
Alonso não se limitou aos gestos no carro e chiou contra Di Grassi. Ridículo. Como foi ridículo Coulthard e a McLaren jurarem Bernoldi na mesma Mônaco, nove anos atrás. O que ele queria? Que o brasileiro encostasse para ele passar? É disputa de posição. Quer passar, passa;
 
"Chegaram a me perguntar porque eu joguei o volante.Eu estava esperando diminuir o barulho dos carros para sair fora do carro o mais rápido possível." Concordo com Barrichello, outra celeuma ridícula é essa, sobre ele ter se livrado logo do volante para sair do carro. Imagine ficar na contramão, numa pista estreita, após uma curva cega, com carros de F-1 buscando aceleração. Deve ser complicado, não?;
 
A Mercedes recorreu à Corte de Apelações. Não vai dar em nada.

Escrito por Fábio Seixas às 12h37

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O artigo 40.13

Regulamento Esportivo da F-1, artigo 40.13: "Se a corrida terminar enquanto o safety car estiver acionado, ele entrará no pit lane no fim da última volta e os carros receberão a bandeirada normalmente, sem ultrapassagens".
 
Ou seja: a bandeirada acontece sob regime de safety car.
 
Ele só entra no pit lane para evitar aquele corpo estranho na frente do vencedor de um GP. Mas, em tese, continua ali: o regime que impede as ultrapassagens continua.
 
Mostraram a luz verde, sim, eu vi. E aí é erro da direção de prova, o que talvez devesse atenuar a punição.
 
Mas que não pode ultrapassar, não pode. O texto não deixa dúvida.

Escrito por Fábio Seixas às 16h04

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20 segundos

Saiu a punição a Schumacher. E foi pesada: 20 segundos acrescidos ao seu tempo total de prova.
 
Ou seja, o heptacampeão sai da zona de pontos. Alonso é mesmo o sexto colocado. Rosberg sobe para sétimo, Sutil é o novo oitavo e Liuzzi vira o nono. Buemi fica em décimo, com um ponto.
 
Certo. O regulamento foi cumprido, alguma punição teria de vir. Mas Hill é rancoroso, não?

Escrito por Fábio Seixas às 13h39

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A defesa de Schumacher

Schumacher falou à RTL assim que saiu do carro.
 
"Ouvi a mensagem 'pista liberada'. Isso significa que o safety car foi embora, a zona do acidente estava limpa, então achei que podia ir.. Damon Hill será o comissário aqui... Isso será interessante."
 
Sim, Hill, aquele mesmo de 1994.
 
Esperemos. Mas, reforço: o artigo 40.13 é claro, o alemão no mínimo terá de perder a posição.

Escrito por Fábio Seixas às 12h21

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Deu a lógica, dobradinha da Red Bull

Mônaco tem um visual sensacional, carrega todo aquele charme, é um glamour único, confunde-se com a história da F-1 e, por isso mesmo, merece estar no calendário.
 
Mas, sejamos francos, ficou obsoleta para a categoria e de alguns anos pra cá só produz corridas chatas. Hoje foi mais uma.
 
Os cinco primeiros colocados após a primeira curva foram os cinco primeiros colocados na linha de chegada, 78 voltas depois. Por aí já dá pra imaginar o que (não) aconteceu, certo?
 
Webber celebra vitória em Mônaco (Luca Bassani)
 
Vitória de Webber, com Vettel em segundo. Kubica completou o pódio _que, no principado, não é pódio. Massa foi o quarto na bandeirada, seguido por Hamilton, Schumacher, Alonso, Rosberg, Sutil e Liuzzi.
 
Num GP de raras emoções, Vettel foi o protagonista da primeira delas, na largada. Antes que Kubica piscasse, o alemão já estava do seu lado direito, por dentro, fazendo a ultrapassagem. Barrichello também largou muito bem. Pulou de nono para sexto. Button perdeu três posições e em seguida abandonou, com o motor fumando.
 
(Cabe, aqui, um parênteses: a causa do problema do inglês foi um tampão esquecido por um mecânico num dos radiadores. Várzea total. Se fosse o Hamilton, daria piti...)
 
O top 10 depois da primeira curva, Webber, Vettel, Kubica, Massa, Hamilton, Barrichello, Schumacher, Rosberg, Liuzzi e Sutil.
 
E, como de hábito por lá, não demorou nada para um acidente. Ainda na primeira volta, Hulkenberg acertou o guard rail no túnel. Bandeira amarela, safety car e uma aposta de Alonso: em último, o espanhol aproveitou para entrar nos boxes, se livrar dos compostos supermacios. Uma estratégia inteligentíssima. 
 
A relargada veio na sexta volta. E, com o trenzinho estabelecido lá na frente, a atração virou Alonso, babando lá atrás.
 
Na 10ª volta, após uma disputa acirrada com Di Grassi, o espanhol já era o 19°. Na seguinte, passou Trulli no mesmo ponto, a chicane após o túnel: 18° colocado. Na 15ª, de novo na chicane, almoçou Glock.Na 16ª, a vítima foi Kovalainen, você já sabe onde.
 
Na 18ª volta, Hamilton inaugurou os pits. Nas voltas seguintes, pararam Massa, Barrichello, Schumacher, Liuzzi, Buemi, Kubica... Vettel parou na 22ª. Webber, na 23ª. Rosberg foi um dos últimos a parar, na 28ª, perdendo a posição para o companheiro de Mercedes.
 
Então chegou a hora de Alonso colher os frutos do seu senso de oportunidade na primeira volta. Largando em último, dos boxes, era o sexto colocado ao fim da janela de pits. À sua frente, Webber, Vettel Kubica, Massa e Hamilton, os mesmos 5 da primeira curva.
 
Na 30ª, novo safety car: Barrichello perdeu a traseira e bateu. Um acidente estranho, o brasileiro não é de cometer esse tipo de erro. Aguardemos a palavra da equipe.
 
Na relargada, vã esperança de alguma troca de posições, nada. A corrida ficou monótona.
 
Até a 44ª volta, o lance de maior emoção aconteceu no momento em que uma tampa de bueiro se soltou. Novo safety car. Nova relargada. Novo nada.
 
Na 50ª  volta, Webber tinha 3s1 sobre Vettel, que mantinha 1s4 sobre Kubica... E essas diferenças se mantiveram mais ou menos iguais até o fim.
 
Fim que quase aconteceu sob safety car, após um enrosco entre Trulli e Chandhok, mas que teve alguns metros de bandeira verde. Suficientes para Schumacher dar o bote e passar Alonso. Não valeu nada: o artigo 40.13 do regulamento proíbe ultrapassagem quando o safety car deixa a pista na última volta. Ainda não saiu comunicado oficial, mas o alemão deve perder a posição.
 
O momento da ultrapassagem de Schumacher sobre Alonso (Reprodução TV)
 
Pelo menos o GP serviu para colocar ordem na classificação, tornar a tabela mais lógica. A melhor equipe e seus pilotos estão, enfim, na ponta.
 
No Mundial de Pilotos, dobradinha de Red Bull. Webber e Vettel têm 78 pontos, mas o australiano soma uma vitória a mais. O de Construtores, a Red Bull lidera com 156.
 
Não é coincidência.
 
A Red Bull, que tinha um carro de treino, agora tem um carro de corrida.
 

Escrito por Fábio Seixas às 11h17

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O último palpite

Hora do último palpite.
 
Acho que dá Webber, seguido por Massa e Rosberg.
 
Vamos lá, vocês têm pouco mais de 20 minutos para pitacar. Depois da largada, não vale...

Escrito por Fábio Seixas às 08h37

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PERFIL

Nina Horta Fábio Seixas, 37, é jornalista com mestrado em Administração Esportiva pela London Metropolitan University, da Inglaterra, e Coordenador de Produção da Sucursal da Folha no Rio. É colunista de automobilismo da Folha e do UOL.


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