Fábio Seixas

Automobilismo e pitacos sobre tudo o mais

 

Calculadora

A Williams confirmou ontem à noite que Maldonado continua.
 
Nunca achei que ele fosse sair. Na atual fase, a equipe não tem condições de dispensar os petrodólares da PDVSA.
 
O finlandês Bottas, campeão da GP3 e que testou em Abu Dhabi, será o piloto de testes.

E a segunda vaga?
 
Se a Williams partir para o leilão, é notícia ruim para Barrichello.
 
Se decidir pela performance, as chances do brasileiro crescem.
 
É questão de fazer contas e descobrir se o dinheiro de Maldonado é suficiente para pagar as contas.

Escrito por Fábio Seixas às 12h48

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Sexta, coluna

É aquele que se notabilizou pela velocidade pura, a ponto de, mesmo distante da F-1 há dois anos, ainda sustentar o terceiro posto no ranking de voltas mais rápidas, atrás apenas de lendas com carreiras muito mais longevas: Schumacher e Prost.
E é o cara avesso a testes de pré-temporada, visitas à equipe, reuniões com engenheiros, eventos promocionais, entrevistas coletivas, sessões de autógrafos, declarações protocolares, tchauzinhos, sorrir por sorrir.
Raikkonen é esse cara.
É assim e assado.
E por isso e aquilo, sua volta para a F-1 é uma grande notícia.

A coluna de hoje na Folha celebra a volta do finlandês à F-1. Um grande cara, nas pistas e fora delas.

 
A íntegra está aqui, para assinantes da Folha e do UOL. Na Folha Digital e na Folha de papel, a coluna orna a pág. D11.

Escrito por Fábio Seixas às 09h38

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Os últimos palpites

Meses atrás, o Ramiro Marote, lá de Santos, criou uma brincadeira bacana no blog: o campeonato dos palpiteiros.

GP após GP, ele colheu as apostas dos internautas em comentários aos posts "O último palpite" e atribuiu a elas a pontuação da F-1.

O resultado está na caixa de comentários daqui, mas eu reproduzo: 

"A classificação é apurada de acordo com o total de pontos obtidos por cada um dos 'palpiteiros', dividido pelo número de GP's realizados na temporada. Vale lembrar que só entraram na Classificação Geral, os 'palpiteiros' que palpitaram em 4 GPs, consecutivos ou alternados. Após o GP do Brasil, último da temporada 2011, a classificação final, pela média de pontos, ficou assim: 1º) Fábio Seixas (Rio de Janeiro/RJ), 32 pontos; 2º) Luciano Henriques (Santo André/SP), 25; 3º) Marcelo Plácido (Suzano/SP), 24; 4º) Ramiro Marote (Santos/SP), 21; 5º) Tiago N. (Gravataí/RS), 13; 6º) Laerte (CE), 10; 7º) Bruno (BH/MG), 9; 8º) Celso (SP), 7 e 9º) Dennis (Umuarama/PR), 6 pontos. O Fábio Seixas foi o campeão desta 'palpitaria' em 2011 e o Luciano Henriques, o vice, título este obtido na última prova, após acirrada disputa com o Marcelo Plácido. O Sangue de Boi está à disposição do campeão. Valeu galera e até março/2012!"

Valeu, Ramiro, obrigadíssimo pela iniciativa. Quanto ao prêmio, vou passar, pode ficar com o Luciano.

(São internautas como vocês, inteligentes, participativos e divertidos, que fazem este espaço valer a pena.)

Escrito por Fábio Seixas às 10h25

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Boa notícia

Alvíssaras!

 

Os fantásticos carros de Le Mans vão acelerar em Interlagos em setembro do ano que vem.

 

Largada das 24 Horas de Le Mans de 2011

 

O Brasil está no calendário do Mundial de endurance da FIA, espécie de reedição do Mundial de Marcas. O nome da prova, "6 Horas de São Paulo".

 

Por trás da organização da prova, Emerson Fittipaldi.

 

O calendário é este aqui...

 

17.mar: 12 Horas de Sebring (USA)

5.mai: 6 Horas de Spa-Francorchamps (Bélgica)

16 e 17.jun: 24 Horas de Le Mans (França)

25.ago: 6 Horas de Silverstone (Inglaterra)

16.set: 6 Horas de São Paulo (Brasil)

30.set: 6 Horas de Fuji (Japão)

20.out: 6 Horas do Bahrein (Bahrein)

11.nov: 6 Horas da China (local a ser anunciado)

Escrito por Fábio Seixas às 16h02

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Pit Stop #210

O Pit Stop foi gravado ontem à noite, então não traz a notícia da contratação de Raikkonen.

Mas não está tão desatualizado assim. Digo que as portas da Williams haviam se aberto novamente para Barrichello e que Bruno estava perto de renovar com a Renault. Mantenho essas duas informações.
 
O programa, claro, também fala muito sobre o GP Brasil. Piquet foi, de longe, o melhor brasileiro em Interlagos. Que fase...

Escrito por Fábio Seixas às 11h35

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Raikkonen está de volta

Raikkonen, já com uniforme da Renault (Divulgação)
 
Raikkonen assinou por dois anos com a Renault.
 
O anúncio da equipe foi feito nesta manhã e, como todo comunicado do gênero, é recheado de elogios, otimismos, promessas.
 
A volta do finlandês à F-1 é ótima notícia. Em termos de talento nato, Raikkonen é dos melhores de sua geração. Se ele realmente estiver a fim de correr, o Mundial ganhará qualidade.
 
Mas o anúncio, claro, tem algumas implicações.
 
Mostra que a Renault não acredita na volta de Kubica. E pelo que ouvi em Interlagos, caso o polonês retorne à F-1 algum dia, será por outra equipe.
 
O anúncio também reabre as portas da Williams para Barrichello. As negociações, que tinham esfriado, voltaram a acontecer nos últimos dias.
 
O resultado de tudo isso é que a luta pela segunda vaga na Renault volta a ser entre Bruno e Grosjean. E o brasileiro, hoje, 29 de novembro de 2011, está na frente.

Escrito por Fábio Seixas às 09h16

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A foto

Vale pelo registro histórico: 24 pilotos, a Reta dos Boxes, a pose para a foto de fim de ano.

 
Em 2012, novas cores, novos patrocinadores, novas caras.
 
O clique é de Silvia Izquierdo, da Associated Press.

Escrito por Fábio Seixas às 15h56

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Pílulas do Dia Seguinte

O único anúncio do fim de semana foi a contratação de Pic pela Marussia em 2012. Ele será companheiro de Glock. D'Ambrosio está desempregado. Mas o mercado se movimentou bastante em Interlagos. Ricciardo deve substituir Trulli na Caterham. Bruno está prestes a renovar com a Renault. E, com o esfriamento das conversas entre Raikkonen e Williams, as chances de Barrichello continuar por lá aumentaram;

Interlagos foi a última corrida de Patrick Head. Mais do que sócio da Williams, um engenheiro que fez história na F-1. Aos 65, vai cuidar apenas de assuntos internos do time. Faz bem;

Na despedida, aliás, Head soltou uma de suas pérolas. Questionado sobre os rumores de que Valtteri Bottas negocia com o time para 2012, lançou: "Também há boatos que dizem que a Lua é feita de queijo". Ele vai fazer falta;

"Não entendo como aquela caixa de câmbio chegou ao fim da corrida", disse Horner, sobre Vettel e seu suposto problema na corrida. A Red Bull jamais vai admitir a marmelada, mas repito o que escrevi ontem: os tempos de volta não deixam dúvidas de que o alemão abriu passagem para o companheiro vencer pela primeira vez no ano;

O mais bacana do fim de semana, disparado, foi a exibição de Piquet com a Brabham de 1981. E sua iniciativa de levar a bandeira do Vasco _porque, acima de qualquer paixão clubística, foi uma provocação tipicamente piquetiana, deboche puro, inocente. Se não houvesse GP, já teria valido ir a Interlagos.

(Orlando Kissner/France Presse)

Escrito por Fábio Seixas às 09h41

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Interlagos, dia 4. E fim de papo

Chega ao fim mais um GP Brasil, termina mais uma temporada.

A Pirelli divulgou um balanço com números interessantes deste campeonato.

Ao todo, foram usados 21.100 pneus de seco e 2.900 pneus de chuva no Mundial. Peso da borracha depositada no asfalto (ou que virou farelo): 10.200 kg. Número de pit stops na temporada: 1.111, média de 2,25 por piloto por GP.

Mas o mais bacana é o número de ultrapassagens: 1.120, recorde histórico. O GP da Turquia é o novo recordista de ultrapassagens: 126 (e vai deixar o calendário). E as 125 ultrapassagens em Montréal são um recorde para GP com chuva.

Minha opinião: a temporada não foi das piores.

Piloto dominando o campeonato acontece de vez em quando. Foi assim com o Button em 2009. Foi assim com Schumacher quase sempre. Foi assim com o Prost em 93, com o Mansell em 92... E podem ir voltando o relógio.

Analisadas uma a uma, o campeonato teve mais corridas boas do que ruins. Logo de partida, não gostei da artificialidade das asas traseiras e dos pneus-farofa. Mas dei o braço a torcer.

Primeiro, porque os pneus deixaram de se desmanchar conforme a Pirelli e as equipes foram entendendo seu funcionamento. Segundo, porque a história da asa proporcionou bons momentos. E é justa: se não fizer besteira, o ultrapassado pode tentar o troco na volta seguinte. Daí, os recordes citados ali em cima.

Vettel foi o grande nome do ano, mas Button merece aplausos. Alonso também: superou o limite de um carro ruim, de uma equipe mais uma vez atrapalhada.

Hamilton fez besteiras, mas terminou o campeonato em boa forma, o que é bom. Webber e Massa foram muito mal na comparação com os companheiros.

Barrichello fez o que podia com o carro da Williams e, sim, mereceria uma renovação _mas F-1 nem sempre é merecimento, sabemos disso. Bruno começou muito bem, fez algumas provas muito ruins. Como escrevi no post acima, vai precisar mais do que o argumento do desempenho para cavar um lugar em 2012.

Fechando a lojinha por aqui. Hora de comer uma boa pizza paulistana e amanhã voltar para o Rio.

Obrigado a todos pela companhia nesta temporada e neste GP Brasil. Amanhã voltamos à programação normal. Até.

Escrito por Fábio Seixas às 19h22

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Notas de Interlagos (5)

Na coletiva pós-corrida, Vettel insistiu em dizer que sofreu com problema de câmbio. O problema (verdadeiro) do alemão é que os números o desmentem completamente. Estou com a tabela de tempos de volta aqui. Ele fez uma única volta horrível em toda a prova, exatamente a 30ª, em que foi ultrapassado por Webber: 1min19s136. A volta seguinte foi em 1min18s129. A partir daí, fez 35 das 40 voltas seguintes na casa de 1min16s e 1min17s. É...;
 
Qual o motivo para a marmelada? Ajudar Webber a ser vice-campão. Não funcionou, porque Button fez uma corridaça e foi terceiro. Aliás, Webber também merece menção desonrosa: apenas esta vitória no ano, com um carro como o da Red Bull, é vexatório;
 
Pela primeira vez desde 1998, o Brasil fechou uma temporada sem pódio na F-1. Massa chegou seis vezes em quinto e isso foi o máximo que os pilotos do país conseguiram. Péssimo. Um ano péssimo. "O ano acabou, e isso é muito legal", desabafou Massa. Seu melhor momento no ano foi, também, uma espécie de desabafo: o zerinho que ele deu diante do Setor A, ao fim da prova. A próxima temporada será chave para o futuro do Brasil na F-1. Porque qualquer que seja a decisão sobre Barrichello, o único brasileiro em equipe grande será Massa. E não há ninguém na bica para entrar;
 
Aliás, sobre o zerinho de Massa, torço para que a FIA não seja novamente ridícula a ponto de inventar uma multa ou algo assim;
 
Mais Massa: Hamilton interrompeu a entrevista coletiva do brasileiro para dar-lhe um abraço e selar as pazes. Atitude bacana;
 
Bruno e Petrov fizeram 8 provas como companheiros na Renault. Até hoje, o placar era 4 pontos a 2 pro russo. Terminou 5 a 2: ele chegou em décimo em Interlagos. Ruim para Bruno. Um argumento a menos na mesa de negociação;
 
Barrichello: "Talvez tenhamos novidades nas próximas duas semanas."

Escrito por Fábio Seixas às 17h36

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Webber, vitória com cheiro de marmelo

Na despedida da temporada, a primeira vitória de Webber no ano.
 
Com cheiro de marmelada.
 
Vettel e Webber no pódio de Interlagos (Marcelo Sayão/Efe)
 
O australiano só chegou à liderança do GP porque Vettel supostamente sofria com um "problema sério de câmbio". O curioso é que, depois da ultrapassagem, o alemão voltou a andar em ritmo forte. Tanto que cruzou em segundo.
 
Ok, a Red Bull tem um carro sensacional, mas não a ponto de um piloto perder segunda e terceira marchas e permanecer à frente de McLaren e Ferrari.
 
Estranho, sim. Condenável? À esta altura do campeonato, não acho. O Mundial já estava decidido. Antes de criticar, lembrem-se de Senna dando a vitória a Berger em Suzuka-91 e das reverências ao brasileiro na ocasião.
 
Button completou o pódio e sagrou-se vice-campeão mundial. Merecido.
 
A prova começou com sol forte, 26ºC no ar, 44ºC no asfalto e previsão de chuva nos instantes finais.
 
Na largada, Vettel acelerou forte, manteve a linha e a primeira posição.
 
Alonso passou Hamilton no S. Massa deixou Sutil para trás. Bruno ficou em nono. Barrichello despencou para 20º e teve de fazer uma corrida de recuperação.
 
O top 10 na primeira volta, Vettel, Webber, Button, Alonso, Hamilton, Massa, Rosberg, Sutil, Bruno e Di Resta.
 
As dez primeiras voltas foram protocolares, sem grandes emoções. Mas logo o cenário ficou mais agitado.
 
Schumacher foi o primeiro a mudar isso, na 10ª volta.
 
Ele partiu para ultrapassar Bruno no final da Reta dos Boxes, o brasileiro não aliviou, os dois se tocaram. Pior para o heptacampeão, que teve um pneu furado. Bruno perdeu algum pedaço do carro, que aparentemente não fez falta.
 
Minha opinião: incidente normal de corrida. Quando nenhum piloto levanta o pé, dá nisso. Acontece. Pena que os comissários da FIA, cada vez mais ridículos, não pensem assim. Bruno levou um drive through.
 
Na 11ª volta, mais emoção, num show de categoria de Alonso. O espanhol passou Button no Laranjinha, por fora. Demais.
 
Instantes depois, foi a vez de Vettel adicionar imprevisibilidade à corrida. Pelo rádio, ele foi informado de que havia um problema na sua segunda marcha.
 
Simultaneamente, começava o corre-corre nos boxes. Button parou na 16ª volta. Alonso, Rosberg e Hamilton, na seguinte. Vettel, na 18ª. Webber entrou na 19ª.
 
Na 23ª, o primeiro abandono: o pneu traseiro esquerdo de Glock saiu voando após seu pit. Que várzea, essa Virgin...
 
Três voltas depois, Vettel recebeu mais uma péssima notícia. "Problemas sérios na caixa de câmbio", disse o engenheiro. Não por coincidência, Webber estreitava a diferença.
 
Na 30ª volta, veio a ultrapassagem. Webber líder do GP. E a suspeita. Marmelada? O irônico da situação é que foi a Ferrari, pelo Twitter, que lançou o mau cheiro no ar...
 
Duas voltas depois, Button, de novo, foi o primeiro dos ponteiros a parar. Colocou os pneus mais duros, dando toda a pinta de que iria até o final assim. Ou seja, apostava em tempo seco. Hamilton parou na 34ª e continiuou com pneus macios: ou seja, apostando em ter de colocar os compostos de chuva mais à frente.
 
Alonso parou na 36ª. Webber, na 39ª. Vettel, na 40ª, instantes depois de Button ultrapassar Massa e faturar a quarta posição.
 
Na 40ª volta, o top 10 tinha Webber, Vettel, Alonso, Button, Massa, Hamilton, Rosberg, Sutil, Di Resta e Kobayashi.
 
E, como a chuva não veio, Hamilton teve de parar na 44ª volta e colocar os pneus duros. Logo depois, sua corrida foi pro espaço. Com problemas de câmbio, encostou e abandonou o GP.
 
Na 53ª, uma surpresa, Button foi para os boxes e colocou novo jogo de pneus duros. Alonso parou na 55ª.
 
"Você pode dar voltas em ritmo de classificação", disse o engenheiro de Button. E ele obededeceu. Começou a chinelar, a cravar voltas mais rápidas, caçando Alonso volta a volta.
 
Líder, Webber fez seu terceiro pit na 59ª. Vettel, na seguinte.
 
Na 60ª, Button chegou em Alonso. Duas voltas depois, ultrapassou no fim da Reta Oposta, acelerando com muita força e, claro, usando a asa traseira.
 
Na linha de chegada, Webber tinha 16s9 sobre Vettel e 27s6 sobre Button. Completando o top 10, Alonso, Massa, Sutil, Rosberg, Di Resta, Kobayashi e Petrov. Barrichello foi o 14º. Bruno, o 17º.
 
Pelo rádio, comemoração tímida da Red Bull e de Webber. Um quê de constrangimento, talvez.
 
Com o resultado, Vettel fecha o ano do bicampeonato com 392 pontos. Button ficou com 270. Webber pulou para terceiro, com 258, um a mais que Alonso. Hamilton ficou em quinto, com 227. Massa foi o sexto, com 118.
 
No Mundial de Construtores, 650 pontos para a Red Bull contra 497 de McLaren e 375 de Ferrari.
 
E terminou. Que venha 2012. Faltam 111 dias para o GP da Austrália.
 
(Para os maníacos de plantão, a contagem regressiva está aqui.)

Escrito por Fábio Seixas às 15h47

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O último (mesmo) palpite

Como estarei ao vivo no grid, mando antes do normal meu palpite para a corrida.

Acho que dá Hamilton, seguido por Button e Webber.
 
E você?

Escrito por Fábio Seixas às 12h23

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Domingo, enfim

Interlagos, enfim, está com cara de Interlagos.
 
 
Movimento ao redor do autódromo, embora não na mesma efervecência de anos anteriores. Até os vendedores de bonés nos semáforos apareceram: R$ 12 uma cópia bem fajuta da Ferrari.
 
Agora, 9h25, céu parcialmente nublado, 22ºC. Os meteorologistas apostam em chuva, e todas as equipes trabalham com essa possibilidade.
 
Tornaria a corrida mais interessante, claro. Mas, sei lá... Do alto dos meus elevados conhecimentos da ciência da previsão do tempo, estou começando a achar que não chove não.
 
(E ok, admito, o que mais espero é o desfile do Piquet com a Brabham, às 11h15)

Escrito por Fábio Seixas às 09h30

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PERFIL

Nina Horta Fábio Seixas, 37, é jornalista com mestrado em Administração Esportiva pela London Metropolitan University, da Inglaterra, e Coordenador de Produção da Sucursal da Folha no Rio. É colunista de automobilismo da Folha e do UOL.


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